| A Morte e o Sentido da Vida |
| “Se esta vida é tudo o que se apresenta, qual é o seu sentido? Se estamos todos fadados a morrer de qualquer forma, que diferença faz o que fazemos nossas vidas? Podemos influenciar as vidas de outras pessoas, mas elas também estão condenadas à morte. Em algumas poucas gerações a maioria de nossas realizações será totalmente esquecida, a memória de nossas vidas reduzidas a um mero nome entalhado numa lápide ou escrito numa árvore genealógica.” |
| Autor: Keith Augustine |
№ de páginas: 3 |
| Desilusão |
| “'Sabe, meu caro senhor, o que é a desilusão?', perguntou, num tom baixo e apressado, agarrando a bengala com ambas as mãos. 'Não o mau êxito em pequenos assuntos insignificantes, mas a desilusão grande, geral, que engloba tudo, tudo o que faz parte da vida? Não, claro, não sabe...'” |
| Autor: Thomas Mann |
№ de páginas: 4 |
| homo sapiens revisitado |
| “sejamos sensatos para aceitar, definitivamente, que somos o upgrade do macaco. entendamos de vez que o contrato social do homem é uma invenção de dominação, e que é necessário – e nunca foi tão preciso – ver o mundo além das classes inventadas pelo homem, como um organismo que dilata e retrai imagens do inconsciente, compreendendo que essas imagens são fruto de um passado que não morre.” |
| Autor: Thiago H. Abrahão |
№ de páginas: 11 |
| O benefício da dúvida |
| “Difícil é lidar com donos da verdade. Não há dúvida de que todos nós nos apoiamos em algumas certezas e temos opinião formada sobre determinados assuntos; é inevitável e necessário.” |
| Autor: Ferreira Gullar |
№ de páginas: 2 |
| O Fundamento Humano das Leis e da Ética – Sem Deus, como podemos ser morais? |
| “...como é possível que os governados sejam capazes de governar a si próprios? Não estariam eles talvez utilizando um ponto de referência mais elevado, último ou absoluto? Não seriam todas as leis e convenções humanas simplesmente aplicações específicas das leis de Deus? Vejamos.” |
| Autor: Frederick Edwords |
№ de páginas: 10 |
| O Guardador de Rebanhos |
| “O mistério das cousas, onde está ele? Onde está ele que não aparece Pelo menos a mostrar-nos que é mistério? Que sabe o rio disso e que sabe a árvore? E eu, que não sou mais do que eles, que sei disso?” |
| Autor: Fernando Pessoa (Alberto Caeiro) |
№ de páginas: 22 |
| O Livro do Desassossego |
| “Nestas impressões sem nexo, nem desejo de nexo, narro indiferentemente a minha autobiografia sem fatos, a minha história sem vida. São as minhas Confissões, e, se nelas nada digo, é que nada tenho que dizer.” |
| Autor: Fernando Pessoa (Bernardo Soares) |
№ de páginas: 262 |
| O Vazio da Existência |
| “As cenas de nossa vida são como imagens em um mosaico tosco; vistas de perto, não produzem efeitos – devem ser vistas à distância para ser possível discernir sua beleza. Assim, conquistar algo que desejamos significa descobrir quão vazio e inútil este algo é; estamos sempre vivendo na expectativa de coisas melhores, enquanto, ao mesmo tempo, comumente nos arrependemos e desejamos aquilo que pertence ao passado.” |
| Autor: Arthur Schopenhauer |
№ de páginas: 5 |
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