Primeiro, a espécime tratou de se camuflar como turista ao comprar um adereço local:

Aqui vemos a espécime se refestelar com a forma do foguete -- o nome "Barreira do Inferno" veio a calhar:

Com incrível poder de metamorfose, ela se transforma em caju:

Como bom biólogo, demonstra o seu apreço pelos animais, mesmo que ornamentais:

Em homenagem à paisagem, acendemos duas velas brancas (hehe):

Licor para celebrar e o famoso sinal:

Sobre seus hábitos alimentares, descobrimos que a espécime come feijão verde, arroz, batata frita e tem uma queda especial por peixe ao molho de camarão:

Bucho cheio, dever cumprido:

Percebam que ela tenta algum tipo de comunicação, mas o discurso foi inteligível:

Ela em seu hábitat natural, diretamente do útero da mãe terra:

Por outro ângulo, inédito:

Abração, "irmão" Dudu. Ótimo dia.

Fechado


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