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Indique Livros!

#61 Membro offline   Kaboom Ícone

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Postou 17/02/2013 - 20:13

Ver postJocaxiano, em 17/02/2013 - 16:34, disse:

O Poder Secreto


Boas! Coloca aí um link para sacar esse livro antes que aconteça o mesmo que a primeira versão do Club Bilderberg do Daniel Estulin.

Se ainda houver é claro. ;)
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#62 Membro offline   Prolifico Ícone

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Postou 16/03/2013 - 13:00

Imagem anexa: monthly_03_2013/post-4334-016492400 1363453071.jpg

Tem DVD e edição portuga.
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#63 Membro offline   lightman Ícone

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Postou 16/03/2013 - 13:48

"Torturaram e enfiaram a cabeça do porco em uma estaca como oferenda a fera venerada na ilha, o sangue escuro escorre pelos dentes do porco e os garotos saem correndo, mais tarde quando um deles está sozinho, chora, mas não pelo porco e sim pelo fim da inocência e pela maldade no coração dos homens."

O Senhor das Moscas.
Bons argumentos não funcionam com religiosos do contrário não existiriam religiosos. Dr.House
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#64 Membro offline   RavenaRaven Ícone

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Postou 16/03/2013 - 14:12

Vi faz pouco tempo o filme (um antigo) desse livro, que está na fila para eu ler. Parece muito bom mesmo. E chocante.
"Nothing in life is to be feared, it is only to be understood. Now is the time to understand more, so that we may fear less."
"Da mihi sis crustum Etruscum cum omnibus in eo"
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#65 Membro offline   Coisa Ícone

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Postou 22/03/2013 - 13:13

O Macaco Nu (no original, The Naked Ape) de Desmond Morris.
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#66 Membro offline   Elfos Ícone

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Postou 22/03/2013 - 13:49

Ver postDocke, em 17/04/2012 - 19:34, disse:

Talvez o livro "O Mundo de Sofia" seja uma leitura que possa prender a sua atenção, visto que faz uma introdução (bem superficial) de várias linhas filosóficas, porém em forma de romance, na qual os conceitos filosóficos são apresentados junto com o desenvolvimento do enredo. (não lembro o nome do autor)
Outro livro talvez interessante, seria a "História da Filosofia" de Will Durant

Recomendo a você como leitura inicial "Fundamentos da Filosofia - Historia e Grandes Temas- Gilberto Cotrim. Ed. Saraiva.
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#67 Membro offline   Callegari Ícone

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Postou 03/04/2013 - 10:50

INFIEL - A história de uma mulher que desafiou o islã
Ayaan Hirsi Ali


Imagem

Em novembro de 2004, o cineasta Theo van Gogh foi morto a tiros em Amsterdã por um marroquino, que em seguida o degolou e lhe cravou no peito uma carta em que anunciava sua próxima vítima: Ayaan Hirsi Ali, que fizera ao lado de Theo o filme Submissão, sobre a situação da mulher muçulmana. E assim essa jovem exilada somali, eleita deputada do parlamento holandês e conhecida na Holanda por sua luta pelos direitos da mulher muçulmana e por suas críticas ao fundamentalismo islâmico, tornou-se famosa mundialmente. No ano seguinte, a revista Time a incluiu entre as cem pessoas mais influentes do mundo. Como foi possível para uma mulher nascida em um dos países mais miseráveis e dilacerados da África chegar a essa notoriedade no Ocidente?
Em Infiel, sua autobiografia precoce, Ayaan, aos 37 anos, narra a impressionante trajetória de sua vida, desde a infância tradicional muçulmana na Somália, até o despertar intelectual na Holanda e a existência cercada de guarda-costas no Ocidente. É uma vida de horrores, marcada pela circuncisão feminina aos cinco anos de idade, surras freqüentes e brutais da mãe, e um espancamento por um pregador do Alcorão que lhe causou uma fratura do crânio. É também uma vida de exílios, pois seu pai, quase sempre ausente, era um importante opositor da ditadura de Siad Barré: a família fugiu para a Arábia Saudita, depois Etiópia, e fixou-se finalmente no Quênia.
Obrigada a freqüentar escolas em muitas línguas diferentes e a conviver com costumes que iam do rigor muçulmano da Arábia (onde as mulheres não saíam à rua sem a companhia de um homem) à mistura cultural do Quênia, a adolescente Ayaan chegou a aderir ao fundamentalismo islâmico como forma de manter sua identidade. Mas a guerra fratricida entre os clãs da Somália e a perspectiva de ser obrigada a casar com um desconhecido escolhido por seu pai, conforme uma tradição que ela questionava, mudaram sua vida e ela acabou fugindo e se exilando na Holanda. Ayaan descobre então os valores ocidentais iluministas da liberdade, igualdade e democracia liberal, e passa a adotar uma visão cada vez mais crítica do islamismo ortodoxo, concentrando-se especialmente na situação de opressão e violência contra a mulher na sociedade muçulmana.

"Infiel mostra que uma mulher decidida pode mudar muito mais do que sua própria história." - Christopher Hitchens, Sunday Times

"Este livro é mais do que uma autobiografia comum: descreve uma jornada intelectual incomparável, que parte dos costumes tribais de uma infância na Somália, passa pelo fundamentalismo severo da Arábia Saudita e desemboca no Ocidente contemporâneo. Ao longo do caminho, Hirsi Ali exibe o seu maior dom: o talento de relembrar, descrever e analisar com honestidade o estado preciso de seus sentimentos em cada estágio da jornada." - Anna Applebaum, Washington Post.
"Emancipate yourselves from mental slavery, None but ourselves can free our minds." - Bob Marley.
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