Dfilosofando

Por que não atribuir direitos (a vida e liberdade) aos animais?

305 posts neste tópico

12 minutos atrás, lonewolf disse:

Não é nada contra a dieta vegetariana, só não da para aplicar isso de forma mandatória para a humanidade.

A dieta vegetariana é possível, a humanidade toda abandonar o consumo de carne por isso é que é improvável.

A questão não é nem "mandatória" e sim buscar refletir nossas ações habituais que implicam em consequências não agradáveis para outros seres; logo, gradativamente (hipótese) mudaremos nossas práticas antes não refletidas.

A humanidade toda abandonar o consumo de carne imediatamente (em alguns anos) é mais do que improvável, é impossível, dada a necessidade substancial de algumas pessoas em comer carne (por estar em condições não civilizadas-decentes). Pessoas como índios e miseráveis.

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Isso acontece com pragas, se vc não tem o predador para determinada praga, animal ela/ele se alastra... Se não comermos carne, sobrarão vacas no mundo, frangos, porcos, etc... Se todos começarem a consumir grãos e hortaliças, a comida não dará para todos... Não é um fato concreto, mas apenas um exercício mental de um leigo, posso estar redondamente enganado... Como vaca, porco, frango, etc... não são animais silvestres  e não há consumo de leite e derivados de origem animal, ou acabam-se esses animais ou controlamos sua procriação, ou soltamos e deixamos viverem como silvestres e ficarão ao sabor do vento...

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Em 06/12/2017 at 14:47, Milagre disse:

Lonewolf, no meu post, eu usei a palavra transformação porque eu não estava falando especificamente da Teoria da Evolução de Darwin. A seleção natural estava inclusa, mas, eu estava pensando de forma mais abrangente. O processo de seleção natural se replica em várias instâncias. Veja a história humana. Em algum momento, por exemplo, alguém propôs que escravizar outros humanos era errado. Isso começou gradualmente a ser implementado. E se mostrou benéfico. Economias baseadas em trabalho voluntário e salário se mostraram muito mais produtivas. Foi uma questão de tempo para a maioria dos humanos adotarem esse ponto de vista até a questão virar consenso e se tornar parte da moral. A mesma coisa pode acontecer com o veganismo, se ele tiver mérito. Se não tiver, será descartado pela história humana como uma mutação aberrante.

Eu não expliquei antes porque quem estava questionando era o Dimas e, portanto, qualquer explicação seria inútil. :P 

Sim, de forma mais abrangente e errada como seu "raciocínio" sobre a escravidão. A escravidão não foi combatida porque se mostrou benéfico, tanto que a Guerra da Secessão foi justamente porque o sul não queria a abolição. Isso só pra ficar em um exemplo. E inútil  é conversar com pessoas que comem analfabetismo funcional e arrotam baboseiras como as suas. Melhor mesmo falar de pinga e realização pessoal, porque fora isso seu conhecimento é triste.  

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
5 horas atrás, Heidegger disse:

Entendo. Mas, então, por que o movimento gay quando busca defender as práticas homossexuais como algo natural apela para o mesmo comportamento entre os irracionais? 

Veja, minha intenção é aprofundar tua afirmação, enquanto metodologia, sobre comparar ou não humanos com animais. Por isso, não tenho a mínima pretensão de discutir sobre comer animais ou homossexualidade. 

Exemplos por favor !

Quanta baboseira !

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
5 horas atrás, Renato disse:

Aí pode né... e quem torce o nariz para essas comparações é literalmente tachado de homofóbico... Muito bem colocado Heidegger...

Não, homofobia é não respeitar a opção deles ou pior. Falar merda sobre comportamento é ignorância mesmo. Muito bem colocado, só se for pra você.

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
49 minutos atrás, Dimas B L disse:

Não, homofobia é não respeitar a opção deles ou pior. Falar merda sobre comportamento é ignorância mesmo. Muito bem colocado, só se for pra você.

tá...

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
50 minutos atrás, Dimas B L disse:

E inútil  é conversar com pessoas que comem analfabetismo funcional e arrotam baboseiras como as suas.

OK, Dimas "Café-com-leite" B L :lol:

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
18 minutos atrás, Renato disse:
1 hora atrás, Dimas B L disse:

Não, homofobia é não respeitar a opção deles ou pior. Falar merda sobre comportamento é ignorância mesmo. Muito bem colocado, só se for pra você.

tá...

ou então, respeitar demais a ponto de ensinarem nas escolas para crianças ideologia de gêneros... e empurrar goela abaixo a todas as famílias, tirando o direito de educar seus filhos, isso eu não considero natural...  

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
7 horas atrás, Heidegger disse:

Por isso, não tenho a mínima pretensão de discutir sobre comer animais ou homossexualidade. 

Não seriam esses dois termos... redundantes?   

 

 

Brincadeira :D

Editado por Membro Fantasma
Só pra não gerar mal entendidos, estou lembrando aqui que o ser humano é um animal.
0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
7 horas atrás, The Nobody disse:

A homossexualidade é natural sim e pode ser considerada moral por ser uma prática inofensiva 

Bom, isso vai depender da própria moral vigente. No oriente médio, a homossexualidade não é moral; ela imoral e até ilegal em diversos países dessa região. 

Por isso fiz questão, desde que iniciei a discussão no tópico, criar uma premissa de que a boa e evoluída moral é a que prega altruísmo e empatia, mas que também podemos analisar, é a que prega a tolerância. 

Mesmo a moral tendo uma tendência (conforme confirma a história, tendo a declaração universal dos direitos humanos como exemplo) de se tornar cada vez mais pregadora da tolerância, ainda, mesmo no ocidente, estamos um pouco distantes disso. Não sei explicar pq o homossexualismo, uma mulher gostar de dar pra várias pessoas, sexo oral, ou seja, coisas envolvendo sexo, ainda são considerados por muitos como imoral... mas suspeito que seja por causa de um livrinho muito famoso, cheio de historinhas mágicas, que foi capaz de tornar doente (trazendo a ideia de culpa) até mesmo à moral sexual dos nativos índios que aqui vivam curtindo o sexo como melhor lhes convinha. Tem também a questão de a promiscuidade estar relacionada às doenças, todavia, acho que esse motivo não é forte o suficiente se comparado ao que eu disse antes.

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
10 minutos atrás, Membro Fantasma disse:

...mas suspeito que seja por causa de um livrinho muito famoso...

Sugiro pegar leve com o livrinho. E com aquele outro do profeta de turbante também. É bom lembrar do darwinismo nesses horas. Uma novidade só prospera se tiver algum mérito. Esses livros, e as instituições derivadas deles, não teriam feito tanto sucesso em áreas tão vastas do globo durante tantos séculos se não tivessem lá os seus méritos. Eu concordo que eles são muitos danosos, porém, para que eles percam influência, é preciso que a humanidade entenda quais necessidades os livrinhos e seus promotores atendem e arrumar soluções melhores para essas necessidades. Ou algum substituto surgir naturalmente, sem entendimento nem plano. As vezes acontece. Mas, trocar os livros pelo nada é que os fiéis não vão.

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Mas se têm algum mérito, por que são muito danosos? Algum e muito não deveriam andar na mesma frase porque são praticamente excludentes. Além disso, já que estamos falando de tolerância, quem quiser ser dirigido por tais livrinhos que o sejam. Que haja liberdade para não seguir e para seguir. Mas também para possuir o que se queira. Fico pensando no que aconteceria, se daqui há 100 anos a humanidade tiver abandonado seus livrinhos. Os poucos que quisessem mantê-los seriam perseguidos pelos demais?

Isso me faz lembrar que havia, há pouco mais de 30 anos, uma nação tão atrasada que ainda se guiava pelas estrelas. Elas não ficavam no céu, mas nos ombros de seus ditadores. Ora, se estes até são lembrados com saudade por muitos hoje em dia, por que os tais livrinhos, que até têm algum mérito reconhecido, não poderiam ser deixados aos que os saúdam? 

Tolerância cai bem nos tempos do cólera. Não acha?

 

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
52 minutos atrás, Milagre disse:

... é preciso que a humanidade entenda quais necessidades os livrinhos e seus promotores atendem e arrumar soluções melhores para essas necessidades. Ou algum substituto surgir naturalmente, sem entendimento nem plano. As vezes acontece. Mas, trocar os livros pelo nada é que os fiéis não vão

Bom, devo dizer que: primeiro, tenho a convicção de que o ser humano não vive sem uma ideologia; segundo, tenho a convicção de que não existe ideologia tão forte, e que supra tanto as necessidades "espirituais" da consciência, quanto as pregadas pelas religiões. 

Dito isto, concordo com o que vc disse; mas entenda, quanto citei os livros, não foi sequer com a ousadia quase utópica de querer extirpá-los, mas sim com a triste aceitação do mal que causaram e ainda causam (a moral cristã do "amar ao próximo como a ti mesmo" até deu uma guinada (historicamente falando) na evolução da moral altruísta, mas estacionou em dogmatismo, fundamentalismo e hipocrisia).

1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Bom, longe de mim defender religião. Do contrário eu teria uma. Mas aqui apeia o filósofo e sobe o teólogo. A frase citada por você "amar ao próximo como a ti mesmo" é uma das mais mal compreendidas no cristianismo, de onde ela se origina. Devido à influência da psicologia, em especial por causa de Freud, que afirmou só ser possível alguém amar outra pessoa, se antes amasse a si próprio, este mandamento se tornou uma permissão ao egoísmo, ou seja, o amor próprio.

Sua interpretação correta, de acordo com o que se entendia na época em que foi dito, deveria ser algo assim: amai o próximo como (erradamente se ama) a si mesmo. Isto é assim porque não poderia haver algo mais estranho na antiguidade do que a admissão de amor próprio. A atitude existia, mas não era admitida por ser um vício, algo vergonhoso, em contrapartida à virtude do amor. Em outras palavras, este amor que é dedicado a você, por você, dirija-o ao próximo

Lembre-se. Amar é um verbo ativo, e isso quer dizer que ele sempre vai na direção do outro, nunca para si mesmo, pois aí já seria reflexivo. Dessa forma, amar a si mesmo era visto como uma perversão do amor. Como as coisas mudaram. Hoje é pregado nas praças e nos vídeos o amor próprio, também conhecido como autoestima. Agora, quando isso acontece nas igrejas não é Jesus quem fala, mas Freud, só que os atuais púlpitos, ignorantes até mesmo do seu livrinho, acham que nada poderia ser mais cristão do que esta mensagem.

O que eu quero dizer? Minha pretensão é mostrar que pior do que seguir um livrinho é não saber o que ele diz e ainda pensar que está certo. E agora, a surpresa! Esta conclusão vale para os adeptos dos livrinhos e também para seus críticos.

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
15 minutos atrás, Heidegger disse:

Lembre-se. Amar é um verbo ativo, e isso quer dizer que ele sempre vai na direção do outro, nunca para si mesmo, pois aí já seria reflexivo.

Só um pequeno aparte. Isso aí é um exemplo de confusão semântica. "Amar é um verbo..." Antes de ser verbo (ou seja, existir no mundo das palavras) é preciso analisar o que essa palavra envolve e se isso é realmente uma realidade no mundo ou se é pura invencionice humana (como as palavrinhas deus, fada, saci, etc).  Da forma como vejo, amar pode significar simplesmente "ter uma atitude benevolente, compassiva, compreensiva, acolhedora" em relação a algo ou alguém. Nesse contexto, faz todo sentido amar a si mesmo (já que, por contraste, existem pessoas autodestrutivas). Então não existe isso de "verbo ativo". Essa nossa mania intelectual de analisar as palavras como se fosse fatos já criou monstruosidades  demais na história humana. 

1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
2 horas atrás, Heidegger disse:

Tolerância cai bem nos tempos do cólera. Não acha?

Eu defendo que as pessoas sejam livres para viver do jeito que quiserem, inclusive, viverem por seus livrinhos ou seguindo líderes que usam seus livrinhos como fonte de autoridade.

E defendo também que quem quiser buscar influenciar os demais para abandonar o livrinho, desde que o faça pelo convencimento e não pela violência nem pela proibição, é livre pra fazê-lo.

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
1 hora atrás, Heidegger disse:

Bom, longe de mim defender religião. Do contrário eu teria uma. Mas aqui apeia o filósofo e sobe o teólogo. A frase citada por você "amar ao próximo como a ti mesmo" é uma das mais mal compreendidas no cristianismo, de onde ela se origina. Devido à influência da psicologia, em especial por causa de Freud, que afirmou só ser possível alguém amar outra pessoa, se antes amasse a si próprio, este mandamento se tornou uma permissão ao egoísmo, ou seja, o amor próprio.

Sua interpretação correta, de acordo com o que se entendia na época em que foi dito, deveria ser algo assim: amai o próximo como (erradamente se ama) a si mesmo. Isto é assim porque não poderia haver algo mais estranho na antiguidade do que a admissão de amor próprio. A atitude existia, mas não era admitida por ser um vício, algo vergonhoso, em contrapartida à virtude do amor. Em outras palavras, este amor que é dedicado a você, por você, dirija-o ao próximo

Lembre-se. Amar é um verbo ativo, e isso quer dizer que ele sempre vai na direção do outro, nunca para si mesmo, pois aí já seria reflexivo. Dessa forma, amar a si mesmo era visto como uma perversão do amor. Como as coisas mudaram. Hoje é pregado nas praças e nos vídeos o amor próprio, também conhecido como autoestima. Agora, quando isso acontece nas igrejas não é Jesus quem fala, mas Freud, só que os atuais púlpitos, ignorantes até mesmo do seu livrinho, acham que nada poderia ser mais cristão do que esta mensagem.

Citei essa frase do "amar ao próximo..." (talvez com certa negligência e ignorância em relação à época) apenas para representar o papel do cristianismo na evolução do altruísmo na moral (isso partindo do pressuposto de que Jesus causou certa revolução nesse quesito). Agora, como a psicologia Freudiana interpreta isso, já não tenho memória para dizer (há muito li o "o futuro de uma ilusão" e " o mal estar na civilização" - se não me engano, é em um destes que está a análise de Freud sobre a frase). Seja como for, num primeiro momento, digo que foi interessante essa sua explanação.

1 hora atrás, Heidegger disse:

O que eu quero dizer? Minha pretensão é mostrar que pior do que seguir um livrinho é não saber o que ele diz e ainda pensar que está certo. E agora, a surpresa! Esta conclusão vale para os adeptos dos livrinhos e também para seus críticos.

A crítica da bíblia é tal como a crítica a deus, ou seja, na verdade não criticamos nem a bíblia (que é apenas um livro) nem a deus (esse ser improvável), mas sim  as pessoas e o modo como elas se usam desses aparatos (deus - bíblia) para justificar suas ações. Deste prisma, eu não preciso conhecer a bíblia para poder criticar alguém que é intolerante com negros ou homossexuais usando-se da bíblia como justificativa.

No mais, convenhamos, tal livrinho se fez de linguagem rebuscada e metafórica intencionalmente para se usar da subjetividade; este, aliás, é o segredo de seu sucesso - sua maleabilidade para com as interpretações. Chego até a duvidar de que exista uma interpretação que possa-se dizer "a correta".

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
1 hora atrás, Ypatia de Alexandria disse:

Só um pequeno aparte. Isso aí é um exemplo de confusão semântica. 

A não ser que você conheça outro modo, não há como se comunicar tecnicamente a não ser por meio de palavras. Um olhar, um toque, algo que remeta a uma pessoa, lugar ou acontecimento, podem ser modos de comunicação, mas não são, de modo algum, meios para transmitir conhecimento técnico. Para isso há as linguagens apropriadas articuladas por palavras, entre elas a lógica.

1 hora atrás, Ypatia de Alexandria disse:

Antes de ser verbo (ou seja, existir no mundo das palavras) é preciso analisar o que essa palavra envolve e se isso é realmente uma realidade no mundo ou se é pura invencionice humana (como as palavrinhas deus, fada, saci, etc). 

Ok. Antes de ser verbo... Complete a frase. Você foi reticente. Se não concorda comigo, tudo bem. Mas, por favor, diga o que você pensa. Ou não pensa sobre isso e apenas intui que estou errado? Olha, não existe esse negócio de "palavrinhas". Palavras são como pacotes, possuem conteúdo. Você mostra conteúdo quando conhece o interior das palavras.

1 hora atrás, Ypatia de Alexandria disse:

Nesse contexto, faz todo sentido amar a si mesmo (já que, por contraste, existem pessoas autodestrutivas). Então não existe isso de "verbo ativo". 

Eu fiz um estudo, 21 anos atrás, sobre o que você chamou de pessoas autodestrutivas. Já falei sobre isso aqui. Para minha surpresa, grande parte dos que apresentavam tal comportamento e a maioria dos suicidas eram pessoas para quem o mundo não era o suficiente. Diziam-se incompreendidos por serem especiais. Em suma, amavam-se tanto que o melhor era sair de cena para não ficarem diante de quem não os tratava assim. Já ouviu falar de Narciso?

1 hora atrás, Ypatia de Alexandria disse:

Essa nossa mania intelectual de analisar as palavras como se fosse fatos já criou monstruosidades  demais na história humana. 

Nossa? Como assim? Você também possui esta mania? Mas você não é exatamente contra isso? Só se usa nossa no modo inclusivo. Semântica, minha cara, semântica.

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
8 minutos atrás, Membro Fantasma disse:

...eu não preciso conhecer a bíblia para poder criticar alguém que é intolerante com negros ou homossexuais usando-se da bíblia como justificativa.

Este é o erro máximo de quem detesta religião. Não conhecer o que se vai atacar é uma das maiores provas de inabilidade argumentativa. Se você não quer conhecer a Bíblia para criticar seus apoiadores, então não a use. É para evitar a tal vergonha alheia. Sirva-se de outros meios contra os intolerantes, como Política, Sociologia, Direito, Polícia, etc.

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Bastante pungente esse seu comentário. Mas talvez meu post anterior tenha ficado incompleto ao escusar demais o livro em si. A história demonstra que a bíblia, mesmo sendo apenas um livro, tem gerado muita destruição por onde passa. Ora, que livro é esse capaz de causar tamanha algazarra em tantas eras? Será mesmo que é preciso entendê-lo a fundo para inferir que ele é potencialmente perigoso? Não seria tal livro uma potencial arma, só esperando a munição chamada homem?

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
1 hora atrás, Heidegger disse:

Ok. Antes de ser verbo... Complete a frase. Você foi reticente.

Se não entendeu, explico. Estou dizendo que "amar" só é verbo em livros de português. Ou você está falando de palavras ou da realidade física. É a mesma coisa que dizer que a palavra "beber" por ser um verbo é a mesma coisa que a "viver", que também é verbo. E quando digo "nós" digo "na real" porque eu também tenho esse vício de confundir a análise de palavras com a análise de fatos. Estou apenas dizendo que ao dizer "amar é verbo ativo" você dá a entender que uma realidade gramática, uma característica da "palavra" amar acarreta as características do "fato" amar.
Talvez eu não seja tão "substantivamente" culta quanto você, nem tão "estudiosamente" capaz de me expressar com a clareza que eu gostaria, mas não gosto de ser subestimada.

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Hein? Palavras ou realidade física? O que é isso? Pelo jeito você é como aquele personagem do Chico Anísio, Valfrido Canavieira, cujo bordão era palavras são palavras, nada mais que palavras. É óbvio que não são!

Palavras não são meros objetos abstratos sem a menor conexão com a realidade. São símbolos, é verdade, mas estão agregados ao tangível. O que é símbolo? Esta palavra vem do grego e significa o que está ao lado, ou junto. O símbolo é o que unifica. O contrário de simbólico é diabólico, ou seja, o que separa, desune.

Como se vê, palavras como símbolos são os sinais que descrevem a realidade unida a eles. Logo, não se pode falar de palavra como algo distante, divorciado da realidade. Palavras têm tudo a ver com o que vemos, temos, sentimos, vivemos, porque elas estão substancialmente ligadas à realidade.

Desse modo, dizer que amar é verbo ativo, não significa que a ação de amar é algo que passou a ser definido a partir da palavra amar; mas a palavra amar, enquanto verbo, descreve o que ocorre na realidade. Não se trata de decorar ou conhecer palavras, mas entender seus significados e funções na comunicação.

Você confunde tudo quando tenta relacionar beber com viver, e não consegue porque está tentando um nexo de A com B e não A com A. Por serem substancialmente diferentes, não haverá solução. Com palavras adequadas, você constrói pontes de entendimento.  

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
16 horas atrás, Heidegger disse:

Hein? Palavras ou realidade física? O que é isso? Pelo jeito você é como aquele personagem do Chico Anísio, Valfrido Canavieira, cujo bordão era palavras são palavras, nada mais que palavras. É óbvio que não são! 

Conhece Wittgenstein?

0

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!


Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.


Entrar Agora