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Vocês acham que algumas taras que as pessoas tem são ancestrais,onde talvez eram praticadas e deixaram de ser pelos tabus que foram criados ou são praticas modernas,influenciadas por exemplo,pela pornografia e os ideais de liberdade?

De qualquer forma tem algumas que são bem estranhas...

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"Vale tudo?

Nas últimas cinco décadas, o comportamento sexual da humanidade passou por diversas mudanças marcantes. Fomos conquistando, a cada ano, direitos e avanços que fizeram com que atingíssemos o auge da liberação sexual. Sim, temos bons motivos para celebrar, uma vez que se nos anos 60 e 70 a sociedade tinha de ir às ruas reivindicar o direito da liberdade com o próprio corpo, atualmente tanto o sexo quanto a escolha sobre de que forma praticá-lo deixaram de ser tabus. 
            No entanto, toda essa liberdade tem lá seu preço. Agora vivemos outro tipo de tabu: nos dias de hoje é quase invisível a fronteira entre o que é o sexo pelo prazer e o que é o sexo pela obrigação de vivenciar todo e qualquer tipo de experiência. E por essa razão, o tão sonoro “liberou geral” ironicamente está sendo chamado de “ditadura do orgasmo”. “Fomos de um extremo ao outro”, afirma Luiz Cuschnir, terapeuta e coordenador geral do Iden (Centro de Estudos da Identidade do Homem e da Mulher). 
            Essa obrigação é resultado da exposição maçante do sexo ao nosso redor – desde as rodas de amigos, capas de revistas, campanhas publicitárias e letras de músicas regadas a “tô ficando atoladinha” – que criou a impressão de que todas as taras, fantasias e perversões precisam ser vividas, custe o que custar, doa a quem doer. Fica parecendo que todo mundo transa adoidado e que somos nós os caretas dessa história. 
            Pois bem, isso é fantasia. A realidade é bem outra. “Estamos na fase do sexo oral em que se fala muito e se faz pouco”, afirma Ailton Amélio, terapêuta e professor da USP. A partir de agora você terá a chance de comprovar que a sua vida sexual talvez seja melhor do que imagina. Ou não. Mas terá a certeza de que a grama do vizinho pode, sim, ser mais verde que a sua – mas também pode ser artificial.

            A hora de rever conceitos


            Pesquisas recentes têm mostrado que quando o assunto é sexo, parecemos muito moderninhos – apenas na teoria. Por exemplo, um estudo feito em 59 países pela Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e divulgado em outubro deste ano derrubou alguns mitos ao constatar coisas surpreendentes: casados transam mais do que os solteiros; a monogamia é exigência nas relações; e os jovens não estão perdendo a virgindade cada vez mais cedo. Parece que, apesar de todas as transformações que passamos, não estamos tão distantes assim de alguns valores da década de 50.
            Outra pesquisa, desta vez nacional, ouviu 50 universitários brasileiros, metade homens e metade mulheres, entre 22 e 40 anos. De uma lista com 110 opções, os entrevistados tinham de assinalar aquelas que faziam parte do imaginário sexual deles. Surpreendentemente, as 5 experiências mais citadas por ambos os sexos foram: beijar e tocar sensualmente o parceiro(a); ser beijado ou tocado sensualmente; acariciar o peito nu do parceiro(a); seduzir o parceiro(a); e ser seduzido(a). “As pessoas fantasiam com o que é comum. Apenas 1 ou 2% dos entrevistados disseram que gostariam de transar com pessoas bem mais velhas ou ter relações com animais”, conta Ailton Amélio, um dos coordenadores da pesquisa.

            Não somos proveito    


            Segundo a pesquisa “Descobrimento Sexual do Brasil”, maior levantamento sobre comportamento sexual do país, feito com mais de 7 mil pessoas pelo ProSex (Programa de Sexualidade da USP), o brasileiro se preocupa mais em satisfazer sexualmente a parceira ou o parceiro do que contrair HIV. É uma busca desenfreada para atingir o certificado ISO 9002 em excelência sexual em detrimento da própria vida. Isso, na prática, é uma baita distorção. 
            Até ícones sexuais já confessaram publicamente que passaram por alguns apuros na cama. Chico Buarque, os olhos azuis mais cobiçados por 10 entre 10 brasileiras, disse que já falhou na hora H. Sônia Braga acha que o sexo, quando banalizado, parece pornográfico. Caetano Veloso canta em prosa e verso que não é proveito, é pura fama.
            Para os especialistas, o sexo bom não é medido pela quantidade ou variedade de experiências. Como as pessoas são diferentes umas das outras, o conceito do que é bom depende do gosto de cada um. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define a sexualidade como “não sendo sinônimo de coito e não se limita à presença ou não do orgasmo. A saúde sexual é a integração dos aspectos sociais, somáticos, intelectuais e emocionais de maneira tal que influenciem positivamente a personalidade, a capacidade de comunicação com outras pessoas e o amor”. Essa é uma definição que serve para todos os tipos de pessoas, independentemente da idade, credo, raça. Ou taras. 
            E tem mais. A sexualidade não diz respeito só a relacionamentos. Diz respeito também ao indivíduo, à sua auto-estima e à conseqüência dos problemas no dia-a-dia. Sabe-se, por exemplo, que é grande o número de mulheres que nunca chegou ao orgasmo e de homens que têm ejaculação precoce ou, ainda, disfunção erétil. Esses problemas têm cura na maioria das vezes. No entanto, a procura por auxílio é bem pequena. É nessa questão que a sexualidade vive outra ambigüidade dos tempos modernos: as pessoas falam muito sobre sexo, mas se calam na hora de reconhecer as próprias deficiências e, principalmente, assumir que algo não vai bem.

            Bom para os dois


            Mas então o que é normal quando o assunto é sexo? Tudo aquilo que for feito com consentimento, entre duas pessoas adultas, sem humilhações e sem prejuízos à saúde. Não existem catálogos ou padrões. “No meu consultório, a pergunta que mais ouço é: ‘Sou normal?’. Sempre digo que se é bom para os dois, maravilha. O limite é a não agressão ao outro e a si mesmo”, diz Alexandre Saadeh, psiquiatra e professor da PUC-SP. 
            Então vale tudo, pode tudo? Sim, as fantasias e fetiches estão aí e existem para todos os gostos. A lista é grande: parcialismo (o prazer obtido pelo estímulo a alguma parte específica do corpo, como os pés, seios ou até cabelos), urofilia (satisfação sexual obtida ao urinar ou receber urina), editofilia (que sente prazer em transar com o parceiro vestido). Todos esses “ismos” e “lias” não significam nenhum desvio, dizem os especialistas. Desde que, de novo: o ato seja consentido pelos dois lados. Só vira problema quando o fetiche vira uma obsessão. Aqui, rompe-se a fronteira da normalidade para entrar no campo da perversão. Ela aparece quando há necessidade de substituir o sexo por outro tipo de expressão que acaba virando a única maneira de se excitar. Carmita Abdo, psiquiatra e fundadora do ProSex, exemplifica: “Se um homem se relaciona sexualmente com uma calcinha, quer dizer, se ele consegue ter prazer somente ao manuseá-la, pode ter um desvio. Por outro lado, se resolve levar a calcinha em uma viagem a penas como um objeto que simboliza a namorada, que traz lembranças boas, não é problema”.

            Pode, mas não precisa


            Desvios à parte, então quer dizer que, se os dois estiverem de acordo, é permitido fazer as maiores estripulias na cama? Sim, é. Mas não precisa. Ninguém é obrigado a transar de cabeça para baixo ou fazer sexo a 3 para ter uma vida sexual classificada como saudável. Essas possibilidades existem, são válidas, mas não são obrigatórias. Você pode ser muito feliz sexualmente se estiver satisfeito (e proporcionando satisfação) com o papai-e-mamãe básico. As fantasias são apenas opções – que podem ou não ser adotadas.
            Veja o caso da professora Fernanda Nunes (nome fictício). Ela aceitou participar de uma transa com um casal de conhecidos. Para ela, a experiência até que foi interessante. Já para a outra mulher, nem tanto. “A namorada dele ficou chateada. Era óbvio que ela não estava curtindo estar ali e aceitou a transa para agradar ao namorado. Depois daquela noite, eles resolveram dar um tempo”, conta. 
            Segundo o terapeuta Ailton Amélio, “a fantasia deve ser o tempero, não a refeição principal”. Mas qual seria a estrela do cardápio? “O ato sexual envolve fatores como entrosamento, atração, confiança e afinidade”. Como chegar lá? Com intimidade, tempo, conversa – de olhos e ouvidos bem atentos. Afinal, ninguém precisa sair machucado, certo?"

Sexo

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3 horas atrás, Brienne of Tarth disse:

"Vale tudo?

Nas últimas cinco décadas, o comportamento sexual da humanidade passou por diversas mudanças marcantes. Fomos conquistando, a cada ano, direitos e avanços que fizeram com que atingíssemos o auge da liberação sexual. Sim, temos bons motivos para celebrar, uma vez que se nos anos 60 e 70 a sociedade tinha de ir às ruas reivindicar o direito da liberdade com o próprio corpo, atualmente tanto o sexo quanto a escolha sobre de que forma praticá-lo deixaram de ser tabus. 
            No entanto, toda essa liberdade tem lá seu preço. Agora vivemos outro tipo de tabu: nos dias de hoje é quase invisível a fronteira entre o que é o sexo pelo prazer e o que é o sexo pela obrigação de vivenciar todo e qualquer tipo de experiência. E por essa razão, o tão sonoro “liberou geral” ironicamente está sendo chamado de “ditadura do orgasmo”. “Fomos de um extremo ao outro”, afirma Luiz Cuschnir, terapeuta e coordenador geral do Iden (Centro de Estudos da Identidade do Homem e da Mulher). 
            Essa obrigação é resultado da exposição maçante do sexo ao nosso redor – desde as rodas de amigos, capas de revistas, campanhas publicitárias e letras de músicas regadas a “tô ficando atoladinha” – que criou a impressão de que todas as taras, fantasias e perversões precisam ser vividas, custe o que custar, doa a quem doer. Fica parecendo que todo mundo transa adoidado e que somos nós os caretas dessa história. 
            Pois bem, isso é fantasia. A realidade é bem outra. “Estamos na fase do sexo oral em que se fala muito e se faz pouco”, afirma Ailton Amélio, terapêuta e professor da USP. A partir de agora você terá a chance de comprovar que a sua vida sexual talvez seja melhor do que imagina. Ou não. Mas terá a certeza de que a grama do vizinho pode, sim, ser mais verde que a sua – mas também pode ser artificial.

            A hora de rever conceitos


            Pesquisas recentes têm mostrado que quando o assunto é sexo, parecemos muito moderninhos – apenas na teoria. Por exemplo, um estudo feito em 59 países pela Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e divulgado em outubro deste ano derrubou alguns mitos ao constatar coisas surpreendentes: casados transam mais do que os solteiros; a monogamia é exigência nas relações; e os jovens não estão perdendo a virgindade cada vez mais cedo. Parece que, apesar de todas as transformações que passamos, não estamos tão distantes assim de alguns valores da década de 50.
            Outra pesquisa, desta vez nacional, ouviu 50 universitários brasileiros, metade homens e metade mulheres, entre 22 e 40 anos. De uma lista com 110 opções, os entrevistados tinham de assinalar aquelas que faziam parte do imaginário sexual deles. Surpreendentemente, as 5 experiências mais citadas por ambos os sexos foram: beijar e tocar sensualmente o parceiro(a); ser beijado ou tocado sensualmente; acariciar o peito nu do parceiro(a); seduzir o parceiro(a); e ser seduzido(a). “As pessoas fantasiam com o que é comum. Apenas 1 ou 2% dos entrevistados disseram que gostariam de transar com pessoas bem mais velhas ou ter relações com animais”, conta Ailton Amélio, um dos coordenadores da pesquisa.

            Não somos proveito    


            Segundo a pesquisa “Descobrimento Sexual do Brasil”, maior levantamento sobre comportamento sexual do país, feito com mais de 7 mil pessoas pelo ProSex (Programa de Sexualidade da USP), o brasileiro se preocupa mais em satisfazer sexualmente a parceira ou o parceiro do que contrair HIV. É uma busca desenfreada para atingir o certificado ISO 9002 em excelência sexual em detrimento da própria vida. Isso, na prática, é uma baita distorção. 
            Até ícones sexuais já confessaram publicamente que passaram por alguns apuros na cama. Chico Buarque, os olhos azuis mais cobiçados por 10 entre 10 brasileiras, disse que já falhou na hora H. Sônia Braga acha que o sexo, quando banalizado, parece pornográfico. Caetano Veloso canta em prosa e verso que não é proveito, é pura fama.
            Para os especialistas, o sexo bom não é medido pela quantidade ou variedade de experiências. Como as pessoas são diferentes umas das outras, o conceito do que é bom depende do gosto de cada um. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define a sexualidade como “não sendo sinônimo de coito e não se limita à presença ou não do orgasmo. A saúde sexual é a integração dos aspectos sociais, somáticos, intelectuais e emocionais de maneira tal que influenciem positivamente a personalidade, a capacidade de comunicação com outras pessoas e o amor”. Essa é uma definição que serve para todos os tipos de pessoas, independentemente da idade, credo, raça. Ou taras. 
            E tem mais. A sexualidade não diz respeito só a relacionamentos. Diz respeito também ao indivíduo, à sua auto-estima e à conseqüência dos problemas no dia-a-dia. Sabe-se, por exemplo, que é grande o número de mulheres que nunca chegou ao orgasmo e de homens que têm ejaculação precoce ou, ainda, disfunção erétil. Esses problemas têm cura na maioria das vezes. No entanto, a procura por auxílio é bem pequena. É nessa questão que a sexualidade vive outra ambigüidade dos tempos modernos: as pessoas falam muito sobre sexo, mas se calam na hora de reconhecer as próprias deficiências e, principalmente, assumir que algo não vai bem.

            Bom para os dois


            Mas então o que é normal quando o assunto é sexo? Tudo aquilo que for feito com consentimento, entre duas pessoas adultas, sem humilhações e sem prejuízos à saúde. Não existem catálogos ou padrões. “No meu consultório, a pergunta que mais ouço é: ‘Sou normal?’. Sempre digo que se é bom para os dois, maravilha. O limite é a não agressão ao outro e a si mesmo”, diz Alexandre Saadeh, psiquiatra e professor da PUC-SP. 
            Então vale tudo, pode tudo? Sim, as fantasias e fetiches estão aí e existem para todos os gostos. A lista é grande: parcialismo (o prazer obtido pelo estímulo a alguma parte específica do corpo, como os pés, seios ou até cabelos), urofilia (satisfação sexual obtida ao urinar ou receber urina), editofilia (que sente prazer em transar com o parceiro vestido). Todos esses “ismos” e “lias” não significam nenhum desvio, dizem os especialistas. Desde que, de novo: o ato seja consentido pelos dois lados. Só vira problema quando o fetiche vira uma obsessão. Aqui, rompe-se a fronteira da normalidade para entrar no campo da perversão. Ela aparece quando há necessidade de substituir o sexo por outro tipo de expressão que acaba virando a única maneira de se excitar. Carmita Abdo, psiquiatra e fundadora do ProSex, exemplifica: “Se um homem se relaciona sexualmente com uma calcinha, quer dizer, se ele consegue ter prazer somente ao manuseá-la, pode ter um desvio. Por outro lado, se resolve levar a calcinha em uma viagem a penas como um objeto que simboliza a namorada, que traz lembranças boas, não é problema”.

            Pode, mas não precisa


            Desvios à parte, então quer dizer que, se os dois estiverem de acordo, é permitido fazer as maiores estripulias na cama? Sim, é. Mas não precisa. Ninguém é obrigado a transar de cabeça para baixo ou fazer sexo a 3 para ter uma vida sexual classificada como saudável. Essas possibilidades existem, são válidas, mas não são obrigatórias. Você pode ser muito feliz sexualmente se estiver satisfeito (e proporcionando satisfação) com o papai-e-mamãe básico. As fantasias são apenas opções – que podem ou não ser adotadas.
            Veja o caso da professora Fernanda Nunes (nome fictício). Ela aceitou participar de uma transa com um casal de conhecidos. Para ela, a experiência até que foi interessante. Já para a outra mulher, nem tanto. “A namorada dele ficou chateada. Era óbvio que ela não estava curtindo estar ali e aceitou a transa para agradar ao namorado. Depois daquela noite, eles resolveram dar um tempo”, conta. 
            Segundo o terapeuta Ailton Amélio, “a fantasia deve ser o tempero, não a refeição principal”. Mas qual seria a estrela do cardápio? “O ato sexual envolve fatores como entrosamento, atração, confiança e afinidade”. Como chegar lá? Com intimidade, tempo, conversa – de olhos e ouvidos bem atentos. Afinal, ninguém precisa sair machucado, certo?"

Sexo

Só fiquei curioso em saber a fonte dessa matéria!!

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Em 08/08/2017 at 22:02, leonardo gusmao disse:

Vocês acham que algumas taras que as pessoas tem são ancestrais,onde talvez eram praticadas e deixaram de ser pelos tabus que foram criados ou são praticas modernas,influenciadas por exemplo,pela pornografia e os ideais de liberdade?

De qualquer forma tem algumas que são bem estranhas...

Meu fetiche é alguém se interessar por mim!! :D

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Em 08/08/2017 at 22:02, leonardo gusmao disse:

Vocês acham que algumas taras que as pessoas tem são ancestrais,onde talvez eram praticadas e deixaram de ser pelos tabus que foram criados ou são praticas modernas,influenciadas por exemplo,pela pornografia e os ideais de liberdade?

De qualquer forma tem algumas que são bem estranhas...

Li muito Freud, lembro-me dele explicar isso em um livro. Mas esqueci o que ele disse. Só sei que era interessante. Inclusive Freud fala também sobre o esquecimento. Será que esqueci pq tenho muitas taras? :o

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29 minutos atrás, Stan disse:

Li muito Freud, lembro-me dele explicar isso em um livro. Mas esqueci o que ele disse. Só sei que era interessante. Inclusive Freud fala também sobre o esquecimento. Será que esqueci pq tenho muitas taras? :o

Eitcha hahaha

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O sexo origina-se da necessidade inconsciente de se reproduzir e deveria limitar-se à cópula de dois seres da mesma espécie e de gênero distinto de forma controlada a fim de evitar superpopulação que pode culminar em desequilíbrio ambiental e escassez de recursos vitais poréeeeemm...

Porém o ser humano, principalmente, vem usando o sexo com a finalidade saciar libido sexual bem como alimentar fantasias eróticas para além de uma mera transa formal.

Pra ter uma ideia basta olhar a quantidade de modalidade de sexo que há nesses sites pornôs tipo xvideos, redtube, etc. Ô loko!!!

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Porém também pernilongos vem virando praga, ô bichinho terrível pra trepar e se reproduzir.

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6 horas atrás, Brienne of Tarth disse:

Só vira problema quando o fetiche vira uma obsessão. Aqui, rompe-se a fronteira da normalidade para entrar no campo da perversão. Ela aparece quando há necessidade de substituir o sexo por outro tipo de expressão que acaba virando a única maneira de se excitar.

Há pessoas que começam com um dedo e após algum tempo já tá colocando uma garrafa pet de três litros. Demência.

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Em 11/08/2017 at 19:13, Denisander Vivan disse:

Só fiquei curioso em saber a fonte dessa matéria!!

A fonte foi devidamente citada...-_-

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15 minutos atrás, Brienne of Tarth disse:

A fonte foi devidamente citada...-_-

foi mal, eu não li direitinho!! ;)

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