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Bolsonaro é a única solução para o Brasil?

139 posts neste tópico

8 minutos atrás, Renato disse:

É óbvio que não deixou de ser esquerda (mas não era um esquerdopata), o que ele quis dizer (e explico aos desavisados) é que a Esquerda deixou de ser esquerda...

Assim como é óbvio ser necessário um estudo para saber porque o número de gays está aumentando. O que ele quis dizer é que essa esquerda deixou de ser esquerda, não "a esquerda". Mas isso é pedir muito pra um desavisado. 

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Agora, Dimas B L disse:

Assim como é óbvio ser necessário um estudo para saber porque o número de gays está aumentando. O que ele quis dizer é que essa esquerda deixou de ser esquerda, não "a esquerda". Mas isso é pedir muito pra um desavisado. 

De novo, e novamente, entra para a equipe...

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O Saramago era de esquerda. Ninguém é perfeito. Mas, isso não muda o fato de que ele era um excelente escritor, com uma percepção muito interessante da natureza humana.

Em "Ensaio sobre a lucidez" ele imagina uma eleição em quem ninguém vai votar e como o governo lida com essa novidade inusitada. Não é dos melhores livros dele não, mas, é razoavelmente interessante.

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1 hora atrás, Prolifico disse:

Meu sonho utópico é que uns 90% da população nem apareça no dia da votação, estamos caminhando aos poucos para esse índice.

Sonho utópico inútil. No Brasil, o que conta são os votos válidos. Se só aparecer uma pessoa para votar, a decisão será válida e o candidato daquela pessoa será eleito com 100% dos votos válidos.

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4 minutos atrás, Ypatia de Alexandria disse:

Sonho utópico inútil. No Brasil, o que conta são os votos válidos. Se só aparecer uma pessoa para votar, a decisão será válida e o candidato daquela pessoa será eleito com 100% dos votos válidos.

Sim, mas seria um tapa na cara de todos os políticos, inclusive a nível internacional, o que repercutiria muito mal, se entrasse um candidato com o menor número possível de votações... Infelizmente, essa é uma forma de manifestação de repúdio do atual quadro político no Brasil... Mas seria como Prolífico comentou, inventariam uma forma de quebrar essas manifestações aumentando a multa... Não há democracia num País que obriga a pessoa a votar... isso não é democracia...

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17 minutos atrás, Renato disse:

De novo, e novamente, entra para a equipe...

Está vendo, não adianta, homofóbico de carteirinha. Seus "ad hominem" são tão manjados quanto seus preconceitos, Olavete.

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Agora, Ypatia de Alexandria disse:

Sonho utópico inútil. No Brasil, o que conta são os votos válidos. Se só aparecer uma pessoa para votar, a decisão será válida e o candidato daquela pessoa será eleito com 100% dos votos válidos.

Eu sei eu sei assim como os votos nulos e em branco não contam. A intenção não é invalidar a eleição e sim mostrar a falácia que é o processo eleitoral que dizem ser democrático simplesmente deixando de comparecer. Se você vai e vota, mesmo nulo, você concorda que o processo no todo é justo e correto. Mas aqui, se não tiver um candidato que defenda abertamente a reforma total do sistema político que com certeza absoluta não é justo, então não vou participar dessa festa democrática de 1 dia. É uma escolha política, não de indiferença.

 

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1 hora atrás, Ypatia de Alexandria disse:

Sonho utópico inútil. No Brasil, o que conta são os votos válidos. Se só aparecer uma pessoa para votar, a decisão será válida e o candidato daquela pessoa será eleito com 100% dos votos válidos.

Você acha mesmo que uma situação com, digamos, 50% de abstenção não teria nenhum impacto? É claro que, legalmente, o resultado ainda seria legítimo. Mas, talvez, você esteja se apegando demais à lei, advogada. Há outros aspectos a serem levados em conta numa sociedade. Uma abstenção surpreendente seria um sinal de mudança de mentalidade na sociedade, não passaria despercebida, teria repercussões diversas, inclusive na forma de ser fazer política nas eleições seguintes. 

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14 horas atrás, Dimas B L disse:

Está vendo, não adianta, homofóbico de carteirinha. Seus "ad hominem" são tão manjados quanto seus preconceitos, Olavete.

Esse é bom. Numa só frase conseguiu acusar de homofóbico, olavete e ainda lascou um ad hominem para não esquecer o latim. Nunca vi tanta erudição. :D 

 

13 horas atrás, Milagre disse:

você esteja se apegando demais à lei, advogada.

Agora entendi tudo.

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15 horas atrás, Milagre disse:

Mas, talvez, você esteja se apegando demais à lei, advogada.

Não existe apego excessivo à lei. A partir do momento em que a lei é abandonada, deixa de existir o Estado de Direito. Sei que isso é fora de moda, mas sempre pensei que "conservadores" e direitistas achassem que o maior problema do totalitarismo e do comunismo seria justamente abandonar as leis em benefício das maiorias. Talvez o problema então não seja a lei, mas sim, atender às maiorias?:P

As leis precisam ser seguidas. Se forem ruins, é preciso mudá-las. Nesse ponto concordo totalmente com capitalistas, investidores e empresários. Leis e contratos precisam ser respeitados para garantia da segurança jurídica. Um investidor ou empresário é alguém disposto a correr riscos -- mas riscos do negócio! Cabe ao governo -- qualquer governo -- garantir que as regras não mudem no meio do jogo. (viu? isso aí aprendi na USP numa pós de Gestão de Riscos! :P:P

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26 minutos atrás, Ypatia de Alexandria disse:

A partir do momento em que a lei é abandonada, deixa de existir o Estado de Direito. Sei que isso é fora de moda, mas sempre pensei que "conservadores" e direitistas achassem que o maior problema do totalitarismo e do comunismo seria justamente abandonar as leis em benefício das maiorias.

Primeiro, pra esclarecer, eu não sou nem conservador nem direitista. Nenhum desses grupos me aceitaria como membro. Tenho com eles quase tanta divergência quanto com a esquerda. O rótulo com o qual mais me identifico, com ressalvas, é o libertário.

Quanto à questão da lei, acho que não consegui me fazer entender. Eu não sugeri que a lei seja abandonada. O que eu quis dizer é que há outras análises a se fazer sobre um acontecimento do que avaliar se a lei foi cumprida. E essas outras análises também podem ser muito importantes. Estávamos falando de uma possível eleição com mais de 50% de abstenção. Nesse caso, a eleição é legítima, o eleito vai exercer seu mandado tanto quanto se a eleição tivesse tido 90% de comparecimento. Eu não questiono isso. O que quis dizer é que a abstenção de 50% vai ter consequências. Vai ficar claro que mais de 50% dos eleitores não estão representados. O governo eleito será politicamente mais fraco, vai se arriscar menos em fazer mudança bruscas do que um que foi eleito com grande margem de votos. O mundo político de uma forma geral vai procurar repensar suas idéias e propostas visando atrair mais eleitores na próxima eleição. Pessoas que estão fora da política, vendo o enorme espaço de insatisfação que existe, talvez se lancem candidatos na próxima eleição buscando representar esses 50% insatisfeitos. A imprensa e a mídia vão fazer investigações e reportagens buscando entender as motivações de tamanha abstenção. Acadêmicos abordarão o tema em suas teses. Enfim, haveriam vários desdobramentos na sociedade em resposta ha uma abstenção gigante recorde. As consequências dos fatos vão muito além de seus efeitos legais.

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E no Rio, hein? Jorge Picciani e bando foram soltos. Que caterva! Que máfia! Que corja! Que súcia! Imorais. Amorais. Viciados. O Brasil é o país onde seus representantes não representam a vontade popular. A pátria do mau-caratismo. Não consigo entender que possa haver algo mais urgente para a nação do que um reset geral e imediato. Erradas como as coisas estão, não dá para continuar.

Para tudo!

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