Brancaleone J

Senhores e Senhoras, uma solução por favor...

196 posts neste tópico

44 minutos atrás, Atik Yomin disse:

Pergunta do milhão: eu baixo produtos não autorizados (aka pirataria) pela internete. Além do mais meu Windows não é original. Estou infringindo uma lei (de direitos autorais). SOU BANDIDO? SE SIM, QUE PENA DEVO CUMPRIR?

Qual é a pena prevista para esse tipo de crime? Quando ler o CP e descobrir, essa será a resposta, ou seja, o que a lei diz e a pena nela prevista. Se acha pouco, muito, justa ou injusta, deve-se militar para que mude.

Eu aqui em Goiás escrevo todos os meses para o deputado federal que votei sugerindo coisas. É a única coisa ao meu alcance. 

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2 minutos atrás, Russell disse:

Qual é a pena prevista para esse tipo de crime?

Acho que não deveria existir para esse caso que citei. Mas coloquei aqui pra problematizar a frase tão repetida pelos ressentidos cidadãos "do bem", que "bandido bom é bandido morto".

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Há vários dados mostrando que pena de morte não reduz os crimes ditos hediondos. Além de ser mais custoso (nos EUA) do que, digamos, prisão perpétua.

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29 minutos atrás, Ricardo Sandre disse:

Até o Lenin , o ídolo sagrado dos comunistas, o santo comunista reencarnado na Terra, hehe, reclamava dos malditos esquerdopatas. :D

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Esquerdismo,_Doença_Infantil_do_Comunismo

Falando nisso, a múmia continua sendo muito visitada. :P

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Na prática a teoria é bem outra, hehe.

Generalizar a história é realmente uma praga. Suas hipérboles são mais parciais que dos crentelhos defendendo a bíblia. Como é fácil jogar  tijolo em vidraça. 

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6 minutos atrás, Russell disse:

1.Não entendi. Teria como reescrever de outra forma?

2. Não há a meu ver absolutismo no assunto "direitos humanos" na forma como vcs querem fazer perecer. Fosse assim muitas medidas que a justiça toma com infratores estaria aviltando o "direito" da pessoa. A questão da pena capital para crimes hediondos e comprovados não engloba todo o conceito dos direitos que os humanos possuem.

3. Não há confusão alguma. O que há é uma tentativa de se especular (quase um "filosofar") sobre se o ser realmente é responsável por suas ações e com isso sustentar argumentos que pretendem colocar o aplicador da pena numa posição equivocada. Só que por falar em coerência, se for pra ser de fato coerente com esse tipo de raciocínio, nenhuma pena seria aceitável, não só a pena capital ou reclusão perpétua. O ponto aqui é outro.

4.  Mas são as condições circunstanciais que fazem toda a diferença em tudo que fazemos na vida (sociedades) nas mais variadas situações. Não posso considerar as circunstâncias do abatedor de bois de um grande frigorífico da mesma forma que consideraria uma pessoa que mata a pedradas um cãozinho (duas pessoas matando animais). Essa conversa de que a pessoa favorável a pena capital para criminosos hediondos a coloca no mesmo balaio deles me parece uma grande falácia. TUDO na vida é uma questão de circunstâncias.

5. Criminosos hediondos a meu ver não devem em hipótese alguma transitar pela sociedade. Isso é um ponto que não discuto e não abro mão (opinativamente). A forma como essa apartação definitiva das sociedades será feita eu até acho discutível, tanto que estamos aqui confabulando, e se a forma fosse a injeção letal eu não teria problema de ordem moral algum com isso e nem interferiria no restante da minha análise de importância no que se refere os "direitos humanos".

1. Inocentes iram morrer se o método de julgamento for o mesmo que o atual, dessa forma prosseguir com a pena necessariamente colocaria a retribuição emocional acima da vida desses inocentes.

2. A questão não é absolutismo e sim coerência. Para ser lógico, deve-se demonstrar um argumento e tal argumento deve no mínimo ser coerente. Por exemplo: Eu acho que é melhor(moral) aumentar o bem estar do que diminuir o bem estar de seres vivos, dentro do que posso fazer, se eu propor algo que vá contra o que disse estou sendo incoerente ou imoral. 

3. O uso da palavra especular é interessante aqui. Vejamos, ou algo é ou não é, logo ou poderíamos fazer diferente ou não, posso apontar para tudo o que nos influência porém não tenho nada para apontar para algo que poderia justificar uma crença de que eu poderia fazer algo diferente do que eu fui influenciado á fazer. Nada.

Só seria coerente se a punição fosse por motivo de retribuição, algo que é na minha opinião irracional. Nesse caso sim, não existe motivo lógico em se prender alguém por crimes cometidos. Não é isso que defendo.

4. Sim, são circunstancias, não entendi o seu argumento, novamente, o problema de incoerência que vejo é o fato de você nem ter definido o que considera como certo ou errado e está agora a colocar casos em comparação, como posso ver a logica ou coerência se não sei ao que devo observar? Para mim é simples, pressuponho o bem estar como algo a se dar valor, ainda não encontrei alguém que pensasse o contrário, já vi pessoas imporem limites arbitrários á isso, como só o meu bem estar, só o da minha família, só de brancos ou só o de humanos, porém essa discussão em geral termina na incoerência do argumento de se dizer que o seu bem estar é valido e o do outro não.

5. É fácil de criar um argumento aonde a pessoa que matou alguém poderá matar novamente e por isso devemos restringir a sua liberdade até que possamos determinar o contrario(se o pressuposto aqui for maximizar o bem estar). Todo o resto de se fazer esse ser agora sofrer e/ou morrer necessita da mesmo coerência. Tudo isso claro se aceitarmos alguns pressuposto, assim como fazemos com todos os nossos outros valores.

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33 minutos atrás, Dimas B L disse:

Generalizar a história é realmente uma praga. Suas hipérboles são mais parciais que dos crentelhos defendendo a bíblia. Como é fácil jogar  tijolo em vidraça. 

O guru Lênin assim disse: Esquerdismo, é doença Infantil do comunismo ... :D

Não fui eu q disse. :P

Mas voltando ao tópico, segue a relação de crimes hediondos:

São considerados crimes hediondos:

  • homicídio, quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, ainda que cometido por um só agente (art. 121 do CP);
  • homicídio qualificado (art. 121, § 2º, I, II, III, IV, V, VI e VII do CP);
  • lesão corporal dolosa de natureza gravíssima e lesão corporal seguida de morte, quando praticadas contra autoridade ou agente descito nos arts. 142 e 144 da CF, integrantes do sistema prisional e da Força Nacional de Segurança Pública, no exercício da função ou em decorrência dela, ou contra seu cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo até terceiro grau, em razão dessa condição;
  • latrocínio (art. 157, § 3º, do CP);
  • extorsão qualificada pela morte (art. 158, § 2º, do CP);
  • extorsão mediante sequestro e na forma qualificada (art. 159, caput, e §§ 1º, 2º e 3º, do CP);
  • estupro (art. 213, caput e §§ 1º e 2º, do CP);
  • estupro de vulnerável (art. 217-A, caput e §§ 1º, 2º, 3º e 4º, do CP);
  • epidemia com resultado morte (art. 267, § 1º, do CP);
  • falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais (art. 273, caput e § 1º, §1º-A, § 1º-B, do CP);
  • favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável;
  • genocídio (arts. 1º, 2º e 3º da Lei 2.889/56).
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42 minutos atrás, Galindo disse:

Só seria coerente se a punição fosse por motivo de retribuição, algo que é na minha opinião irracional.

O humorista George Carlin parodiou a questão da pena de morte; no fundo, é o mesmo motivo que levou os hebreus a aniquilar os amalequitas (e outros povos descritos no Antigo Testamento). Rito de purificação.

:D

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26 minutos atrás, Galindo disse:

1. Inocentes iram morrer se o método de julgamento for o mesmo que o atual, dessa forma prosseguir com a pena necessariamente colocaria a retribuição emocional acima da vida desses inocentes.

2. A questão não é absolutismo e sim coerência. Para ser lógico, deve-se demonstrar um argumento e tal argumento deve no mínimo ser coerente. Por exemplo: Eu acho que é melhor(moral) aumentar o bem estar do que diminuir o bem estar de seres vivos, dentro do que posso fazer, se eu propor algo que vá contra o que disse estou sendo incoerente ou imoral. 

3. O uso da palavra especular é interessante aqui. Vejamos, ou algo é ou não é, logo ou poderíamos fazer diferente ou não, posso apontar para tudo o que nos influência porém não tenho nada para apontar para algo que poderia justificar uma crença de que eu poderia fazer algo diferente do que eu fui influenciado á fazer. Nada.

Só seria coerente se a punição fosse por motivo de retribuição, algo que é na minha opinião irracional. Nesse caso sim, não existe motivo lógico em se prender alguém por crimes cometidos. Não é isso que defendo.

4. Sim, são circunstancias, não entendi o seu argumento, novamente, o problema de incoerência que vejo é o fato de você nem ter definido o que considera como certo ou errado e está agora a colocar casos em comparação, como posso ver a logica ou coerência se não sei ao que devo observar? Para mim é simples, pressuponho o bem estar como algo a se dar valor, ainda não encontrei alguém que pensasse o contrário, já vi pessoas imporem limites arbitrários á isso, como só o meu bem estar, só o da minha família, só de brancos ou só o de humanos, porém essa discussão em geral termina na incoerência do argumento de se dizer que o seu bem estar é valido e o do outro não.

5. É fácil de criar um argumento aonde a pessoa que matou alguém poderá matar novamente e por isso devemos restringir a sua liberdade até que possamos determinar o contrario(se o pressuposto aqui for maximizar o bem estar). Todo o resto de se fazer esse ser agora sofrer e/ou morrer necessita da mesmo coerência. Tudo isso claro se aceitarmos alguns pressuposto, assim como fazemos com todos os nossos outros valores.

01 - Sim, concordo, por isso sempre disse que este é o verdadeiro (e real) entrave para tal pena.  

02- Mas essa sua analogia não se aplica ao nosso assunto. O fato de eu ser simpático e apoiar os "direitos humanos" de maneira geral não é impeditivo e nem torna incoerente eu aceitar penas pesadíssimas (como a reclusão perpétua ou pena capital indolor) para crimes absurdos e hediondos. Acho que é este ponto que está pegando a nossa divergência. Ser um defensor da vida, por exemplo, não me coloca numa posição incoerente por ser a favor de alguns específicos tipos de aborto. Ser um grande apoiador e simpatizante do movimento feminista não me obriga por conta de um "pacto" com a tal coerência ser ou estar emparelhado com todo o pensamento feminista. Há muitos exemplos na vida que demonstram que não há absolutismos dessa forma como vc está impondo e chamando de incoerência. Pra vc pode até ser, mas há infinitos casos relativos, como as circunstâncias de se matar animais em que exemplifiquei utilizando o abate bovino e o sadismo prazeroso de se matar um cãozinho por diversão. Ambos estão matando animais mas sob circunstâncias totalmente distintas.     

03 - Eu acho não é assim simplista na base do "é ou não é", conforme já explicado por mim acima. Mas entendi seu ponto, só não concordo.

04 - Como eu disse, acho que essa analogia não funciona para o nosso assunto. Se bem que eu desejo o bem estar de todo mundo mas não da minha sogra e não há incoerência alguma nisso rsrsrs.....Pensando bem sua analogia serve também :lol:  

05 - Olha, Galindo, eu não sei onde vc quer chegar com a minuciosidade dessa questão e o quanto pretende complexar, mas um ser como o maníaco do parque, ou o serial killer aqui de Goiânia, ou aquele maníaco que matou 23 crianças no Nordeste, ou estupradores em série, entre outros seres do tipo, a meu ver não devem de forma alguma (de maneira irrevogável e inegociável) ter qualquer contato com a sociedade e nem mesmo com outros detentos ordinários. Como mantê-los 100% apartados do mundo é uma outra história e como eu disse não tenho ressalva moral alguma pela injeção letal nesses casos específicos e isso não me faz ser contraditório por ser um apoiador dos "direitos humanos" na maior parte de sua "ata", e minha única ressalva seria realmente aquela citada no início da postagem a qual concordo com vc.

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1 hora atrás, Atik Yomin disse:

Acho que não deveria existir para esse caso que citei. Mas coloquei aqui pra problematizar a frase tão repetida pelos ressentidos cidadãos "do bem", que "bandido bom é bandido morto".

Eu acho que as pessoas usam essa frase popular pensando nos bandidos perversos. Ninguém deseja a morte para quem baixa os arquivos piratas que vc citou, por exemplo.

1 hora atrás, Atik Yomin disse:

Há vários dados mostrando que pena de morte não reduz os crimes ditos hediondos. Além de ser mais custoso (nos EUA) do que, digamos, prisão perpétua.

Eu falo muito sobre este assunto mas no fundo o que eu acho de fato relevante é a total reclusão desses seres perversos e zero chances de voltarem ao convívio social. Como será essa apartação definitiva para mim é menos importante do que a possibilidade de voltarem às ruas. 

Aqui em Aparecida de Goiânia um sociopata assassino cruel foi solto após 8 anos de cadeia e voltou a matar. Por sorte no momento em que ele estava agindo novamente (matando um pai e sua filha de sete anos nos arredores do bairro das vítimas) uma viatura da PM passava próximo ao local e matou-o numa troca de tiros, mas a soltura dele custou a vida de um casal de idosos no bairro vizinho e esse pai e filha. Eu não sei quanto custa manter um animal desses preso perpetuamente ou quanto custa a injeção letal, mas qualquer preço não chega aos pés do que aconteceu com o casal de idosos e com o pai e a filha mortos gratuitamente. Não entendo o pensamento de quem faz "conta moral" em situações dessas.

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8 minutos atrás, Russell disse:

Aqui em Aparecida de Goiânia um sociopata assassino cruel foi solto após 8 anos de cadeia e voltou a matar.

A pergunta relevante aqui é: por quê ficou apenas 8 anos na cadeia? Todo o restante da discussão, se deveria ser prisão perpétua ou pena de morte, passa a ser secundário.

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1 hora atrás, Ricardo Sandre disse:

epidemia com resultado morte (art. 267, § 1º, do CP);

Se é culpa do Estado (pela negligência) que ocorram epidemias com morte, como dengue e zika, não deveria Ele, o Estado, ser penalizado? Quem pune os punidores? :unsure:

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2 horas atrás, Dimas B L disse:

Existem prisões que o índice de presos recuperado é muito maior porque não é super lotado, eles trabalham,  aprendem ofícios  e são tratados como seres humanos, enquanto que nas outras é o inverso. Porque  será?  

No Brasil, onde as facções criminosas dividem a chefia de governo junto com o estado, se não houver um sistema que repasse uma ideia de punição, a baderna vai continuar. Esse tipo de iniciativa de recuperação que você cita geralmente é tomada por países onde a economia é bem resolvida e a criminalidade é baixa, aqui no Brasil, deve ser priorizada a população, depois que as classes mais carentes tiverem mais oportunidades e condições de terem uma vida mais digna, aí começa a pensar em recuperação carcerária, pois sabemos muito bem que a fonte do problema está todo na pobreza.

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Acho que avançamos um pouco @Russell

1. Bem acredito que se isso o fizer não votar em alguém que proponha a pena de morte, termina ai o nosso debate no quesito prático, pois no final concordamos que ninguém inocente deva morrer, o resto agora é mais uma questão de epistemologia.

2. Eu cometi um erro ao colocar o "por exemplo" estava na verdade colocando a minha opinião, pois estava esperando que você elaborasse o porque achava lógico o que estava defendendo, ainda não sei o que você acha errado e o porque. Veja bem, se o seu princípio é que toda vida deva ser defendida(se for, não estou afirmando que é), seria sim incoerente ser a favor de abortos que não poe em risco considerável a mãe, a questão é não ter princípios definidos, acabamos ficando num relativismo moral, e isso é para mim ilógico, talvez se você definir de forma mais clara o por que acha que o que eles fizeram é errado e o por que achar que eles devam sofrer/morrer pelo que fizeram. Lembrando que não estou pregando absolutismo moral ou que todos os casos são iguais, mas para mim é simples dentro do que pressuponho como moral(nesses casos apenas, não ha nada de simples na moralidade).

3. Bem esse é uma das chamadas "leis da lógica", basicamente é: Tudo o que é, é. Nada pode ser e não ser ao mesmo tempo. E tudo dever ser ou não ser. São princípios bem simples e intuitivos, mas essenciais para a lógica, obviamente somente se você aceitar esses pressuposto, se não o que entende como lógica é algo diferente do que eu entendo e eu nem sei como podemos chegar á qualquer conclusão racional:D

4. 5. Percebe russell que se eu ainda não sei o como chega à sua conclusão, pra mim parece apenas que esta asserindo que é assim que deve ser e pronto. Eu estou aberto ao seus argumentos, mas preciso de algo á mais por que se você só falar a sua conclusão, algo que deve funcionar com os outros que aqui também concordam com você, mas para que eu e/ou você possamos mudar as nossas opiniões em direção a algo preferencialmente mais lógico, é preciso definir que principio estamos usando, por que dentro do meu, você está pregando algo demonstravelmente imoral e ilógico, mas como eu não vejo evidência de uma moral objetiva seja natural ou divina aceito que posso estar errado.

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Se todo mundo parar de procriar grávidas nunca mais serão atropeladas.

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@Galindo, eu não sei como ser mais explícito do que fui nas postagens anteriores. Gostaria de atender sua solicitação mas francamente não sei como. Os exemplos que dei envolvendo outras situações me pareceram bem adequados pra te explicar o porque não vejo incoerência na minha visão e pensei que mesmo que vc não concordasse com ela pudesse pelo menos compreender. Talvez o errado seja eu e as coisas que eu relativizo não deveriam então ser relativizadas, mas me sinto racionalmente confortável em adotar certas posturas a favor de algo mesmo sem ter um comprometimento absoluto no sentido do "é ou não é" ou do concordar 100%, tanto no nosso tema central da discussão como nos outros exemplos que dei. 

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1 hora atrás, Hiena Implume disse:

Se todo mundo parar de procriar grávidas nunca mais serão atropeladas.

Usa pontuação seu maldito niilista! 

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2 horas atrás, Hiena Implume disse:

Se todo mundo parar de procriar grávidas nunca mais serão atropeladas.

1 hora atrás, Russell disse:

Usa pontuação seu maldito niilista! 

Você também, meu caro. :P

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@Russell, Eu entendi o que disse, talvez devia ter mencionado isso antes, só não vejo como pode concluir o que afirma de forma lógica. Se quiser podemos parar por aqui, vou prosseguir se quiser continuar.

Como você faz para saber se está sendo lógico ou não? Bem, a única forma que eu conheço é regredir para os seus pressupostos, não é necessário regredir ao "penso, logo existo" em todo caso, mas seus valores básicos ao meu ver precisam ser sempre coerentes. Vou demonstrar como eu concluo o que fazer no caso de um criminoso com uma regressão básica e resumida: a lógica é importante, assumo as leis da lógica como corretas e essenciais, verdades são melhores que o oposto, saúde é melhor que o oposto e bem estar é melhor que o oposto, aceito também a evidência de que as duas ultimas são de importância universal, pois não consigo concluir diferentemente em vista tudo o que sei sobre outros seres vivos. Sendo assim, alguém que agir de forma á denegrir a saúde e o bem estar de outros é um detrimento á comunidade que desejo viver, logo se me for evidente que o mesmo possa se repetir, aceito a reclusão dessa pessoa até que tal risco não seja mais inaceitável. Aceito aqui também argumento para que prisões sejam feitas de forma preventiva e dissuasivas, porém desde que esses benefícios sejam muito bem evidenciados. Agora excluir essas pessoas do meu pressuposto de saúde e bem estar se não por motivo de clara praticidade seria ao meu ver errado e incoerente, logo ilógico pois eu precisaria contradizer, aqueles pressupostos.

Imagino que você possa fazer o mesmo só não tenha feito até o momento ou usou passos diferente que o meu, para que eu possa avaliar se concordo ou não precisaria saber o seu caminho, uma forma fácil é usar o que eu disse e me dizer aonde você discorda e porque, não que a minha opinião seja realmente importante:D.

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8 horas atrás, Hiena Implume disse:

Se todo mundo parar de procriar grávidas nunca mais serão atropeladas.

Parar de trepar isso não vai acontecer, mas a minha proposta é esterilização gratuita para quem quiser. 

E no futuro as mulheres não precisarão ficar mais grávidas e embuchadas. As crianças nascerão em incubadoras sem riscos de atropelamentos e outros acidentes, hehe.

E através de um programa eugênico de engenharia genética, nascerão crianças saudáveis, sem riscos de desenvolver doenças degenerativas no futuro e com uma inteligência superior, adaptadas para executar qualquer função.

Será um futuro promissor, hiena, não tenha dúvida, o admirável mundo novo. :D

Ou será só imaginação ...

 

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7 horas atrás, Russell disse:

Usa pontuação seu maldito niilista! 

Malditos niilistas. :angry:

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10 horas atrás, Atik Yomin disse:

Se é culpa do Estado (pela negligência) que ocorram epidemias com morte, como dengue e zika, não deveria Ele, o Estado, ser penalizado? Quem pune os punidores? :unsure:

DEUS é penalizado pelas pragas, pestes é pandemias? Então por que o ESTADO é culpado? :P

O ESTADO é a ilusão de q todos podem viver as custas do ESTADO. :D

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7 horas atrás, Atik Yomin disse:

Você também, meu caro. :P

Deixa eu zoar a Hiena como bem entender ouviu seu Atik larga de ser chato. 

:lol: :D 

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14 horas atrás, Galindo disse:

Continuo sem ver um principio ao que está defendendo, logo fica difícil de ver a lógica que está seguindo, se o que estar defendendo é o custo de capital em lidar com quem é um detrimento ao que seja lá considere como certo, posso argumentar nisso. Capital é mais importante que o bem estar de um ser vivo, se sim por que?

Não me venha com direito dos manos.

Bandido não tem que ter "bem estar", tem é que pagar pelo crime que cometeu.

O princípio é o seguinte:

Meliantes causam males a sociedade; os males por eles causados tem que ser ressarcido. 

Não é justo o infrator cometer uma atrocidade na sociedade e a sociedade ainda arcar com despesas para manter esse meliante preso.

O mínimo que esse marginal tem que fazer é pagar pela sua estadia na prisão e ressarcir os danos causados a sociedade. 

 

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11 horas atrás, Atik Yomin disse:

A pergunta relevante aqui é: por quê ficou apenas 8 anos na cadeia? Todo o restante da discussão, se deveria ser prisão perpétua ou pena de morte, passa a ser secundário.

Essa é uma boa questão. 

Acho que o sistema prisional deveria fazer um teste psiquiátrico antes de liberar um detento para evitar coisas como essa.

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4 horas atrás, Galindo disse:

@Russell, Eu entendi o que disse, talvez devia ter mencionado isso antes, só não vejo como pode concluir o que afirma de forma lógica. 

Se vc entendeu, ótimo. Quanto a não ver meu posicionamento de forma lógica, isso se deve exclusivamente por não concordar com ele. Natural. E em relação a isso eu não tenho de fato muito a acrescentar. Não por não querer mais continuar o debate, continuaria e continuo com o maior prazer, mas por realmente não ter mais o que dizer especificamente sobre este ponto. O exemplo que dei sobre ser a favor da defesa da vida mas ao mesmo tempo tolerar certas motivações abortivas me pareceu bem oportuno e é uma maneira de te explicar de que forma não considero um posicionamento contraditório intelectual, ou seja, um ser compatível com o outro. Mas ainda que concluamos que seja contraditório (caso seja mesmo), da minha parte não haverá resistência alguma em olhar por este ângulo, uma vez que não seria uma contradição leviana, irracional ou nonsense. 

Na "área" de humanas talvez eu até seja um poço de contradições mesmo, não só neste assunto mas em tantos outros, senão em todos. A própria justiça é assim e bons advogados mais do que ninguém sabem muito bem usar isso em favor desta ou daquela situação. Não vejo a necessidade de manter uma linha absoluta e reta em qualquer tema relacionado ao trato em questão, como nos tantos exemplos que dei. Eu ser favorável ao movimento feminista não me obriga a concordar com o todo. Eu ser uma pessoa voltada para a esquerda no trato político-social não me obriga a estar emparelhado com toda a esquerda. Eu ser defensor dos direitos humanos não me obriga ser contra penas muito severas para criminosos totalmente atípicos e impróprios de viverem em sociedade. Eu ser defensor dos direitos dos animais não me obriga a parar de comer carne. Por aí...

Pode até haver alguma "incoerência" nessa linha toda se formos tratar todas essas relações de forma absoluta, não vou ficar "teimando" o contrário caso isso lhe incomode, mas eu não me sinto desconfortável em conviver com essas contradições. Considero o extremismo e o absolutismo pior, aquele do tipo engessado em que se o cara for defensor dos animais, por exemplo, cria caso até com o extermínio de pragas (ratos, pombos, etc). Aliás um dia desses quero contar sobre a polêmica dos pombos de Paris, só por curiosidade do relativismo humano. 

 

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