Denisander Vivan

Por que você se tornou ateu?

Por que você se tornou ateu?   23 votos

  1. 1. Por que você se tornou ateu

    • Eu li a gibiblia
    • Eu refleti sobre a vida
    • Eu questionei o sistema
    • Eu tive um trauma relacionado à religião
    • Desisti de deus por que perdi uma pessoa amada
      0
    • Conheci uma outra religião e questionei a minha, dai virei ateu
    • Outras

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135 posts neste tópico

Caso você escolha a opção "outros" especifique nos comentários seus motivos.

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Eu nasci ateu.

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Toda descrença surge de uma posição questionadora e do conhecimento. Se não há dúvida, ninguém questiona.

Na verdade todos os deuses foram enterrados com a modernidade. Primeiro foi o choque de culturas com a globalização através das grandes navegações, depois o avanço da ciência atropelando as crendices e o q sobrou ? Escombros das superstições ...

Mas mesmo com a morte do ultimo DEUS, as religiões sobreviveram pela inércia cultural, algumas novas religiões apareceram sem crença no sobrenatural, ufologia é uma delas. O positivismo, cientificismo e a maior cereja do bolo,  o comunismo, hehe, q são as religiões da nova era. :D

Som na caixa, Dimas . :P

 

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Tinha o Vinimm por aqui.

Andava à cata duns "eus" perdidos, dumas matrix, sei lá...

depois de dias de conversê à tôa ele finalmente confessa que " acredita numa força", em "algo que  existe mas ele não sabe definir em palavras"...

Ou seja...

Crente.

Mas demorou. Nossa!!!.  Foi comentário que não acabava mais. E ele atrás dos "eus" e dizendo que ninguém é indivíduo, uns rôlos dos cornos, citando um monte de gente, vídeos e no finzinho admitiu que é crente, destes crentes "sofisticados" que crêm na tal da "força"...

Fazer o quê...

Tem gosto e desculpa pra tudo.

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E virei ateu porque leio jornais.

 

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Outras.

Não há evidência alguma da existência desse tipo de ser (deuses). Até uma certa idade (até a adolescência, mais ou menos) eu nunca questionava a fundo a questão e seguia a osmose cultural religiosa do meu meio (no meu caso a família era católica), no entanto conforme o amadurecimento foi chegando juntamente com mais conhecimentos, foi ficando claro que a angústia, o desespero e o medo humano foram os responsáveis pela criação dessa ideia divina assim como (e principalmente) a crença na "vida eterna". Obviamente a ignorância e ausência de conhecimentos dos nossos antepassados também tem relevância para o início das ideias divinas, mas eu acredito piamente que a condição humana auto-consciente de sua própria finitude (morte) é a maior fomentadora da ideia de um ser capaz de transcender esse fim.

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3 minutos atrás, Russell disse:

mas eu acredito piamente que a condição humana auto-consciente de sua própria finitude (morte) é a maior fomentadora da ideia de um ser capaz de transcender esse fim.

Ou seja, arrogância...

 

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Não sei se arrogância seria o termo certo. Acho que é pavor mesmo. Lidar com a ideia do próprio fim (em sentido absoluto e sem conseguir imaginar o que é o nada) é muito difícil para seres conscientes. Estar, ser, viver, pensar...não consegue concomitantemente imaginar o "não existir". E de fato se vc se aprofundar na questão é muito angustiante (instigante), e a maioria encontra uma manobra psicológica para lidar com essa angústia acreditando em alguma espécie de transcendência, o que claramente é uma fantasia.      

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copiando e colando, de outro tópico, sobre isso, onde escrevi que...

 

Dias atrás teve um tópico, não lembro de quem sobre algo como "construir um pensamento ateu", qualquer coisa do gênero. Eu entendo que, salvo para aqueles que já vem de educações mais abertas, a maior parte dos ateus vem da desconstrução. É diferente da chamada decepção com a religião ou com fé ou seja lá o que for. Eu não venho de uma educação religiosa muito ortodoxa, que me exigisse presença em igrejas ou atividades religiosas, apesar de batizada católica. Meus pais nunca foram igrejeiros, exceto em missas de sétimo dia, eventualmente missas anuais de mortes de parentes e tal. Não creio que conhecessem muito do rito católico ou a mínima parte da bíblia, exceto pelo que era contado em filmes de semana santa. Mas ensinaram-me a dizer que eu era católica e qualquer coisa diferente disso era impensável. Então quando eu falo de desconstrução isso se refere a tentativa de coerência que eu buscava. Quando disseram que eu tinha que ser católica, eu tentei ser. Quis conhecer melhor a religião, pra não ser a tal católica não praticante, no entanto, quando conheci, vi que não tinha nada a ver comigo, com o pensamento que se formava em mim, então, ainda na adolescência, como todo adolescente, me senti rebelde. Mas logo entendi que isso poderia ser apenas frescura de adolescente que quer contrariar os pais e eu sabia que eu queria encontrar alguma coisa. Me interessei (sem mergulhar profundamente) por outras religiões e tentei entender seu espírito ou sua proposta, mas em tudo que eu vi, li, ouvi e "aprendi", eu descobri a coisa mais essencial sobre mim mesma: eu não tenho fé. E por mais que algumas discussões ditas de nível elevado entrem no embate se existe ou não o que chamam de deus, se seja o ser chamado todo poderoso, grande arquiteto, força superior, sagrado ou apenas a "coisa" que deu origem à existência, a questão do ateísmo só tem a ver com fé, ou melhor, com ausência de fé. O meu sentimento de ateísmo, se assim se pode chamar define-se por: não estou em busca da transcendência, mas acima disso, não estou em busca do divino. Possíveis explicações sobre um sentido da vida (caso isso seja explicável) ou de origens ou destinos, cabem seja à ciência, à filosofia, à psicologia mais provavelmente, mas não de forma religiosa. Essa forma, por assim dizer, de adoração, na qual até enxergo um lado poético, tem caráter fantasioso e não me serve como apego para as questões da minha vida. Se servem às demais pessoas, acho difícil entrar no mérito, daí a ideia de que ateísmo não é defensável, como fé não não é defensável. É, ao menos para mim, o ponto mais extremo da individualidade, da somatória de tudo pelo que o indivíduo passou, como passou, como processou esse todo. Eu não posso dizer por exemplo pra minha mãe que ela está errada (ou certa) em achar que tudo depende de deus, sendo que os mesmos problemas, infortúnios e enfermidades que ela pode estar discutindo lá com deus, segundo a lógica que ela me apresenta, teriam sido propiciados por ele. A conta na minha cabeça não fecha. Mas pra ela, basta pensar que se ela rezar as coisas melhoram e se isso faz ela se sentir melhor, boa. Eu continuo levando no médico e comprando remédios e itens de conforto. Essa é única coisa que faz sentido pra mim. Militar ateísmo não faz. Se alguém me fala de sua religião, eu dou os 2 ou 3 minutos de atenção educada que é o meu limite pra qualquer assunto chato desde que eu não esteja acorrentada, aí peço licença pra qualquer coisa e saio. Se puder evitar, atravessar a rua, desviar, eu faço isso. Se me perguntar no que acredito, digo em nada. Se eu puder ajudar alguém, eu ajudo. Se a pessoa for hostil comigo, mando ela à merda e pronto. Esse é sentido de ateísmo que eu entendo.

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Acho que quando confrontado com outras religiões se deve pergunta por que você teve a sorte de nascer na família que escolheu o deus certo e a forma certa de venerá-lo. E ainda por que esse deus, no caso do cristão, deixaria que outros sejam enganados e condenados por seguir outros deuses.

Depois disso, se dá conta que nada faz sentido e começa a procurar evidências, que você não encontrará.

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Me tornei ateu porque a natureza é uma droga e não nos ensina nada.

O número de respostas imprecisas que a religião(Qualquer religião) fornece sobre a vida, a sociedade, a história e etc, foi crucial para a minha transição de volta ao ateísmo...

Considero fúteis todas as religiões que conheço, porque mesmo levando em consideração que poderia existir um deus ou algum tipo de "ser superior" ainda acho que o ser humano é muito ignorante pra conseguir entende-lo.

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7 horas atrás, Ivan de Almeida disse:

Não me tornei ateu. Nasci ateu.

Então é genÉtico. :D

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7 horas atrás, Brancaleone J disse:

Ou seja, arrogância...

Ou ainda é medo. :o

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Eu sempre penso que desde que o ser humano está no mundo, talvez desde as formas pré-humanas, existe um dado muito inerente ao ser humano que é a curiosidade, o desejo natural de conhecer, a busca a procurar pelo conhecimento que é uma coisa muito antiga. Eu comecei a assistir videos aula na internet(canal do Salatiel Júnior) depois eu deixei de assistir os videos dele e passei a me interessar por astronomia, e percebi o quanto o Universo é imenso, com trilhões de estrelas, bilhões de galáxias, me questionei: não poderia um único ``Deus`´ ter criado isso? e passei a estudar também filosofia, o homem é que cria deuses a sua imagem e semelhança, e posteriormente conheci esse fórum. 

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4 horas atrás, DSD disse:

ainda acho que o ser humano é muito ignorante pra conseguir entende-lo.

Essa é a definição de agnosticismo!

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43 minutos atrás, Andrews.Friend disse:

Eu sempre penso que desde que o ser humano está no mundo, talvez desde as formas pré-humanas, existe um dado muito inerente ao ser humano que é a curiosidade, o desejo natural de conhecer, a busca a procurar pelo conhecimento que é uma coisa muito antiga. Eu comecei a assistir videos aula na internet(canal do Salatiel Júnior) depois eu deixei de assistir os videos dele e passei a me interessar por astronomia, e percebi o quanto o Universo é imenso, com trilhões de estrelas, bilhões de galáxias, me questionei: não poderia um único ``Deus`´ ter criado isso? e passei a estudar também filosofia, o homem é que cria deuses a sua imagem e semelhança, e posteriormente conheci esse fórum. 

Na verdade, não logicamente possível que um deus tenha criado o universo, para existir, deus tem que ser feito de alguma coisa, se não existia nada antes do universo, não havia possibilidade de existir deus.

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10 horas atrás, lonewolf disse:

Acho que quando confrontado com outras religiões se deve pergunta por que você teve a sorte de nascer na família que escolheu o deus certo e a forma certa de venerá-lo. E ainda por que esse deus, no caso do cristão, deixaria que outros sejam enganados e condenados por seguir outros deuses.

Depois disso, se dá conta que nada faz sentido e começa a procurar evidências, que você não encontrará.

Espera por mais uns 29087655467878 anos que os teólogos acham uma evidencia de deus :D

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4 horas atrás, DSD disse:

Considero fúteis todas as religiões que conheço, porque mesmo levando em consideração que poderia existir um deus ou algum tipo de "ser superior" ainda acho que o ser humano é muito ignorante pra conseguir entende-lo.

Mas meu caro DST, entender o q ??? 

Primeiro se inventa um ser, e depois pergunta: o q é tal ser? :D

Mas antes de inventar o ser, primeiro não deveríamos observar tal ser ???

Cadê o ser? :P

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4 horas atrás, Ricardo Sandre disse:

Então é genÉtico. :D

Meu pai era louco prá caramba. A família da minha mãe, também ateia, era "engajada". Acho que sou mais ateus que eles, porque nascido assim o assunto nem me fascina.

 

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3 horas atrás, Ricardo Sandre disse:

Mas meu caro DST, entender o q ??? 

Primeiro se inventa um ser, e depois pergunta: o q é tal ser? :D

Mas antes de inventar o ser, primeiro não deveríamos observar tal ser ???

Cadê o ser? :P

A observação que eu estou levantando não é em relação a existência do ser, mas sim a ignorância dos religiosos que não conhecem nem o próprio planeta por completo mas acham que tem uma visão correta e absoluta em relação ao suposto ser que os criou.

Claro que para discutir esta questão é preciso olhar de um outro ponto de vista, pois para um ateu realmente não faz sentido algum " Se o ser não existe, por que discutir as formas de entende-lo?".

Num mundo dominado por diversas doutrinas religiosas, a reflexão é crucial para asfaltar a estrada que nos leva de volta ao ateísmo.

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Em 2017-6-21 at 10:07, flowerpower disse:

copiando e colando, de outro tópico, sobre isso, onde escrevi que...

 

Dias atrás teve um tópico, não lembro de quem sobre algo como "construir um pensamento ateu", qualquer coisa do gênero. Eu entendo que, salvo para aqueles que já vem de educações mais abertas, a maior parte dos ateus vem da desconstrução. É diferente da chamada decepção com a religião ou com fé ou seja lá o que for. Eu não venho de uma educação religiosa muito ortodoxa, que me exigisse presença em igrejas ou atividades religiosas, apesar de batizada católica. Meus pais nunca foram igrejeiros, exceto em missas de sétimo dia, eventualmente missas anuais de mortes de parentes e tal. Não creio que conhecessem muito do rito católico ou a mínima parte da bíblia, exceto pelo que era contado em filmes de semana santa. Mas ensinaram-me a dizer que eu era católica e qualquer coisa diferente disso era impensável. Então quando eu falo de desconstrução isso se refere a tentativa de coerência que eu buscava. Quando disseram que eu tinha que ser católica, eu tentei ser. Quis conhecer melhor a religião, pra não ser a tal católica não praticante, no entanto, quando conheci, vi que não tinha nada a ver comigo, com o pensamento que se formava em mim, então, ainda na adolescência, como todo adolescente, me senti rebelde. Mas logo entendi que isso poderia ser apenas frescura de adolescente que quer contrariar os pais e eu sabia que eu queria encontrar alguma coisa. Me interessei (sem mergulhar profundamente) por outras religiões e tentei entender seu espírito ou sua proposta, mas em tudo que eu vi, li, ouvi e "aprendi", eu descobri a coisa mais essencial sobre mim mesma: eu não tenho fé. E por mais que algumas discussões ditas de nível elevado entrem no embate se existe ou não o que chamam de deus, se seja o ser chamado todo poderoso, grande arquiteto, força superior, sagrado ou apenas a "coisa" que deu origem à existência, a questão do ateísmo só tem a ver com fé, ou melhor, com ausência de fé. O meu sentimento de ateísmo, se assim se pode chamar define-se por: não estou em busca da transcendência, mas acima disso, não estou em busca do divino. Possíveis explicações sobre um sentido da vida (caso isso seja explicável) ou de origens ou destinos, cabem seja à ciência, à filosofia, à psicologia mais provavelmente, mas não de forma religiosa. Essa forma, por assim dizer, de adoração, na qual até enxergo um lado poético, tem caráter fantasioso e não me serve como apego para as questões da minha vida. Se servem às demais pessoas, acho difícil entrar no mérito, daí a ideia de que ateísmo não é defensável, como fé não não é defensável. É, ao menos para mim, o ponto mais extremo da individualidade, da somatória de tudo pelo que o indivíduo passou, como passou, como processou esse todo. Eu não posso dizer por exemplo pra minha mãe que ela está errada (ou certa) em achar que tudo depende de deus, sendo que os mesmos problemas, infortúnios e enfermidades que ela pode estar discutindo lá com deus, segundo a lógica que ela me apresenta, teriam sido propiciados por ele. A conta na minha cabeça não fecha. Mas pra ela, basta pensar que se ela rezar as coisas melhoram e se isso faz ela se sentir melhor, boa. Eu continuo levando no médico e comprando remédios e itens de conforto. Essa é única coisa que faz sentido pra mim. Militar ateísmo não faz. Se alguém me fala de sua religião, eu dou os 2 ou 3 minutos de atenção educada que é o meu limite pra qualquer assunto chato desde que eu não esteja acorrentada, aí peço licença pra qualquer coisa e saio. Se puder evitar, atravessar a rua, desviar, eu faço isso. Se me perguntar no que acredito, digo em nada. Se eu puder ajudar alguém, eu ajudo. Se a pessoa for hostil comigo, mando ela à merda e pronto. Esse é sentido de ateísmo que eu entendo.

O nome disso é quebrar paradigmas

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Depois que li muito a respeito de religiões e ciência percebi que não há motivos lógicos e empíricos para crer em nada sobrenatural,  e estou aguardando argumentos para mudar de opinião. 

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1 hora atrás, Dimas B L disse:

Depois que li muito a respeito de religiões e ciência percebi que não há motivos lógicos e empíricos para crer em nada sobrenatural,  e estou aguardando argumentos para mudar de opinião. 

Não sei Dimas, mas eu penso que para crer, as pessoas não precisam de muita lógica, ou de um critério muito científico. É apenas fé. Não que isso torne o que elas creem real só porque acreditam, mas o apego à fé, descarta em geral essa lógica que você menciona. Uma pessoa que reza e melhora de uma enfermidade tomando o remédio certo, sempre dirá que a foi a reza e se alguém nas mesmas condições (reza+remédios) não melhorar ou até morrer, dirão os que rezam que era inevitável que estava nos planos do senhor (ou algum sinônimo) e só resta aceitar a vontade. Em suma, não tem jeito.

Daí eu digo que isso é válido como discussão (bate-papo) de fórum de ateus e acho bem saudável a gente vir aqui e expor o que pensa, mas hoje em dia eu evito me estressar com as convicções alheias. A menos, é claro, que venham bater na minha porta domingo de madrugada, aí eu viro atéia xiita ... rs

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2 horas atrás, flowerpower disse:

Não sei Dimas, mas eu penso que para crer, as pessoas não precisam de muita lógica, ou de um critério muito científico. É apenas fé. Não que isso torne o que elas creem real só porque acreditam, mas o apego à fé, descarta em geral essa lógica que você menciona. Uma pessoa que reza e melhora de uma enfermidade tomando o remédio certo, sempre dirá que a foi a reza e se alguém nas mesmas condições (reza+remédios) não melhorar ou até morrer, dirão os que rezam que era inevitável que estava nos planos do senhor (ou algum sinônimo) e só resta aceitar a vontade. Em suma, não tem jeito.

Daí eu digo que isso é válido como discussão (bate-papo) de fórum de ateus e acho bem saudável a gente vir aqui e expor o que pensa, mas hoje em dia eu evito me estressar com as convicções alheias. A menos, é claro, que venham bater na minha porta domingo de madrugada, aí eu viro atéia xiita ... rs

Eu cheguei às minhas conclusões através da lógica e mesmo o crente mais fanático precisa dela (reconhecendo ou não) para usar da fé. E conheço pessoas que lendo sobre o assunto ou assistindo debates entre ateus e teístas, deixaram suas religiões, especialmente nas redes sociais.  

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