Ivan de Almeida

O que é viver/existir.

295 posts neste tópico

Por favor, sábios de plantão, respondam esta coisa perguntada no título.

Abração. Estou cansado, tomei providências o dia todo... Estou fazendo uma obrinha e cansei de tomar providências...

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Depende do que tu entenda por viver.

Viver nada mais é do quê ter ânimo de vida.

Agora em meu caso: viver é desfrutar de tudo o que a vida pode me oferecer.

Ser feliz, ir em busca de seus sonhos, ser livre, aventureiro e etc.

 

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11 minutos atrás, Poccnn disse:

Vver nada mais é do quê ter ânimo de vida.

 

Não repetiu? Dá uma olhada, acho que repetiu... O que você disse é "viver é viver". Não deixa de ser verdade, aliás.

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Não diretamente como no título do tópico, mas como o Abujamra perguntava:

"O que é a vida?"

Minha resposta: Não sei... E desconfio de quem diz que sabe.

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7 minutos atrás, Atik Yomin disse:

Não diretamente como no título do tópico, mas como o Abujamra perguntava:

"O que é a vida?"

Minha resposta: Não sei... E desconfio de quem diz que sabe.

Também não sei. O bacana disso é que foge de todas as lógicas.

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DE NOVO, IVAN?

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De novo? De novo o quê? Eu mesmo? Ué, mas sou eu mesmo, aquele chato. Você varia com os dias? Caramba! Incrível Seu Stan... risos

 

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Viva a vida. Aproveite enquanto tu pode viver, pois depois de morto, nada podes fazer.

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38 minutos atrás, Poccnn disse:

Viva a vida. Aproveite enquanto tu pode viver, pois depois de morto, nada podes fazer.

Sim, é claro. Mas nem se aproximou da pergunta...

 

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Ivan, não era você que não gostava de teorias? quer mesmo enjaular a "existência" num conceito abstrato?

Mas se quer um, aqui vai:

Viver/existir, do ponto de vista humano, é ser ao mesmo tempo ator, espetador e espetáculo.

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Nem tudo q existe está vivo, mas tudo q está vivo, existe ...

Pergunta do dia:

Pensamentos existem ? Consciência existe ?  ...

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Penso, logo existo...

Então se existe (ser vivo),  pensa e então formigas pensam...

Ou algo parecido...

O que é viver/existir...

Tem o método de  diferença ou seja o que é não viver e não existir? Sugiro um tiro na têmpora, enforcamento ou ler Paulo Coelho e morrer. Dai morrendo terá a noção do que é não existir. Ai volta aqui e conta pra gente...

Particularmente  prefiro permanecer na ignorância. Me parece bem mais saudável e sobretudo divertido...

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Em 29/03/2017 at 05:47, Sisiphus disse:

ser ao mesmo tempo ator, espetador e espetáculo.

No Brasil é: ser palhaço, roubado e explorado.

Os políticos fazem a palhaçada e nós somos os palhaços. Hehe.

Tem que rir pra não chorar.

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Em 2017-3-29 at 05:47, Sisiphus disse:

Viver/existir, do ponto de vista humano, é ser ao mesmo tempo ator, espetador e espetáculo.

Vou emoldurar e pendurar na parede!! 

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Para a fenomenologia husserliana, vivência é um fato consciência, logo viver seria o adquirir destes fatos no interior do cogito fenomenológico. A vivência de consciência é um elemento de que se vale a construção e compreensão em suas formas subjetivas; novamente, o viver se tornaria o ato de adquirir a vivência, uma constante pavimentação para compreender e agir. Se perscrutarem o âmago desse conceito, perceberão que não é necessária de imediato a consciência para se determinar a vida, mas apenas o agir primordial, que a fenomenologia trata diretamente nos resultados como um fato da consciência. 

Gostei do que o Sisiphus escreveu neste tópico, mas eu me referiria apenas ao existir. A existência assume diversas formas de conceituação, mas muitas delas são constituídas de uma ambiguidade, por exemplo, tornar-se fato e ser real ou ser determinado ou determinável, isto é, um caráter interno e outro externo. Assumindo uma premissa panteísta, apenas para clarificar aqui as ideias, temos o ser, que é consciente e vivo, e Deus, a natureza ou tudo que está fora do ser. Digo que há uma ambiguidade entre o externo e o interno justo disso, neste conjunto entre o ser e Deus, não se deve atribuir apenas a interpretação do ser (interno), mas também de Deus, assim como não se deve apenas atribuir uma interpretação de Deus. 

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@Livia acho que sou devagar ou preguiçoso, tudo que você escreve faz sentido e é interessante, mas eu tenho que ler pelo menos 35 vezes para entender. "Panhei" trauma desse tipo de leitura ao tentar ler Kant e Sartre. :lol: Quanto ao Sartre, ele faz de propósito, pois em A Náusea ele escreve numa  linguagem humana, diferentemente de O Ser e o Nada, o qual ele escreve na linguagem Sartriana.

Na minha linguagem, simplória, talvez, vejo o seguinte:

O ato de Existir não necessita de consciência (perceber), tampouco de autoconsciência (perceber que percebe). Pois uma pedra existe, seja ela percebida ou não, seja ela capaz de perceber, perceber que percebe ou nada disso. Qualquer filosofia que vá de encontro ao solipsismo é interessante, mas tão distante da realidade quanto um deus moral.

O ato de viver é ainda mais conceitual, ou seja, pega-se o conceito de "ser vivo", tudo que se enquadra nesse conceito, vive. Um coral vive, uma planta vive, uma barata vive, o @Ivan de Almeida vive (rsrs).

 

O resto é tudo subjetivo. Aliás, acredito que a intenção do tópico fosse simplesmente que discorrêssemos sobre a subjetividade do viver, para então o Ivan vir e dizer que o viver dele é mais viver que o nosso.  <_<

 

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Falando em viver, uma sugestão de filme: Ikiru (traduzido em português como "Viver") do Akira Kurosawa. Ótimo filme.

neighbor_poster_c2.jpg

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6 horas atrás, Stan disse:

(...) mas eu tenho que ler pelo menos 35 vezes para entender. "Panhei" trauma desse tipo de leitura ao tentar ler Kant e Sartre. :lol:

Lembrei disso:

:lol::lol::lol:

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54 minutos atrás, Atik Yomin disse:

Lembrei disso:

:lol::lol::lol:

1º: Como vc faz para postar o vídeo iniciando-o de um determinado ponto?

2º - O Clóvis fez uma crítica negativa ou positiva (ou ambas)? :wacko:

3º - Por fim, um trecho do livro A Arte de Escrever, do Schopenhauer (provavelmente tirado do "Parerga e Paralipomena"):

"... Em contrapartida, o alemão os interpola uns nos outros em orações entrecruzadas, e cada vez mais entrecruzadas, e mais entrecruzadas ainda, porque quer dizer seis coisas de uma vez só, em vez de expor uma após a outra. Assim, quando deveria se esforçar para obter e manter a atenção de seu leitor, acaba por exigir dele que, contrariando a lei de unidade da apreensão mencionada antes, pense três ou quatro pensamentos diferentes ao mesmo tempo, ou, como isso não é possível, que pense de maneira oscilante, em rápidas vibrações. É assim que o escritor estabelece o fundamento de seu style empesé, que aperfeiçoa então por meio de expressões preciosistas e pretensiosas para comunicar as coisas mais simples, entre outros artifícios do gênero."

"O verdadeiro caráter nacional dos alemães é a inclinação para o pesado: ela se revela em seu modo de andar e de agir, em sua língua, em seu modo de falar, contar histórias, entender e pensar, mas especialmente em seu estilo ao escrever. Revela-se no prazer que os alemães sentem com as frases longas, pesadas, entrecruzadas, nas quais a memória aprende sua lição pacientemente, sozinha, durante cinco minutos, até que, na conclusão do período, o entendimento dispare e o enigma seja resolvido. Eles se comprazem com isso, e quando é possível acrescentar uma dose de preciosismo, algo de bombástico e uma "semnoth" [gravidade] afetada, o autor fica realmente deliciado; mas que o céu dê paciência ao leitor. Em todo caso, essas pessoas se esforçam sobretudo para que a expressão seja o mais indecisa e indefinida possível, de modo que tudo apareça como que sob neblina." 

"O objetivo parece ser, por um lado, deixar aberta uma porta dos fundos para cada frase e, por outro, alimentar a vaidade, dando a impressão de dizer mais do que foi pensado. Mas, em parte, também se encontra na base dessa característica uma verdadeira apatia e sonolência, que são justamente os fatores que tornam odiosa aos estrangeiros toda a escrevinhação dos alemães, porque eles não gostam de tatear no escuro; para nossos compatriotas, contudo, essa atividade parece ser algo inato. Seitens [da parte de] em lugar de Seiten não é alemão. - Em vez de zeither [desde então], eles escrevem absurdamente seither e usam essa forma cada vez mais em lugar de seitdem [desde que]. Será que eu não deveria chamá-los de asnos?"

 

Não é atoa que gosto tanto do velho Schop. :P

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28 minutos atrás, Dimas B L disse:

Viver/existir é não estar morto. 

O cadáver está morto mas nem por isso deixa de existir. :P

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