Dime

A pessoa da minha vida

172 posts neste tópico

2 horas atrás, Russell disse:

 Mas em se tratando de culpa, até uma prostituta* se na hora H se negar ou desistir de transar com o sujeito dentro de um prostíbulo, não terá culpa alguma caso ele a estupre. Portanto, apesar de vcs estarem remoendo o peso da palavra "culpa", é bastante importante ficar muito claro que descuido e/ou distração (ou qualquer outra coisa) não são sinônimos de "culpa". 

Outra coisa que compreendi na sua alegação e parece que o(a) Dimas não, foi o exemplo de subir na favela com um rolex no braço. Embora roubo e estupro sejam crimes completamente diferentes e de pesos emocionais distintos, entendi que vc só usou tal analogia apenas para apontar a exposição ao risco. Até aí tudo bem, estou de acordo, contudo mesmo nesse exemplo do roubo ocorrido num local perigoso e arriscado, na minha opinião deve-se sempre evitar o uso da palavra "culpa" referindo-se a vítima, independente do tamanho do vacilo ou distração dela, independente de quaisquer circunstâncias.    

* Usei a prostituta como exemplo pois sabe-se lá porque tem gente que acha que esse tipo de lei (estupro) não vale pra elas.

Na verdade,Russell, você está querendo dar uma de Heideger (não na parte da raiva rsrs, mas na parte de distorcer conceitos para se adequar ao seu discurso). 

O milagre bem disse, o legislador jamais deve atribuir culpa a mulher na hora de elaborar a lei. E eu complemento: a parcela de culpa que a mulher possa vir a ter jamais deve servir como fator de impunidade ou diminuição de pena ao estuprador. Aliás, assim o é nossa legislação. O grande problema é que o povo é ignorante, seu eu digo que "mulher tem parte de culpa", um (a) besta já pensa "o estuprador então não tem tanta culpa". Obvio que isso é um entendimento errado. Estupradores são seres da pior espécie e devem ser punidos com a mais severa das penas. E as mulheres sempre serão vítimas, mesmo tendo uma parcela de culpa EM CERTOS CASOS.

Agora, voltando ao conceito de "culpa", "distração" (que é o grau mais leve de culpa que se pode ter), não deixa de ser negligência ou imprudência, (ou imperícia, no caso da prostituta ahsuashaussah).

Posso aprofundar mais o tema (aliás, é assim que gosto de debates): há um termo no direito que se chama "homem médio" (termo machista,né?! rsrs), que é usado para saber o aceitável em uma determinada situação, tendo como base o que a médias das pessoas fariam. Há distrações comuns a todos, quase inevitáveis, é há outras distrações que não são comuns ao "homem médio". Se comuns, não se deve atribuir culpa, se não comuns, há culpa. Lembrando que isso é válido para pessoas com sanidade mental. 

Por fim, até entendo o que vc quer dizer, ou seja, como eu disse acima, num país de gente ignorante, é falar que a mulher tem parte da culpa em certos casos, que os (as) bestas já interpretam como uma defesa ao crápula do estuprador. Porém, se não se mostrar que a mulher também tem culpa em certos casos, fica parecendo que elas são pobres coitadinhas que não sabiam e nem deveriam saber de nada EM CERTOS CASOS!!!

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1 hora atrás, Stan disse:

Na verdade,Russell, você está querendo dar uma de Heideger (não na parte da raiva rsrs, mas na parte de distorcer conceitos para se adequar ao seu discurso). 

O milagre bem disse, o legislador jamais deve atribuir culpa a mulher na hora de elaborar a lei. E eu complemento: a parcela de culpa que a mulher possa vir a ter jamais deve servir como fator de impunidade ou diminuição de pena ao estuprador. Aliás, assim o é nossa legislação. O grande problema é que o povo é ignorante, seu eu digo que "mulher tem parte de culpa", um (a) besta já pensa "o estuprador então não tem tanta culpa". Obvio que isso é um entendimento errado. Estupradores são seres da pior espécie e devem ser punidos com a mais severa das penas. E as mulheres sempre serão vítimas, mesmo tendo uma parcela de culpa EM CERTOS CASOS.

Agora, voltando ao conceito de "culpa", "distração" (que é o grau mais leve de culpa que se pode ter), não deixa de ser negligência ou imprudência, (ou imperícia, no caso da prostituta ahsuashaussah).

Posso aprofundar mais o tema (aliás, é assim que gosto de debates): há um termo no direito que se chama "homem médio" (termo machista,né?! rsrs), que é usado para saber o aceitável em uma determinada situação, tendo como base o que a médias das pessoas fariam. Há distrações comuns a todos, quase inevitáveis, é há outras distrações que não são comuns ao "homem médio". Se comuns, não se deve atribuir culpa, se não comuns, há culpa. Lembrando que isso é válido para pessoas com sanidade mental. 

Por fim, até entendo o que vc quer dizer, ou seja, como eu disse acima, num país de gente ignorante, é falar que a mulher tem parte da culpa em certos casos, que os (as) bestas já interpretam como uma defesa ao crápula do estuprador. Porém, se não se mostrar que a mulher também tem culpa em certos casos, fica parecendo que elas são pobres coitadinhas que não sabiam e nem deveriam saber de nada EM CERTOS CASOS!!!

Defina CERTOS CASOS que uma mulher tem culpa em ser impedida de se locomover, na maioria das vezes apanhar e ser forçada a a ter intimidade com quem não quer. Aida bem que não és juiz. 

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29 minutos atrás, Dimas B L disse:

Defina CERTOS CASOS que uma mulher tem culpa em ser impedida de se locomover, na maioria das vezes apanhar e ser forçada a a ter intimidade com quem não quer. Aida bem que não és juiz. 

Percebo que você usa muita ironia. Até gosto, mas quando é usada demais significa falta de argumento. Dito isto, CERTOS CASOS são casos em que há previsibilidade do perigo. Com a previsibilidade, vem a consequente culpa (culpa que não exclui a culpa do estuprador, nem o justifica, tampouco o exonera de alguma coisa).

Tudo que acabei de dizer é perfeitamente deduzível das dezenas de posts meus anteriores. Só que você está empacado numa ideia fixa e se fechou para qualquer argumento, além de não saber debater sem levar para o lado pessoal, o que somente prejudica a exposição de ideias.

Por fim, esses exemplos que vc citou são ridículos, e vão contra tudo que falei até agora. Se quer um bom exemplo, tem o da mulher que, por escolha própria (sem ter sido coagida), namora um traficante. 

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10 minutos atrás, Stan disse:

Percebo que você usa muita ironia. Até gosto, mas quando usado é demais significa falta de argumento. Dito isto, CERTOS CASOS são casos em que há previsibilidade do perigo. Com a previsibilidade, vem a consequente culpa (culpa que não exclui a culpa do estuprador, nem o justifica, tampouco o exonera de alguma coisa).

Tudo que acabei de dizer é perfeitamente deduzível das dezenas de posts meus anteriores. Só que você está empacado numa ideia fixa e se fechou para qualquer argumento, além de não saber debater sem levar para o lado pessoal, o que somente prejudica a exposição de ideias.

Por fim, esses exemplos que vc citou são ridículos, e vão contra tudo que falei até agora. Se quer um bom exemplo, tem o da mulher que, por escolha própria (sem ter sido coagida), namora um traficante. 

Não fui irônico, é que você citou um exemplo bem geral sobre o assunto, que não justifica certos casos, mas  um caso e muito mal explicado. Não  estou empacado, é uma opinião baseada nas ocorrências e no modo como se entende o problema. E penso exatamente o mesmo sobre seu modo de ver o problema, pois não há argumentos que culpem uma mulher atraente de querer mostrar seus atributos e ser violentada por causa disso. Especialmente para quem descreve uma mulher justamente como estupradores o fazem. A culpa é inteiramente do agressor, independendo da atitude feminina. Assim como a culpa de qualquer crime não é da vítima. Estamos falando de um crime doloso, não há aspecto que culpe a vítima nesse caso, a não ser com o viés machista. E enquanto ele existir o estupro será comum mesmo.

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No decorrer da decupagem desse seu post, vou demonstrar como vc está empacado:

31 minutos atrás, Dimas B L disse:

Não fui irônico, é que você citou um exemplo bem geral sobre o assunto, que não justifica certos casos, mas  um caso e muito mal explicado

Expliquei acima que "certos casos" está ligado à previsibilidade. Você ignorou isso.

31 minutos atrás, Dimas B L disse:

E penso exatamente o mesmo sobre seu modo de ver o problema, pois não há argumentos que culpem uma mulher atraente de querer mostrar seus atributos e ser violentada por causa disso. 

Primeiro que não é o fato de mostrar atributos, e sim os lugares, as pessoas etc, onde se mostra tais atributos, pois o mundo real não é bonzinho. Você pode querer ostentar seu rolex, mas se o fizer na favela, provavelmente será roubado. Isso é previsível, então você foi negligente ou imprudente ao expô-lo na favela, logo, você tem culpa tb (o assaltante sempre terá culpa, e você querer andar livremente onde quiser jamais servirá de desculpa para retirar ou amenizar a culpa do bandido). 

Em resumo: argumentos não faltam, vc é que está ignorando o que se diz. 

31 minutos atrás, Dimas B L disse:

A culpa é inteiramente do agressor, independendo da atitude feminina. Assim como a culpa de qualquer crime não é da vítima. Estamos falando de um crime doloso, não há aspecto que culpe a vítima nesse caso, a não ser com o viés machista. E enquanto ele existir o estupro será comum mesmo.

Sempre será culpa do agressor!! Se a vítima for negligente ou imprudente, ela terá culpa sim, pois esses atributos são elementos intrínsecos da culpa. Pela milésima vez, o que não pode é isso servir de desculpa para livrar o agressor de qualquer coisa.

31 minutos atrás, Dimas B L disse:

 Estamos falando de um crime doloso, não há aspecto que culpe a vítima nesse caso, a não ser com o viés machista. E enquanto ele existir o estupro será comum mesmo.

Pela legislação, não! Óbvio! Já mencionei isso. O legislador atribuir culpa à vítima nos casos em que ela é negligente ou imprudente somente serviria de estímulo aos estupradores. Porém, o fato de (sabia e obviamente) não haver pena para  a mulher ou redução da pena ao agressor nesses casos, não significa que a mulher não foi imprudente ou negligente ao se expor a uma situação cujos perigos ela sabia. 

Fui muito claro, tanto neste, quanto nos posts anteriores; porém me sinto discutindo com um crente, que se recusa a perceber meus argumentos. Leia de novo esse meu post, mas tire os antolhos dessa vez: http://ateus.net/forum/topic/11627-a-pessoa-da-minha-vida/?do=findComment&comment=232058

 

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12 horas atrás, Dimas B L disse:

Defina CERTOS CASOS que uma mulher tem culpa em ser impedida de se locomover, na maioria das vezes apanhar e ser forçada a a ter intimidade com quem não quer. Ainda bem que não és juiz. 

A mulher é tarada, digo, culpada se entrar nua dentro de um vestiário masculino. Ajoelhou tem q rezar. A não ser q seja a pegadinha da malandra. GluGlu ... :D

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O argumento acima me parece empacado por semântica, e provavelmente uma falta de imaginatividade de uma das partes. Assim como o @Russell disse, eu pessoalmente também não usaria a palavra "culpa" por atribuições atreladas á essa palavra, primariamente a atribuição de intenção e/ou de causador primário do dano, porém, isso se torna irrelevante quando a palavra é usada, na ausência desses sentidos.

Dizer que uma mulher, não tem nenhuma responsabilidade sobre o que acontece com ela, me parece contraprodutivo, se eu consigo responsabilizar por exemplo os seguranças, organizadores de uma boate e amigos da vítima, responsabilizo até nossa incapacidade como sociedade de eliminar tal problema, com certeza consigo imaginar responsabilidade da vítima. Em geral tal responsabilidade é irrelevante, pois em geral a vítima é apenas menos capaz que o perpetuador, algo que é irrelevante para prosseguir após o acontecido, porém, acho irresponsável ignorar uma avaliação sóbria sobre o que a vitima poderia ter feito de diferente, para nos educar, dentro do razoável, para pelo menos tentar diminuir o problema no futuro. É exatamente o que fazemos em qualquer outro caso. Imaginar que isso diminuiria a importância de todas as outras avaliações e futuras ações sobre toda a outra gama de ferramentas e agentes responsáveis e futuramente responsáveis em lidar com a situação, é absurdo.

Eu entendo o sentimento de não querer atribuir responsabilidade alguma à vítima, mas o considero errôneo. Em certos acontecimentos, na ausência de agentes que levem ao dano, pessoas razoáveis, responsabilizam a vítima sem problema, exemplo: Botar a mão no fogo, entrar na jaula do leão. Em ambos os casos, hoje em dia(por que vamos lembrar que não foi sempre assim), a vítima é responsabilizada inteiramente por sua agência, a partir do momento em que o causador do dano é um outro agente, as vezes as mesmas pessoas por algum motivo, ignoram o fato de que toda ação tem uma reação, as vezes se faz o contrário, alguns dizem por exemplo que o cara que estava segurando uma maquina de parafusar no meio de uma invasão do morro pela policia estava, "pedindo", não estou dizendo que esse é o caso de ninguém aqui, mas acho que em tudo devemos ter uma avaliação crítica e racional, sobre o que aconteceu e como melhor lidar com isso no futuro.

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13 horas atrás, Ricardo Sandre disse:

Pois é, os gregos eram os gaúchos do passado. :P

E note que a Grécia Antiga é considerada uma das épocas mais marcantes positivamente na História da Humanidade (não obstante o machismo).

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Na minha opinião há no facto de uma mulher (ainda) não poder andar vestida (ou despida) como bem entender, quando e onde bem entender, 2 tipos de culpados:

1.º culpado - a natureza: instinto que leva os homens e as mulheres a sentirem atração sexual para fins reprodutivos

2.º culpado - a cultura: a cultura (com machismo à mistura) ainda não conseguiu reprimir totalmente os instintos sexuais masculinos, contendo-os nos limites aceitáveis definidos pela Leis vigentes. 

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58 minutos atrás, Sisiphus disse:

E note que a Grécia Antiga é considerada uma das épocas mais marcantes positivamente na História da Humanidade (não obstante o machismo).

Pois é,  os antigos povos gaúchos da Europa eram muito machões. :D

 

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22 horas atrás, Sisiphus disse:

Veja que também existem seres humanos que praticam bestialismo; é todo o homem e mulher bestialista por natureza?

Tal parafilia não parece uma prática tão comum a ponto de ser inerente à natureza. Me parece mais um distúrbio psicológico. Lembrando que quando falo "por natureza", trato de comportamentos padrões e comuns, e também os inatos. 

22 horas atrás, Sisiphus disse:

Sim, foi nesse sentido. É todo o homem e mulher, homossexual (e heterosexual) por natureza?

Há teorias que dizem que sim. Freud, inclusive, é um deles. Agora, difícil saber. Eu sei quando um cara é mais bonito que eu, ou mesmo quando um cara é "boa pinta" (ficar falando "bonito" soa meio gay ahsushsusashsa); mas como nunca senti atração por outro homem (exceto pelo Brad Pitt, kkkkkk, zuera), desconfio que essas teorias  de que todo ser tem um dualismo sexual em certo grau é equivocada. Porém isso pode ser uma repressão bem sucedida do complexo de édipo com a teoria da relativida rsr. Vai saber! Já em relação às mulheres, se belas, quase todas as partes do corpo delas me atraem, desde os pés até os cabelos. 

Agora, tem estudos que apontam que as mulheres são sempre bissexuais ou lésbicas :P :Phttp://exame.abril.com.br/ciencia/estudo-sugere-que-mulheres-sao-sempre-bissexuais-ou-gays/

 

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36 minutos atrás, Stan disse:

Tal parafilia não parece uma prática tão comum a ponto de ser inerente à natureza. Me parece mais um distúrbio psicológico. Lembrando que quando falo "por natureza", trato de comportamentos padrões e comuns, e também os inatos. 

 

Não se esqueça que a homossexualidade, ainda à bem pouco tempo, também era considerada uma psicopatologia. Leia o Relatório Kinsey e ficará a saber que o bestialidade é mais comum do que se julga; obviamente, por medo de condenação social, ninguém o admite. De igual modo a bestialidade à semelhança da homossexualidade e da bissexualidade também existe em outras espécies animais, será também aí um disturbio? Aliás, alguns animais também se excitam com os humanos...

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30 minutos atrás, Sisiphus disse:

Leia o Relatório Kinsey e ficará a saber que o bestialidade é mais comum do que se julga; obviamente, por medo de condenação social, ninguém o admite. 

Sentes atraído por animais, Sisiphus? Já copulou com algum? Acredita que seja algo tão natural a ponto de poder ser inato? 

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56 minutos atrás, Stan disse:

Sentes atraído por animais, Sisiphus? Já copulou com algum? Acredita que seja algo tão natural a ponto de poder ser inato? 

Pensado em voz alta...

a sexualidade da maioria dos mamíferos é de forma resumida a união de um individuo masculino com um individuo feminino, através da estimulação dos seus orgãos sensoriais / frição das zonas erogenas, visando a ejaculação do macho, etc, tendo em vista a reprodução, etc, a esperta Natureza para fomentar que este processo se repita frequentes vezes, adicionou o prazer na mistura.

Também é de esperar que a Natureza tenha conferido qualidades fisicas/quimicas ao macho e à femea com o fim de se atraírem mutuamente. Isso será o "normal" segundo a Natureza. Apesar disso, o facto de termos os referidos orgãos sensoriais/zonas erógenas, que pelos vistos não se estimulam exclusivamente através da imagem/corpo/ação do individuo do sexo oposto, mas (talvez por erro cognitivo ou simples ação-reação fisica?) são susceptiveis de se estimular através de diferentes fontes de estimulação (mesmo nós próprios durante a masturbação), é nos possível a nós e aos animais, sentirem atração e prazer com muitos outros tipo de "estimuladores" não naturais .   

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Veja que também existem seres humanos que praticam bestialismo; é todo o homem e mulher bestialista por natureza?

No cinema está em cartaz um filme de bestialismo: A bela e a fera. :o

E o pior. Está liberado para todas as idades. O mundo está perdido ...

 

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2 horas atrás, Stan disse:

Sentes atraído por animais, Sisiphus? Já copulou com algum? Acredita que seja algo tão natural a ponto de poder ser inato? 

Dizem q no interior do sertão é muito comum abarrancar uma burrinha.:D

Inclusive existe até aquele velho ditado:

“É fácil levar a égua até o meio do mato. O difícil é convencer a égua ficar atrás do barranco”. :P

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3 horas atrás, Sisiphus disse:

Pensado em voz alta...

a sexualidade da maioria dos mamíferos é de forma resumida a união de um individuo masculino com um individuo feminino, através da estimulação dos seus orgãos sensoriais / frição das zonas erogenas, visando a ejaculação do macho, etc, tendo em vista a reprodução, etc, a esperta Natureza para fomentar que este processo se repita frequentes vezes, adicionou o prazer na mistura.

Também é de esperar que a Natureza tenha conferido qualidades fisicas/quimicas ao macho e à femea com o fim de se atraírem mutuamente. Isso será o "normal" segundo a Natureza. Apesar disso, o facto de termos os referidos orgãos sensoriais/zonas erógenas, que pelos vistos não se estimulam exclusivamente através da imagem/corpo/ação do individuo do sexo oposto, mas (talvez por erro cognitivo ou simples ação-reação fisica?) são susceptiveis de se estimular através de diferentes fontes de estimulação (mesmo nós próprios durante a masturbação), é nos possível a nós e aos animais, sentirem atração e prazer com muitos outros tipo de "estimuladores" não naturais .   

Vou entender isso como um "sim". ;):P:D:lol:

Mas falando sério, sabe-se que a divisão dos sexos pela evolução teve como objetivo a variabilidade genética. Seres hermafroditas fazem cópias idênticas de si mesmos, o que pode ter um resultado fatal para a espécie em caso de doenças; de modo que faz todo sentido você querer copular com sua burrinha e variar seus genes. kkkkkkk, brincadeira.

Agora falando sério de verdade, entendo o que vc quis dizer, somos seres imperfeitos, e fazemos parte de um processo que continua (embora praticamente estagnado). Mas temos observar que certas coisas muito incomuns podem ser vistas como anomalias, senão poderíamos dizer que a espécie humana é qualquer coisa por natureza, basta uma meia dúzia de casos e pronto. 

Fica então uma questão classificatória: a partir de que porcentagem de casos podemos dizer que algo é comum à espécie NESSE MOMENTO?  Digo "nesse momento" , pois sabemos muito bem que, embora improvável - com a QUASE ausência de seleção natural entre nós - o que é incomum de termos inatos pode se tornar nossa principal característica. 

P:S: E ainda permanece o problema de saber se é mesmo inato, ou uma perversão psicológica aprendida.

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4 horas atrás, Sisiphus disse:

Não se esqueça que a homossexualidade, ainda à bem pouco tempo, também era considerada uma psicopatologia. 

E até hoje não podemos dizer que não é.

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13 horas atrás, Galindo disse:

O argumento acima me parece empacado por semântica, e provavelmente uma falta de imaginatividade de uma das partes. Assim como o @Russell disse, eu pessoalmente também não usaria a palavra "culpa" por atribuições atreladas á essa palavra, primariamente a atribuição de intenção e/ou de causador primário do dano, porém, isso se torna irrelevante quando a palavra é usada, na ausência desses sentidos.

Mas que culpa (rsrs) tenho eu se uso a palavra correta e as pessoa a interpretam equivocadamente? Acredito que seu dissesse "responsabilidade" daria no mesmo, e se teria a mesma reação. Daí concluo que o que não querem é que a verdade seja dita.

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19 horas atrás, Stan disse:

E até hoje não podemos dizer que não é.

O projeto de curra gay não acabou... 

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2017/03/02/interna_politica,851122/projeto-que-libera-cura-gay-esta-de-volta-a-camara-dos-deputados.shtml

Podia ter um projeto de curra corrupto. :P

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Sempre que propõem curas a coisas que não causam males aos outros, lembro-me do O Alienista. Não seria a religião um alienista que na verdade é o próprio doente? (essa é uma já batida pergunta retórica)

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