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Inteligência Artificial

361 posts neste tópico

23 horas atrás, Heidegger disse:

Sou teólogo cristão, mas não sou cristão.

Desculpe-me a intromissão, mas sendo a teologia necessariamente requeridora de fé, é no mínimo incoerente tal posicionamento -- não seria este um exemplo claro de má-fé?

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7 horas atrás, Sisiphus disse:

Pergunto-me o que é que tão venerável e ilustre Personalidade buscará num forum como este cheio de ignorantes. Exibicionismo? :huh:

Acho que depois que entrei nesse fórum, o Heidegger foi o único que ficou contando vantagem sobre sua formação e  viagens que fez. Tenho um 6.9 na escala Dawkins que é só papo. O máximo que tem é conhecimento em filosofia, pois em outros assuntos é uma negação, he he.  

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6 horas atrás, Russell disse:

Não se impressione, Sisiphus. É comum vez ou outra o Heidegger ter esse tipo de ataque. É praticamente a assinatura dele aqui neste fórum. Acostume-se!   

Na boa. Você está falando sério ou é só para fazer um tipo? Será que você não vê que o cara só me atacou durante semanas neste fórum, não respondeu a nenhuma indagação séria formulada aqui e quando lhe dou apenas uma amostra de seu veneno você ainda vai na direção dele, em sua defesa? Pediram-me para ser humilde. Eu te peço para ser justo.

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9 minutos atrás, Heidegger disse:

Na boa. Você está falando sério ou é só para fazer um tipo? Será que você não vê que o cara só me atacou durante semanas neste fórum, não respondeu a nenhuma indagação séria formulada aqui e quando lhe dou apenas uma amostra de seu veneno você ainda vai na direção dele, em sua defesa? Pediram-me para ser humilde. Eu te peço para ser justo.

Muito pelo contrário, eu refutei suas "opiniões" sobre AI e cosmologia, e quem não refutou foi o sr.  Além de não refutar, mudou de assunto para colocar seu "curriculum" aqui e me  desejar a morte de uma maneira digamos, afetada. Ri Hélios e Potássios.

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4 horas atrás, Milagre disse:

O livro em que ele fala disso mais detalhadamente é "Foundation and Earth".

Depois da Fundação - Trilogia, Asimov fez alguns acréscimos. Uma obra de fôlego. Mas tem vários problemas, entre eles os apontados por você. Gosto de Limites da Fundação e do seu clima pesado. Obrigado, Milagre, por ser uma ilha de sensatez.

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26 minutos atrás, Atik Yomin disse:

Desculpe-me a intromissão, mas sendo a teologia necessariamente requeridora de fé, é no mínimo incoerente tal posicionamento -- não seria este um exemplo claro de má-fé?

De modo algum. Estamos vivendo tempos de revolução do conhecimento, por isso, não se pode confinar certos campos a áreas confessionais. 200 anos atrás os teólogos tinham de ser de alguma confissão de fé. Mas como teologia é ciência, não há necessidade de alguém professar fé para exercê-la. Veja o casso popular de Bart Ehrman. Um ateísta confesso e dos mais capazes teólogos em manuscritos da antiguidade. 

Na Europa ser teólogo é tão comum quanto ser engenheiro, médico, etc. No Brasil sempre assusta. Lembro-me quando disse em 1978, numa conferência luterana no RS, que não precisava de fé para abordar o pensamento de Paulo quanto a necessidade de alguém ser uma "nova criatura" (2 Coríntios 5:17), a partir do evento Cristo, porque poderia ser entendido moralmente. Houve um burburinho imediato. Hoje em dia há sociólogos, filósofos e teólogos ateístas em seminários católicos e protestantes no Brasil. Mas a maioria ainda é confessional.

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Segue um artigo que achei interessante, relacionando ao tema Inteligência Artificial versus Mente Humana.

The empty brain

Pessoalmente, com base em minha formação de computeiro e minhas observações sobre o assunto, acho que não há nenhum perigo de uma inteligência artificial baseada em dados e software se tornar um indivíduo. Ela vai sempre ser uma ferramenta. O sistema nervoso humano não é computável, é outra coisa, e ainda será preciso muito estudo para começarmos a entendê-lo de fato. Mas, isso é só um palpite meu em um tema controverso. Muitos colegas também computeiros, e até bem mais conhecedores de IA do que eu pensam diferente. O tempo nos mostrará, ou aos nossos descendentes, quem tem razão.

Isso não significa que IA não possa ser perigosa. Por exemplo, um robô supersoldado, conectado a um sistema de IA com as tecnologias já existentes atualmente, seria uma máquina de matar muito mais eficaz do que qualquer assassino humano. Entretanto, ele não estaria a serviço de si mesmo, estaria a serviço de alguma causa humana. No fundo, ainda seriam humanos se matando entre si. Isso significa que devemos temer IA? Não. Significa que nossas instituições de defesa devem mergulhar em IA para não ficar muito atrás da concorrência. As próximas guerras passarão por aí.

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2 horas atrás, Atik Yomin disse:

Desculpe-me a intromissão, mas sendo a teologia necessariamente requeridora de fé, é no mínimo incoerente tal posicionamento -- não seria este um exemplo claro de má-fé?

Pera ai, tem gente q assiste a missa na igreja todo domingo e não é gay, digo, cristão. :D

 

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9 horas atrás, Milagre disse:

Segue um artigo que achei interessante, relacionando ao tema Inteligência Artificial versus Mente Humana.

The empty brain

Milagre, muito bom este artigo. Fala da nossa ignorância sobre nós, sobre como vamos seguir construindo máquinas a partir de metáforas enganosas e o pedido para que continuemos a estudar como nós somos, mas sem a necessidade de metáforas dispensáveis como a do Processador de Informação. Concordo com o articulista, Robert Epstein.

Nós sabemos quase nada sobre como pensamos. Nosso cérebro pesa quase um quilo e é formado por uma substância aguada cinza e branca que mais se assemelha a iogurte, com um volume de aproximadamente um litro. A questão é, supondo que o fisicalismo seja verdadeiro, esta substância é o que nos habilita a pensar sobre nós mesmos, nossa vida e o mundo? O que fazemos, fazemos capacitados por esta substância que nos assegura experiências, memórias, emoções e sensações? Como? Não se sabe, apesar de saber-se que ela é formada por cerca de 100 bilhões de células. Com certeza, é a solução mais simples que existe com o resultado mais otimizado possível.

A IA, se surgir mesmo nos moldes da ficção, com robôs interagindo com humanos, será, com certeza, o maior feito da humanidade. Mas há quem diga que isso é pouco, uma vez que avanço mesmo só ocorreria se pudéssemos elevar nosso conhecimento à capacidade de criar uma IN, inteligência natural.

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"Segue um artigo que achei interessante, relacionando ao tema Inteligência Artificial versus Mente Humana.

The empty brain"

Não sou especialista na área, mas achei que o artigo é inconsistente. Vejamos, um cérebro humano aberto quando tocado com um instrumento em determinado ponto faz o paciente recordar de coisas, então aquele ponto do cérebro parece associado a uma determinada memória da pessoa. Milhares de experiências confirmam isso. 

Não estou defendendo que o cérebro humano seja igual a um eletrônico, mas no momento, este caminho é o melhor que temos, enquanto que o autor, na verdade, não oferece um caminho alternativo susceptível à experimentação.

Acho também que essa conversa de inteligência artificial/consciência vai demorar muuuuuuuuiiiiiitiiiiio para acontecer.

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1 hora atrás, edsonrsg disse:

"Vejamos, um cérebro humano aberto quando tocado com um instrumento em determinado ponto faz o paciente recordar de coisas, então aquele ponto do cérebro parece associado a uma determinada memória da pessoa. Milhares de experiências confirmam isso. 

Acho que isso indica que aquela área do cérebro está relacionada à capacidade de lembrar de determinada coisa. Não necessariamente que existem memórias guardadas ali. 

Além disso. Não garante que essa área seja a única a permitir tal lembrança. Existem também experiências que mostram que quando uma pessoa perde um pedaço do cérebro, outras partes são capazes de assumir funções da área perdida. 

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De abelhas e homens...

Quantiquismos, filosofanças, hermeticagens, intelectuações...

Fiz recentemente mais um curso sobre meliponicultura (criação de abelhas nativas). O mais interessante é como elas "enxergam" o mundo, como os espectros de cores parecem para elas.  Claro que a "interpretação" das cores varia de animal para animal e nós humanos temos tambem o nosso jeito de ver e sentir o mundo...

E o porque deste papo sobre abelhas nativas e cores?

Porque depois de ler  sobre seta do tempo, dualidades e outras coisas dá para concluir que tudo isso poder estar sendo interpretado dum jeito totalmente errado e que talvez estejamos vendo o universo dum jeito distorcido e aberrante  ao ponto do absurdo pois vemos e sentimos tudo do nosso jeito...

Já que quase todos aqui estão no rumo do "se", do "quem sabe", do "talvez" ou "vai que numa dessas é assim", talvez estejam todos errados, todos chutando pra todo lado, em exercícios mentais baseados em interpretações estapafúrdias do que nossos sentidos vêem. Um vale tudo intelectual que  serve para pelo menos nos fazer parecer menos ignorantes. É divertido sem dúvida mas com certeza não se chega a lugar nenhum - salvo é claro na arrogância de  se ter certeza sobre algo...

Para as abelhas o universo não é nadica parecido com o que vemos...

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Estes dias li que as abelhas, diferente do que se pensava, não são estúpidos insetos. Depois de muitas experiências viu-se que elas "aprendem". Isso mesmo, abelhas aprendem com suas próprias experiências.

E o mais impressionante é que elas chegaram a soluções que os cientistas não tinham sequer imaginado. Orgânicos são assim. Já a IA como esperamos e desejamos está muito longe. 

 

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O impressionante tambem é que aquilo que UMA abelha aprende é imediatamente passado ao enxame. Numa "internete" feronômica...

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Em 17/03/2017 at 18:20, Atik Yomin disse:

Calma, Sandré, cê póde comprar uma para deixar em casa; é só a patroa não descobrir :P

http://www.dreamdolldiffusion.com/

Cada vez mais inteligente a inteligência artificial...qualquer dia só vão fornecer sexo se lhe prometerem casamento primeiro

http://www.cmjornal.pt/insolitos/detalhe/robo-de-sexo-gosta-de-ser-seduzida-primeiro?ref=Bloco_CMAoMinuto

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Em 17/03/2017 at 16:34, Heidegger disse:

De modo algum. Estamos vivendo tempos de revolução do conhecimento, por isso, não se pode confinar certos campos a áreas confessionais. 200 anos atrás os teólogos tinham de ser de alguma confissão de fé. Mas como teologia é ciência, não há necessidade de alguém professar fé para exercê-la. Veja o casso popular de Bart Ehrman. Um ateísta confesso e dos mais capazes teólogos em manuscritos da antiguidade. 

Na Europa ser teólogo é tão comum quanto ser engenheiro, médico, etc. No Brasil sempre assusta. Lembro-me quando disse em 1978, numa conferência luterana no RS, que não precisava de fé para abordar o pensamento de Paulo quanto a necessidade de alguém ser uma "nova criatura" (2 Coríntios 5:17), a partir do evento Cristo, porque poderia ser entendido moralmente. Houve um burburinho imediato. Hoje em dia há sociólogos, filósofos e teólogos ateístas em seminários católicos e protestantes no Brasil. Mas a maioria ainda é confessional.

Bart era teólogo, agora está mais para um historiador/filósofo pois como era evangélico, muito provavelmente escolheu o curso também por sua fé. Teologia não é e nunca será ciência, assim como História, Sociologia, etc. Ou seja, é ciência somente enquanto estudo como fenômeno social/cultural.  Na Europa a teologia é tratada com estudo do divino em uma ampla gama de religiões, ou seja, um amálgama de filosofia com história, mas você pode estudar em uma ordem religiosa particular com o viés da fé também. Assim como a História, Filosofia, sociologia, ela  tem um valor social imprescindível para o conhecimento humano, mas a teologia pode ser muito bem uma parte da mitologia, só não o é justamente por causa da fé, he he.
Isso sem contar os incontáveis cursos de teologia que são mesmo uma pregação deslavada. 

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E desde quando ter fé retira a condição mitológica de algo? Se eu tiver muita fé em Odin muda alguma coisa no sentido de torná-lo real ?? 

Sobre Teologia eu penso que essa disciplina deveria ser o aprendizado sobre as histórias das religiões na saga humana, como nasceram, como cresceram, quais influências exerceram e exercem na humanidade, quais as mais comuns, quais as mais exóticas, quais as mais ricas, mais pobres, quais as que não "vingaram", quais os grandes acontecimentos que marcaram história envolvendo-as, etc, etc. Ser um teólogo formado, em princípio,  no meu entendimento deveria ser isso. Ser um expert e entender tudo de cristianismo e apenas cristianismo, por exemplo, não deveria ser suficiente para dar um diploma de teólogo à ninguém. O mesmo vale para o mais alto e profundo conhecedor e estudioso do islã. Obviamente que na descrição que fiz acima há perfeitamente a possibilidade da pessoa se formar em teologia nos moldes gerais e depois se especializar numa religião específica a seu gosto. 

Editado por Russell
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7 minutos atrás, Russell disse:

E desde quando ter fé retira a condição mitológica de algo? Se eu tiver muita fé em Odin muda alguma coisa ?? 

E você tem??

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Eu não tenho, mas as pessoas usam esse argumento e acham que muda a realidade. E como vc escreveu que a teologia poderia ser uma parte da mitologia e só não é por causa da fé das pessoas, eu fiz a pergunta usando hipoteticamente o Odin. 

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19 minutos atrás, Russell disse:

Eu não tenho, mas as pessoas usam esse argumento e acham que muda a realidade. E como vc escreveu que a teologia poderia ser uma parte da mitologia e só não é por causa da fé das pessoas, eu fiz a pergunta usando hipoteticamente o Odin. 

Me referi a academia e não a pessoas que resolvem adorar um deus já aceito como mito pela sociedade em geral,  o chamado senso comum (as mesmas que acham que opiniões acadêmicas na área de humanas estão no mesmo patamar que os leigos, he he) . E as pessoas usam esse argumento com os deuses que não são considerados mito.  A Academia deveria tratar todos os deuses como tal, não o fazem porque?

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2 horas atrás, Russell disse:

Obviamente que na descrição que fiz acima há perfeitamente a possibilidade da pessoa se formar em teologia nos moldes gerais e depois se especializar numa religião específica a seu gosto. 

Depois deste entendimento, nem preciso fazer uma refutação, mas preciso te explicar. O que você está dizendo já existe e pode ser feito em cursos de Religião Comparada. No Brasil não há uma formação específica tão ampla, mas apenas algumas muito poucas instituições que aplicam esta disciplina.

Entenda. Seminários não ensinam teologia. Seminaristas aprendem sobre suas tradições. Assim é com católicos, protestantes e evangélicos. Estes últimos assistem mais palestras do que aulas, propriamente. Teologia é reflexão filosófica sobre ideias religiosas. Pode-se ter fé ou não. As coisas são sistematizadas e tratadas pelo método científico. Em nível de doutorado fica mais fácil enxergar por que teologia não necessita de fé.

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3 horas atrás, Dimas B L disse:

Bart era teólogo, agora está mais para um historiador/filósofo pois como era evangélico, muito provavelmente escolheu o curso também por sua fé. Teologia não é e nunca será ciência, assim como História, Sociologia, etc. Ou seja, é ciência somente enquanto estudo como fenômeno social/cultural.  Na Europa a teologia é tratada com estudo do divino em uma ampla gama de religiões, ou seja, um amálgama de filosofia com história, mas você pode estudar em uma ordem religiosa particular com o viés da fé também. Assim como a História, Filosofia, sociologia, ela  tem um valor social imprescindível para o conhecimento humano, mas a teologia pode ser muito bem uma parte da mitologia, só não o é justamente por causa da fé, he he.
Isso sem contar os incontáveis cursos de teologia que são mesmo uma pregação deslavada. 

Sinceramente? Eu estava até gostando de você. Sim. Você estava indo muito bem quando em SILÊNCIO. Viu? Foi só abrir esta escotilha e de lá saíram todas as asquerosidades de momento. 

Se é de Bart Ehrman que você fala, ele "perdeu" a fé ainda na adolescência e não durante seus estudos teológicos. É. Você poderia aprender muito comigo, mas... é melhor não. Falar contigo é prata. Não falar é ouro.

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23 minutos atrás, Heidegger disse:

Sinceramente? Eu estava até gostando de você. Sim. Você estava indo muito bem quando em SILÊNCIO. Viu? Foi só abrir esta escotilha e de lá saíram todas as asquerosidades de momento. 

Se é de Bart Ehrman que você fala, ele "perdeu" a fé ainda na adolescência e não durante seus estudos teológicos. É. Você poderia aprender muito comigo, mas... é melhor não. Falar contigo é prata. Não falar é ouro.

Você é só papo mesmo.  Gostando nada, aprender só se for a ser arrogante e preconceituoso. E não fale mais do que não sabe:
"Durante seus estudos de pós-graduação, no entanto, ele ficou convencido de que há contradições e discrepâncias nos manuscritos bíblicos que não poderiam ser harmonizados ou reconciliados. Ele permaneceu um cristão liberal por 15 anos, mas depois se tornou um ateu agnóstico depois de lutar com os problemas filosóficos do mal e do sofrimento. [1]"

https://en.wikipedia.org/wiki/Bart_D._Ehrman

Aliás prata e ouro são tão descartáveis quanto seus trocadilhos toscos, he he.

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