KamiKiller

"Quem inventou o Cristianismo?"

20 posts neste tópico

Quero dizer que criei este tópico pq acho que pode gerar um debate interessante -_-^_^

O IzzyNobre enviou um vídeo chamado "Quem inventou o Cristianismo?", e o Nando Moura que adora uma treta lançou um desafio ao canal Dois Dedos De Teologia para que eles refutassem o que o IzzyNobre estava dizendo, e eles fizeram. São vídeos meio longos mas acho que vale a pena assistir.

Obs: Se quiserem podem pular o vídeo do Izzy e ver só o ultimo que já resume tudo.

 

 

O que acham dos argumentos de ambos os lados???

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Foi uma jogada de mestre o inventor do comunismo. :P

Nada melhor do q se apropriar do trabalho alienado alheio e inventar q é tudo pro $ocial, hehe.

 

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15 horas atrás, Ricardo Sandre disse:

Foi uma jogada de mestre o inventor do comunismo. :P

Nada melhor do q se apropriar do trabalho alienado alheio e inventar q é tudo pro $ocial, hehe.

 

Jogada de mestre é do capitalismo que se apropria de tudo e tu fica sem nada. Hehe 

Se a casa cair, cai é para o teu lado, não do deles. Hehe

:)

 

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Em 04/01/2017 at 08:17, Poccnn disse:

Jogada de mestre é do capitalismo que se apropria de tudo e tu fica sem nada. Hehe 

Se a casa cair, cai é para o teu lado, não do deles. Hehe :)

Cada um usa as armas q tem, hehe. Católico$, protestante$, capetalista$, comunista$ ... :D

Pelo menos o capetalista não promete o paraí$o, não tem $alvação e não ecziste almoço gráti$. O $ol não nasce pra todos. Som na graça. :P

https://www.letras.com/noel-rosa-musicas/1590545/

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Em 04/01/2017 at 08:17, Poccnn disse:

Jogada de mestre é do capitalismo que se apropria de tudo e tu fica sem nada. Hehe 

Se a casa cair, cai é para o teu lado, não do deles. Hehe

Deles quem? E hoje você não tem nada? Só por curiosidade.

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53 minutos atrás, lonewolf disse:

Deles quem? E hoje você não tem nada? Só por curiosidade.

Falo de crises econômicas. Quem é que sempre paga o pato?

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24 minutos atrás, Poccnn disse:

Falo de crises econômicas. Quem é que sempre paga o pato?

Seja em qualquer regime geralmente, é o povo. Mas aqueles que fazem parte do estado geralmente não passam por nenhuma crise, isso também em qualquer regime.

Um exemplo de como qualquer governo geralmente sacrifica o cidadão em época de crise, é o governo da venezuela, que tem intenção de trazer trabalhos forçados agrícola para o povo (principalmente da iniciativa privada) a fim de combater a fome no país que foi devastado pelo assistencialismo e populismo.

 

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23 horas atrás, Poccnn disse:

Falo de crises econômicas. Quem é que sempre paga o pato?

Eu gosto de pato no tucupi, hehe

Veja como é q se cozinha o pato. :D

 

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Em Monday, January 02, 2017 at 23:05, KamiKiller disse:

Quero dizer que criei este tópico pq acho que pode gerar um debate interessante 

Nao.

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Em 06/01/2017 at 19:01, Max Delacroy disse:

Nao.

Pois é, eu gostaria de saber o que outros ateus pensam sobre o tema mas não foi dessa vez ;-;

 

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Não assisti o vídeo inteiro. Falou-se até agora do contexto histórico-literário em que se desenvolvem os relatos bíblicos, mas talvez você tenha notado a falta da ambientação das próprias ideias religiosas do monoteísmo israelita e, por conseguinte, do próprio cristianismo em seu início. Ao falar do sagrado e do conceito que sobre a divindade possuem as culturas antigas, é preciso levar em conta a existência nelas de um modelo de concepção e consequentemente de um estilo de expressão peculiar.

No panteão do antigo Oriente Próximo destacam-se, em primeiro lugar, as divindades de origem celeste, diretamente identificadas com o próprio céu, com os astros ou com fenômenos atmosféricos. O deus do céu por excelência existe no plano de fundo de todas essas culturas, embora apareça como um elemento distante e pouco ativo, apesar de sua posição indiscutível, que lhe dá preeminência sobre outras divindades. O ''mito'' que é atribuído ao nome de Jesus no cristianismo citado no vídeo se dá através de uma personalização simbólica do mundo, isto é, tem-se a noção de desejo, proteção, de permanência naquilo que Deus dá aos que creem. 

O Israel da época patriarcal já tem seu Deus patrimonial. É o deus do clã, que recebe o nome genérico de ''Deus do pai'' (Deus de Abraão, Deus de Isaac, Deus de Jacó). Ignoramos sua natureza exata, mas todos os indícios permitem relacioná-lo com um deus celeste e provavelmente com um ser supremo que em outros povos semitas passou para segundo plano. É provável que um de seus nomes fosse O Shadai (Gênesis 17,1; Ex 6,3). À medida em que o clã abraâmico vai se assentando, seu deus celeste tende a ser identificado com a figura de El, o que parece significar que tinha traços comuns. Às vezes esta identificação ou ''interpretação'' tem um caráter localista em relação a determinados santuários ou lugares de culto, avalizados primordialmente no relato bíblico do Antigo Testamento por alguma teofania. Ao lado das divindades de origem celeste, no Oriente Próximo, aparece outra série delas, de caráter claramente terrestre, relacionadas principalmente com a fecundidade, e inclusive algumas de tipo infernal, que se referem à vida do além; são as chamadas divindades ctônicas. No que se refere aos símbolos da fecundidade, aqui predominam as divindades femininas. Temos, na região da crescente fértil, as deusas Ishtar, Cibele, Bawun. Acredito que a concepção cristã angulou as divindades terrestres, o judaísmo já fizera com a figura de Moisés, porém apenas com o advento do cristianismo é que se tem Jesus e Maria. Estas, entre outras coisas, são as singularidades do Deus da Bíblia, cuja figura irá se perfilando com o tempo e se adaptando através de revelações sucessivas que ocorrem na história do povo judaico-cristão. Vale ressaltar que não havia um isolamento do povo israelita, portanto sua cultura, assim como de outros povos do Oriente Próximo, é um sincretismo dissimulado: por exemplo, são inegáveis as influências de figuras em salmos bíblicos, como é o caso do Salmo 104, claramente inspirado no hino egípcio ao deus Aton; o mesmo se aplica ao sincretismo com as influências pagãs de santos e figuras. 

O termo diferencial, que repete-se incessantemente no Novo testamento, do cristianismo com o judaísmo é agápe. Não é a noção de amor alheia ao Antigo Testamento: o amor a Deus é o primeiro mandamento do Decálogo, e o fundamento de todo ele. Mas não é comparável ao peso deste conceito no próprio núcleo do cristianismo. Amor a Deus, é claro; porém a criação é um ato de amor efusivo — Deus cria realidades que serão amadas —, amor entre as três pessoas da Trindade, amor entre os homens como filhos de Deus e irmão, que se estende aos inimigos. Na I Epístola de São João estão os textos mais explícitos, basta lê-los a seguir: ''Amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus, e todo o que ama, de Deus nasceu e conhece a Deus. Quem não ama não conheceu a Deus, porque Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus em nós, em que enviou ao mundo seu Filho unigênito para que vivamos por ele. [...] Deus é amor, e quem permanece no amor, em deus permanece, e Deus nele.'' (I João 4,8, João 4,16). A teologia insistiu sempre no amor de que Deus é sujeito e deve ser objeto. Ama e é amado, e nisso se funda o amor entre os homens. Mas a afirmação de São João tem outro alcance: diz o que é Deus, sua ''consistência'', poderíamos dizer. Pensa-se suficientemente nisso? A enumeração tradicional dos atributos de Deus não deixa fora essa estranha forma de realidade que é o amor? Penso que é causa disto a ausência de uma interpretação adequada ou monolítica do que é o amor na bíblia. Não se tem uma consistência determinada de Deus, vez que ele é sua própria consistência. Poderia ser isto o ponto de partida para tentar compreender o culto cristão, a sua realidade divina. Receio que tenha pesado excessivamente a herança conceitual do pensamento, alheio à revelação cristã, referido primeiramente a sua grande descoberta imperecível, a sua consistência das coisas. Desde que Parmênides chega à noção de eón, o que será o ón, ens, ente, o que é, se descobre algo decisivo: a consistência. As coisas consistem, este é o achado genial, prévio à determinação de em que consistem, desta maneira, se chegará ao conceito aristotélico de ousía, substância, que seria no mínimo covardia para um cristão abdicar de reflexões sobre a consistência de seu Deus. Isto acontece sem sair da realidade diretamente conhecida pelo homem. A vida humana não é coisa alguma, é um acontecer, um drama projetivo. A pessoa humana se contrapõe a toda coisa, é feita de irrealidade, de projeção imaginativa para o futuro, vai além de todos os conceitos adequados para a compreensão das coisas. Deus, diante deste drama, se impõe como uma sombra da eternidade. 

O homem, na perspectiva judaica, é uma realidade inconclusa, se é homo viator, o termo da viagem tem que ser a plenitude de suas possibilidades, a maturidade e integridade do projeto de alcance a Deus no paraíso. Esquece-se demasiadamente, na interpretação de muitos cristãos, que a religião é um atributo exclusivo da vida pessoa. Bastaria isso para reconhecer o caráter único do homem, que citei no parágrafo anterior, radicalmente distinto de toda realidade material. É assombroso a que ponto grande parte do que se chama ''ciência'' ou ''pensamento científico'' passa por cima das máximas evidências humanas. O sentido de toda religião, o fato da possível religiosidade, está ligado à condição de pessoa, fora da qual nem sequer é concebível. Me atreveria a dizer algo mais. O cristianismo consiste na visão do homem como pessoa. Não se o pensou assim, apenas se começou a fazê-lo, ainda de maneira muito insuficiente, porque é estranhamente escasso o que se pensou sobre essa realidade que somos; porém o cristianismo o viveu sempre foi fiel a si mesmo, e cada cristão, até o menos teórico, vive pessoalmente sua religião se esta é sincera e faz parte de sua vida. O surpreendente é a coerência dessas vivências ''elementares'', acessíveis a todos, com que o pensamento filosófico põe a descoberto ao aproximar-se da noção de pessoa. Teria-se que acrescentar algo mais: na medida que toda religião supõe que se trata de pessoas, que os homens vivem como tais, em certa medida, com maior ou menor clareza e profundidade, todo homem cristão participou dessa visão de si mesmo. E isto tem sido a base de toda relação entre grupos humanos diferentes e alheios; pode-se descobrir como os ''descobrir como os encontros entre fações desconexas da humanidade têm sido possíveis sobre a base comum de sua vária religiosidade, ainda que em seu conteúdo concreto haja sido causa ou pretexto de divisões e enfrentamentos em certas ocasiões de extrema violência. Precisamente por ''se entenderem'' em um terreno comum, os homens se puderam chocar por suas diferenças, como uma contradição lógica. Tudo isso fez parte durante dois milênios de perspectiva cristã, foi transmitido, de maneira não teórica, escassamente conceitual, a milhões de homens mulheres — desde crianças geralmente —, foi a interpretação básica de suas vidas e, não menos da realidade projetiva total. O modo de sua instalação no mundo e como a vida humana é interpretação de si mesma, os cristãos inventam o cristianismo, a história simploriamente humana traça o cristianismo paralelamente ao seus avanços e retrocessos, este esquema tem sido durante séculos um elemento dessa realidade mesma em grande parte do mundo. 

Se você assistiu o vídeo inteiro, então provavelmente terá um tempo a dar para a resposta que aqui deixei com atenção. Obrigada. 

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55 minutos atrás, Livia disse:

[A] criação é um ato de amor efusivo — Deus cria realidades que serão amadas —, amor entre as três pessoas da Trindade, amor entre os homens como filhos de Deus e irmão, que se estende aos inimigos. (...) ''Amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus, e todo o que ama, de Deus nasceu e conhece a Deus. Quem não ama não conheceu a Deus, porque Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus em nós, em que enviou ao mundo seu Filho unigênito para que vivamos por ele. [...] Deus é amor, e quem permanece no amor, em deus permanece, e Deus nele.'' (I João 4,8, João 4,16). 

Lendo isso, é curioso ver a vontade (visceral) surgir a ponto de considerar uma reconversão ao cristianismo. O canto da sereia é, de fato, tentador. É preciso ser Odisseu e estar bem amarrado ao mastro da razão para não ser seduzido.

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1 hora atrás, Atik Yomin disse:

Lendo isso, é curioso ver a vontade (visceral) surgir a ponto de considerar uma reconversão ao cristianismo. O canto da sereia é, de fato, tentador. É preciso ser Odisseu e estar bem amarrado ao mastro da razão para não ser seduzido.

É compreensível que muitos percebam essa inquietação, dúvida e angústia ante essa certeza. Segue mais um excerto tentador do Evagelho de São João: ''Nele havia vida, e a vida era a luz dos homens, e a luz brilha nas trevas, e as trevas não a acolheram''. 

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48 minutos atrás, Livia disse:

É compreensível que muitos percebam essa inquietação, dúvida e angústia ante essa certeza.

Não que isso seja, no meu caso, algo consciente; talvez diga respeito a alguma reminiscência submersa que vem à tona, daquilo que o tempo passado legou através da lembrança dos momentos de alegria compartilhada com a tribo de fé, talvez mera ilusão de óptica, saudades de um tempo inexistente. Como Nietzsche escreveu: “convém vestir luvas antes de ler o Novo Testamento”.

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Talvez seja só eu, mas não consigo ler nada da Bíblia que considere bonito ou que me fizesse considerar uma ''conversão ao cristianismo''. Tudo que vejo é uma história estúpida, inclusive a de Jesus, entre uma ou outra coisa ''bacana'' que ele fala, existe uma infinidade de loucuras, como falar que ao expulsar um demônio do corpo ele voltara com mais sete demônios ou que se deve cortar a mão fora pq é melhor entrar no céu sem mão do que não entrar. Os escritos de Paulo também, tudo que vejo são palavras de um doido que parece ter raiva do mundo e que imagina que a humanidade só é feita de pessoas imorais, menos os cristãos. E os vídeo e livros que li que tentam explicar essas passagens não ajudam em nada a mudar esta minha percepção. Fico surpreso quando dizem que a Bíblia é o guia moral Ocidental e um livro importante e belo, não consigo achar isso, por mais que eu tente, tente e tente...

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10 horas atrás, KamiKiller disse:

Talvez seja só eu, mas não consigo ler nada da Bíblia que considere bonito ou que me fizesse considerar uma ''conversão ao cristianismo''. Tudo que vejo é uma história estúpida, inclusive a de Jesus, entre uma ou outra coisa ''bacana'' que ele fala, existe uma infinidade de loucuras, como falar que ao expulsar um demônio do corpo ele voltara com mais sete demônios ou que se deve cortar a mão fora pq é melhor entrar no céu sem mão do que não entrar. Os escritos de Paulo também, tudo que vejo são palavras de um doido que parece ter raiva do mundo e que imagina que a humanidade só é feita de pessoas imorais, menos os cristãos. E os vídeo e livros que li que tentam explicar essas passagens não ajudam em nada a mudar esta minha percepção. Fico surpreso quando dizem que a Bíblia é o guia moral Ocidental e um livro importante e belo, não consigo achar isso, por mais que eu tente, tente e tente...

A beleza está nos olhos de quem a vê. :P

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O próprio nome “bíblia” significa “conjunto de livros”, ou “uma pequena biblioteca”. É natural assim que abunde falta de coesão – ainda que os crentes forcem uma coesão inexistente, e torçam as palavras lá escritas até saírem sangue. Há livros melhores? Possivelmente. Há livros piores? Certamente. Paulo Coelho é um exemplo :ph34r:

O problema de colocar tais escritos como totalmente vis é análogo ao de divinizá-los, como o fazem os crentes: sendo um livro (ou conjunto de livros) escrito por pessoas de carne e osso, é natural que ele contenha muitas coisas erradas no meio de muitas (ou pelo menos algumas) coisas certas. Segue meu capítulo favorito de toda a bíblia, Eclesiastes 3, tradução Almeida Revista e Corrigida:

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu:  tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora; tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz.

Que vantagem tem o trabalhador naquilo em que trabalha? Tenho visto o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os afligir. Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs o mundo no coração deles, sem que o homem possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até ao fim.  tenho conhecido que não há coisa melhor para eles do que se alegrarem e fazerem bem na sua vida; e também que todo homem coma e beba e goze do bem de todo o seu trabalho. Isso é um dom de Deus. Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar e nada se lhe deve tirar. E isso faz Deus para que haja temor diante dele. O que é já foi; e o que há de ser também já foi; e Deus pede conta do que passou.

Vi mais debaixo do sol: no lugar do juízo, impiedade; e no lugar da justiça, impiedade ainda. Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo intento e para toda obra. Disse eu no meu coração: é por causa dos filhos dos homens, para que Deus possa prová-los, e eles possam ver que são em si mesmos como os animais. Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais; a mesma coisa lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego; e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade. Todos vão para um lugar; todos são pó e todos ao pó tornarão. Quem adverte que o fôlego dos filhos dos homens sobe para cima e que o fôlego dos animais desce para baixo da terra? Assim que tenho visto que não  coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua porção; porque quem o fará voltar para ver o que será depois dele?

(Lembrando que aqui o termo “Deus” póde ser visto figurativamente, ou simplesmente ignorado)

 

Schopenhauer curtiu...

Frase+Nietzsche+Schopenhauer+3.jpg

 

E Pete Seeger também:

 

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9 minutos atrás, Atik Yomin disse:

Schopenhauer curtiu...

Falando nele: 
 

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