Nero

O casamento é uma instituição divina, ou falida?

286 posts neste tópico

É o casamento uma instituição divina, criada por Deus, como dizem os religiosos, ou é algo... bem... O que é? Com a palavra, digam os senhores.

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6 minutos atrás, Nero disse:

É o casamento uma instituição divina, criada por Deus, como dizem os religiosos, ou é algo... bem... O que é? Com a palavra, digam os senhores.

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Falida é o oposto de Divina?:blink:

Pode reformular a questão?

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Casamento é uma união estável entre um homem e uma mulher, existe no mundo todo, então não tem nada a ver com a deidade da vizinhança nem com este bolinho cafona. Sou casado há cerca de 35 anos, é para mim essencial para viver, ter pessoas amadas, ter uma vida afetuosamente bem provida.

Tenho pena das pessoas que ficando mais velhas são sozinhas porque na juventude não quiseram casar, pensavam que isso lhes tiraria a liberdade. Liberdade é uma coisa interessante, tenho sempre liberdade de fazer isto ou aquilo, mas quando faço isto perco a opção daquilo. Quando compro uma camisa azul, abri mão da liberdade de usar uma esverdeada. Todas as opções na vida eliminam a liberdade teórica naquele campo, mas, por outro lado, apresentam um novo nível de escolha, ou seja, uma escolha mata uma liberdade e faz nascer outra.

Casar na igreja, aí já é outra coisa. Ateu que casa na igreja não é ateu, é um fingidor, pois casa na igreja, batiza os filhos, etc.

 

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10 minutos atrás, Ivan de Almeida disse:

 

Casar na igreja, aí já é outra coisa. Ateu que casa na igreja não é ateu, é um fingidor, pois casa na igreja, batiza os filhos, etc.

 

Eu casei na igreja porque isso para mim nem me aquece nem me arrefece (fingi portanto) mas para a minha esposa (crente) era algo que lhe dava prazer e como eu podia dar isso para ela, eu dei. Por estas paragens a maioria das pessoas faz isto mais por tradição/ritual/celebração festiva do que por ser algo com conotação religiosa.

Mas não batizei meus filhos, pois não quero impor religião a ninguém.

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4 horas atrás, Sisiphus disse:

Falida é o oposto de Divina?:blink:

Pode reformular a questão?

Sisiphus,

Saudações,

Desculpe-me pela palavras mal colocada. Acho que o quis dizer é que se existe um Deus que criou/projetou a família, porque a maioria delas (das famílias) não deram certo. Parece que as pessoas que nasceram e cresceram em lares problemáticos, ou ainda sem nenhum apoio familiar são as mas bem-sucedidas no mundo. Digo isso em comparação a pessoas que, supostamente, tiveram uma melhor educação...

Eu conheço um casal que pode se dizer, é, digamos, "padrão". Vivem aparentemente bem, tranquilamente, mas... O avô era um fora da lei, o pai um canalha, a mãe metida a coisas com ocultismo... E por aí vai... O filho é tem um alto cargo em uma empresa. Vai entender...

 

 

 

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O Nerinho...

Por que, supondo um deus, quer medi-lo com seu padrão de medida?

Pense bem, não é insano usar seu critério para medir um deus? O que este deus deve a você? Eu acho que nada. Ou você é maior que o tal deus?

Veja, não estou defendendo deísmo nenhum, estou dizendo que este argumento retorcido do Nerinho não faz sentido nenhum.  Você quer julgar o deus que referencia seu, ah... raciocínio, vamos fingir que isto é raciocínio...

Estas questões não podem ser julgadas assim. É muito tola a negação de deidade com pequenas comparações com o cara da esquina.

Acredita? Ok. Não acredita? Ok também. Isto não é coisa para a qual caiba julgamento alheio, julgamento usando uma, digamos, miniatura de comparação.

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O casamento foi algo prático para a espécie. Depois do casório ambos podem parar de disputar parceiros para procriar, e o homem tinha quaaaaase uma garantia de que os filhos seriam dele, e a mulher arranjava um para botar a boia na mesa.

O fim do casamento acaba colocando uma pressão sobre a mulher, que acaba por ter que assumir sozinha a função de criar os filhos. Podem haver muito mais divórcios, mas também há uniões que duram uma vida inteira. Há muito mais divórcios porque antes não era tão simples, envolvia a permissão da igreja. Até que a morte os separe não durava tanto tempo também :D a expectativa de vida era bem menor. 

14 horas atrás, Ivan de Almeida disse:

Estas questões não podem ser julgadas assim. É muito tola a negação de deidade com pequenas comparações com o cara da esquina.

Acredita? Ok. Não acredita? Ok também. Isto não é coisa para a qual caiba julgamento alheio, julgamento usando uma, digamos, miniatura de comparação.

Diz ai ivan, quais questões devem ser julgadas? O que podemos discutir? O que é tolo e o que não é? Viver dizendo qual assunto é tolo, ... é ser tolo?

Claro que cabe julgamento alheio, temos liberdade total de criticar qualquer ideia. E para que seguir um deus imaginário que não resiste a simples indagações?

Para as pessoas que acreditam, as provas fornecidas foram suficientes, para a maioria de nós aqui não. Se qualquer um, de qualquer religião vir aqui e quiser discutir suas evidências e crenças, é um direito dele, assim como é o nosso discordar e expor porque discordamos. 

Só prestar atenção, os que acreditam é que geralmente abrem tópicos sobre religião, por estarem com dúvida ou por simplesmente quererem nos convencer. E estão certos, tudo pode ser debatido e ideias tem que ser expostas. A inquisição acabou há muito tempo, aceita que doí menos ivanildo. Ou mude pra o Irã, Arabia Saudita, lá não se pode discutir religião, e se abandonar vai preso ou morto.

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Seu lobinho, se notar, é assunto que debato pouquíssimo, pois não tenho argumentos nem para um lado, nem para o outro. Apenas vivo, apenas presto atenção à presença. Apenas presto atenção aos afetos. Não tenho argumentos para provar a inexistência de um nível transcendente da existência, não tenho argumento para provar a inexistência desse nível transcendente. Nossa existência é tão louca em termos de acidente no universo que só espanta.

Por paradoxal que seja, hoje entendo que o verdadeiro ateísmo (ateísmo é palavra menor para o assunto) é simplesmente ter deixado de lado o assunto, pois aquilo que realmente não cremos não é assunto (por isso comparei ao Papai Noel, já viu alguém debater o Papai Noel? Só criancinhas onde, pela idade, uns ainda acreditam e outros não, depois, desacreditado, não há mais esse debate). De certa maneira, o ateísmo afirmativo é uma atitude religiosa (ou des-religiosa, se quiser, mas bem ou mal relacionada -negativamente- com a religião)

Há sim esferas de debate sobre assuntos como a existência, o todo, etc, mas Papai Noel, Deus de Barba Branca, etc, não.

Aliás, quando meu filho era bem novinho acreditava, pois nós o queríamos bem criança e fazíamos surpresa de Natal. Morava num prédio onde morava uma menina da idade dele, não lembro o nome, por quem ele era claramente atraído. Um dia entramos no elevador, ele falou com ela sobre presentes e Papai Noel e ela lhe disse que o Papai Noel não existia. Nós vimos isso acontecer, não nos metemos na conversa, pois cada idade encontra sua verdade.

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1 hora atrás, Ivan de Almeida disse:

não tenho argumento para provar a inexistência desse nível transcendente

Não é possível provar inexistência, somente existência. Quem alega é que tem o ônus da prova.

Todos os mitos que temos hoje, foram crenças que pessoas julgavam realmente existir. Desde Santa Claus, até fadas, unicórnios, duendes, gnomos, todos eram crenças como qualquer deus venerado hoje. 

O problema é que não se passam leis baseados na ideia de que um gordo com um saco de presente que desce por chaminés. 

Ou mesmo obrigar que a magia do natal seja ensinada nas aulas de ciências, assim como fazem com criacionismo como alternativa "equiparável" a evolução.

Ou que não se deve fazer estudos por células troncos por ser contra a doutrina.

Quando papai noel decidir que relacionamento é abominação. Até quando deve ficar comprometido com alguém ou se podem se separar.

Se por acaso templos venerando o bom velhinho ganharem isenção de impostos e outras taxas, e comprarem estações de tv, rádio, na tentativa de tornarem as pessoas novamente em zumbis que só dizem feliz natal e quiserem novamente censurar quem não acredita.

Quando a bancada do papai noel estiver presente no senado, será sim necessário discutir sua existência, enquanto ele for distração para ganhar presentes, não?

Existem n motivos para debater uma crença quando ela quer comandar sua vida e a sociedade. 

Isso que deve entender ivanildo, debatemos o que as pessoas estiverem dispostas a debater, se não quiser participar ignore. Mas existem motivos práticos em não deixar que uma opinião sobre a existência de uma divindade domine a conduta da sociedade. 

A maioria dos preconceitos de hoje foram estimulados e sancionados pela igreja, até a escravidão foi defendida com base no que foi escrito na bíblia. Acho que está mais do que claro não está? 

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"Ônus da prova". Eita besteirol. Ônus da prova é uma coisa específica de julgamento criminal. Ou seja, a pessoa só pode ser condenada com sua culpa provada, não suposta e nem mesmo provável. Mas é só no criminal que o ônus da prova é essencial. Muitas outras áreas jurídicas não exigem a prova, consideram a situação, etc.

No caso discutido, aí é mais gaiato ainda, pois nem no ^campo da Ciência se considera que exista coisa provada. Prova científica implícita em vário pressupostos não provados, entre os quais a separação da coisa do resto da existência, a adoção de teorias como base (teorias que para este assunto se considera fixadas, mas noutro nível não, são só teorias). Enfim, é tão primitiva sua resposta, seu Lobinho...

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14 horas atrás, Andrews.Friend disse:

Casamento é algo arcaico. As coisas mudaram muito, há mais números de divórcio hoje que antigamente.

punheta é que é arcaico, e no entanto...

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3 minutos atrás, Atik Yomin disse:

Casamento é sa(n)grado... até que a morte os liberte :lol:

Dãaaannn. Bobajol infantil.

Já foi casado? Estou perguntando serio.

Já teve namorada por longo tempo?

O que você já viveu desse assunto?

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Agora, Ivan de Almeida disse:

Dãaaannn. Bobajol infantil.

Pô, cara! Cadê o bom humor, cassete?!?!

Eu, hein! Fui!

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Dizer bobagem é bom humor? risos. "Aí, aceita a bobagem como legal porque é brincadeira!"

Não respondeu. É casado? Tem namorada? Já teve?

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A piadinha do bolo, essa então é de uma babaquice ímpar. A mulher é "a cruel"  que decepou a cabeça do homem. O homem é a vítima do casamento na piadinha. Ô machismo velho! Cacete, só prova não compreender as mulheres, não amá-las, não aceitá-las.

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1 hora atrás, Ivan de Almeida disse:

Lonezinho, vê se faz um tratamento para deixar de ser chato. Aprenda a conversar.

kkkk Não ainda. Mas não posso fazer o seu porque não está funcionando pra você. rsrsrs Porque você pq muito é chato indo em todos os tópicos censurando os outros, quando ninguém censura seus tópicos sobre ladrilho, fotografia, yoga, transe, etc... 

59 minutos atrás, Ivan de Almeida disse:

"Ônus da prova". Eita besteirol. Ônus da prova é uma coisa específica de julgamento criminal.

E somente um jeito de se falar. Mas é um modo de se tratar qualquer alegação.

Por exemplo, digamos que eu diga que transei com a Luana Piovanni. Você pode acreditar ou não, mas não cabe a você arranjar evidências de que eu não me dei bem. Cabe a mim que abri a boca, mostrar evidências de que pelo menos a conheço. Fotos de nós 2 juntos, mensagens no celular, isso para ficar um pouco mais crível. E se possível algo mais intimo.

Isso vale para qualquer coisa da vida, você alega algo, cabe a você demonstrar que é verdade. Se não as pessoas podem sim duvidar, discordar e isso é um julgamento que fazemos a todo momento. Seja para aquele cara que diz que pega todo mundo, ou para aquele cara que diz que conversa com uma divindade entendiada criadora de universos.

 

1 hora atrás, Ivan de Almeida disse:

No caso discutido, aí é mais gaiato ainda, pois nem no ^campo da Ciência se considera que exista coisa provada.

Na ciência existe evidências, experimentos que colaboram para o maior grau de precisão de uma alegação, hipótese ou teoria. Nada chega ao patamar de teoria sem ter bastante bagagem.

Ciência não tem certeza absoluta, tem graus de certezas. Por exemplo raios tem maior probabilidade de serem fruto de diferença de potencial elétrico do que deuses nervosinhos com humanos. Temos vários indícios que fornecem provas para um fenômeno natural e nenhum para barbudos no monte olimpo. Desde modo a segunda opção é descartada.

Ou até hoje você acredita que raios divinos? Já rezou para não ser atingido por um? Se não, qual motivo de não ter rezado já que a ciência não provou que raios não são a irá divina?

Ciência não é portanto baseada em alegações vazias e que ninguém pode contestar de forma alguma como a religião.

 

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1 hora atrás, lonewolf disse:

Por exemplo, digamos que eu diga que transei com a Luana Piovanni. Você pode acreditar ou não, mas não cabe a você arranjar evidências de que eu não me dei bem. Cabe a mim que abri a boca, mostrar evidências de que pelo menos a conheço. Fotos de nós 2 juntos, mensagens no celular, isso para ficar um pouco mais crível. E se possível algo mais intimo.

Lobinho, caso você tivesse transado com a Luana Piovanni, e fosse uma pessoa bem educada, jamais diria que transou.

Nenhum homem bem educado diz com quem transou, nem uma mulher bem educada diz que transou com fulano. Quem diz que transou é o cara que quer se afirmar e no fundo é um dos atos mais feios do comportamento e das relações humanas.

Só sua escolha de exemplo já é mais que tosca.

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Eu sou uma aberração ou no mínimo uma espécie em extinção.

Careta, hétero, casado a 25 anos com MESMA mulher a ainda compro lingerie pra ela. Fiel a 25 anos.

Mérito dela e meu.

Sou feliz.

Fazer o quê...

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Aliás a foto de início já é machista de montão, aí se soma a manifestação de "se gabar porque transou com a fulana", outra coisa machista e mal-educada.

É engraçado a pessoa debater assuntos mostrando esses lados toscos.

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Nenhum homem bem educado diz com quem transou.

Pois é, principalmente se ela for casada. :P

 

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25 minutos atrás, Ivan de Almeida disse:

Lobinho, caso você tivesse transado com a Luana Piovanni, e fosse uma pessoa bem educada, jamais diria que transou.

Nenhum homem bem educado diz com quem transou, nem uma mulher bem educada diz que transou com fulano. Quem diz que transou é o cara que quer se afirmar e no fundo é um dos atos mais feios do comportamento e das relações humanas.

Só sua escolha de exemplo já é mais que tosca.

Da um tempo ivan, você fingiu que não entendeu o exemplo ou se faz de tonto. E uma hipótese, não uma caso real. Poderia falar qualquer bosta, que ganhei na mega sena, que tenho 3 ferraris, o negócio é que é mais fácil atacar o exemplo do que contra argumentar.

To nem ai quem transou com quem, estou te demonstrando com um exemplo. É tosco, problema é coisa do cotidiano, sempre aparece ciclano dizendo um monte de coisa, até que falou com qualquer deus. Deu para entender? 

O que ta implícito é que se qualquer fulano fala que tem ou fez qualquer coisa, o tal fulano tem que demonstrar que fez ou tem, se não é só boa vontade do ouvinte ignorar ou acreditar. 

Tosco é não ter como contra argumentar e fica falando asneiras.

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