Atik Yomin

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  1. Também poderia ser esse :
  2. Ok. Aqui vai um, o único: Quando for passar férias num ski resort, não coma a neve amarela
  3. "Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.” (Memórias Póstumas de Brás Cubas) E por quê 5 e não 4, ou 6, ou outro nº?
  4. O ódio dos conservadores me enche de alegria
  5. Som no estupro : (Kurt, outro que se matou...)
  6. Um poema pro seu Ivan : Sou um guardador de rebanhos. O rebanho é os meus pensamentos E os meus pensamentos são todos sensações. Penso com os olhos e com os ouvidos E com as mãos e os pés E com o nariz e a boca. Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la E comer um fruto é saber-lhe o sentido. Por isso quando num dia de calor Me sinto triste de gozá-lo tanto. E me deito ao comprido na erva, E fecho os olhos quentes, Sinto todo o meu corpo deitado na realidade, Sei a verdade e sou feliz.
  7. Som na liberdade :
  8. Não acho essa comparação do Boçalnaro com o nazismo, ou Hitler, justa: pelo exposto até agora (depois de décadas como um deputado zero-à-esquerda), pra início de conversa, ele não tem os cojones do Adolfo (mesmo o Hitler tendo só uma bola testicular ). Se estivesse na presidência, provavelmente seria uma pessoa com medo (tendo o congresso todo contra). Um rato, em suma. E sabemos o que pessoas com medo são capazes. Até a "coxinha" Joice Hasselmann é reticente com relação ao "bobalhão":
  9. Póde sim (ou "phode sim"? ). Mas quero ver quando for pular de um prédio, pensando que póde voar :
  10. Até a Coreia do Sul tem seus problemas, atualmente, tava lendo hoje. Não tá fácil pra ninguém : Young South Koreans call their country ‘hell’ and look for ways out By Anna Fifield. January 31, 2016 SEOUL — Don’t be fooled by the bright lights, the zingy K-pop music, the ubiquitous technology. South Korea is, in the minds of many young people here, a living hell — and they’re not going to take it anymore. It’s a place where, according to a growing number of 20- and 30-somethings, those born with a “golden spoon” in their mouths get into the best universities and secure the plum jobs, while those born with a “dirt spoon” work long hours in low-paying jobs without benefits. This Korea even has a special name: “Hell Joseon,” a phrase that harks back to the five-century-long Joseon dynasty in which Confucian hierarchies became entrenched in Korea and when a feudal system determined who got ahead and who didn’t. “It’s hard to imagine myself getting married and having kids. There is no answer or future for us,” says Hwang Min-joo, a 26-year-old writer for television shows. Hwang often goes to work on a Monday morning with her suitcase, not leaving again until Thursday night. She eats at her office, takes a shower at her office, sleeps in bunk beds at her office. “If I finish work at 9 p.m., that’s a short day,” she said. Paychecks come irregularly — or not at all, if the show gets axed — and because she doesn’t have a contract, Hwang wonders when she goes to sleep each night whether she’ll still have a job in the morning. She can make this life work only by living at home with her parents — when she goes home, that is. “If you have enough money, South Korea is a great place to live. But if you don’t . . .” she trails off. Such complaints are common among Hwang’s generation. Their parents lived through South Korea’s astonishing economic rise during the 1960s and ’70s and then saw democracy arrive in the ’80s. But those born after that period of rapid improvement see only the downside: megalithic businesses that provide status and good pay for their employees, with everyone else just muddling through. Since the 2008 financial crisis, many people around the world have lost jobs, homes and hopes. But in South Korea, such losses are felt especially acutely because of the sharp contrast with the heady days of industrialization. The economy is sputtering — growth slowed to 2.6 percent last year — and its slide has been accompanied by an increase in “irregular” jobs that offer no security and no benefits, a trend felt keenly by those trying to get on the job ladder. Almost two-thirds of the young people who got jobs last year became irregular workers, according to Korea Labor Institute figures. Even people at the conglomerates are feeling the pinch, with big names such as Samsung, Hyundai and Doosan laying off workers or calling for early retirement. Amid the gloom, more and more young Koreans are taking to social networks to complain about their plight. There’s a Hell Joseon group on Facebook that boasts more than 5,000 members and a dedicated “Hell Korea” website that posts graphic after graphic to illustrate the awful state of life in South Korea: the long working hours, the high suicide rate and even the high price of snacks. Numerous online forums offer advice on ways to escape. Some help South Koreans apply to the U.S. military, a move that can offer a fast track to U.S. citizenship. Others offer advice on training programs for aspiring welders, a skill that is reportedly in demand in the United States and Canada. And it’s not just an Internet phenomenon. Novelist Jang Kang-myung’s “Because I Hate South Korea” — a fictional work about a young woman who emigrated to Australia — shot to the top of bestseller lists last year. When writer Son A-ram published a piece titled “The Declaration of a Ruined State” in the Kyunghyang Shinmun newspaper, it quickly went viral. “If my life continues this way, I don’t really see much of a future,” says Lee Ga-hyeon, a 22-year-old who has taken time off her law studies to work at a union for part-time workers. “In South Korea, ‘part time’ means working full-time hours at the minimum wage.” While she was studying, Lee worked at McDonald’s and then at a bakery chain, often working six hours a day, five days a week, in addition to studying full time. The rent on her “shoe-box-size” room cost almost half her monthly earnings of $450. “I want to become a certified labor lawyer so that I can help others in similar circumstances,” she said. Not that those with more stable jobs are much happier. In this working culture, 14-hour days are the norm. In 2012, a left-leaning presidential candidate ran on the slogan: “A life with evenings.” https://www.washingtonpost.com/world/asia_pacific/young-south-koreans-call-their-country-hell-and-look-for-ways-out/2016/01/30/34737c06-b967-11e5-85cd-5ad59bc19432_story.html?utm_term=.c009afc755cb
  11. Olha, em teoria, eu prefiro o parlamentarismo. Olhem só: Parlamentarismo volta à cena na pauta nacional Por: Ulysses Gadêlha, da Folha de Pernambuco em 19/07/17 O cenário de crise política também fez ressurgir a discussão sobre o Parlamentarismo no Brasil. Demandado pelo senador José Serra (PSDB-SP), o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), avisou que será instalada uma comissão, em agosto, para analisar e elaborar uma proposta sobre esse sistema. No momento em que se debate a possível queda de mais um presidente da República, a possibilidade do Parlamentarismo traz à tona experiências vividas pelo país.Nessa semana, a ex-senadora e líder do Rede Sustentabilidade, Marina Silva, declarou ao [jornal] O Estado de S. Paulo que o País precisa pensar o “pós-presidencialismo de coalizão”. O presidente do Supremo Tribunal Eleitoral, Gilmar Mendes, em declarações públicas, também acredita que o “Presidencialismo se esgarçou demais”.A primeira experiência de Parlamentarismo do Brasil se deu no governo João Goulart (1961-1964). O País viveu sob o regime durante 17 meses, um período de constantes conflitos institucionais. A ideia de retomar esse sistema só ocorreu, novamente, em 1988, com a Constituição, mas foi rejeitada, principalmente por PDT e PT. Em 1993, um plebiscito também pôs em questão a adoção do sistema, mas a população rejeitou. “É uma alternativa que sempre surge em momentos de crise institucional. Por o País não ter vivido, de forma duradoura, o sistema, imagina-se que essa solução faça desaparecer as crises políticas”, pondera o jurista Lêucio Lemos Filho.Para a cientista política Helcimara Telles, da UFMG, o sistema não condiz com a realidade política do Brasil. “O Parlamentarismo se adequa com democracia do tipo majoritária, mas aqui temos uma democracia consensual. As minorias conseguem representação via o sistema proporcional”, esclarece. Para que o Parlamento tenha condições de deliberar de maneira executiva, é preciso que haja uma quantidade menor de partidos, se possível, um sistema bipartidário.A especialista acredita que a proposta, no momento atual, visa retirar a capacidade decisória do próximo presidente eleito. “Essa discussão ocorre dentro de bastidores e tem baixíssima representação popular. Hoje o ex-presidente Lula tem as maiores intenções de voto, por isso seus opositores pensam propostas do tipo, para barrar possíveis modificações que viriam num suposto governo do PT”, afirma. http://folhape.com.br/politica/politica/politica/2017/07/19/NWS,34945,7,547,POLITICA,2193-PARLAMENTARISMO-VOLTA-CENA-PAUTA-NACIONAL.aspx E mais: Leitores [da Folha de S. Paulo] debatem possibilidade de instaurar o parlamentarismo no Brasil Salutar e importante é a possibilidade do parlamentarismo no Brasil, um modo de o povo se envolver mais na importante eleição para o Poder Legislativo, atualmente coadjuvante frente à eleição presidencial. Como disse uma vez Ives Gandra, melhor a governabilidade sem prazo do que a "não-governabilidade" com prazo. NATHAN LORENZETTI (Araraquara, SP) * Parlamentarismo, com nosso atual sistema político, seria o mesmo que sacramentar a escolha do pior entre piores, apoiado por todos –decisão sem volta. Há mudança rápida do personagem, mas não do processo. O parlamentarismo requer aprimoramento do sistema de escolha, com aplicação de filtros para valer (como ficha limpa, punição partidária, expulsão da vida pública etc.), ou seja, um Congresso depurado. BAYARDE CAMARGO (Brasília, DF) * Contrário ao populismo barato presente no presidencialismo da América do Sul, o parlamentarismo existe faz tempo na Europa e nos países civilizados. Crises, quando existem, são resolvidas em uma semana, com providências rápidas como mudança do chefe de governo ou até mesmo dissolução do Parlamento para novas eleições. Resta explicar ao povão as vantagens do regime parlamentarista antes de inventarem outro plebiscito. Duvido que essa casta podre de políticos vá aceitar essa mudança. VICTOR CLAUDIO (São Paulo, SP) * Sem reforma eleitoral não há possibilidade de implantar o parlamentarismo. Ou alguém acha que devemos entregar o governo na mão dos caciques tabajaras que existem hoje no país? CLEOMAR PESTILLI DA SILVA (São Paulo, SP) http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2017/07/1902387-leitores-debatem-possibilidade-de-instaurar-o-parlamentarismo-no-brasil.shtml