Sisiphus

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Sobre Sisiphus

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    master
  • Data de Nascimento

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Location
    Portugal
  • Interests
    Livralhada, alteres, natureza e heavy metal
  1. Minha mãe me ensinou a não ir com estranhos. Por isso se Deus me chamar eu não vou.
  2. Esperança de sair do poço dos problemas. Esperança (para os crentes do além) de encontrar uma outra vida melhor num outro local. Esperança de acabar com o sofrimento ou o tédio.
  3. Nem todos os atos de vontade são de respeitar. As motivações por detrás desses atos também contam, desculpando, atenuando ou condenando. Muitos suicidios são atos de covardia, ou seja derivados do medo de enfrentar um futuro que se prevê penoso.
  4. Ele estava brincado ou era mesmo estupidamente supersticioso?
  5. Um cético materialista não duvida do facto de o seu corpo ter a capacidade de, quando perante os fenomenos do mundo material, os consegue percepcionar através do seu corpo (sejam sons, cheiros, contactos, imagens, etc) e traduzir essa informação em sensações de prazer ou dor com vista à sobrevivência.
  6. És capaz de ter razão; o comunismo já tinha implodido quase totalmente e só precisavam que alguém abrisse as portas para que a debandada surgisse. Reparem que na ex-urss, não houve praticamente derramamento de sangue; todos, salvo os grandes parasitas do regime, já estavam tão fartos de tantas privações que a mudança se deu naturalmente. Quanto ao cristianismo, fora a Europa (onde as igrejas são para turistas, velhos à espera da guia-de-marcha para o além ou para rituais festivos), ainda parece ter muita força apoiada na fé dos seus seguidores. Contem só o numero de vezes que o Trump mencionou God no seu discurso de tomada de posse. O Brasil é outro exemplo triste dessa resistência. Uma revolução anti-teista global não está para breve, mas continuando o actual progresso economico e cientifico, cada dia que passa, o ateismo crescerá.
  7. Quanto mais sofisticado, obscuro, ritualizado, etc, for o método utilizado maior será o seu efeito placebo; as nossas mentes precisam, sabe-se lá porquê, de serem enganadas a sério, para que esse placebo resulte. Mesmo a ciência serve para isso e não só a superstição. Por exemplo, as cirurgias a hérnias discais, têm sido consideradas por muitos peritos como apenas trazendo cura para as dores de costas através do seu poderoso efeito placebo, ou seja, a cirurgia pouco ou nada curaria ao nível de eventuais lesões na coluna vertebral, mas todo o ritual médico com a sua envolvente cientifica-tecnológica, geraria no doente a convição que graças à cirurgia ficou curado e sem dor. Põe-se portanto a questão de deveremos quebrar a ilusão dos iludidos, em prole da verdade, mas em detrimento da cura. Eu escolho a verdade acima de tudo.
  8. Pior? O Gorbachev deu o golpe final no comunismo moribundo, ainda que não fosse essa a sua intenção. Se o Papa Chico fizer o mesmo com o Cristianismo, eu estarei por aqui bebendo uma cervejola à sua saúde.
  9. "(...) inofensiva tagarelice entre anciãos acadêmicos e crianças." Nietzsche
  10. Eu espero que seja antes o Gorbachev da igreja católica.
  11. Depois de reflectir melhor, acho que faz sentido. Pelo menos, o respeito da vontade do morto será util como forma de solidificar na sociedade a virtude do respeito pelos direitos individuais inalienáveis. Em Portugal, a tìtulo de exemplo, o legislador foi safado e esperto, ou seja decretou que toda a gente que não declarar por escrito o não querer ser doador, aceita tacitamente ser um doador quando morrer.
  12. Apenas um grão de poeira que quando morrer vai causar o fim deste vasto universo.
  13. Depois de "morto", os vivos (herdeiros) deveriam ter o direito de fazer o que quisessem com o corpo do morto, nomeadamente quando se pode salvar uma vida com isso, pois é assunto que já lhe é alheio. O morto efectivo ou cerebral, quanto a mim deixa de ter direitos de decisão, fora a questão dos testamentos, passando estes para os seus herdeiros.
  14. Seguindo essa lógica, então teriamos sempre em qualquer fase do desenvolvimento que recuar a tal meia-hora até chegarmos à cópula, proibindo a contracepção. Temos que definir limites objectivos, sob pena de nos perdermos em relativismos paralizadores, nomeadamente os alavancados pela emotividade. Por exemplo, no Direito define-se que a personalidade juridica obtem-se com o nascimento com vida, embora com o regime legal dos abortos já lhe atribua alguma proteção antes do nascimento (interferência da religião???). Sou da opinião que é util para o progresso das sociedades humanas que se proiba o homicidio após o nascimento e considero util para o individuo como unico proprietário do seu corpo que tenha liberdade de decisão sobre esse seu corpo.
  15. Há sempre, até à morte, a possibilidade de plantar novas flores.