Um pensador

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Sobre Um pensador

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  1. Evidências se encontram, e linguagens geralmente descrevem as evidências; Digo geralmente porque é possível gozar (no bom sentido) da linguagem para deduzir coisas e estar certo sem evidência alguma. Aliás, se não me engano o próprio Einstein fez isso. Vide a teoria da relatividade.
  2. Não levantei a questão a despeito do universo ter sido criado ou de ter passado a existir (...) Na verdade posso até formalmente demonstrar - através duma condicional modésta (p -> q) - a impossibilidade lógica do universo ter sido criado, só que obviamente não vem ao caso; A pergunta foi se ele existe no nada. Contudo, como colocado por alguns aqui, "tal pergunta não procede, pois perguntar existir no nada é partir do pressuposto que é o nada algo, um objeto." O que seria um absurdo ou um mal-entendido linguístico. Mas, de qualquer forma, se linguisticamente tudo que existe existe em algum lugar, então também perguntar existir em nada já não é tornar o nada algo, um objeto? Me aparenta, portanto, que a dúvida persiste e não deixa de pôr em xeque a verdade dogmatizada de geração em geração, tanto pela maior parte dos teístas, quanto pela maioria dos ateus, sobre o universo ser tudo que existe.
  3. Ainda não li esse livro, mas já ouvi sobre. Valeu a dica.
  4. Nada, segundo Aristóteles, é aquilo com que as pedras sonham. Metafórico né? Mas, é fácil, obviamente o nada é a resposta para a pergunta: "o que é aquilo que não é?"; Ontologicamente o nada é o não-ser.
  5. E ai? E agora, José?
  6. O que você diz a respeito?