Stan

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  1. Só não se esqueça, Ivan, de que a delação é considerada evidência (alguns até a consideram como sendo uma prova). No mais, seja a delação entendida como evidência ou prova, o fato é que ela influi na condenação do juiz dentro do seu livre conhecimento motivado: "A delação premiada [...] uma vez que corroborada com outros meios de prova e analisada sob o crivo do contraditório será apreciada como prova. Ou seja, a harmonia com todo conjunto probatório se faz necessária."
  2. Depende, me refiro ao incesto entre mão e filho, já que estre os irmãos a prática não me parece ter sido tornada pela natureza um "tabu genético". E e claro, sempre haverá uma "perversão" da natureza em determinados lugares, mas são casos isolados e quase sempre denotam algum problema psicológico. Essa perversão, inclusive, merece ser bem analisada, pois lembro que em um tópico antigo sobre pedofilia, eu defendi que tal ato não era comum na natureza, mas eis que o lonewolf trouxe um artigo falando de como era comum macacos filhotes serem "estuprados". Em seu livro "O sexo e a morte", Jacques Ruffié cita algumas espécies de primatas em que há o tabu em relação a relação sexual entre mãe e filho.
  3. @Atik Yomin, permita-me uma complementação:
  4. A tá, certamente. Até porque não prender corruptos só estimulará mais crimes, o que será ainda pior do que uma queda temporária na economia. Se essa lavajato servir pra coibir ao menos 10% de tanta corrupção, acredito que a economia estará no lucro.
  5. Na verdade eu citei seu post mais do que eu queria. Minha intenção era citar apenas a parte que vc diz que o papel principal da justiça não era preservar a economia. Por isso eu disse depende. Quanto a sua pergunta, vc se refere às delações premiadas?
  6. Aí depende, pois exitem leis exclusivas para preservar a economia. Exemplos: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8137.htm , http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L1521.htm
  7. Como eu disse antes, ou algo existe ou não existe, não há outra opção. Dizer que algo não existe apenas em determinado lugar é apenas uma retórica que nada tem a ver com a inexistência ou existência real (redundância) desse algo. E evidências anedóticas não servem, diga-se de passagem.
  8. A Lei da Atração é tão verdadeira quanto a a Lei da Gravitação Universal. Sobre a Lei da Gravitação Universal, Newton concluiu: “Duas partículas se atraem com forças cuja intensidade é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância que as separa”. Sobre a Lei da Atração, Marcos Trombeta (que não faço a mínima ideia de quem seja, mas que com esse nome só pode ser um ator pornô) concluiu: “Duas bundas se atraem com forças cuja intensidade é diretamente proporcional conta no banco do sujeito e diretamente proporcional à quantidade de dinheiro que ele ainda é capaz de ganhar”.
  9. ..
  10. De novo, Ivan??? Brincadeira, bom poema. Fez direto ou reviso alguma coisa?
  11. kkkk bêbado... começa a escrever "gay"... será vc aquele tipo de bêbado que se transforma? ashausdhaudshasd
  12. Essa frase não me parece correta, pois veja, diante do discutido nos posts anteriores, resta claro que o evitamento do incesto entre mãe e filho é inerente à cultura, de modo que podemos dizer que há, na moral, algo de objetivo. Daí o problema em se afirmar que a moral é subjetiva somente, ou seja, incluí-la nas subjetividades.
  13. Não sou mais ateu! Agora venero o deus Russell, meu ídolo! ashasuhasuahasuashau
  14. Mas não é esse objetivismo que estamos discutindo, mas sim o fato da diferença destas regras em várias culturas. No mais, as regras de moral e própria lei (quando não universais) são tão transitórias e discordantes que acredito não podermos dizer que são assim tão objetivas.
  15. O melhor episódio de Hermes e Renato: