Stan

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  1. Poderia discorrer mais sobre essa ideia?
  2. Sobre a derivações, Schopenhauer, em seu O mundo como vontade e representação, bem discorre. Eis um resumo que talvez te interesse ler, lembrando que o filósofo considera que há diferentes gruas da expressão artística (ainda sim, tudo é arte), sendo a música a mais elevada expressão: Escultura A escultura tem por maior intuito mostrar uma perfeita simetria entre as partes da figura esculpida. Assim, ela age imitando a natureza, a partir de seu modo primordial, transformando-a em beleza esculpida, dando um sentido novo. Assim, fica claro a busca pela perfeição da cópia, sem excessos ou poucos recursos, tudo deve ser harmônico. Tudo é mais objetivo e tem diretamente uma “fonte” de onde se copia. No caso do contemplador, a escultura transmite uma imagem do belo apenas quando esta está pronta, diferentemente do artista que a esculpe, que, por ter uma visão do que está copiando, e já com algo pronto em sua imaginação, pode ter uma idéia de como será a obra. Entretanto, ambos podem gozar da beleza, que é a apresentação da vontade geral – objetiva – por meio do tempo apresentação da vontade pronta na escultura, e “presa” a um espaço, onde também é representação da vontade. A Poesia A poesia também é muito importante. Na poesia lírica, é revelado ao homem todos os sentimentos, independente do tempo em que é representado. Não existe exatamente um tempo para limitar as emoções sentidas pelo artista ou pelo contemplador, ou seja, independente do tempo em que as obras poéticas serão observadas, terão a mesma emoção e poderão ser vividas as mesmas circunstâncias da obra quando produzida. É arte viva que contém toda a fidelidade da emoção do homem. Se a poesia é arte viva, o poeta é aquele que retrata as emoções humanas. Diz Schopenhauer: O poeta é homem, universal: tudo o que agitou o coração de um homem, tudo o que a natureza humana, e todas as circunstancias pôde experimentar e produzir, tudo o que reside e fermenta num ser mortal, – é esse o seu domínio que se estende a toda a natureza. Por isso o poeta pode contar tão bem a volutuosidade como o misticismo, ser Angelus Silésius ou Anacreonte, escrever tragédias ou comédias, representar sentimentos nobres ou vulgares, segundo a fantasia ou a vocação. Ninguém poderia prescrever ao poeta ser nobre, elevado, moral, piedoso e cristão, ser ou não ser isto ou aquilo, porque ele é o espelho da humanidade e apresenta-lhe a imagem clara e fiel do que ela sente. (SCHOPENHAUER, 1960. p. 110) Sendo a poesia a representação da humanidade, ela se divide em tragédia ou comédia. A comédia mostra os sofrimentos humanos como algo passageiro, e exalta-nos a viver nos animando. No final, apesar da dor tudo acabará bem e na alegria, com sucesso, “afirma, portanto, como último resultado, que a vida considerada no seu conjunto é muito boa, sobretudo agradável e muito divertida” (SCHOPENHAUER, 1960. p, 111). Porém, em contraponto, existe a tragédia, que é um sinal notável da constituição do mundo e da existência, pois retrata exatamente a dor e a angústia. Procura observar cada vez mais intensamente tudo o que é falho e imperfeito, e como a humanidade caminha cada vez mais para a miséria. A Arquitetura Na arquitetura, o individuo deve se abstrair da finalidade prática da obra, mas olhar para sua estética como tal. Este é o primeiro ponto, sabendo que a própria arquitetura, como de fato não ocorre na poesia nem nas artes plásticas, apresenta algo novo, que foi criado pelo indivíduo, enquanto os outros – poesia e artes plásticas – fazem apenas uma reprodução de algo que já existe. Na arquitetura, tendo em vista que “a arte da arquitetura expressa a idéia das forças naturais” (REALE, 1993, p.232), se mostra uma visão das partes de um todo, e cada parte possui a sua particularidade que a faz importante tanto estando sozinha quanto, e principalmente, no todo da obra. Assim, este meio artístico vai evocar no homem uma busca cada vez mais intensa de se entender a luta entre a gravidade e a rigidez, proporcionando assim a simetria entre os contrários, da sutileza dos detalhes realizados com materiais tão fortes. Em geral, a obra arquitetônica faz o uso da luz e da natureza para exibir finalmente o seu lado prático. Neste meio, se entende o belo arquitetônico nesta graça onde nada é recusado e por mais insignificante que algo pareça ser, possui valor de beleza. A Pintura Para Schopenhauer, a pintura se faz extremamente importante, pois ele não a entende como algo particular, ou isolado, mas como uma idéia de humanidade, como um processo histórico que é contado a partir da representação artística que ali se expõe. Assim, fica claro que Schopenhauer entende a pintura como conhecimento histórico, e sua maneira de se expressar como uma demonstração de espaço, tempo, sociedade e história, ou seja, pode-se chegar a compreender os costumes, pensamento e muito do que viveu certo povo em certa época. A pintura possui profundamente a idéia de humanidade, e a partir daí que se desdobram suas ações. Não existe pintura fora de um procedimento humano a partir do humano, não exclui nenhum procedimento de sua vida. “Não há circunstância humana que seja indigna de ser reproduzida pela pintura” (SCHOPENHAUER, 1960. p. 112). Sobre os pintores holandeses que viam nas coisas pequenas de modo objetivo, Schopenhauer afirma: O espectador não pode observa-las sem se comover, sem se representar o estado de espírito do artista, tranqüilo, sereno, com o maior sossego, tal como era necessário para fixar a atenção sobre objetos insignificantes, indiferentes, e reproduzi-los com tanta solicitude; e a impressão é ainda mais forte porque observando-nos a nós mesmos, admiramo-nos dos contrastes destas pinturas tão calmas com os nossos sentimentos sempre escurecidos, sempre agitados pelas inquietações e pelos desejos. (SCHOPENHAUER, 1960. p. 108-109) A objetivação da vontade é muito presente a partir da graça e da beleza, pois a partir da pintura e sua representação é que permite ao homem conhecer-se mais profundamente, “fora de si”, pois entende a idéia representada como uma verdade. E é exatamente aí que está a perfeição da pintura, é traduzir de maneira mais explícita a essência da vida. A Música Tratando-se da música, Schopenhauer a vê como a principal expressão artística, é a mais profunda objetivação da vontade a partir da arte. É uma arte isolada das outras, não é cópia ou mera reprodução de algo, ela desperta no homem sua mais profunda essência. É uma linguagem universal, comum à todos, e de modo tão claro e distinto, que todos podem entender com tamanha clareza a ponto de sentir como o autor, está além da própria intuição. A música não exprime nunca o fenômeno, mas unicamente a essência íntima de todo o fenômeno, numa palavra a própria vontade. Portanto não exprime uma alegria especial ou definida, certas tristezas, certa dor, certo medo, certo transporte, certo prazer, certa serenidade de espírito, mas a própria alegria, a tristeza, a dor, o medo, os transportes, o prazer, a serenidade de espírito; exprime-lhes a essência abstrata e a geral, fora de qualquer motivo ou circunstancia. E, todavia, nesta quinta essência abstrata, sabemos compreende-la perfeitamente. (SCHOPENHAUER,1960. p. 114) Sendo assim, a música vai direto à essência, fala da coisa em si, por isso ela está tão cheia de emoções e faz com que o homem, na dimensão de sua própria profundidade ontológica, sinta e se revele para si mesmo e para os outros. Tudo isso decorre da perfeita conexão harmônica e rítmica da música, que pode levar o homem à alegria ou a momentos de solidão e interiorização. Desta forma, ele mostra como o ritmo mesclado à harmonia pode dar uma interiorização a partir do som, um exemplo que ele cita em sua obra “Dores do mundo” (p.115) é o adágio que mostra o sofrimento e desprezo da alegria, enquanto o allegro mostra uma motivação e explosão de alegria.“A música é capaz de narrar a história mais secreta da vontade” (REALE, 2003. p. 232). A música traz então a verdadeira inspiração, tendo o compositor como aquele que demonstra revelando todo uma sabedoria mais profunda, com a essência mais profunda do mundo e do homem, é uma relação altamente íntima entre o contemplador desta forma de expressão artística, o autor e a própria arte. É completamente livre de qualquer intenção consciente. Depois de haver meditado longamente sobre a essência da música, recomendo o gozo desta arte como a mais deliciosa de todas. Não há outra que atue mais diretamente, mais profundamente, porque também não há outra que revele mais diretamente e mais profundamente a verdadeira natureza do mundo. Ouvir longas e belas harmonias, é como um banho de espírito: purifica toda a mancha, de tudo que é mal, mesquinho: eleva o homem e sugere-lhe os pensamentos mais nobres que lhe seja dado ter, e ele então sente claramente tudo o que vale, ou quanto antes poderia valer. Quando ouço música, a minha imaginação compraz-se muitas vezes com o pensamento de que a vida de todos os homens e a minha própria vida não são mais do que sonhos de um espírito eterno, bons e maus sonhos, de que cada morte é o despertar (SCHOPENHAUER, 1960. p. 116-117)
  3. Já assisti a esse vídeo antes. O essencial do vídeo está nos 8:56 (no qual segue a pergunta fundamental: por que fazer aqueles traços no jarro?). Se perceber, mesmo citando outro autor, podemos enquadrar o que o Cortella disse como uma união da visão de Tolstoi (comunicar-se transmitindo emoções) somada a de Schopenhauer (captar o momento, a ideia - Cortella só não menciona a parte do desejo). No mais, interessante analogia entre a arte e o existir. Na vertente de Schopenhauer, "a arte expressa e objetiva a essência das coisas. E, precisamente por isso, ajuda-nos a nos afastarmos da vontade. O gênio capta as idéias eternas e a contemplação artística mergulha nelas, anulando aquela vontade que, tendo optado pela vida e pelo tempo, é somente pecado e dor." (REALLE, G.; ANTISERI, D..História da Filosofia: do romantismo até nossos dias).
  4. Discordo. Principalmente sobre a felicidade. Em termos evolutivos, sentir-se feliz é ter feito a coisa certa em prol da sobrevivência (uma corte ou caçada bem sucedida, por exemplo). A utilidade deste sentimento se reflete no próprio ser, que tomará suas ações sempre no sentido de sentir-se novamente feliz (felicidade gerando comportamento). Do outro lado, temos a tristeza, a infelicidade. O ser (pela regra natural) fará o oposto do que o fez sentir-se triste. Assista aí, principalmente o início:
  5. Penso que isto não é problema. Todo ser humano carrega consigo esse "impulso" artístico, sofre a influência do "belo", mesmo que não seja um grande compositor ou pintor. Mesmo que apenas enfeite um cesto.
  6. Então, Ivan, você se coaduna mais com Geoffrey Miller; ou seja, a arte como meio atração para o sexo. Ora, que nome se dá para tal decoração, aparentemente sem função, senão "arte"? Ainda mais se o que levou (função/objetivo) um ser "primitivo" a decorar o cesto é o mesmo que levou um artista a pintar um quadro.
  7. Sou vou transferir pra cá as respostas do outro tópico.
  8. Vou assistir hoje. Estranho é que já vi essa série pra baixar, mas não liguei uma coisa com a outra, então ignorei-a ignorei ela.
  9. Sim, mas você está falando de arte comercial. Me refiro a uma arte mais abrangente e primitiva, que considera até pequenos furos em conhas, traçados na cerâmica, pinturas rupestres, e por aí vai, até Dali e arte de computador... Qual seria a função (pois tudo tem uma função pela seleção natural) desse espírito artístico em nós, evolutivamente falando? No mais, ainda que não exponha ao público, pensa no "a quem possa interessar", ou seja, poderíamos dizer que há presença do "outro" na sua motivação? Segue o tópico que criei sobre a função da arte:
  10. Apresento abaixo a visão de alguns pensadores sobre a arte. Concorda com alguma? Com nenhuma? Tem o pensamento de outro autor sobre a arte e que acha mais contundente que estes? Poste aí! Tem um pensamento próprio sobre a função da arte? Poste também! ... Não tá nem aí pra esse tópico? Vai se f****!!! A Arte como meio de comunicação Para Tolstoi a arte é "uma actividade humana que consiste em alguém transmitir de forma consciente aos outros, por certos sinais exteriores, os sentimentos que experimenta, de modo a outras pessoas serem contagiadas pelos mesmos sentimentos, vivendo-os também (…) não é, acima de tudo, um prazer; é antes um meio de comunicação indispensável para a vida (…)». Diz-nos também que não devemos olhar para ela — a arte — como um veículo de prazer, e sobre arte versus prazer encontramos na página 76: «As pessoas compreenderam que o significado da comida é alimentar o corpo, no instante em que deixaram de considerar que a finalidade desta actividade é o prazer. O mesmo acontece com a arte. As pessoas só compreenderão o significado da arte quando deixarem de considerar que a finalidade desta actividade é a beleza ou, por outras palavras, o prazer.» A Arte como libertação da vontade Para Schopenhauer a arte expressa e objetiva a essência das coisas. E, precisamente por isso, ajuda-nos a nos afastarmos da vontade. O gênio capta as idéias eternas e a contemplação artística mergulha nelas, anulando aquela vontade que, tendo optado pela vida e pelo tempo, é somente pecado e dor. Assim, a contemplação estética conduz o homem a uma complexa e infinita satisfação total dos seus mais profundos desejos. A satisfação total dos desejos, por sua vez, só é alcançada pela estética, observando novamente a categoria do “puro olho do mundo”. O homem busca no mais alto grau de sua interioridade a satisfação e libertação da alma, traduzindo na emancipação do ser. Porém, a arte não é um cessar definitivo das dores e angústias humanas, esta libertação total ocorre independente da arte, mas sim um cessar por breves instantes, parcial. Não é um caminho para deixar a vida, mas para, por instantes, mergulhar no mais profundo do próprio ser. A Arte como meio atração para o sexo O Psicologo evolutivo Geoffrey Miller diz sobre a arte: "acho que é importante reconhecer que todas essas manifestações do comportamento humano são relacionadas com exibir-se, como formas de conquistar status social e de atrair parceiros. Daí meu argumento de que tudo isso evoluiu, em parte, por conta da seleção sexual. Isso parece razoável porque a maioria das características mais bonitas e impressionantes dos seres vivos – as flores, a cauda do pavão, o som dos rouxinóis – é também fruto da seleção sexual. A teoria da seleção sexual diz que somos atraídos pelos trabalhos artísticos mais difíceis e custosos de fazer, em termos de tempo, energia e capacidade. Acredito que isso define boa parte das nossas preferências estéticas. Nosso senso de belo na arte evoluiu para que pudéssemos escolher os artistas mais talentosos como parceiros sexuais. Há exemplos disso acontecendo em outras espécies. Há pássaros na Austrália que constroem ninhos com pedras e conchas. As fêmeas passam, fazem uma inspeção de cada ninho e acasalam com o macho que construiu o ninho mais bonito. Assim, os genes para construir ninhos bonitos espalharam-se através dessa espécie de pássaros. Meu livro tenta entender como algumas das aptidões que mais valorizamos, como a arte, surgiram de maneira similar." A arte como estimulante da vida Nietzsche: “A arte pela arte. – A luta contra a finalidade na arte é sempre uma luta contra as tendências moralizadoras, contra a subordinação da arte à moral. A arte pela arte quer dizer: “ao diabo com a moral”. Essa mesma inimizade denuncia o poder preponderante ainda daquela preocupação. Porém ainda que se excIua da arte o fim de edificar e melhorar os homens, não se conclui daí que a arte deva carecer em absoluto dum fim, duma aspiração e dum sentido; que seja, numa palavra, a arte pela arte -;- a serpente que morde a própria cauda. – ‘Antes não ter um fim que ter um fim moral!” Assim fala a paixão. Porém um psicólogo pergunta, ao contrário: O que em toda espécie de arte faz? Não louva? Não glorifica? Não isola? Com tudo isso a arte fortalece ou enfraquece certas avaliações; é isso um acessório, uma coisa acidental? É algo em que o instinto artístico não tem participação completa? É que a faculdade de poder do artista não é a condição primeira da arte? Está o seu instinto básico dirigido à arte, ou preferivelmente ao sentido da arte, à vida, a um desejo de vida? A arte é o grande estimulante da vida” A arte como satisfação de desejos inconscientes Para Freud as criações, obras de arte, são imaginárias satisfações de desejos inconscientes, do mesmo modo que os sonhos, e, tanto como eles, são, no fundo, compromissos, dado que se vêem forçadas a evitar um conflito aberto com as forças de repressão. Todavia, diferem dos conteúdos narcisistas, associais, dos sonhos, na medida em que são destinadas a despertar o inteesse noutras pessoas e são capazes de evocar e satisfazer os mesmos desejos que nelas se encontram inconscientes. À parte isto, fazem uso do prazer perceptivo da beleza formal, aquilo a que chamei um prémio-estímulo. Aquilo que a psicanálise foi capaz de fazer consistiu em captar as relações entre as impressões da vida do artista, as suas experiências causais e as suas obras e, a partir delas, reconstruir a sua constituição e os impulsos que se movem dentro dele. Não se deve julgar que o salaz que procura uma obra de arte se anule pelo conhecimento obtido pela análise. A este respeito é possível que o profano espere acaso demasiado da análise, mas deve advertir-se que ela não esclarece os dois problemas que são, provavelmente, os mais interessantes para ele: não esclarece quanto à natureza dos dotes do artista, nem pode explicar os meios de que o artista se serve para trabalhar a técnica artística".
  11. Vaidade, em linhas grosseiras, é visar o olhar do próximo. A busca pelo conhecimento, muitas vezes é uma forma de se destacar e ser superior sobre os demais. Não existindo mais ninguém, provavelmente tu (e eu e qualquer outro) deixaríamos de lado toda esse querer saber, e viveríamos somente com o conhecimento básico. Porém, não duvido que haja um espírito (talvez nós mesmos sejamos um) que, na situação, busque, como redenção, conhecer ainda mais o que é ser humano e o universo.
  12. E tu @Ivan de Almeida, continuaria a pintar teus azulejos se não houvesse a quem mostrá-los? Pense bem, responda com honestidade. Aliás, penso futuramente em criar outro tópico "Qual a função da arte". Falta eu reunir as máximas e alguns textos de tolstói,nit, psicologia evolutiva, Scopenhaeur freud e outros. Em breve farei esse tópico sobre a arte e sobre o belo (sim, me refiro a cantor de pagode e traficante).
  13. Conhecimento é poder sobre os outros. Não há nada que inferioriza mais o próximo que se mostrar mais sábio que ele. "A vaidade das letras é maior que a vaidade das armas".
  14. Duvido! Penso que desistirias de quase todos os "sonhos" que tens.
  15. Será que assim seria se soubesse que nunca mais veria um ser humano na vida? Esse é o ponto em que quero chegar. E não me venha com essa de "não posso imaginar".