Heidegger

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  1. Ok. Você disse apenas que, por aqui, discute-se sobre todas as coisas. Mas, que tal me responder ou refutar. Estou certo ou errado em minhas colocações? Como você dialoga comigo depois daquelas ponderações, reprovando ou se alinhando comigo? É disso que estou falando.
  2. Inacreditável! Então quer dizer que tudo será tudo em todos, quando a equação do tudo se fizer tudo por seu aparecimento? O que somos para você? Unidades de carbono, sub-rotinas de algum macro programa rodado pela natureza ou simplesmente seres humanos? Responda. Fico pensando como um ateísta se comporta em alguma empresa quando seu líder espera resultados dele. Resultados são objetivos, não de empresas, mas de pessoas. As empresas beneficiam-se após pessoas atingirem seus objetivos. Este é o significado, a razão de existir para qualquer empresa. Mas se alguém vive dizendo que a vida não tem uma finalidade, um objetivo, como age no trabalho? Duas caras? Agenda dupla? Caráter bífido? No trabalho são produtivos e pró-objetivos, aqui desfilam sua ideologia doutrinária anti significado? Muito estranho. Uma pessoa que afirma não existir significado ou objetivo na vida, não deveria fazer parte de qualquer time orientado por resultados. Dizer o contrário é muita hipocrisia.
  3. No fogo não. Mas em certo lugar ainda dá para saber se é masculino ou feminino. Agora, como cada um interpreta a si mesmo, é outra história.
  4. Hummm! Depois dessa, me poupe. Não diga que foi proposital (digitação), a não ser que você esteja acima das leis. Bom, chegou onde eu queria. Já diminuiu o ranço com o Getúlio (capitulação), dizendo que tem "um mínimo de consideração" por um ditador assassino (contradição), não combateu minhas colocações (despreparo) e, ainda por cima, cospe nome de determinada falácia como se conhecesse este assunto técnico (desespero). Você foi revelado. Valeu! Não me chame. Porque não voltarei. De modo algum.
  5. Já começou errado. Faltou o "s" em quanto e equívoco. Além disso, se não concordo com tuas ideias, só posso ser equívoco contigo, do contrário seria unívoco. Quanto ao teu gênero não houve erro grosseiro, vi o "male". Ocorre que por aqui isso não vale muito. Não se sabe gênero ou idade, exceto em casos especiais onde há relacionamento por meio de encontros. Quanto ao teu conteúdo, faltou energia argumentativa. Começou esbravejando, ocupou um parágrafo de sete linhas, repetiu algumas das minhas colocações e ficou no "eu falo o que quero, a boca é minha, tenho direito, vou reclamar mesmo, blá, blá, blá, blá. Isto não é argumento. Diga onde estou errado, mas de modo que me cale, que me derrube, me desmoralize, que não me de chance de recuperação. Se sou o mal, não tenha pena de mim ao me desmascarar. Mostre como sou incompetente quando me atrevo a desafiar um pensamento fundamentado na verdade e no direito. Agora, me chamar de Getúlio Vargas em tom pejorativo é um pouco demais, principalmente pela tua posição, não acha? Veja. Você trabalha com carteira assinada? Quando te pagam o 13º, você aceita? Desfruta de férias de 30 dias/ano? Conhece alguém que ganha o salário mínimo? Por fim (mas não por último), se você entender que foi roubado pelo patrão, procura a Justiça Trabalhista? Se você aceita tudo isso, então, por que fala mal do "velhinho"? Abandone a hipocrisia e abra mão destes passos para trás que tanto te envergonham como cidadão do mundo. Vale lembrar que, sim, Getúlio foi um ditador, mas depois foi democraticamente eleito Presidente do Brasil numa campanha cujo jingle era Retrato do Velho. Mas para você, esta nação é "o retrato de uma população que é em sua maioria acéfala no aspecto político". Este país e povo não são a tua cara. Se tá mal na foto, cai fora.
  6. Se você tem tanta certeza disso, e até acredita que este país é este atraso todo e não vai mudar, cai fora. Tá cheio de lugares perfeitos neste mundo, loucos para receberem uma latino-americana que detesta seu próprio país. Democracia é isso. Tive de aguentar milicos, Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma e agora Temer. A maioria quis assim, e pronto. Você faz parte de alguma minoria que não é aceita. Do mesmo mesmo modo que, de alguma forma, faz parte de alguma maioria que não aceita certas minorias. Ex. Há quem seja contra mulher trabalhar e deixar os filhos nas mãos de outros, porque não educam apropriadamente. Você, ao que tudo indica, faz parte da maioria que condena esta posição, logo, aquela minoria tem de se calar e ficar assim, porque não há uma voz que se atreva a defendê-la. E você acha isso justo. Então, por que quer ser atendida em tuas reivindicações minoritárias? É calar aqui dentro ou cair lá pra fora.
  7. Então você acha que os bilhões de dólares gastos nestes programas visam a este tipo de "esclarecimento"? Se você tivesse muito dinheiro o colocaria à disposição de tais especulações sem qualquer retorno, exceto o "legal, MESMO"? Todo este investimento só para derrubar uma possível "prova da existência do deus deles"? Eu entendo que já passou da hora de abandonarmos estes pensamentos imaturos e irmos na direção do que conta, do que fica, do que até retorna para todos: o conhecimento que tem a ver com a gente, com a humanidade. Chega de mitos, sejam os da antiguidade (deuses), sejam os do presente (pseudociência).
  8. Eu te pontuei. Por que? Porque o teu raciocínio está correto. Esta é a atitude filosófica. Lembra da "história" da empregada de Tales que ria dele porque um dia caiu num buraco devido a andar com a cabeça erguida observando as estrelas? A maioria é constituída por esta empregada. Poucos têm a atitude de Tales. Com relação a estas pesquisas, não são puramente motivadas pela curiosidade, porque quem as financia pertence ao time da empregada. Então, geralmente, são justificadas quando você lê que cientistas estão procurando vida em outros mundos, e a razão é que poderíamos entender tanto nosso início quanto possíveis ameaças à vida na Terra, quando nos preveniríamos contra o que extinguiu aqueles. Mas tua linha geral está muito correta.
  9. O tipo de raciocínio de um filósofo é muito diferente do de um cientista. Um cientista procura conhecer as coisas por seu próprio valor, visando o benefício ou progresso humano. Um filósofo está envolvido em um pensamento muito mais abstrato, muitas vezes sobre coisas que até não admitem uma resposta alcançável, mas ainda assim eles continuam a persegui-lo. Como exemplo, um cientista, por causa do método, nunca responderá à pergunta "qual é o significado da vida" e, provavelmente, nem um filósofo, mas um filósofo continuará tentando.
  10. Ciência e filosofia sempre estiveram juntas. Aliás, os primeiros filósofos foram também os primeiros cientistas. Eles buscavam a origem das coisas, e foi a partir daí que se começou a pensar em princípios. Tales de Mileto dizia que a origem é a água. Para Anaxímenes é o ar. Já Anaximandro afirmou como princípio o infinito e Heráclito de Éfeso, o fogo. Veja, todos orientados para a natureza, palavra que em grego é phusys de onde vem nosso termo física. Einstein confessou sua tristeza por não ser filósofo também. E caso você não saiba, Heidegger foi um profundo matemático. Desse modo, ainda que eu concorde que há muitos felósofos falando um monte de asneiras, filósofos sérios ainda continuam contribuindo, e muito para o desenvolvimento do conhecimento, inclusive o cientifico.
  11. Ora, você não leu os posts do Russell? Ele diz isso, não eu. Respostas grandes dizem respeito a grandes perguntas e, tudo indica, ele se refere ao significado da vida. Entenda. Eu faço poucas afirmações, prefiro analisar e interpretar o que outros dizem. Só então emito algum parecer. Ou não!
  12. Incrível! Num outro contexto, claro, estas mesmas palavras, nesta mesma sequência seriam utilizadas por fundamentalistas pentecostais. Você diminui o ser humano a ponto de quase dizer que, em nossa limitação de capacidades, somos apenas arrogantes quando nos propomos a dar respostas tão grandes. Como sou humanista não tenho discurso religioso. Agora, um ateísta que comunica sua aversão ao humanismo por meio de narrativa religiosa, isso eu não entendo.
  13. Percebo que há, em boa parte dos que aqui participam, alguma insegurança em relação à escolha que fizeram quanto ao seu ateísmo. Isso de dizer que uma coisa vai à outra, ou seja, que não há contentamento com determinadas respostas, quanto ao objetivo da vida ser existencial é fascinante. Se eu não estivesse num fórum ateísta diria que caí em alguma fenda do contínuo espaço temporal e agora tudo o que vejo não é pela via direta, mas de modo refletido e bizarro. Estou determinado a defender que alguns ateístas chegaram à conclusão que Deus é o desaguar óbvio para a questão qual o significado da vida? Como não sustentam ou se contentam com a simples e pura existência como explicação para o sentido, porque resistem a interpretação filosófica, camuflam-se na suspeita do que outros diriam, quando, na verdade, é o que supõem. Devo admitir que estou chocado. Para estes ateístas o caminho para a possibilidade de Deus tem como porta de entrada o significado da vida. Mas dá para conviver com este cenário de possibilidade em que o impensável pode vir a ser? Não dá, por isso o módulo de fuga foi acionado e agora, a bordo de uma inoperante cápsula argumentativa sob ataque da Lógica básica, com danos por toda a estrutura da sua razão e sem munição de justificativa para seus canhões especulativos, rumam para a fronteira do coisa alguma, ao mundo da negação. Ora, se a admissão de existência de significado da vida leva alguém, necessariamente, a Deus, então, para que não se chegue a Deus basta que se negue haver qualquer significado da vida. Visto à distância parece sólido, mas inspecionado de perto vê-se que tal pensamento não avaliou, corretamente, o altíssimo custo deste basta. Afinal, o que lhe segue é a negação do que qualifica qualquer vida: seu significado.
  14. Muito obrigado Brancaleone J.
  15. Desculpe-me a moderação, mas eu preciso citar o texto integralmente. Veja, você parte do pressuposto de que ninguém pode dar um objetivo para a vida porque ele sempre, no fim, será questionado. Mas, o que é isso? Pare para pensar. Se teu argumento para a não existência de um objetivo na vida é este, então ele acabou de colapsar. Neste "lugar" poucos se identificam, de fato, mas acho que você é homem. Contudo, é possível questionar também isso com base nas novas direções que se vem seguindo, em relação aos estudos sobre questões de gênero. Ou seja, é possível questionar aquilo que você considera inquestionável, bem ao modo de tua posição em relação ao objetivo da vida. Não é que eu estou relativizando a questão, dizendo que se eu tenho, ou arbitrei um objetivo na vida, então isto é verdade e, fim. Não! Trata-se de mostrar para você, em primeira instância, que certas seguranças argumentativas são, de fato, escorregadias, falsas. Repito. Minhas defesas estão no campo da filosofia, não da religiosidade, espiritualidade ou coisa que o valha. A não ser que você identifique filosofia com religiosidade. Aí, já era. Perdi para você, sem que você tenha ganhado. Mas, acredito que não. Em filosofia, especialmente no pensamento existencialista, objetivo ou, dito de modo mais técnico, autenticidade, tem a ver com existência. Alguns vão chamar de SER, mas para que nos entendamos fica melhor mesmo existência. Qual o propósito mais básico de uma pedra, banana, ameba, mosca, anta, russa, exceto existir? Tente questionar isso. Socraticamente pode ser questionado, mas aristotelicamente, não, porque o ser (existir) é o fundamento de todas as coisas. Num mundo (cultura) onde tudo deve ser questionado, muita gente simplesmente dirá que minhas ideias não passam de tolice. Mas, responda-me, isso é um argumento lógico ou uma opinião superficial de quem apenas me acha bobo?