Heidegger

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  1. Reconheço que é engraçado. Sim, engraçado. Mas apenas isso.
  2. Bom, em primeiro lugar, Zeitgeist (em alemão escreve-se com letra maiúscula) para mim pode não ser o mesmo para você. Não fale sobre algo que, como tudo indica, você só conhece de ouvir dizer. Em segundo, o Deus da Bíblia, para mim, está sujeito a interpretações. Será usado conforme o agrado de quem o dispuser. Assim, para mim, trata-se de dispositivo literário com toda a bagagem que um sinal semiótico carrega. Não o amo, nem nutro ódio por ele, apenas o descrevo segundo as aplicações que lhe são dadas pelos seus mais variados intérpretes. Agora, atribuir caráter antropomórfico realista como "personalidade sádica e imoral" a um personagem de escrituras sagradas, sejam elas judaicas, cristãs, budistas, islâmicas, hinduístas, etc, é estar ou possuído por algum tipo de tipo de fé, normal em pessoas crédulas, ou vivendo na fronteira com a esquizofrenia. Conclusão, ou você é crente ou é louco.
  3. Infinito ou é um conceito filosófico (incluído aí a religião) ou matemático. Falar de infinito tem de ser nestes termos. Eu sei que você não sabe, mas sabe que eu sei que se você soubesse, saberia me dar uma resposta de acordo. De acordo? Não, não. Ironia não é a tua. Ironia é uma arte, ou seja, coisa de artista. Para isso deve haver talento aliado a exercício. Talvez você os possua, mas não os vejo em teus textos. Logo... A acústica é exemplificação, algo como "vou ilustrar para você não ficar envergonhado por eu ter de desenhar para você entender". Não deu certo. É melhor desenhar.
  4. Temer é o "Coisa Ruim"?
  5. Resposta típica de quem não sabe o que diz, e quando recebe resposta continua falando nada. Na concepção matemática o infinito, obviamente, não é atingido, por isso diz-se "limite tendendo para infinito". Mas, claro, você não sabe disso, daí chamar o infinito de "sem limite". Na prática, em acústica, o que é vulgarmente chamado de microfonia, na verdade é chamado de "realimentação acústica". Como o que sai pelas caixas retorna pela captação do microfone, o som é amplificado em loop, mas há um ponto a partir do qual a compreensão é zerada (o apito) e o volume passa a ser regido por regime exponencial. Agora, quem amplifica é o amplificador e isso ocorre a cada loop, coisa que ninguém discute. Mas a tal crença mencionada em teu post, já que sua retroalimentação é positiva, tem crescimento indefinidamente. Minha pergunta, diante do teu desatino, é quem a amplifica. Qual o amplificador desta crença para que aja uma retroalimentação positiva? E agora?
  6. Ora, neste caso, tal crença, por ser um limite tendendo para o infinito, crescerá de modo avassalador deixando a compreensibilidade assim que atingir determinado ponto, mas sempre voltando ao input inicial e sendo amplificada indefinidamente. Mas por quem ou o que? Se não basta apenas crer, quem amplifica essa crença a cada loop?
  7. Há quem creia em Deus porque acredita na existência do diabo ao ver endemoninhados. Não deveria ser o contrário?
  8. Ok. Quer discutir matemática ou física com este "sem estudo"?
  9. Falando e cuspindo. Para de babar sobre as pessoas.
  10. livros

    Metafísica. Em Platão, Aristóteles, Descartes, Leibniz e até sua crítica em David Hume.
  11. O universo é tão maravilhoso que só Deus poderia te-lo feito. Meu trabalho é apenas descobrir como ele funciona. Albert Einstein. Antes de dizer bobagens, aproveite e desenferruje teu inglês num texto bem popular.
  12. Faça o que quiser, mas isso não muda o fato de que você não admite a possibilidade de Deus. Eu, ao contrário, admito a possibilidade e, também, a IMpossibilidade de Deus. Sentiu a diferença? Negar uma ou outra é artigo de fé porque "não se pode provar que Deus exista ou não exista" (Voltaire). Agora, já ficou claro para mim que toda a vez que eu menciono Deus aqui, vocês enxergam uma igreja, uma missa, o Macedo, charlatanismo, etc. Deus, para um filósofo, é um artefato lógico, não uma divindade a quem se deve prestar culto. É claro que faço estudos teológicos que envolvem tudo isso, mas esse é meu lado teólogo. Como filósofo, Deus pode ser visto como hipótese (Lavoisier) ou possibilidade (Einstein, Heidegger, etc).
  13. Cara, eu não estou nem aí para o que você diz. Aliás, pelo teu palavrório, você deve ser do tipo que cospe enquanto fala, ou seja, quando abre a boca as pessoas têm dois excelentes motivos para se afastarem de você: o conteúdo e os perdigotos.
  14. É. Eu não estou conseguindo mais acompanhar alguns por aqui. Não entendi o que você disse. Há frases soltas, desconexas do sentido geral, fragmentos conceituais boiando num lago de entendimento raso e escuro. Ao invés de ficar enrolando, solta a língua e seja claro, como pede Descartes no seu Método. Como você pode dizer que está aberto à demonstração da possibilidade de Deus, quando pouco antes afirma que tal possibilidade te incomoda? É como se alguém dissesse: - detesto comida com sal, por isso, colocarei sal na comida. É assim que você pensa? De acordo com o funcionalismo eu não posso dizer o que está na tua cabeça, porque não tenho este acesso, mas posso emitir estímulos e observar resultados. Ora, após o input da possibilidade de Deus, o output que surgiu foi um tremendo nonsense. Ou seja, a discussao de tal possibilidade te enlouquece? Você vem com teu ateísmo, que eu mostro meu agnosticismo. Eu não tenho medo nem do assunto, nem da possibilidade de concretização desta ideia. Não sou crédulo, mas não temo o que não conheço. Você tem medo, como a maioria dos ateístas, de estudar sobre Deus. Já a leu a Bíblia, o Corão, algum Veda, ou mesmo os Analetos? Seja científico, pesquise nas fontes antes emitir parecer.
  15. Já falei acerca de impossibilidades. Não se pode descartá-las. Nestas horas o triângulo de quatro lados cai bem. Por que ele é impossível? Porque atenta contra a lógica e a experiência. Mas, e Deus? Ele não é uma impossibilidade porque não é ilógico entender a possibilidade de sua existência e nem vai contra nossa experiência da realidade. Veja. Já concebemos e aceitamos conceitos como infinito e força de corpo negro. Os estudos continuam. Busca-se por uma força unificadora do universo que, por enquanto, só foi teorizada. Infinito mais a existência de tal força e a gente poderia chegar em algo como Deus. Portanto, completamente lógico. Já a experiência que temos da realidade nos ensina que tudo é resultado de alguma produção ou originação. Assim, nada surge de si mesmo. Logo, ainda que não possamos provar por enquanto (improvável) sobre a origem de algo com as dimensões do universo, tudo o que conhecemos vem de algo (possível). Agora, declarar que tudo é possível é afirmar o que eu não disse. Mas podemos viajar com o japonês. Cientificamente, você, p. ex., não é o Brad Pitt. Nem aqui, nem em algum outro universo, não importa a teoria de multiversos que se crie. Ok, mas nem tudo está perdido. Você ainda pode se tornar o Brad Pitt e sem mágica ou bruxaria. Basta para isso sairmos da física e química e entrarmos na estatística. Pode-se dizer que você é o Brad Pitt mais a margem de erro, que neste caso é um limite tendendo para infinito.