Heidegger

Membro
  • Total de itens

    1.146
  • Registro em

  • Última visita

  • Days Won

    41

Heidegger last won the day on November 26

Heidegger had the most liked content!

Reputação

400 Excellent

4 Seguidores

Sobre Heidegger

  • Rank
    insane
  • Data de Nascimento

Profile Information

  • Gender
    Male

Últimos Visitantes

1.171 visualizações
  1. Isso é brilhante para você. Beleza. Aí, sim, eu vi coerência.
  2. Você deveria ao menos citar a fonte destas referências. Ou será que por ser tão descredenciada você tem vergonha dela? Citar o rodapé de algum pasquim não te torna mais inteligente ou útil no debate. Ao contrário, só demonstra o quanto ignorante e descartável alguém pode ser, quando deixa claro não entender o que quer atacar.
  3. Negativo. Você é que não sabe a diferença entre a mão direita e a esquerda. Heidegger NUNCA disse as asneiras citadas por ti. Para começar ele nunca defendeu a metafísica. Ao contrário, ele propôs a drestruktion, conceito que dá origem a desconstrução. Quanto ao Ser, quanta bobagem. O Ser, em Heidegger, é existência. Não tem nada de deusinho ou coisa parecida. Na verdade, você NUNCA leu este filósofo, mas como quer fazer um tipo por aqui arrota tolices. Calce as sandálias da humildade e admita que não sabe. Heidegger poderia ser uma boa ferramenta ao teu suposto ateísmo. Pena que não está ao teu alcance.
  4. Inacreditável. Olha, eu não vou desvirtuar o tema por tua causa, mas se é isso que você sabe de Heidegger e, portanto, não concorda com ele, cara tu é muito desinformada. Você não tem problema de cérebro mas de útero. Se fosse possível teria de nascer de novo para começar tudo outra vez, porque não se aproveita nada do material atual.
  5. Este é um caso em que nada significa muita coisa. Então, cite apenas um elemento na estrutura que compõe o sistema filosófico de Heidegger que você não concorda. Por favor, justifique tua citação.
  6. Hein? Palavras ou realidade física? O que é isso? Pelo jeito você é como aquele personagem do Chico Anísio, Valfrido Canavieira, cujo bordão era palavras são palavras, nada mais que palavras. É óbvio que não são! Palavras não são meros objetos abstratos sem a menor conexão com a realidade. São símbolos, é verdade, mas estão agregados ao tangível. O que é símbolo? Esta palavra vem do grego e significa o que está ao lado, ou junto. O símbolo é o que unifica. O contrário de simbólico é diabólico, ou seja, o que separa, desune. Como se vê, palavras como símbolos são os sinais que descrevem a realidade unida a eles. Logo, não se pode falar de palavra como algo distante, divorciado da realidade. Palavras têm tudo a ver com o que vemos, temos, sentimos, vivemos, porque elas estão substancialmente ligadas à realidade. Desse modo, dizer que amar é verbo ativo, não significa que a ação de amar é algo que passou a ser definido a partir da palavra amar; mas a palavra amar, enquanto verbo, descreve o que ocorre na realidade. Não se trata de decorar ou conhecer palavras, mas entender seus significados e funções na comunicação. Você confunde tudo quando tenta relacionar beber com viver, e não consegue porque está tentando um nexo de A com B e não A com A. Por serem substancialmente diferentes, não haverá solução. Com palavras adequadas, você constrói pontes de entendimento.
  7. Este é o erro máximo de quem detesta religião. Não conhecer o que se vai atacar é uma das maiores provas de inabilidade argumentativa. Se você não quer conhecer a Bíblia para criticar seus apoiadores, então não a use. É para evitar a tal vergonha alheia. Sirva-se de outros meios contra os intolerantes, como Política, Sociologia, Direito, Polícia, etc.
  8. A não ser que você conheça outro modo, não há como se comunicar tecnicamente a não ser por meio de palavras. Um olhar, um toque, algo que remeta a uma pessoa, lugar ou acontecimento, podem ser modos de comunicação, mas não são, de modo algum, meios para transmitir conhecimento técnico. Para isso há as linguagens apropriadas articuladas por palavras, entre elas a lógica. Ok. Antes de ser verbo... Complete a frase. Você foi reticente. Se não concorda comigo, tudo bem. Mas, por favor, diga o que você pensa. Ou não pensa sobre isso e apenas intui que estou errado? Olha, não existe esse negócio de "palavrinhas". Palavras são como pacotes, possuem conteúdo. Você mostra conteúdo quando conhece o interior das palavras. Eu fiz um estudo, 21 anos atrás, sobre o que você chamou de pessoas autodestrutivas. Já falei sobre isso aqui. Para minha surpresa, grande parte dos que apresentavam tal comportamento e a maioria dos suicidas eram pessoas para quem o mundo não era o suficiente. Diziam-se incompreendidos por serem especiais. Em suma, amavam-se tanto que o melhor era sair de cena para não ficarem diante de quem não os tratava assim. Já ouviu falar de Narciso? Nossa? Como assim? Você também possui esta mania? Mas você não é exatamente contra isso? Só se usa nossa no modo inclusivo. Semântica, minha cara, semântica.
  9. Bom, longe de mim defender religião. Do contrário eu teria uma. Mas aqui apeia o filósofo e sobe o teólogo. A frase citada por você "amar ao próximo como a ti mesmo" é uma das mais mal compreendidas no cristianismo, de onde ela se origina. Devido à influência da psicologia, em especial por causa de Freud, que afirmou só ser possível alguém amar outra pessoa, se antes amasse a si próprio, este mandamento se tornou uma permissão ao egoísmo, ou seja, o amor próprio. Sua interpretação correta, de acordo com o que se entendia na época em que foi dito, deveria ser algo assim: amai o próximo como (erradamente se ama) a si mesmo. Isto é assim porque não poderia haver algo mais estranho na antiguidade do que a admissão de amor próprio. A atitude existia, mas não era admitida por ser um vício, algo vergonhoso, em contrapartida à virtude do amor. Em outras palavras, este amor que é dedicado a você, por você, dirija-o ao próximo. Lembre-se. Amar é um verbo ativo, e isso quer dizer que ele sempre vai na direção do outro, nunca para si mesmo, pois aí já seria reflexivo. Dessa forma, amar a si mesmo era visto como uma perversão do amor. Como as coisas mudaram. Hoje é pregado nas praças e nos vídeos o amor próprio, também conhecido como autoestima. Agora, quando isso acontece nas igrejas não é Jesus quem fala, mas Freud, só que os atuais púlpitos, ignorantes até mesmo do seu livrinho, acham que nada poderia ser mais cristão do que esta mensagem. O que eu quero dizer? Minha pretensão é mostrar que pior do que seguir um livrinho é não saber o que ele diz e ainda pensar que está certo. E agora, a surpresa! Esta conclusão vale para os adeptos dos livrinhos e também para seus críticos.
  10. Mas se têm algum mérito, por que são muito danosos? Algum e muito não deveriam andar na mesma frase porque são praticamente excludentes. Além disso, já que estamos falando de tolerância, quem quiser ser dirigido por tais livrinhos que o sejam. Que haja liberdade para não seguir e para seguir. Mas também para possuir o que se queira. Fico pensando no que aconteceria, se daqui há 100 anos a humanidade tiver abandonado seus livrinhos. Os poucos que quisessem mantê-los seriam perseguidos pelos demais? Isso me faz lembrar que havia, há pouco mais de 30 anos, uma nação tão atrasada que ainda se guiava pelas estrelas. Elas não ficavam no céu, mas nos ombros de seus ditadores. Ora, se estes até são lembrados com saudade por muitos hoje em dia, por que os tais livrinhos, que até têm algum mérito reconhecido, não poderiam ser deixados aos que os saúdam? Tolerância cai bem nos tempos do cólera. Não acha?
  11. Entendo. Mas, então, por que o movimento gay quando busca defender as práticas homossexuais como algo natural apela para o mesmo comportamento entre os irracionais? Veja, minha intenção é aprofundar tua afirmação, enquanto metodologia, sobre comparar ou não humanos com animais. Por isso, não tenho a mínima pretensão de discutir sobre comer animais ou homossexualidade.
  12. No já tradicional Mito do Ateísta Esclarecido (MAE), aderentes desta corrente afirmam ser superiores aos demais seres humanos por causa de sua capacidade de percepção e agudeza intelectual, características que os tornam especiais na obviedade da inexistência de Deus. 1- Petulância, arrogância e preconceito na direção de pessoas e 2- falta de rigor lógico quanto ao significado de determinados termos. 1- Como agnóstico, eu também não acredito que Deus exista, mas daí dizer que os que defendem esta existência são "ignorantes" e vivem em "estado sub-humano" é o mesmo que se colocar em algum tipo de altar e esperar um reconhecimento que beira o louvor e a adoração. Eu acuso os ateístas desta corrente de cometerem a heresia da autodivinização, também conhecida como complexo de Lúcifer. 2- Desde quando é óbvia a inexistência de Deus? Se do lado dos crédulos tudo o que fica de fato é a fé, aos ateístas sobra apenas a racionalização. Mas racionalizar não é, nem de longe, argumentar de modo válido. Não há provas, evidências ou indícios da existência ou não de Deus. Os crédulos usam a seu favor a afirmação de que há uma realidade e um universo, portanto, é razoável dizer que há uma causa. Os ateístas nem isso possuem, porque não podem afirmar a seu favor uma causa para a inexistência, por seria nonsense. Desse modo, quando da utilização de certos termos técnicos, como óbvio, por favor, mais rigor acadêmico na sua afirmação e menos superficialidade colegial na aplicação, só para fazer valer alguma coisa do esclarecido no MAE.
  13. De fato. Venho alertando para esta realidade há tempos por aqui. Eliminem completamente a religião e teremos a reedição dos tribunais de exceção soviéticos. Estive lá, nos anos 70 e ouvi relatos muito constrangedores. Padres, que eram obrigados a consagrar fezes como hóstia e depois eram entregues para cristãos comerem. O argumento era muito simples: a religião é um atraso, portanto, profanem seus símbolos que ela acaba. Mas quem era profanado? A religião ou seres humanos? Percebem? Há loucura na credulidade e na incredulidade. Ser ateísta não libera ninguém de ser animalesco e irracional em relação ao outro. Mas as religiões são, sim, um boa referência para bom comportamento. Um religioso pego fora da linha tem de ser lembrado quem é. Algo do tipo, "como é que você, seguidor de Jesus, que diz ter dado a vida pelo próximo é flagrado tirando a vida alheia?". Esta base fornece uma linha de comunicação moral muto forte. Agora, se alguém acha que não pode segurar a onda no ateísmo, e acabará se entregando ao mau caratismo, é melhor que fique em alguma religião. Simples e prático.