Heidegger

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  1. O teu método não é novo, chama-se Romântico. O que caracteriza o romantismo é a aquisição de conhecimento pela via das emoções. Ralph Emerson foi um dos seus grandes expoentes. Tem algum mérito, mas não é o escolhido pela ciência que prefere o racional dedutivo ou indutivo. Você acha que só por não gostar do que escrevo, só por não concordar com minhas ideias, isso já é suficiente para me refutar. Não é! Quero muito ser refutado por você, mas tudo o que vejo são afirmações subjetivas, cheias de emocionalismo e carentes de argumentos racionais.
  2. Nascemos analfabetos, imorais, incultos e sem crenças. Com o tempo, todos os conteúdos destas dimensões são formalmente apresentados à criança, ao longo do seu desenvolvimento cognitivo. O ateísmo não está presente na criança porque é uma posição de segunda ordem, ou seja, trata-se de tomada de decisão a partir de reflexão, posterior ao conhecimento de Deus (primeira ordem). A sequência pode ser sistematizada como segue. No início é o vazio, o neutro. Depois vem o anúncio. Por fim, a aceitação ou recusa. Esta última fase pode ser chamada de confirmação ou negação, segundo decisão tomada. O que chama a atenção no processo de negação é o fato de que Deus precisa ser concebido para que não se creia nele. Explico. Não se pode negar algo sem que, antes, haja alguma descrição deste "algo", porque tem de se conceber alguma coisa para depois afirmar sua não existência. Mas isso é paradoxal. Seria o mesmo se eu perguntasse a um ateísta: você pode me descrever o Deus em que você não crê? É claro que um ateísta poderia dizer que o mesmo vale para unicórnios. Afinal, se alguém acha justificável uma fé em Deus, não poderia ter o mesmo pensamento sobre unicórnios, já que eles também podem ser descritos? Não! Porque do ponto de vista dos ateístas um unicórnio tem status superior a Deus, uma vez que eles "existem" nas fábulas, algo impensável para Deus, visto que lhe é negada qualquer possibilidade existencial. Resta a observação de não se crer em Deus. Se isto é assim, ateístas são indivíduos que têm uma fé negativa acerca de Deus. Já que não podem provar sua inexistência, tudo o que fazem é não crer na sua existência. Estes becos sem saída do ateísmo também são negados pelos que vivem neles, mas crêem que não existem. Bem-vindos ao agnosticismo.
  3. Sim, Maduro, também conhecido como Mentira Fresca, já pode ser visto como ditador. Não um ditador completo, finalizado como Bashar al-Assad, que tem até pedigree de tirano, já que o pai escarneceu do país por 30 anos. Não, Maduro é um ditadorzinho chinfrim, do tipo Manuel Noriega, do Panamá nos anos 1980. Ex-cobrador de ônibus, Maduro só chegou a este posto porque Hugo Cháves quis imitar Lula, quando este disse que elegeria qualquer pessoa. Tivemos Dilma, eles o Maduro. A humilhação máxima veio do pedido deste vassalo da idiotice por uma audiência com Trump, o Cretino, depois que seus bens foram congelados nos EUA. A rápida recusa do bufão americano, mais o “bônus” de que “uma opção militar” é certamente algo que pode ser adotado contra o regime de Nicolás Maduro, formam o tipo de desonra a que o venezuelano tem sido submetido. Que crise! Sobra todo tipo de pascácio, ainda que falte até ditador.
  4. Não, você não me incomoda pedindo para definir alguma coisa. O problema com o Nada é que chamá-lo de alguma coisa é uma contradição em termos. Afinal, Nada não é coisa alguma. O Nada é um ente metafísico, daqueles que fazem parte das grandes questões como justiça, verdade, mente, etc. Nossa experiência da realidade não nos permite perceber, muito menos entender o que seria o Nada, porque existimos e nos movemos no Algo. Uma das atuais linhas de pesquisa na Filosofia atual é a questão da existência. Há quem defenda existência como um propriedade do existente. É polêmico! Contudo, seguindo esta linha, o Nada necessitaria de uma propriedade para ser afirmado como existente. Mas como isso seria possível, se o Nada é a negação de propriedades? Deste modo, como fiz, atribuir existência ao Nada, só mesmo entre aspas, pois, o que existe mesmo é algum propósito de comunicação.
  5. De fato. Pode ser que o Nada tenha "existido" em alguma ocasião. Mas a realidade em que vivemos não descreve o Nada, em hipótese alguma. Obs. Não confundir o Nada com o vácuo.
  6. Interessante! Segundo teu pensamento, nossa percepção/racionalidade não faz a menor diferença para o planeta, porque o que ocorre nos humanos é tão próprio a eles que quando deixarmos esta habitação, não fará para o restante a menor diferença. Esta é a postura mais radical que se pode assumir, quando se entende que nossa existência/permanência neste planeta é resultado de alguma probabilidade que só pode ser localizada no domínio do acaso, portanto, deslocada da razão. Mas isso é falacioso porque não leva em consideração o FATO de que não apenas temos consciência sobre a vida neste mundo, mas interferimos também na vida deste mundo. Trata-se de caso específico de falácia genética, quando tudo se explica devido a sermos frutos de eventos randômicos. Agora, mais interessante, ainda, é ver você concluir que fazer bem ou mal ao planeta é algo relativo a uma avaliação pela ótica do entendimento humano, fundamentada em sua moral, algo sem importância para os demais. Veja o paralelismo invertido que você cometeu. Nossa razão é indiferente aos demais da biosfera, mas nossa moral, por existir apenas em humanos (pois avalia como mau comportamento qualquer ameaça à vida), deve ser vista também com indiferença. Agora entenda onde está o problema. Razão ou capacidade de raciocinar não existe só em humanos, mas só os humanos racionam no modo e grau como nós. Logo, animais também têm razão/percepção da vida, ainda que não como nós. Então, de algum modo, eles nos percebem e as nossas ações. Mas com moral é diferente, porque moral é um refino da razão. Não podemos falar de moral do mesmo modo, em relação aos animais, como nos referimos à razão. A razão nos permite interferir na vida dos outros, mas a moral julgará por quê interferimos. A moral é o que pode se opor à razão, mas você se opõe a ambas invertendo seus papeis. Além de tudo o que foi dito, tem o erro de argumentação em ver os humanos como se estivessem descolados do planeta Terra. Somos, também, parte da Natureza. Assim, o planeta reagirá, com certeza, à nossa partida. Razão e moral nos habilitam como humanos, por isso, do modo como um pássaro ou um anfíbio tem determinado comportamento, e isso lhe é natural, ou seja, algo do qual não deve se "envergonhar", deveríamos, da mesma forma, assumir nossos diferenciais, mesmo sabendo que nossos comportamentos poderão nos envergonhar.
  7. Este cara é a imagem do Brasil político 2017. Deputado Wladimir Costa. É o que temos, não o que queremos para o Brasil.
  8. O nome era Ciep, Centro Integrado de Educação Pública. Mas a crítica foi pesada. Como não haviao Real e a inflação estava tão à solta, as contas eram feitas em dólar. Muito bem, cada Ciep (invenção de Darcy Ribeiro, com total apoio de Brizola) foi avaliado em 1 milhão de dólares. Só que faltava sabonete nos banheiros e professores. Estes ganhavam uma miséria no RJ. Esta era a face do tal socialismo moreno do PDT de Brizola.
  9. Então, estou ganhando de você. A última vez que votei foi em Lula versus Collor em 1989. Perdi, mas depois vi o que ganhei. Fiquei conhecendo aquela turma alguns meses depois das eleições. Antes da votação eu já fiquei muito desconfiado. Fui chamado para fazer um trabalho de análise política para um instituto europeu e, por isso, acompanhei Lula e Collor em várias ocasiões. O que me marcou em dois comícios, foi o Lula chegar de fusca, suado, de camiseta, e sua comitiva de Opala preto. Genuíno, Dirceu, Gushiken e galera. Depois daquelas eleições, nunca mais votei. Sempre justifiquei. Teve ocasião do TRE cobrar 1 dólar (lembra disso?) para justificar nos Correios. Hoje eu teclo 00, confirmo e imediatamente a urna me informa que meu voto foi anulado. Mas meu problema é muito mais radical do que apenas não gostar de maus candidatos. Não voto porque o voto é obrigatório. Vejo aí, a raiz de todos os nossos problemas políticos. Até que isso mude, pode vir o Moro, um reconhecido benemérito social ou qualquer figura amada pelo povo que eu continuarei a anular, enquanto não for instituído o voto facultativo.
  10. Mas como você se considera melhor do que um religioso, não dá para entender agir segundo as mesmas categorias que eles.
  11. Vocês me impressionam. Existe um texto no Novo Testamento que diz o seguinte: - A quem muito foi dado, muito será cobrado (Lc 12:48). Para um grupo que se intitula como ateístas vocês são bem bíblicos.
  12. Parece muito claro e faz todo o sentido. Como vejo o mundo, o que você disse corresponde com a realidade, que, no entendimento de Aristóteles, é a verdade.
  13. Ok, eu te entendo, mas não concordo contigo. Aliás, parece que você tem medo de atacar os Aécios da vida, achando que, com isso, fortalecerá o Lula. Algo como: - viram esses corruptos, traidores da nação? Só o Lula pode fazer alguma coisa! Não, não tema! Ao invés, mostre como está a escalada política no país em direção à arrumação própria, ao invés do bem público. Diga para todo o mundo que precisamos de uma limpeza geral. Ninguém escapa, porque todos em Brasília têm cabeça antiga. Com isso quero dizer que ainda pensam no velho modo de fazer política. Mais se parecem com aqueles coronéis do Cariri, achando que autoridade é sinônimo de mandar e ser servido. Um Congresso que admite 34 auxiliares para um deputado e 82 para um senador, 16 mil funcionários só na Câmara e que custa 28 milhões por dia, não pode ser uma coisa boa. É isso que devemos falar ao povo e carregando na tinta. TODOS eles devem ser higienizados pela luz. Isso significa que devemos mostrá-los, TODOS.
  14. Mas, então, você detona o Lula por causa dos lulistas? Não faz sentido e veja por que. 1º, o Lula deve ser atacado pelo que ele diz e faz e não pelo que seus seguidores afirmam sobre ele. Você erra o alvo quando olha para os apoiadores ao invés do Grande Objeto. 2º, só porque como não há, ao menos por enquanto, apoiadores de Temer e Michel, você os deixa em paz, quando, na verdade, deveria estar escancarando os desmandos e falcatruas destes cavalheiros. Um erro enorme! Por não fazer isso, eles ficam no bem, bom, longe das sarrafadas destinadas apenas ao Lula. O efeito desta estratégia desengonçada é municiar o Lula com o fato de que há uma perseguição contra ele. E há, porque só ele aparece no cenário sendo malhado. Conclusão: os seguidores enxergam exatamente isso e vão às ruas, convencidos de que Lula está certo, é inocente, um mártir perseguido e, infelizmente para nós, com chances muito fortes de se eleger. Agora, quem alimenta toda esta máquina infernal pró-Lula? Caras como você, quando não apontam o dedo, TAMBÉM, para os Aécios e Temers da vida. Mira isso: o povo só vê o que está diante do seu nariz. E o que é visível, neste momento, é apenas o Lula sendo atacado. E com ferocidade.
  15. Sinceramente. Leio, estudo, debato, reflito, mas não consigo entender por que o Lula foi eleito o Top of the Worst. Certo, o Lula é um tosco, sem qualificações para ser presidente do Brasil e pesam contra ele acusações e condenação por corrupção, mas e o resto? Nunca vejo o PSDB na caldeirinha, agora, o PT vive na boca do inferno. Por que? Para sermos justos e fazermos a varreção completa, parece-me que estão faltando nomes que deveriam caminhar ao lado de Lula, para se encontrarem com Sua Excelência o povo. Na verdade, eu não vejo o PT e Lula piores do que o PMDB e Temer ou o PSDB e Aécio. Não é tudo igual? Ora, se é, por que não estão de mãos dadas com o PT e Lula, quando os condenamos ao abismo político? Nessa malhação do Judas, acho que já passou a hora de pegar além do Temer e Aécio, também José Rocha do PR, Marcos Montes do PSD, Tereza Cristina do PSB, Efraim Filho do DEM, Eros Biondini do PTB, Cleber Verde do PRB, Weverton Rocha do PDT, Aureo do SD, Alice Portugal do PC do B, Victório Galli do PSC, Arnaldo Jordy do PPS, Diego Garcia do PHS, Glauber Braga do PSOL, Leandre do PV, João Derly da Rede, Junior Marreca do PEN, Weliton Prado do PMB. Não é tudo, mas acredito que isso, também, é o que a maioria quer para o Brasil.