Russell

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  1. No meu entendimento o antiético é aquele que não age de acordo com a ética, só isso. Já o que é ético é uma outra história e como eu disse, o caminhar da humanidade demonstra bem que há algo além da cultura para determinar essa "direção" do imoral para o moral. Nosso caminho não foi da liberdade para a escravidão, mas o oposto. E eu apostaria na genética e naquilo que R.Dawkins compreende como EEE.
  2. Não acho que é besteira, bons documentários podem ser longo pela complexidade do tema. O problema é a falta de tempo mesmo para assistir. Estou com tanta coisa pendente para ver, principalmente da minha área profissional assim como na parte de divertimento (séries, filmes e música), que acabo dando preferência à essas pendências sempre que os vídeos são maiores que 30 minutos. Na verdade é muito difícil eu assistir algum vídeo maior do que 5 minutos nas redes sociais que frequento e aqui no fórum, mesmo sabendo que há muita coisa boa postada. Com a leitura (livros) é a mesma coisa. Tenho muita curiosidade de ler alguns besteróis em evidência na boca do povo, principalmente quando se tornam best sellers, mas a lista de prioridades pendentes é muito extensa para me dar a esse "luxo". É impressionante como a soma das coisas que gostamos de fazer juntamente com as coisas que precisamos fazer rapta o nosso tempo sem a gente nem ver. Além de tudo sou dorminhoco, o que reduz meu tempo em vigília para fazer todas essas coisas. Complicado .... Discordo. No contexto e no conceito de uma sociedade organizada de como funciona o Estado e seus servidores e de como a máquina deve arrecadar e transformar essa arrecadação em retorno de excelência para os integrantes dessa sociedade, o ato de surrupiar o erário em benefício próprio é extremamente antiético e o fato de quem se dá bem considerar o contrário é totalmente indiferente. É uma mistura de cultura e conceitos somado a fatores instintivos. Mais ou menos como a moral. Errado! É antiético de maneira geral independente se vc e os outros que concordam contigo achem o contrário. Repare que a civilização mesmo ainda muiiiito aquém do ideal e de um posicionamento ético amplo desejável, caminha lentamente para uma direção mais ética do que o contrário, inclusive nas culturas escrotas e retrógradas. Sim, mas não na sua forma de relativizar.
  3. Que relativização mais desnecessária , Poc. Meter a mão nos cofres públicos, por exemplo, é antiético independende se vc concorda com isso ou não.
  4. Que seja. E de acordo com a nossa cultura o infanticídio paterno/materno não é normal. Se fosse o oposto eu estaria provavelmente falando sobre esse oposto como anormal. Se bem que mesmo nas culturas "estranhas" e nas atitudes gregas e indígenas de descartar crianças defeituosas, no geral o instinto de proteção é o que prevalece.
  5. Não me afasta da questão não, Heidegger, ao contrário. Estou me mantendo restritamente na condição "normalidade" discutida aqui. Não há realmente muito apoio científico mesmo porque a psicologia nem é de fato uma ciência (aí lá vem mais polêmica rsrs), mas a condição default humana para esses casos é a proteção e a atenção para com a prole, instintivamente, inclusive (nem me refiro aqui a amor, carinho e outras características afetuosas). E não é medo da minha parte admitir que uma pessoa normal possa jogar a própria filha do alto de um edifício, o que tenho de fato são dúvidas sobre a condição psicológica de um indivíduo desses. Por mais que se veja casos aí na mídia e na história sobre maus tratos e infanticídio, no geral (na IMENSA E ESMAGADORA maioria) pais protegem seus filhos até com a própria vida, não os jogam pela janela. Acho que não. Me refiro ao comportamento geral tido como normal entre os humanos e suas interações nas sociedades. E a queda acentuada de empatia, a perda total do senso de proteção à prole e o descaso absoluto com ela a ponto de executar o próprio filho, é sim algo que deve ser visto e avaliado como anormal. O quão é anormal e o grau doentio de uma ação dessas, aí sim cabe a profissionais da mente avaliarem, concordo com vc nesse específico ponto. Veja, eu moro numa cidade com 2 milhões de habitantes (mais de 300 mil famílias) e quando há um caso de infanticídio paterno/materno, a notícia se espalha rapidamente, a coisa vira um carnaval midiático tamanho a revolta e incompreensão dos integrantes que compõe a sociedade. Ou seja, não é algo normal nem para mim e nem para a maioria. O grau dessa loucura (anormalidade) de fato é algo mais complexo de se avaliar. Já observei sim, mas isso é um pouco diferente daquilo que estamos tratando, muito embora o desequilíbrio exacerbado de uma pessoa que explode facilmente no trânsito a ponto de dar um tiro e matar seu semelhante por causa de uma "fechada", deve(ria) sim ser pesquisado e analisado pelos profissionais da mente. E até mesmo os cães equilibrados possuem essa linha limite e apenas as "bestas feras" ultrapassam-a. Já o caráter, valor pessoal exclusivo humano, não tem nada a ver com esse nosso assunto, ou então não entendi o que vc quis dizer. Fazer uma avaliação (julgamento) de uma atitude de um sujeito usando o seu caráter como parâmetro, não me parece adequado para os casos de infanticídio maternal/paternal. Não é a mesma coisa que avaliar o comportamento de um sujeito pelo seu caráter e comprometimento com as suas responsabilidades comuns e usuais, como honestidade, cumprimento de promessas, etc. Em suma, dar um tiro na cara de quem te dá uma fechada no trânsito me parece algo bem além de mau caratismo. Se vc concorda que as exceções compõem o conceito de anormalidade, então deveria ter um posicionamento semelhante ao meu no que diz respeito desconfiar da normalidade psicológica de um pai como o caso comentado acima, e não apenas considerá-lo um mau caráter.
  6. Vamos lá então: qual a referência para vc concluir isso?? Como um psicólogo pode diagnosticar como normal a cabeça de um pai (suas ações instintivas, sua natureza, seu equilíbrio emocional) que joga a própria filha de dentro de seu apto sendo que a condição default de todos os pais é justamente proteger sua prole até mesmo com a própria vida?? WTF ?!
  7. Pô, Stan, 43 minutos? Resume aí escrevendo mesmo o que a matéria do vídeo trata.
  8. Eu só adentrei nessa questão porque realmente é estranho tratar como "mentalmente normal" quem executa certas atitudes insanas as quais vemos por aí. Por exemplo, o pai e a madrasta daquela menina que jogaram da janela do quarto não podem ser "normais", especialmente o pai. É absolutamente insano um pai cortar a tela da janela do comodo, colocar pelos braços a própria filha para o lado de fora e atirá-la para a morte (morte sofrida, pavorosa e terrível, ainda por cima) e depois dizer calmamente para a imprensa e para a polícia que ela "caiu acidentalmente". Ele e a madrasta foram considerados pessoas totalmente normais pela equipe forense que tratou do caso, mas ora, o acontecimento e o ato em si não deveriam ser mais do que suficiente para demonstrar que de normais eles não tem nada?? Entendem o que eu digo?
  9. Eu acho que crentes também se suicidam, toddynho.
  10. Vou policiar o Dimas B L de perto agora. Se ele, bom esquerdista que é, criticar alguma piada de algum Gentili da vida sobre o assunto que seja, meu cajado pesará!
  11. Eu já me perguntei isso, já pesquisei sobre isso, já li sobre anarquismo, mas minha conclusão íntima é que não há alternativa para se viver em sociedades organizadas sem gerenciamento, ordem e policiamento.
  12. Ele está claramente usando em benefício promocional político o "limite" que o brasileiro médio chegou em relação a violência urbana. Pra mim isso é claro.