Hiena Implume

Membro
  • Total de itens

    1.348
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

440 Excellent

Sobre Hiena Implume

  • Rank
    Cinicosexual

Profile Information

  • Gender Not Telling
  • Location Botucatu, S.P
  • Interests Niilismo, hienas, os deuses, suicídio, puzzles, cinismo, mais hienas, e sarcasmo.

Últimos Visitantes

9.974 visualizações
  1. Mente x Cérebro

    @Um pensador Primeiramente, o que você disse em seu post inicial é a mesma velha e vazia besteira do argumento "algo só existe se alguém sabe que existe", i.e "o as coisas não existem por si, mas a existência é criada quando um indivíduo pensa sobre tal". O que disse nada mais é do que o velho e batido "argumento" solipsista.
  2. voce foi doutrinado

    1°: Marx; 2°: Mises.
  3. Tempo de trabalho

    Comecei a trabalhar com 11 anos, 8 horas por dia (trabalho físico pesado mesmo). Já tive que dormir em ponto de ônibus em São Paulo, e já fiquei finais de semana inteiros só comendo pão com azeite e sal, e bebendo água, pois não tinha dinheiro para comer. Eu estou em posição sim em dizer que não existe emprego ruim, o ruim é ter que trabalhar.
  4. Tempo de trabalho

    Isso é uma proposição meio estranha. Não é difícil ver que a grande maioria pensa que alguém feliz não estaria a verdade trabalhando.
  5. Matar é justificável?

    Essa pergunta em si já é um absurdo. Perguntar "matar é justificável" só é possível em uma sociedade decadente e cristianizada. Se alguém pergunta-se a mesma coisa para um romano ou para um ateniense, essa perguntar lhe causaria tela azul da morte no cérebro. Tal pergunta só faz sentido dentro do sistema de moral decadente imposto pelo cristianismo ao ocidente. Eu invejo Leonidas pois ele estava aquém, ou além, dessa pergunta.
  6. Juri popular

    De onde você tirou que o direito está repleto de relativismo e de anti-precisão matemática? Direito é simples. Cada e toda pessoa no mundo indubitavelmente se encaixa em duas únicas opções: 1ª, cometeu crime; 2ª, não cometeu crime. Pronto, duas simples categorias que toda pessoa se encaixa, e não existe terceira opção. Crimes são eventos físico-químicos que acontecem no mundo, então a única coisa que um júri deve fazer é descobrir que tal acontecimento físico aconteceu. Essa parte do sistema judiciário é bem medida e "milimétrica" como a própria construção de pontes, pois só existem duas opções universais e auto-excludentes. Nessa parte do julgamento não há espaço para o juri popular. Há porém uma segunda parte do julgamento, essa sim é não milimétrica e além disso relativa e metafísica, i.e, a parte de aplicação de penas e de quais penas aplicam-se a quais crimes. Isso sim é relativo. Porém aqui também não há espaço algum para um juri popular, pois a decisão de qual pena aplicar é uma mera decisão técnica baseada no atual sistema escrito de leis em um território específico. Então temos que na primeira parte do sistema judiciário o juri popular não pode se aplicar, pois essa parte é constituída por a simples questão binária e "milimétrica" de "pessoa se aplica em categoria 1 ou 2"; e na segunda parte do judiciário o juri popular não pode aplicar-se pois essa parte é constituída de conhecer os livros de direito atual e saber quais penas esses livros aplicam a quais atos, coisa que só pode ser sabida por alguém que possui conhecimento técnico do direito e do confuso emaranhado de leis.
  7. Matar é justificável?

    Matar é completamente justificável, e muitas vezes virtuoso e louvável. Por exemplo, eu sou um grande admirador do imperador Gaius Julius Caesar, e ele ter invadido a Gália e matado um monte de gauleses para conquistar aquela província para o Império Romano foi algo muito mais que justificável, foi belo e magnífico. Caesar matou um monte de gauleses, e foi um homem extremamente virtuoso, em parte por haver conquistado e varrido a Gália com suas legiões.
  8. Juri popular

    Eu nunca disse isso. Eu disse que conhecimento, verdade e justiça nunca podem sair de um grupo feita da população normal, ou seja, esse grupo nunca pode intencionalmente obter conhecimento ou justiça. O que não significa automaticamente que o grupo oposto sempre consiga alcançar tais coisas. Esse grupo de leigos feito da população média pode acertar sim, mas por acidente, e acertar por acidente não é uma forma válida (uma criança que por acidente balbucia os números que correspondem a distância do sol e da terra não é um modo válido de saber a distância entre o sol e a terra). Façamos uma comparação com a engenharia. É possível sim que um grupo de leigos acerte as medidas exatas que uma ponte precisa ter para não cair, estatisticamente é possível acertarem por acidente. Porém isso não faz com que tal grupo saiba como fazer pontes, e nem faz com que seja desejável que eles construam pontes. Porém essa constatação não faz com que o grupo oposto a esse (i.e., o grupo de engenheiros especialistas em construir pontes) sempre e indubitavelmente acertem as medidas em questão. Esse grupo de especialistas pode errar. A diferença é que esse grupo possui os conhecimento e qualidade necessárias para intencionalmente construir uma ponte que não caia, enquanto o primeiro grupo não, se acerta, acerta na sorte, e acerta na sorte não é acertar. O primeiro grupo (o de leigos do povo) nunca pode intencionalmente acertar como fazer a ponte, do mesmo que esse grupo nunca pode intencionalmente acertar como fazer justiça. Já o segundo grupo (o de especialistas) pode, e na maioria das vezes o faz, acertar como fazer uma ponte que não caia.
  9. Juri popular

    Do popular podemos esperar apenas fábulas, crenças, paixões, e todas as idiotices possíveis a espécie. O que não podemos esperar da população é justiça, verdade ou virtude. Justiça é sinônimo de verdade, afinal algo que é falso não pode ser justo. E verdade é sinônimo de virtude. E também podemos dizer que justiça é uma virtude. Assim assumir que um julgamento popular possui algum validez ou uma ligação sequem com a justiça, é assumir que o julgamento popular é também o criador e decididor do que é verdade e do que é virtuoso. O que é um absurdo.
  10. Juri popular

    Penso que o próprio conceito de juri popular é uma afronta a tudo que é racional. A função de um juri é usar meio técnicos racionais para encontrar respostas corretas acerca de questões sobre situações reais que aconteceram no mundo. Ou seja, basicamente o função do juri é ser um laboratório ondem físicos tentam encontrar respostas para eventos físicos. Agora imagine se tivéssemos laboratórios em que a decisão fosse tomado por um juri popular. Fico imaginando como seria a física moderna se assim fosse. Decisões jurídicas devem ser tomadas por técnicos especialistas, e não por um grupo de pessoas tirado do cerne da população, população essa que acredita em anjos, horóscopo, e não tem conhecimento algum sobre como investigar eventos no mundo físico (e crimes são eventos do mundo físico). A grande maioria é idiota, nunca esqueçam disso. Juri popular é a morte da civilização.
  11. Atração Fatal

    As macacas obviamente sentem atração por machos alfas fortes que são capazes de matar outros macacos. Demonstra força e capacidade de sobreviver a todo custo. As cria desse cara provavelmente também seriam assim. Ser um serial killer psicopata só é um problema se você está inserido em uma sociedade moderna já moralizada. Se estivéssemos em estado de natureza puro em vez de ser preso esse cara seria um macho alfa líder de um bando de macacos, e geraria muitos filhos. Foi para isso que o DNA das fêmeas evoluiu, e como nossa vida em sociedade moderna tem pouco mais de 2000 anos, o código genético das fêmeas humanas ainda não teve tempo de se adaptar. É o mesmo motivo pelo qual homens sem vez de sentirem atração por uma matemática brilhante, na maioria das vezes, por uma bêbada qualquer de salta alto. Uma mulher que tem vários filhos e que mata outras mulheres também seria extremamente atraente para muitos machos, pois significa que ela é um espécime forte, e que é capaz de gerar e proteger sua cria de outras fêmeas que poderiam roubar seu lugar dominante em um bando.
  12. Ateu Espiritualista

    Todos os ateus aqui nesse fórum são espiritualistas, absolutamente todos. As únicas pessoas que eu consigo pensar, além de mim mesmo, que não usam enunciados metafísicos injustificáveis para justificar uma grande parte de seus pensamento nem usam mais o fórum, i.e CIV e Cancian (apesar de que no começo do Vazio da Máquina ele aceita a epistemologia, o que, como ele mesmo diz, é uma metafísica). Um exemplo disso é que todos aqui aceitam a causalidade, sendo que Hume (sim estou usando um filósofo, o cara do fórum que despreza filosofia) já deixou bem claro que é impossível sustentar racional e empiricamente o conceito de causalidade. Ou exemplo é o Russell, homem extremamente racional, pessoa muito interessante de se conversar e ótimo amigo para beber, há não muito tempo atrás no tópico sobre Canibalismo disse claramente que aceita o enunciado metafísico de que existem diferenças qualitativas entre amontoados de matéria, que não conseguiu refutar meu argumento sobre a matéria ser meramente quantitativa, mas não consegue deixar seu dogma metafísico mesmo assim. "Ateu é aquele que acredita em tudo, menos em deuses". (Achaques do Absurdo, p. 78, ch. III, Fragmentos Amontoadas da Hiena Implume).
  13. Porque Bolsonaro?

    Esqueçam esse cara ai, ele é um mero idiotinha que quer brincar de político. O que nós precisamos mesmo é um César (ou um Alexandre). Bolsonaro é decadência. Ave Caesar!
  14. carne humana

    Branca: Leões, até hipopótamos que são vegetarianos comem outros hipopótamos as vezes. Porém os casos mais comuns de canibalismo são entre répteis, para cobras, lagartos, crocodilianos, é até comum comer o amiguinho da mesma espécie. Ah, e ursos machos matam e comem ursos filhotes se esses não forem protegidos pela mãe (mesmo que seja seu próprio filhote). Dragões de komodo são o exemplo perfeito, eles comem literalmente tudo que for feito de carne, e outros dragões de komodo sempre estão no cardápio.
  15. I.A.

    Se você tivesse jogado centenas de horas do novo Total War Warhammer como eu, saberia muito bem que a inteligência artificial disponível até mesmo para empresas bilionárias é tão idiota que nem conseguiria substituir um cão de guarda autista de um asilo.