DSD

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Sobre DSD

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    Vinho e tristeza.
  1. Achei um barato o dimas afirmando que vinho doce não é vinho, porque aparentemente ele não gosta... Tem que mandar avisar os fabricantes de vinho que eles estão errando feio, pois segundo o Dimas vinho suave não é vinho, é suco de uva com álcool. Quem compra manteiga no mercado não está comprando manteiga, pois manteiga de verdade é feita em casa... Quem toma banho quente não toma banho, pois banho de verdade é tomado com água fria... Quem fuma cigarro com filtro não fuma cigarro, pois cigarro de verdade é apenas fumo enrolado na palha...
  2. Com o forte crescimento do pensamento de direita, o declínio da esquerda e o país numa carência enorme de bons nomes para serem cotados a presidência, Bolsonaro ganha o coração dos ignorantes desesperados por mudança, pois ele é um conservador, e para os conservadores apenas isso já basta, e o discurso dele e embasado em ideias da direita. Pois é, pensar, escolher e julgar com paciência é essencial para que a democracia representativa funcione minimamente bem e a massa populacional não faz isso. O Brasil é um país que caminha dando um passo pra frente e dois pra trás.
  3. O ateísmo pode sim ter sido impulsionado inicialmente por noções científicas, mas ele não tem uma base científica por origem. Geralmente um estudioso religioso limita sua sede de conhecimento até onde sua religião permite, já um ateu tem uma sede de conhecimento muito mais extensa pois não se limita a doutrinas religiosas, então posso dizer que sim, o ateísmo abre muitos leques para o estudo científico.
  4. Para mim, essa persistência em manter o desequilíbrio que há na na distribuição de vantagens entre os gêneros se dá através da sustentação dos mesmos conceitos que fundamentaram esse desequilíbrio, que é a suposta ideia de superioridade masculina, que prega que o homem é mais inteligente e mais forte e por conta disso ele deve reger a sociedade e por aí vai. Tudo isso faz parte da natureza do ser humano em querer direcionar o poder para aquele que é mais forte ou que tem capacidade de manipular a massa, isso esta expressado desde a desigualdade de gênero até nos sistemas econômicos que entram em vigência de tempos em tempos. Com o tempo nós vemos que essa suposta superioridade cai por terra, mas que o ideal permanece vivo, e ao meu ver, é claramente compreensível pois durante a sua formação a sociedade foi desenvolvida através de ideais masculinos, sinceramente eu não acho que tal ideal vá a ser completamente erradicado, mas certamente há como equilibrar essa balança. E aí que eu chego na questão da visualização do todo e não apenas de uma parte, para livrar o paciente de um tumor maligno deve-se erradicar completamente os agentes que se enraizaram pelo corpo do paciente, se ele tratar apenas uma parte, o tumor continuará a crescer em outras partes. Se queremos dar equilíbrio a balança de gêneros, devemos analisar a desigualdade que compreende o todo para assim podermos tirar as devidas verificações. Se usamos apenas o gênero feminino e os empecilhos sociais que foram gerados em torno dele, logo temos a ideia de que o homem é opressor por natureza, e não pelos ideais da sociedade, e daí se cria uma condição em que a mulher quer se proteger e se libertar dessa suposta opressão natural do homem, daí ao invés de buscarmos uma total reestruturação educacional dos indivíduos homens e mulheres, temos as mulheres se alocando dentro na sociedade desigual e posteriormente criando brechas para compensar essa desigualdade sofrida, de fato haverá uma determinada alteração nos métodos e costumes, mas eu não vejo isso como vantajoso a longo prazo pois como eu disse, a sociedade é fundamentada com ideais masculinos, a longo prazo teremos uma espécie de apartheid mental na cabeça das mulheres pois os costumes masculinos, que na minha opinião são os que mais devem sofrer reformas, irão continuar os mesmos, e a sociedade permanecerá a mesma sem nenhuma alteração eficaz. Vou trabalhar um pouco esta minha ideia: O roubo, desde criancinhas nós aprendemos que roubar é errado, independente de sermos homens ou mulheres, roubar é errado. Sabemos que a grande maioria dos assaltantes são homens, mas nós quando pensamos em um assaltante não olhamos sexo dele, e sim o ato que ele comete, que é portanto, completamente repudiado pela sociedade, isso não o impede de assaltar alguém, mas podemos ver com clareza o grande salto que damos para uma sociedade sem ladrões. Na minha opinião, essa linha de raciocínio deve ter padronizada na sociedade, mas vejo que ela está muito longe de ser. Veja: Durante meus tempos de ensino médio, minha professora de história estava discursando sobre a violência que a mulher sofre, enquanto se dirigia a uma aluna da sala que era negra, ela comentou sobre um acontecimento sobre uma jovem negra que foi violentada, e durante esse comentário ela diz o seguinte: "Eu me senti ofendida como mulher e você duas vezes como mulher e negra" aquilo me bateu como um sino na cabeça, por que não como mulher? por que não como uma pessoa? Essa linha de raciocínio está incutida na sociedade, sexos, raças, nacionalidades quando no fim todos são pessoas e países são apenas linhas imaginárias, é aí que está o apartheid mental de que eu estou falando, criar ideais que prejudicam mais do que contribuem para a sociedade como um todo. Como eu disse antes, está na natureza do homem tentar direcionar o poder para aquele que é mais forte ou que tem capacidade de manipular a massa, então por consequência a sociedade é um mar de desigualdades, mas eu acredito que se aplicarmos uma linha de raciocínio em que visualizamos o todo, daremos um grande salto para uma evolução social. Fazendo uma reflexão geral sobre o que você disse na citação, como já disse o professor Enéas Carneiro(Vídeo Aqui), só o conhecimento liberta o homem, só através do conhecimento o homem pode ser livre e aspirar uma condição melhor para si e para seus semelhantes. Eu acredito que se as pessoas forem devidamente conscientizadas e libertadas das prisões ideológicas que a sociedade tem por raiz, teremos uma sociedade reformada e mais igualitária para todos.
  5. E se for satanista?!
  6. Eu vejo o machismo como parte dessa roda que compõe as normas dos costumes sociais, mas não como o epicentro dela. Para ser mais claro, acredito eu que não tenha um epicentro, tudo esta muito bem equilibrado na balança dos costumes. Digo isso pois olhando em um contexto geral, todos nós, homens e mulheres somos doutrinados violentamente afinal de contas, nenhum homem nasce com esse conceito de superioridade embutido no cérebro, homens também são conduzidos a seguir determinados comportamentos, preferências e limitações a determinados assuntos, que em alguns pontos são fortemente fortificados por rigidez e ignorância. A sociedade divide bem as funções e conceitos primordiais de cada gênero, obviamente são constituídos através ideais bem primitivos. Acho que quando queremos levantar uma discussão sobre igualdade e desigualdade social devemos analisar a raiz da desigualdade na sociedade como um todo e não apenas um lado dela.
  7. Se você busca expandir seus horizontes reflexivos, sugiro que reflita mais sobre o mundo como um todo, do contrário sempre ficará criando paredes mentais para barrar aquilo que não lhe agrada. Agora, se é para ficar adotando "posturas" para ficar mentalmente mais comodo, sugiro que vire logo um crente e abrace logo uma religião para ter aproveitamento máximo da ausência de estresse que ela pode lhe proporcionar, pois para mim escolher o ceticismo por ser menos estressante me parece ser um tanto comodista e falso. Eu por exemplo, eu não escolhi acreditar ou não em deus, eu cheguei a conclusão de que ele não existe, se eu pudesse ser crente, com certeza eu seria, pois é muito mais fácil e muito mais confortante viver na ignorância. De fato gera muito estresse, pois existem perguntas que não tem resposta e outras das quais a resposta é entristecedora, esse é o preço que se paga por encarar o mundo como ele é.
  8. Poxa, eu adoro toddynho... É impressão minha ou o ateu "de verdade" parece com o Luiz Felipe Pondé, que é um professor que fala tudo o que o pessoal underground gosta de ouvir(até um tempo atrás eu levava esse cara a sério) e o ateu "modinha" é Richard Dawkins, que é um professor e militante ateu que exemplifica bem suas ideias e ganhou destaque por isso. Ateísmo é apenas a descrença em deuses. Opiniões variam de acordo com a pessoa, óbvio que o ateísmo influencia na forma do indivíduo pensar, mas isso não quer dizer que todos os ateus vão pensar da mesma forma. Neste fórum, cada um tem um ponto de vista diferente para cada assunto, a discussões recebem as mais variadas opiniões, das mais variadas pessoas, e por maior que seja a divergência todos permanecem aqui discutindo e em busca de discussões, pois este é um local para discutir assuntos através de uma visão laica. Já ouvi esse termo "modinha" várias vezes e até agora não consegui entender como funciona, se eu não acredito na existência de um deus eu sou ateu, se eu acredito na existência de um deus eu sou crente, é um ou é outro. Esta na moda não acreditar em deus? Tão superficial assim é a crença de certas pessoas que elas as vendem em troca de status na sociedade?...
  9. Arthur Schopenhauer De nada.
  10. Pelo que parece o que intriga a maioria é a questão do ônus da prova. É perca de tempo ficar esperando respostas sensatas e substanciais de pessoas que sustentam sua crença em doutrinas baseadas em interpretações aleatórias do mundo. Dificilmente o homem deixa sua zona de conforto por conta própria, ainda mais falando de algo supostamente transcendente, se não for possível negar tal alegação, sempre haverá uma massa para considerá-la verídica. A ciência não abrange um campo de estudo para questões metafísicas pois não é possível, e isso abre um vácuo entre a existência e a não existência. Devemos levar em conta que a crença contribuiu fortemente para a fundamentação da sociedade, portanto ela é vista como algo absoluto por natureza, não se pode esperar que algo completamente insubstancial que é dado como verídico desde o início seja erradicado, questão bem parecida com a da ilha de hy brazil que eu falei lá atrás, se não pudéssemos vasculhar e analisar os mares, como iriamos chegar a conclusão de que a ilha não existia? Não iriamos, sempre haveria alguém pra afirmar que ela existe, se não pudermos concluir de fato que algo não existe, sempre haverá alguém para acreditar que existe e que o resto está apenas equivocado.
  11. Se a única coisa que evidência algo é a ciência, logo se algo esta fora do campo de estudo científico não podemos esperar explicações científicas para tal, obviamente nenhum crente não tem nenhum meio de provar concretamente que sua religião se sustenta. Eu entendo o que está falando, mas religião é um questão mais delicada já que existe uma massa gigantesca que considera a crença verídica. Exatamente isso que eu disse, mas tudo isso esta no campo de estudo científico. Se você não tem a ciência para estudar algo terá o que? se não pode estudar como pode dizer que não existe de fato? Uma coisa é você desconsiderar, outra e você dar como inexistente.
  12. Isso é facilmente adaptável, é só se apoiar no fato de que a física não pode provar a inexistência de deus. O que não falta é crente dizendo que deus que controla a evolução científica. Qualquer coisa pode se tornar uma evidência para um crente, tudo depende do seu nível interpretativo. A ciência não trabalha dentro de um jogo de existe ou não existe, ela estuda e faz considerações evidências e estudos que a levam a considerar uma espécie que foi extinta. Isso tudo engloba uma questão de estudo. Se não há como estudar algo não dá para dizer se existe ou não. A diferença é que você não pode estudar aquilo. A ciência não considera a existência de um deus pois ela não pode estudá-lo, mas se ela não pode estudá-lo ela também não pode dizer que ele não existe, daí caímos em nossa via de duas mãos.
  13. Usar a física pra explicar a não existência de deus e como tentar pintar o vento. Não se pode usar a física para estudar algo supostamente metafísico e transcendente. Se não há formas de se estudar isso, logo não podemos considerar sua existência ou sua inexistência através da ciência, daí considerar a ideia da existência de deus se torna vaga e interpretativa.
  14. Cientificamente falando, como se procura por deus? como se encontra deus? como se estuda deus? como levar em consideração algo que é supostamente transcendente e que está apenas na interpretação das pessoas? A ilha de Hy Brazil existia em todos os mapas e sua existência era considerada, até que se foi provado que é uma ilha fantasma, se houvesse evidências que levasse a ciência a considerar a existência de um animal de cospe fogo provavelmente já estariam aí. Uma coisa é você procurar por algo físico, outra coisa é procurar por algo metafísico que é apresentado de várias formas inconcretas que variam de transmissor a transmissor.
  15. Essa é uma discussão termina numa via de duas mãos, já que os crentes não podem provar que deus existe e nós não podemos provar que deus não existe, e acredito eu que nunca poderemos. Aí cabe ao indivíduo escolher um caminho para seguir, eu escolhi seguir o caminho da sensatez e da coerência. Não acho que vale a pena ficar se estressando com isso, se a pessoa crê, ela crê porque precisa de algo para cobrir sua ignorância perante a aleatoriedade do universo, então ela vai estar sempre criando ressalvas para poder continuar dando sentido a sua crença. Bom, eu não entendo nada sobre o meio jurídico, mas eu concordo com o trecho, não acho se deve condenar alguém sem antes provar que esse alguém é culpado.