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Showing content with the highest reputation since 02-02-2017 in all areas

  1. 2 points
    @lonewolf De pleno acordo! Iriam morrer alguns inocentes aí... mas isso não é problema no Brasil, isso acontece todos os dias aos montes com a proibição...
  2. 2 points
    Eu acho um saco essa ideologia de libertarismo de q as pessoas são livres pra fazer o q querem, de q podem ter armas de fogo e andar armadas pelas ruas pq é direito (dos manos) delas. Será q não dá para mudar o disco ? Fala sério !!! Armas de fogo deveriam ser de uso exclusivo das forças armadas e polícia. Fim.
  3. 2 points
    As vezes levamos o Niilismo muito a sério.
  4. 2 points
    É... Creio que índice de suicídios entre os menos inteligentes e menos arrogantes deve ser baixérrimo. O sujeito lê uns livrinhos, acumula uma culturinha e dai se põe a conjumirar"de onde vim", "pra onde vou", "qual minha função no universo", "qual o sentido da vida", "o que é a felicidade" e se não se responde com um egocêntrico :" nóóóóóóóóóssssssaaaaa como sou lindo!" não suporta existir... Tivesse que trabalhar de diarista e sustentar tres filhos não ia ter tempo pra estes papos. Fosse responsável por criar filhos não ia se meter nestas conversinhas. Um exemplo? o tal texto do Cioran: O sujeito se acha tão bom, tão sábio, tão maravilhoso que a vida é pouco pra ele. "Não existem argumentos para viver"... Fala sério. Se ele fosse catador de papel com filhos pra criar ia ter motivos de sobra. Por isso sou burro. De me matar não corro risco.
  5. 2 points
    Quanto vale uma vida? Para o dono da vida, para o cara que tem a vida? Vidas custam. A minha vida vale alguma coisa, seja pelo que obtive de bens ao longo dela, seja pelo que produzo e faturo hoje A vida é MINHA , dou o dono dela. Atribuo a ela o valor que eu quiser e posso gastá-la aos poucos ouy tudo duma vez...
  6. 2 points
    A filosofia condena o suicídio ou o torna lícito. Primeiramente temos a justificativa diante daquilo que é chamado de vontade divina, lei natural, ou ordem do destino; tal argumento é defendido por Platão, Plotino e S. Tomás, porém replicado por D. Hume, que dizia ser o suicídio como parte da ordem natural das coisas, pois nada escapava à vontade divina, nem mesmo a morte, seja esta voluntária ou natural. A outra argumentação se embasa também em Plotino, ao dizer que o suicídio não separa completamente a alma do corpo, isto é, a essência do orgânico, traduzindo ao idealismo a afirmação de Plotino, temos a posição defendida por Schopenhauer, ao dizer que o suicídio não era a negação da vontade, mas um ato de afirmação da vida e da vontade, porém por parte de alguém que está descontente com as condições apresentadas, seja tédio, dor, angústia ou paixão. Kant também se posicionava a condenar o suicídio, pois dizia ser uma transgressão do dever de ser-ato uma pessoa. O pós-kantiano Fichte considerava uma posição polissêmica ao suicídio, se por sua vez o suicídio é algo que reflete a covardia de um ser virtuoso, pode também representar a coragem de um ser miserável, que, ao invés de prolongar alguns anos de sua miséria, prefere, com coragem, finalizar este sentimento fútil, para o mesmo, de viver. Ausentando-se dessas condições dependentes de éticas subjetivas, Aristóteles julga o suicídio como algo injusto à comunidade que ele pertence, contestado por D. Hume, que dizia ser a morte uma forma de ausentar as submissões mútuas da sociedade com a existência do homem. O pensamento dos estoicos tornava lícito o suicídio na medida em que este era a maneira, para aqueles que estavam impossibilitados de seus deveres na vida e na natureza, de deixarem a vida; aqui devemos considerar a premissa ética do estoicismo e as considerações sobre a sabedoria. O epicurismo afirma também licitando o suicídio, pois seria uma afirmação da liberdade contra a imposição, porém de forma contrária, pelo mesmo epicurismo, temos também a posição de agrado diante da possibilidade daquele que não pode ter sua vida retida, afinal, é bastante raro ver alguém que louva ter uma doença. Da mesma maneira, Nietzsche, através de Zaratustra, louva a morte como forma de liberdade. David Hume, como já citado acima, considerava lícito e contrariava vários argumentos que condenam o suicídio; para ele, em uma situação de experiência insustentável, este poderia ser um modo de salvar a dignidade e a liberdade, dando o exemplo de idades mais avançadas, que vezes convertem a vida em um peso insustentável pior do que o próprio fadar ao fim. Em O Ser e o Nada, Sartre escreveu: ''(...) se sou mobilizado para a guerra, esta guerra é a minha guerra, é feita à minha imagem e eu mereço-a. Mereço-a, primeiro, porque sempre poderia livrar-me dela pelo suicídio ou pela deserção: esses últimos possíveis são os que devem estar sempre presentes quando se trata de enfrentar uma situação.'' Acho interessantíssimo o ponto defendido por Schopenhauer, talvez um dos mais sensatos sobre o suicídio e a morte na filosofia, caso queira se aprofundar, deixo este pdf.
  7. 2 points
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_dissociativo_de_identidade
  8. 1 point
    E seguindo o argumento que surge em defesa dos futuros eventuais Beethoven, então todos os métodos contraceptivos (ou todo o esperma derramado em vão) deveriam ser proibidos.
  9. 1 point
    Eu sou meio safadão e não consigo ler esse tal transhumano e não pensar em safadeza
  10. 1 point
    Caso não sejamos felizes, o querer ser feliz e fazer por isso é uma escolha. Fazer culto ao sofrimento, não me parece a opção mais razoável para fazer por ser feliz, a não ser que se seja masoquista e aí obtem-se felicidade através da dor, ou não se estando interessado na felicidade. Daí a minha pergunta.
  11. 1 point
    Há casos de pessoas em zona de conforto tão grande que esquece a realidade do mundo a fora, ficar o tempo todo de pernas pra cima sobre o sofá com um litro de coca-cola e um controle da TV na mão, assim o ``tempo`` passa mais depressa hehehe..a vida não tem sentido, mas nós mesmos é que damos sentido a vida. Hoje por exemplo*agora pela manhã) não fiz ainda minhas caminhadas, mas estou aqui a estudar e a tarde eu faço, assim como outras atividades as pessoas fazem no cotidiano: compromissos com trabalhos, faculdades, colégios, igrejas, clubes e etc..viver em sociedade é preciso, às vezes eu erro em tentar resolver as coisas sozinho, mas não é bem assim a gente tem que entrar no ``espírito`` do grupo, a vida é um jogo.
  12. 1 point
    Óbvio, foi criada, pensada, sonhada, viajada e escrita por humanos, só poderia ter tudo isso... E ainda colocam a culpa em Deus pela autoria (inspiração divina)
  13. 1 point
    A velha manhice-malemolente-mambembe brasileira; qual obtuso germânico resistirá?
  14. 1 point
    Entenda que esta falando com alguém que não transcende em nada, acho que está inferindo que eu estou fazendo asserções que eu não estou. Perceba que o seu entendimento sobre o assunto é de nenhuma importância para alguém que mesmo com os mesmos fatos em mãos que você tem, conclui essa experiência como transcendente, dizer que não é, com alguém que não está fazendo nenhuma asserção sobre a realidade, é provavelmente fútil e contraprodutivo e(não leve isso a mau) talvez até arrogante, é como dizer que uma pintura ou música não é transcendente, pois para quem o conclui ser e decide por usar essa palavra, de nada isso mudo, porque afinal, na ausência da superstição, que argumento lógico usaria contra essa subjetividade tão importante para essas pessoas? Concordo, apesar de em geral eu ser apenas observador da observação sobre essas experiências, pois nunca as tive de forma expressiva, e não tenho real interesse por as experienciar no momento. Porém é difícil também para pessoas em certos lugares ter acesso a conhecimentos até para nós "privilegiados" de difícil acesso e compreensão, como estudos da neurociência e bioquímica, voltados á experiências espirituais. Logo acharia melhor, uma forma mais simples e prática como temos para explicar coisas extremamente complexas da física, fazer o mesmo para essa área. Assim como quando alguém soca uma parede você diz, "toda ação tem uma reação", talvez pudéssemos usar algo similar para quando alguém volta de um culto na igrejinha. Bem que essa ultima parte é só uma esperança minha, quase um ato de fé hahaha E é o solipsismo apesar de ser um espinho lógico é algo que não propicia nenhuma solução objetiva para nada, por isso vamos todos finhir que não existe.
  15. 1 point
    A policia civil não está abaixo da policia militar, se foi isso que você quis dizer, elas apenas tem funções diferente, na verdade, se existisse alguma forma de hierarquia entre elas, no máximo, seria ao contrário. Você ainda menciona a força nacional, essa ai se você souber o motivo dela eu to querendo saber, e o exercito também não estaria em hierarquia nenhuma, pois não é policia, é a área da defesa nacional, não do policiamento nacional. Outras policias também não tem hierarquias diferentes apenas jurisdições e funções diferentes, isso nos casos que faz algum sentido, como policia rodoviária e federal.
  16. 1 point
    Também não vejo áreas aonde uma máquina não pudesse ocupar, considerando apenas as possibilidades que a programação e a engenharia nos proporciona, a quem diga que a criatividade nunca poderia ser atingida por máquinas, porém eu não vejo um argumento para que a subjetividade/criatividade não possa ser replicada. A questão principal é como lidaremos com isso, se esse for o caso, eu até fiz um tópico sobre a possibilidade de não haver mais a necessidade do "trabalho", mas não pareceu preocupar muita gente, isso que nós aqui no brasil agora temos que trabalhar até praticamente a nossa atual expectativa de vida para poder se aposentar, hahaha. Vou fazer 28 anos, comecei a trabalhar aos 16, parei para estudar e depois retornei e agora tenho pouco mais de 6 anos na carteira, mais do que a maioria dos meus amigos, se trabalhar de agora sem interrupções até os 70 poderei me aposentar integralmente, se nada mudar até lá, parece um bom sistema(desabafo irrelevante ao tópico)
  17. 1 point
    E o que importa se é novato, quem é você para criticar assim uma brincadeira que o rapaz fez, dentro dos moldes do Brancaleone, assumidamente um parlapatão de mão cheia (com zap, espadilha, sete de copas e sete de ouros em uma mão..he he)???? E sobre a mensagem, vejo que pesquisa é mesmo seu forte...he he. https://pt.wikipedia.org/wiki/HTTP_404
  18. 1 point
    Concordo consigo; o estilo não é o seu melhor, gosto dela sobretudo pelo conteúdo (a sua filosofia objectivista). De qualquer modo, não aprecio muito os excessivos floreados literários, a minha burrice lida melhor com mensagens simples, claras e objectivas. É também a única mulher (escritora/filosofa) de quem eu gosto, precisamente por ser mais conteúdo e menos forma..o que é extremamente raro em mulheres. Literatura de barba rija. "Todos os períodos dominados por místicos foram eras de estagnação e miséria, em que a maioria dos homens estavam em greve contra a existência, trabalhando para ganhar menos do que o mínimo necessário à subsistência, sem deixar nada senão migalhas para ser saqueado pelos poderosos, recusando-se a pensar, a se aventurar, a produzir, pois quem se apropriava de seus lucros e constituía a mais alta autoridade para decidir o que era certo ou errado era o capricho de algum degenerado fantasiado investido da dignidade de superior à razão por direito divino e pelo poder de um porrete. A estrada da história do homem é uma sequência de silênciose imensidões estéreis erodidas pela fé e pela força, com apenas uns poucos momentos de luz do sol, em que a energia libertada dos homens dotados de mentes realizou maravilhas que fizeram vocês se deslumbrarem, admirarem e imediatamente destruírem.“Vocês, que ousam nos considerar moralmente inferiores a qualquer místico que afirme ter visões sobrenaturais; vocês, que brigam como abutres por migalhas saqueadas, porém dão mais valor a uma cartomante do que a um empresário; vocês, que zombam do negociante por considerá-lo ignóbil, porém exaltam o artista pretensioso – a base dos seus padrões é aquele miasma místico que emana dos pântanos primevos, aquele culto à morte que tacha de imoral o comerciante por ser ele quem os mantém vivos. Vocês, que afirmam que querem transcender as preocupações mesquinhas do corpo, o trabalho mesquinho de atender apenas às necessidades físicas, me digam quem é escravizado pelas necessidades físicas: o hindu que trabalha de sol a sol puxando um arado para ganhar uma tigela de arroz ou o americano que dirige um trator? Quem é o conquistador da realidade física: o homem que dorme numa cama de pregos ou o que dorme num colchão de molas? Qual é o monumento ao triunfo do espírito humano sobre a matéria: os barracos imundos à margem do Ganges ou os arranha-céus de Nova York?" Ayn Rand Não é lindo?
  19. 1 point
  20. 1 point
    Livia... Somos maquinetinhas químicas. Dor, prazer, fome, tesão, sexualidade, depressão, euforia - tudo isso não passa de como partes de nosso corpo reagem a gotinhas de traquitanas químicas produzidas e/ou ingeridas. O que vc lê deve provocar algumas glandulinhas pelo seu corpo que, somadas a reações de seu cérebro, dá no que dá. Não se deixe enganar por substâncias. Eu não sei exatamente que nhecas minhas glândulas produzem nem como elas afetam minha vida mas posso assegurar que, aforante tempos ruins a maior parte do tempo é boa... Mas eu ja escrevi aqui que sou exceção: Hetero, ateu, direitaço, careta, casado e feliz...
  21. 1 point
    Você pode descrever o que é o "perfeito", ou o "não existente" ou o "nada"? Não. Você pode, usar essas mesmas palavras de forma validas em outros contextos e pode descrever, facilmente os antônimos dessas palavras. Inferir coisas as nossas incapacidades intuitivas é fácil e tautológico, eu posso usar essa lógica para asserir qualquer coisa. Muito do erro de religiosos é atribuir qualidades á esses conceitos, como o perfeito, é bom ou é justo e etc... o problema é que tal entidade não poderia então reproduzir justamente o oposto dessas qualidades. Sobre a sua pergunta, presumo que não, ninguém poderia ter visto o "não-existente" ou isso seria paradoxal. E descartes também estava errado em sua asserção, não só que o que ele propôs seria prova, mas também que não criamos nada, que não tenhamos visto, isso é fácil de imaginar em nossa mitologia, apesar de sim, provavelmente existe uma barreira em nossa intuição quanto a criar algo que não seja baseado em algo existente, faz sentido, o que não significa que não seja novo, já que, a primeira vez que alguém pensou em juntar uma coisa com outra, criou-se ali, algo novo, mesmo que abstrato. E como você mesmo descreve, sabemos o que é o imperfeito e o perfeito, logo, suponho que apenas extrapolamos isso, para algo de "suprema" perfeição. Mas quem sabe, talvez, realmente Zeus, Deus, Alá ou Odin, na primeira vez em que apareceu para os humanos, nos deu o conceito e fomos só passando adiante, porém se tiver alguma evidencia para isso, eu não a possuo.
  22. 1 point
    Desmilitarização é basicamente união das polícias. O que vemos por aí é muita gente viajando na maionese quando trata desse assunto. Se ainda fosse existir(ela existe, só que no lugar errado) a polícia militar, ela deveria ficar nas fronteiras, onde é o seu lugar.
  23. 1 point
    Caraca, a bibra é gay.
  24. 1 point
    Já aconteceu isso comigo também um cara falar em espanhol e eu responder em português. Eu entendia tudo q ele dizia, pero no mucho, hehe . E o argentino tbm entendia o q eu dizia é respondia em espanhol para mi. Isso só pode ser um fenômeno extraordinário.
  25. 1 point
  26. 1 point
    E reparem no nome do Estado, Espírito Santo...
  27. 1 point
    Olha como será a imagem de deu$ no futuro.
  28. 1 point
    Se a vida não te faz sentido, sou a favor do suicídio.
  29. 1 point
    Eu também sou a favor de uma polícia que defenda o pacato cidadão contra o estrago do estado. O estado deve ser preso e trancafiado por tempo indeterminado. O estado deve ser afastado do convívio $ocial. Solta a vinheta. https://m.letras.mus.br/skank/72338/
  30. 1 point
    Adoraria ver o @InconvenientTruth e o @AMH discutindo sobre o Deus herege dele. Mas pelo que percebi o negócio do AMH, é aparecer, fazer as afirmações inflamatórias dele, esquivar de todas as perguntas e argumentos contra a posição dele que não lhe convém e tacar uma bomba de fumaça e ir embora...
  31. 1 point
    OverDosers ''Espirituais'' podem causar danos cerebrais.
  32. 1 point
    Se você considerar que somos produtos da mãe natureza e que ela é uma maquina que controla a vida humana através de fenômenos naturais, você terá sua resposta, somos programados e feitos por ela. E a velha pergunta perduraria: Qual o sentido da vida?
  33. 1 point
    Realmente é interessante. Não por acreditar, mas porque isso levanta mais perguntas. Você morre, ai você pode ir para qualquer raio de lugar do universo, paraíso, conversar com o capeta, plutão, próxima centauro, tanto lugar interessante, tanto coisa para ver, até ir a fernando de noronha ficar nadando com os peixes ia ta valendo. Mas não, o que você escolhe depois de morrer é ficar parado esperando 2 moleques de 14 anos que iam brincar de tacar balão d'água um no outro, para ajudar eles a atravessar a rua e depois sumir. É o típico de fantasma inútil que não devia ter muitas aspirações em vida e ficou pior depois que morreu.
  34. 1 point
    Olha, quando eu penso neste assunto ai do tamanho do universo eu na mesma hora imagino um vírus flutuando no centro duma bola de basquete e qual a concepção que ele faz do espaço ao redor dele... Talvez o universo até tenha um fim mas somos tão pequenos que é como se não tivesse. E como não vamos responder nunca essa pergunta mesmo...
  35. 1 point
    Conflito ou cordialidade entre Eros e Tânato? Quem conhece a obra Além do Princípio de Prazer (Jenseits des Lustprinzips, 1920) sabe que lá Freud expõe várias vezes o conceito de pulsão de morte, não muito propagado pelos seus discípulos, contando com algumas exceções, devido às suas adjacências com o conceito de pulsão de destruição, de autodestruição — o que é antagônico ao utilizado pulsão de autoconservação. Costumo considerar, principalmente quando se trata do suicídio, a perspectiva da pulsão de morte na definição de ''tendência de todo ser vivo a retornar ao estado anorgânico''. Freud não explica tal manifestação na forma necessária de um desejo — a vontade de retornar ao estado anorgânico —, mas na forma de um contraponto à pulsão de vida, despenhando em questões de deslocamento libidinalmente interiores e exteriores, tais como a noção de apreço e o próprio sadismo, respectivamente. As evidências que levaram Freud a propor a existência de uma pulsão de morte são extremamente flexíveis, se referem à compulsão e repetição, portanto as conclusões são as mais diversas e amplas, vezes não tão clarividentes como conclusões analíticas através de outras pulsões. Em uma posição parcialmente contraposta, se poderia dizer que a pulsão de morte, no caso que você cita, não é aquilo que mais importa, a pulsão em seu conceito mais puro é uma necessidade de volta ao estado anterior, não se busca primordialmente uma libertação deste estado orgânico, mas uma libertação diante dessa angústia que consome ao fato de ter perdido um grande afeto, tendo como resultado uma própria reação de pulsão de morte; vale ressaltar novamente que essa é uma noção dualística para a psicanálise freudiana, este resultado só é expressivo quando se considera a posição dupla das pulsões de vida e de morte. Psicanálise não é romantismo, não há um ''amor de perdição''. O desenlace da perda de um grande amor, como tentei elucubrar acima, não é uma forma independente de desejo autodestrutivo (pulsão de destruição), mas uma forma de abalo ao equilíbrio entre a pulsão de morte e de vida. Exemplo chulo, mas é como se colocassem uma tábua de madeira em estabilidade sobre uma pedra e em ambos lados houvessem pesos, um peso desses é retirado e a tábua fica instável, porém este outro peso não era a pessoa amada, mas a parte que o psique encontrava para se atribuir o equilíbrio. Uma busca por ajuda ou um esforço individual que não consuma este abalo talvez ajudem o indivíduo que sofre com este problema. * Aqui desconsiderei os discernimentos Kleinianos sobre pulsão de morte, pois alterariam as premissas e conclusões.
  36. 1 point
    Face a isto não lhe parece que esta afirmação: NÃO EXISTE MENTE, O CÉREBRO NÃO TE CONTROLA. É O AMBIENTE. é algo disparatada? como é que não existe mente (consciência que percepciona, memoriza e interpreta os dados oriundos do real)? O próprio Benjamin Libet é tido como o cientista que mais evidências crediveis apresentou que a consciência mental é produzida pelo cerebro e você menciona-o numa argumentação a afirmar que não existe mente?
  37. 1 point
    Sério?? Existe algum motivo para concluir que não é um processo natural desconhecido??? Há comprovação de algo em tudo que sabemos (e quero dizer tudo mesmo) que foi comprovado não ser natural ??
  38. 1 point
    A direita está mais é querendo fuder com o povo. Enquanto essa corja de bandidos estiverem no poder, sabem quando tu vai se aposentar? Nunca.
  39. 1 point
    Você tem que procurar os fraters da sua cidade. Não estou negando que o Instituto Gurdjieff tenha um ''quê'' no místico, mas eles são sempre bem abertos para curiosos e pessoas com boa vontade de não apodrecerem em sofismas ou superficialidades materiais, por isso mesmo dei ênfase, quando respondi, à metafísica. Hehe quem sabe a gente não está no Kali Yuga, por isso não vemos com clareza a utilidade do místico? Namastê, Atik !
  40. 1 point
    Por curiosidade sobre o assunto com o "Heidegger" me deparei com um texto do ateus.net que mostra de uma maneira bem simples algo que faz muito sentido, apesar de não muito recente: "E quanto ao quarto aspecto, aquele da metafísica? É evidente que nossa própria visão impossibilita inteiramente a possibilidade de tal coisa. Qualquer cognição que tenhamos sobre “Ser”, da natureza inteira das coisas, é ganhada inteiramente pelas ciências especiais; elas são a verdadeira ontologia, e não pode haver outra. Cada proposição científica verdadeira expressa de certa forma a real natureza das coisas – se não expressassem, simplesmente não seriam verdadeiras. Então em respeito à metafísica a justificação de nossa visão é que explica a vaidade de todos os seus esforços, manifestados em desesperançosa variedade de sistemas, todos brigando entre si. Muitas das chamadas proposições metafísicas não são sequer proposições, mas combinações de palavras sem significado; e o resto não são “metafísicas”, mas simplesmente asserções científicas disfarçadas cuja veracidade ou falsidade pode ser asserida pelos métodos comuns da experiência e observação." Será que Heidegger terá um Schilick ??? Não resisti, por mais infame que seja... kkkkkk
  41. 1 point
  42. 1 point
    Não acreditar em delírios e baboseiras inventados por outros sem ter nenhuma evidência.
  43. 1 point
    Ai ai....vcs não desistem heim rsrsrs
  44. 1 point
    Sim, tem alguma tradução e contextualização possíveis que permitam um deus aprovar tais coisas. Desculpas esfarrapadas para defender um livro primitivo, escrito por um povo primitivo, que imaginou um deus primitivo. O deus do velho testamento ordena uma limpeza étnica na bíblia, mas como o deus do novo que é mesmo, né ? he he), os "ímpios" não tem somente a morte mas a tortura eterna.
  45. 1 point
    E porque eu não sei do que falo? Porque complicam tudo para tornar o papo "culto" - de novo peço que, quando pretenderem que iletrados como eu não palpiteiem, ponham uma observação no fim do texto. Tipo assim " só para Phds" ou "só para nível ginasial"... É isso ou então argumentar em vez de tentar ofender educadamente - ou sem educação mesmo. Mas pense comigo: Voce quer que se defina "evoluir" e "inteligencia" - claro que é golpe baixo na conversa. Só eu sei dumas 5 definições para cada uma desta coisas e ai que acaba tudo em papo semântico. Linhas e linhas de interpretações e o assunto mesmo é esquecido. Depois de muito discutir sobre o que é o quê, ninguem mais lembra o que causou tudo. Para alguns fica parecendo que foi um papo proveitoso - para outros é enrolação...
  46. 1 point
    Umas das grandes vantagens de ser semi imbecil em filosofia ( e em alguns casos totalmente imbecil) é poder argumentar sobre o tema com divertida irresponsabilidade e sem a preocupação de, a cada tres palavras, citar alguma frase de algum morto que filosofava em vida. Quando nos deparamos com dois oponentes no exercício do pugilato verborrágico/filosófico e considerando a nossa imbecilidade parcial ou total já citadas, passamos a apostar em qual deles vai xingar a mãe do outro primeiro já que a dada altura do "debate" a coisa descamba mesmo pra baixaria - baixaria acadêmica - cheia de datas vênias e vossas senhorias - mas ainda assim baixaria. Existe assim uma espécie de etiqueta, um quase código de conduta mesmo na baixaria e um sonoro "burro" é transmutado em complexos e educados adjetivos similares. E por mais que não entendamos patavina dos que estão discutindo, apreciamos a disputa, mais ou menos como faço quando assisto beisebol.
  47. 1 point
    Todo presidente americano joga bomba nos outros.
  48. 1 point
    Dimas Dimas... Voce é igualzinho a eu na defesa de seus argumentos. Voce só usa mais palavras... Sim, minha opinião pode ser subjetiva ( e de quem não é?) e sim baseada em achismos "tão senso comum" - já voce embasa seus achismos nos achismos dos outros e só ter lido um achismo muito bem escrito por algum famosão não faz do seu achismo melhor que o meu. Mais prolixo talvez, com mais letrinhas com certeza - mas é achismo. Claro e óbvio que li muito - apenas filtrei bastante e conclui que muita merda é muito bem escrita por muita gente boa. Voce bem disse que quando um médico ou geneticista fala algo profundamente técnico ELE DEVE ESTAR FAZENDO ISSO ENTRE OS SEUS COLEGAS DE PROFISSÃO, tipo assim num congresso... - e não falaria assim com um paciente ou num buteco ou num fórum como esse... Essa é a questão: Comunicação entre iguais. Não se pode vir aqui e considerar que TODOS ( eu inclusive) somos letrados, cultos, intelectuais e que por isso podemos entender o que os cultos, letrados e intelectuais escrevem. Sugiro que ao postar alguma matéria, coloque ao fim uma observação indicando que só os considerados por voce como "aptos" comentem sua postagem. Assim, voce evitará que pessoas comuns como eu e alguns outros aqui se atrevam a contaminar a discussão.
  49. 1 point
    A ciência é limitada e isso é um dos motivos que faz dela a melhor ferramenta para entender a realidade, pois não usa de absolutos a seu bel prazer, como você que afirma que JC curou muitos baseado em um livro que tem contradições, absurdos e valores morais primitivos. Entenda, a bíblia não é referência para nada sobrenatural, assim como Ilíada ou Épico de Gilgamesh. O placebo não funciona para braços amputados, AVC, e inúmeros outros casos, mostrando que, se não sabe porque o placebo funcionou, não significa que foi sobrenatural e sim desconhecido (deus das lacunas), e que se fosse sobrenatural, seria de uma moral sádica. Perfeição tem um significado subjetivo e diria tão irreal quanto o de deus, por isso há tantas "entidades" divinas quanto definições de perfeição. E voltamos ao deus das lacunas. Há evidências apontando para algo natural, sem a interferência de nada sobrenatural, para a origem da vida, do que o contrário. É como o castelo, podemos descobrir quem fez, quanto tempo demorou, ir à casa que ele morou, etc. Já do "criador" da vida, só temos crenças primitivas, baseadas em livros primitivos, com adaptações a posteriori às descobertas científicas.
  50. 1 point
    Percebi, mas um filósofo adorado por teólogos, que bajulou descaradamente o nazismo e procurou um "segredo inefável", que convenhamos é mais enfadonho que o trabalho de Sísifo, não é uma Torre de Marfim de Heidegger e sim de Kaspar Hauser...he he he