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Showing content with the highest reputation since 28-10-2017 in all areas

  1. 4 points
    É bem melhor ganhar pontos com mulheres do que com homens. Se queres pontos de homens, tens um tópico aqui no fórum: entitula-se de «Homossexualidade». E não se percebe, não se percebe de facto porque o Edgar não me respondeu àquela mensagem em que digo que Deus é uma mulher... na tua cabeça é um homem super-inteligente, não é?
  2. 4 points
    Olha, no dia que um baita dum macho, daqueles fortões mesmo, 100% testosterona aguentar parir de parto natural, depois amamentar, cuidar da casa e trabalhar fora ai vem me falar de superioridade. Até lá o máximo que aceito são DIFERENÇAS entre homens e mulheres.
  3. 3 points
    O problema está na palavra "superioridade", pois me parece que o criador do tópico salientou a evidente e natural superioridade física do homem para erroneamente inferir uma superioridade do homem em relação a outros aspectos. As pesquisas que indicam ser um gênero mais inteligente que o outro são pouco conclusivas, até mesmo pq tais pesquisas levam em conta apenas a inteligência lógico-matemática (ver Teoria das Inteligências Múltiplas). Não faltam na sociedade exemplos de que mulheres e homens são intelectualmente capazes de fazer praticamente tudo em paridade. O que pode acontecer é ainda haver um resquício do tempo em que a mulher era considerada inferior intelectualmente, daí ainda existir aquela coisa de "profissão de homem". Entretanto, obviamente o que mais distingue o homem da mulher é o sexo. Assim sendo, questões e comportamentos que envolvem sexo é que geram as maiores diferenças. Nesse quesito encontra-se uma variedade de singularidades. Vou citar uma frase de Schopenhauer que me poupará escrever muito: "A mulher quer tudo do homem, enquanto o homem quer apenas uma coisa da mulher". Tal frase revela a natureza sexual humana (como também a da maioria dos outros animais). Não importa o quão evoluídos sejamos socialmente, dentre de nós ainda vive uma mente primitiva, e a sociedade ainda se organiza, e muito, sob essa "primitividade".
  4. 3 points
  5. 3 points
    “Muitos indivíduos ortodoxos dão a entender que é papel dos céticos refutar os dogmas apresentados – em vez dos dogmáticos terem de prová-los. Essa ideia, obviamente, é um erro. De minha parte, poderia sugerir que entre a Terra e Marte há um bule de chá de porcelana girando em torno do Sol em uma órbita elíptica, e ninguém seria capaz de refutar minha asserção, tendo em vista que teria o cuidado de acrescentar que o bule de chá é pequeno demais para ser observado mesmo pelos nossos telescópios mais poderosos. Mas se afirmasse que, devido à minha asserção não poder ser refutada, seria uma presunção intolerável da razão humana duvidar dela, com razão pensariam que estou falando uma tolice. Entretanto, se a existência de tal bule de chá fosse afirmada em livros antigos, ensinada como a verdade sagrada todo domingo e instilada nas mentes das crianças na escola, a hesitação de crer em sua existência seria sinal de excentricidade e levaria o cético às atenções de um psiquiatra, numa época esclarecida, ou às atenções de um inquisidor, numa época passada.” - Bertrand Russell
  6. 2 points
    @Membro Fantasma, acabou de descrever o @Brancaleone J...
  7. 2 points
    É, @Dimas B L, mas o preclaro enaltecedor da superioridade masculina disse que nossa obrigação é comentar, senão somos mimizentos, feminazis, politicamente corretos demais e outros ad hominens...este é o principal motivo da minha ausência neste e no outro tópico do tiozinho...não tenho estômago e nem paciência, muito menos interesse em discutir esse nível de proposição.
  8. 2 points
    Quem fala que a mulher é inferior ao homem é tão ignorante que não merece respeito. Deveria ter uma máquina do tempo e deixá-lo no pré-Cambriano, para ter igualdade de condições no quesito evolução.
  9. 2 points
    Pois é Helmer, como tu mesmo falou no teu outro post, homens e mulheres são incrivelmente diferentes, e como a Ypatia vem dizendo, são criadas também de uma forma bem diferente na maioria das vezes, desenvolvendo outros gostos a aptidões, então não é questão de negar a realidade ou ser politicamente correto, é só que não consigo enxergar a tal superioridade, apenas diferenças.
  10. 2 points
    Como já disse, quem usa termos como esquerdopatas são praticamente analfabetos políticos. Estou muito além de seu escopo. Dever ser por algum começo de doença neurológica degenerativa, pois concluir que cabeça dura é pior que anta é de um "raciocínio" bem ao estilo de Bolsonaro ou Olavo de Carvalho. Ainda bem que apesar de morar na mesma cidade, nunca te encontrei.
  11. 2 points
    Pois é, hoje quando falam em "direitos" eu sempre me pergunto quem vai bancar e até quando. Quem tem interesse deveria assumir a conta, seja o homem, a mulher, ou ambos quando estiverem de acordo.
  12. 2 points
    Não venceu e acabou. Pode ter conseguido conquistas no papel. Mas no dia-a-dia, o machismo impera. Esse feminismo que você condena (e eu também, não se engane) é a péssima divulgação da internet, que só escolhe as coisas ridículas e as pessoas ignorantes para destacar. Como na política, quem grita mais alto e faz mais escândalo é quem sai na mídia. As feministas que fazem trabalho de base em favelas, em escola, na educação de homens e mulheres, são totalmente ignoradas. E o pior é uma geração de mulheres que alegam ser feministas sem ler "O Segundo Sexo" da Simone de Beauvoir, "A Mística Feminina" da Betty Friedan e "O Mito da Beleza" da Naomi Wolf, além de obras literárias como "A Cor Púrpura", "Jane Eyre", "Orlando" e "O Conto da Aia", filmes como "Preciosa", "Yentl", "O Piano"... Sem reflexão, qualquer luta vira um monte de "palavras de ordem" vazias e impensadas -- e isso não é privilégio do feminismo.
  13. 2 points
    Tem que comprar um desse aqui, Brancaleone:
  14. 2 points
    Ué, então imagina que desnecessário um homem se matricular numa autoescola ou num curso profissionalizante de mecânica, não é mesmo? Deveriam fechá-los. Ainda assim, se fosse o caso de um menino de doze anos ter toda essa capacidade (porque não tem e isso é uma grande mentira), é sempre bom lembrar que conseguir tirar um carro do lugar um monte de retardado consegue, eu conheço gente que não saberia apontar o Brasil num mapa mundi que consegue dirigir e até o momento não entendo o que isso significaria sobre o intelecto de alguém. Pessoas possuem gostos e aptidões diferentes, é apenas isso. As mulheres da sua família ou do seu círculo social talvez nunca tenham aprendido e por isso você projete sua decepção em todas as mulheres. Atualmente as mulheres são quase quarenta por cento entre os motoristas, eu conheço muitas jovens que dirigem com frequência e o fazem muito bem. Mas é um pouco engraçado ver o quanto você se sente poderoso por saber dirigir e entender mais sobre carros e máquinas. (: Enfim, eu dirijo também, um monte de mulher dirige, assim como mais um monte de gente aleatória com variados perfis psicológicos e diferentes níveis de inteligência e no fim das contas não há nada de espetacular nisso, é uma questão de gosto, aptidão e prática. Eu sofri muito mais para aprender várias outras coisas. Mais uma vez talvez as mulheres com as quais você tenha convivência realmente tenham algum problema, porém não diga que as mulheres no geral precisam ouvir as mesmas instruções todos os dias baseado na sua vida particular porque isso se chama generalização, apesar de eu preferir chamar de ignorância mesmo. Ok, Helmer. Primeiramente, é evidente que a sua ideia afinal é dizer algo como “mulheres são sim inteligentes... mas ainda não conseguem compreender algumas coisas essenciais” utilizando parafusos como parâmetro. Na verdade você quer dizer, de forma muito ordinária, que mulheres são intelectualmente débeis para manusear esses tipos de ferramentas e que por isso, apesar de inteligentes, são menos inteligentes do que os homens. Então de acordo com o todo o raciocínio que você desenvolveu, o mecânico é dotado de uma melhor capacidade de compreensão do que matemáticos, economistas ou médicos que eventualmente não saibam mexer com parafusos ou até mesmo bater um prego na parede, certo? E será que você não percebe a grotesca falta de sentido em exemplificar o manuseio de materiais que são de longe muito mais comum nas profissões que contam com mão de obra conhecida como “não qualificada”? Mas pensando bem, o que esperar de alguém que diz que “o ateu verdadeiro é o ateu de direita”? Eu já manuseei parafusos, alicates, furadeiras e adivinhe só? Que grande coisa. Como eu já disse tem coisa muito mais difícil de se fazer na vida. Sobre várias outras informações do seu post, não sei de onde você tira essas suposições malucas sobre o que existiria ou não num mundo habitado só por mulheres. Que viagem.
  15. 2 points
    Vou citar um caso verdadeiro para ver se fica mais facinho de entrar na cabeça dos homens, tadinhos. Eu cresci com quatro irmãos homens. Nunca gostei de brincar de bonecas. Mas nunca pude sequer tocar nos carrinhos de meus irmãos. Eles tinham carros, caminhões, trens, autorama, velocípede. Nem bicicleta pude aprender. Eu só olhava. Meu pai ensinou meus irmãos a dirigir quando tinham 12-13 anos. Eu não, era menina. Pois então. Quando cresci, mudei de cidade, arranjei emprego, economizei e contratei aulas numa auto-escola. Foi difícil. Um dia me queixei com meu irmão porque achava super difícil manobrar. Ele me deixou na calçada e me mostrou uma manobra. Então notei algo que nunca tinha percebido. As rodas de trás não viram com o volante! Ele riu de mim e disse: até carrinho de brinquedo é assim! Fiquei passada. Por que o professor de auto-escola nunca me disse isso? Sabe o que fiz? Peguei um carrinho de supermercado e fiquei feito uma doida no estacionamento vendo como a roda se move (sim, carrinhos de supermercado também tem rodas de trás fixas). A partir daí, parei de ouvir o professor e comecei a investigar por mim. Descobri sozinha coisas como: pontos cegos, posições alternativas do retrovisor e do espelho, posições de banco para dirigir com salto, coisas NUNCA mencionadas nas aulas. Resultado: Em uma semana, fazia manobras feito uma profissional. Fiz meu primeiro exame e passei maravilhosamente, e hoje me pedem para tirar ou colocar o carro em vagas difíceis. Converso com minhas amigas sobre isso. Uma que dirigia há 20 anos nunca tinha percebido que as rodas traseiras não viram com o volante. Por quê? Porque não brincamos com carrinhos. Ninguém coloca ferramentas nas nossas mãos. Não existe isso de entender sem que ninguém ensine. Você se interessa pelo que as pessoas te mostram, te presenteiam, permitem e elogiam. Meu pai abria o carro e mostrava as partes do motor a meus irmãos. Eu bem que tentava, mas eles quatro sempre tiveram prioridade nesses assuntos. Agora aprendi por mim, e não me saio mal. Então, por favor, incluam suas filhas nessas atividades antes de falar em falta de interesse.
  16. 2 points
    1) eu tenho conhecimento dessa lista: Resp. Tinha conhecimento não, senão não falaria a besteira que falou! 2) Acha que sou algum idiota que posta sem se informar? : Resp. Acho... 3) Mas você tem noção (acho que sim, não é? ) que se eu fizer o mesmo que você fez utilizando os homens, não haverá espaço neste site para citá-los, não tem? Este é o ponto: Resp. Quantidade não significa qualidade e mesmo porque, como a própria Ypatia comentou e até desenhou pra ti, que mulheres sempre foram impedidas por homens e ainda o são em muitos países e em países mais populosos (China / Índia) e até bem pouco tempo conseguiram uma certa liberdade para além de cuidarem do lar, poderem trabalhar e estudar... Acho que a tua idade avançada (nem tanto) deve ter afetado seu cérebro, não é possível em pleno século 21, ter um pensamento machista capenga como esse...
  17. 2 points
    O que? Pessoas sendo esfaqueadas, levando tiros? Humanos sendo mortos por outros humanos? Acho que o mundo não passa desse ano, vou começar a rezar.
  18. 2 points
    No nosso lado do Globo, o poder da igreja começou a ruir com a reforma protestante. Na época, o renascimento da cultura greco-romana acompanhados do início da tipografia, permitiu a difusão em massa de ideias. Não demorou à aparecer críticos do absolutismo cristão e em pouco tempo críticos da própria estrutura do cristianismo. A essa altura, Lutero já havia iniciado o estrago. Primeiro foi a Inglaterra à mover-se para o lado protestante da força, Espanha e Portugal cambalearam um pouco, mas o "totalitarismo" cristão, inclusive da própria população, ajudaram na permanência católica. A Alemanha e Holanda eram o berço de muitos dos principais críticos e a França já tinha iniciado sua filosofia pós-hegel e se municiado do conhecimento crítico sobre o estado do Contrato Social de Rosseau, cujo o estrago foi ainda maior. A queda do absolutismo era uma questão de tempo e nisso estavam a cisão entre Estado e Igreja. Os mesmos iluministas permitiram, do outro lado do atlântico, uma constituição americana secularista, apesar de que isso possa ter permitido tamanho fanatismo protestante (mas isso é assunto para outro tópico). Acontece que diante de todo esse reboliço na Europa, O oriente médio parecia estar isolado com relações com a ásia e a Rússia. Suas características teocráticas permanecem até hoje. Ok, teve um mometinho um pouco mais "liberal", até antes do século XIX, com independencias de regiões do império turco-otomano e algumas reformas, mas a primeira guerra estragou tudo ao puxar o império turco-otomano para o lado alemão diante da influência ocidental em colônias árabes da áfrica e posteriores investidas contra os balcãs. O fato é que o oriente médio sempre pareceu isolado, mesmo diante da expansão massificada da tipografia. No século XX, os países com população islâmica meio que se protegeram do ocidente ao se aliarem na formulação da Liga Árabe, um pouco depois do término da Segunda Guerra e sua fortificação ao longo dos anos impediu ainda mais o "estrangeirismo" de ideias. Mesmo que a tecnologia também tenha chegado ao mundo islâmico, não são comuns notícias de filosofias secularistas ou mesmo críticos ateístas recém reformados do Islamismo, expressando a força da Religião na política árabe. Algo também visto em baixa escala no Judaísmo. Tal configuração de Estado no mundo árabe, prioritariamente teocráticos, demonstra uma semelhança ao absolutismo europeu antes da Revolução Francesa, o que sugere que uma cisma entre a Religião e o Estado, no Oriente e na África, poderia trazer bons resultados para a expansão de ideias secularistas no Oriente Médio. Mas quando pensamos sobre isso e refletimos na época da renascença, temos todos os atributos de que precisaram os iluministas no Ocidente para desenvolver uma filosofia secularista, exceto por "revoltas" filosóficas internas, pois desconheço muçulmanos que discordam explicitamente dos preceitos islamicos ou que concordem em resisitir na condição de muçulmano. A política teocática destes países não apenas exerce a lei contra a democracia de ideias, ela doutrina, criando uma população condizente com a sharia da maior parte dos países islamistas. Se existe algum muçulmano com peito de aço, seu trabalho ou deve estar sendo apagado pelo sistema ou sua coragem não é do tamanho do Iluminismo. E vocês... Acham que existe alguma solução para o desenvolvimento de ideias secularistas no mundo islâmico?
  19. 2 points
    Eu acho que há muito pouco a ser discutido neste assunto, nem vale um tópico exclusivo. Todos conhecem meu posicionamento de homem feminista “radical”. As diferenças naturais entre homens e mulheres não possuem absolutamente nada a ver na questão superioridade/inferioridade e consequentemente no assunto mais importante ainda, que são os direitos. Mesmo que um estudo científico sério comprovasse que ou o homem ou a mulher é mais inteligente num ponto X ou Y, isso não modificaria o resultado final da equação humana. Não chamaria o criador do tópico de gay, como insinuam os colegas acima, mas de desinformado e preconceituoso. Lembrando que temos vários usuários antigos aqui que já demonstraram em várias situações uma boa dose de similar preconceito para com mulheres e negros, como o sumido Matt que chegou a postar pesquisas sobre a maior “burrice” dos negros em relação aos brancos. Um desserviço à sociedade essas merdas de opiniões e postagens. Mas vivemos num país livre né ...
  20. 2 points
    Leia a história de Ypathia de Alexandria. Se tiver dificuldade, te conto um resumo. Ela era filósofa, matemática e diretoria da biblioteca de Alexandria. Isso incomodou alguns pobres homens "não machistas" (?), e teve a carne arrancada dos ossos com conchas e os restos lançados na fogueira. Grande estímulo às mulheres para serem filósofas. Leia a história de Sophie Germain. Filósofa e matemática, autodidata. O pai a trancava num sótão sem aquecimento e sem velas para impedi-la de estudar, mesmo assim continuou. Grande estímulo às mulheres para serem filósofas. Emilie du Chatelet (1706-1749) - Matemática e física - traduziu Principia Mathematica de Isaac Newton para o francês. Caroline Herschel (1750-1848) - Astrônoma - descobriu nebulosas, aglomerados estrelares e um cometa. Mary Anning (1799-1847) - Paleontóloga - com 11 anos descobriu um fóssil Ictiossauro. Encontrou centenas de fósseis. Mary Sommerville (1780-1872) - Matemática e astrônoma - traduziu a obra de Laplace para o inglês. Maria Mitchell (1818-1889) - Astrônoma - primeira mulher professora de astronomia nos EUA. Lise Meitner (1878 - 1968) - Matemática e física - descobriu a fissão nuclear. Irène Curie-Joliot (1897-1956) - Física - descobriu a radioatividade artificial Barbara McClintock (1902-1992) - Geneticista - Pioneira do estudo genético do milho, descobriu que os genes se movem entre cromossomos. Dorothy Hodgkin (1910-1994) - Química - usou cristalografia de raios X em moléculas e determinou a estrutura da penicilina, vitamina B12 e da insulina. (Prêmio Nobel de 1964) Rosalind Franklin (1920-1958) - Química - estudou a estrutura do DNA e seus estudos foram a base de sua descoberta. Mais uma pequena listinha para sua pesquisa (em inglês, porque não tive tempo de traduzir) Antiquity[edit] Marble herm in the Vatican Museums inscribed with Aspasia's name at the base. Discovered in 1777, this marble herm is a Roman copy of a 5th-century BC original and may represent Aspasia's funerary stele. Hypatia by Julia Cameron. · Abrotelia (5th BCE), philosopher in Ancient Greece · Aemilia (c. 300 – 363), Gallo-Roman physician · Aesara of Lucania (4th or 3rd BCE), philosopher in Ancient Greece · Agamede (12th century BCE), (possibly mythical) physician in Ancient Greece · Aglaonike (2nd century BCE), the first woman astronomer in Ancient Greece · Agnodike (4th century BCE), the first woman physician to practice legally in Athens[1]:2 · Andromache (mid-6th century), Egyptian physician[2]:39 · Amyte (300 BCE), Greek physician and poet[2]:40 · Arete of Cyrene (5th–4th centuries BCE), natural and moral philosopher, North Africa · Artemisia of Caria (c. 300 BCE), botanist · Asclepigenia (4th AD), Greek Neoplatonist[2]:55 · Aspasia (4th century BCE), philosopher and scientist · Aspasia the Physician (fl. 1st century CE), Greek physician · Axiothea of Phlius (fl. c. 350 BCE), Greek philosopher[2]:62 · Beronice (1st AD), Roman philosopher[2]:118 · Caerellia (c. 45 BCE), Roman academician[2]:219 · Clea (1st-2nd century AD), philosopher[2]:267 · Cleachma (5th century BCE), Greek philosopher[2]:267-68 · Cleopatra the Alchemist - wrote the alchemical book, Chrysopoeia, or "gold-making".[3]:99[4] · Damo (6th century BCE), Greek natural philosopher · Diotima of Mantinea (4th century BCE), philosopher and scientist, ancient Greece (sources vary as to her historicity; possibly a fictionalized character based on Aspasia of Miletus) · Eccello of Lucania (5th or 4th century BCE), Greek/Italian mathematician and natural philosopher[2]:396 · Echecratia the Philiasian (5th century BCE), Greek/Italian mathematician and natural philosopher[2]:397 · Elephantis (1st century BCE), Greek physician · Enheduanna (c. 2285 – 2250 BCE), Sumerian/Akkadian astronomer and poet · Fabiola (died 399), Roman physician · Favilla (2nd century), Roman physician[2]:436 · Gargi Vachaknavi (7th century BCE), Indian philosopher · Hypatia (370–415), mathematician and astronomer, Egypt[1]:137 · Laïs, midwife[2]:735[5] · Lastheneia of Mantinea, (5th century BCE), student of Plato · Leontium (3rd BCE), Greek philosopher · Leoparda (4th century AD), gynecologist · Macrina (4th century AD), Greek physician and nun[2]:828 · Marcella (4th century AD), Roman healer[2]:841 · Mary the Jewess (1st or 2nd century CE), alchemist[3]:128 · Melissa (3rd century BCE), Greek philosopher · Merit Ptah (c. 2700 BCE), Egyptian physician · Metrodora (c. 200 – 400 AD), Greek physician and author · Myia (5th century BCE), Greek philosopher · Nicerata (c. 5th century), physician and healer · Occello of Lucania (4th or 5th century BCE), Greek natural philosopher and mathematician[2]:957 · Olympias of Thebes (1st century BCE), Greek midwife[2]:962 · Origenia (2nd century AD), Greek healer[2]:965 · Paphnutia the Virgin (c. 300), Egiptian alchemist[2]:978 · Paula (347–404 CE), Roman healer[2]:990 · Perictione (5th century BCE), Greek philosopher, mother of Plato · Peseshet Egyptian physician (Fourth Dynasty) · Pulcheria (5th century AD), healer[2]:1059 · Pythias of Assos (4th century BCE), marine zoologist · Salpe (1st century BCE), Greek midwife · Sotira (1st century BCE), Greek physician[2]:1217-18 · Tapputi-Belatekallim (First mentioned in a clay tablet dating to 2000 BCE), Babylonian perfumer, the first person in history recorded as using a chemical process.[6] · Theano (6th century BCE), philosopher, mathematician and physician · Thelka, Iranian[2]:1278 · Theosebeia (4th century AD), healer[2]:1278 Middle Ages[edit] Herrad of Landsbert · Abella (11th century), Italian physician.[7] · Adelle of the Saracens (12th-century), Italian physician. · Adelmota of Carrara (14th-century), Italian physician. · Rufaida Al-Aslamia (7th-century), Muslim nurse. · Maesta Antonia (1386-1408), Florentine physician.[8] · Ameline la Miresse (fl. 1313-1325), French physician.[9] · Jeanne d'Ausshure (d. 1366), French surgeon.[10] · Zulema L'Astròloga (1190-after 1229), Moorish astronomer. · Brunetta de Siena (fl. 15th-century), Italian-Jewish physician.[11] · Hildegard of Bingen (1099–1179), German natural philosopher[1]:126 · Sibyl of Benevento, Napolitan physician specilizing in the plague buboes.[12] · Denice (fl. 1292), French barber-surgeon.[13] · Demud (fl. ca. 13th century), German physician.[14] · Dorotea Bucca (fl. 1390), Italian professor of medicine.[15] · Constance Calenda (15th century), Italian surgeon specializing in diseases of the eye.[16][17] · Virdimura of Catania (fl. 1276), Jewish-Sicilian physician.[18] · Caterina of Florence (fl. 1400s), Florentine physician.[19] · Jeanne de Cusey (fl. 1438), French barber-surgeon.[20] · Antonia Daniello (fl. 1400), Florentine-Jewish physician.[21] · Clarice di Durisio (15th century), Italian physician. · Fava (fl. 1322), French-Jewish physician.[22] · Jacobina Félicie (fl. 1322), Italian physician · Francesca, muller de Berenguer Satorra (15th-century), Catalonian physician [23] · Maria Gallicia (fl. 1309), licensed surgeon.[24] · Bellayne Gallipapa (fl. 1380), Zaragoza, Spanish-Jewish physician.[25] · Dolcich Gallipapa (fl. 1384), Leyda, Spanish-Jewish physician.[26] · Na Pla Gallipapa (fl. 1387), Zaragoza, Spanish-Jewish physician.[27] · Sarah de St Giles (fl. 1326), French-Jewish physician and medical teacher.[28] · Alessandra Giliani (fl. 1318), Italian anatomist. · Rebecca de Guarna (fl. 1200), Italian physician[16][17] · Magistra Hersend (fl. 1249–1259) French surgeon. · Maria Incarnata, Italian surgeon.[17] · Isabiau la Mergesse (fl. 1292), French-Jewish physician.[29] · Floreta La-Noga (fl. 1374), Aragonese physician.[30] · Helvidis (fl. 1176), French physician.[31] · Stephanie de Lyon (fl. 1265), French physician.[32] · Guillemette du Luys (fl. 1479), French royal surgeon.[33] · Thomasia de Mattio, Italian physician[17] · Margherita di Napoli (late 14th century), Napolitan oculist active in Frankfurt-am-Main.[34] · Mercuriade (14th century), Italian physician and surgeon[16] · Gilette de Narbonne (fl. 1300), French physician.[35] · Isabella da Ocre, Napolitan surgeon.[36] · Francisca da Romana, Napolitan physician.[37] · Dame Péronelle (1292–1319), French herbalist. · Perette Peronne, also called Perretta Petone (fl. 1411), French surgeon.[38] · Lauretta Ponte da Saracena Calabria, Napolitan physician. · Trota of Salerno (fl. 1090), Italian physician.[39] · Marguerite Saluzzi (fl. 1460), Napolitan licensed herbalist physician.[40] · Sara de Sancto Aegidio (fl. 1326), French physician. · Juana Sarrovia (fl. 1384), Barcelona, Spanish physician.[41] · Raymunda da Taberna, licensed Napolitan surgeon.[42] · Théophanie (fl. 1291), French barber surgeon.[43] · Trotta da Toya (f. 1307), Napolitan physician.[44] · Polisena da Troya (fl. 1335), licensed Napolitan surgeon.[45] · Margarita da Venosa (fl. 1333), licensed Napolitan surgeon.[46] · Francisca di Vestis (fl. 1308), Napolian physician.[47] 16th century[edit] · Sophia Brahe (1556–1643), Danish astronomer and chemist · Isabella Cortese, (fl. 1561), Italian alchemist[48]:99 · Loredana Marcello (died 1572), Venetian botanist · Tarquinia Molza (1542–1617), Italian natural philosopher · Catherine de Parthenay (1554–1631) French mathematician · Elinor Sneshell (fl. 1593), surgeon · Caterina Vitale (1566-1619), Maltese pharmacist and chemist · Tan Yunxian (1461–1554) Chinese physician 17th century[edit] · Anna Åkerhjelm (1647–1693), Swedish traveler and archaeologist · Ann Baynard (1672–1697) British Natural philosopher · Aphra Behn (1640–1689), British translator of an astronomical work · Martine Bertereau (1600-fl.1642), French mineralogist · Agnes Block (1629–1704), Dutch horticulturalist. · Elisabeth of Bohemia, Princess Palatine (1618–1680), German natural philosopher · Louise Bourgeois Boursier (1563–1636), French obstetrician · Titia Brongersma (1650–1700), Frisian archaeologist, poet · Margaret Cavendish (1623–1673), natural philosopher · Marie Crous (fl. 1640), French mathematician · Maria Cunitz (1610–1664), Silesian astronomer · Jeanne Dumée (1660-1706), French astronomer · Maria Clara Eimmart (1676–1707), German astronomer · Marie Fouquet (1590–1681), French medical writer · Eleanor Glanville (1654–1709), English entomologist · Elisabeth Hevelius (1647–1693), astronomer, wife of Johannes Hevelius · Maria Sibylla Merian (1647–1717), naturalist[1]:206 · Marie Meurdrac (c. 1610 – 1680), French chemist and alchemist · Elena Cornaro Piscopia (1646–1684), Italian mathematician and the first female PhD · Marguerite de la Sablière (c. 1640 – 1693), French natural philosopher · Jane Sharp (fl. 1671), British obstetrician · Justine Siegemund (1636–1705), German obstetrician · Mary Somerset, Duchess of Beaufort (1630–1715), English botanist · Elizabeth Walker (1623–1690), British pharmacist Margaret Cavendish 18th century[edit] Geneviève Charlotte d'Arconville. Portrait of Émilie du Châtelet by Maurice Quentin de La Tour. · Maria Gaetana Agnesi (1718–1799), Italian mathematician[1]:1 · Geneviève Charlotte d'Arconville (1720–1805) French anatomist · Princess Charlotte of Saxe-Meiningen (1751–1827), German astronomer · Maria Angela Ardinghelli (1728–1825), Italian mathematician and physicist · Sarah Sophia Banks (1744–1818), British natural history collector · Giuseppa Barbapiccola (c. 1702 – 1740), natural philosopher, translator · Laura Bassi (1711–1778), Italian physicist[1]:20 · Marie Marguerite Bihéron (1719–1795), French anatomist · Celia Grillo Borromeo (1684–1777), Italian natural philosopher · Jacoba van den Brande (1735–1794), Dutch founder of first all-female science academy · Maria Christina Bruhn (1732–1802), Swedish inventor · Margaret Bryan (c. 1760 – 1815), British natural philosopher · Elsa Beata Bunge (1734–1819), Swedish botanist · María Andrea Casamayor (1700–1780), Spanish mathematician · Émilie du Châtelet (1706–1749), French mathematician and physicist[1]:52 · Maria Medina Coeli (1764–1846), Italian physician. · Jane Colden (1724–1766), American biologist · Angélique du Coudray (1712–1794), French midwife · Maria Dalle Donne (1778–1842), Italian physician · Eva Ekeblad (1724–1786), Swedish agronomist · Dorothea Erxleben (1715–1762), German physician · Charlotta Frölich (1698–1770), Swedish agronomist and historian · Elizabeth Fulhame (fl. 1794), British chemist · Lucia Galeazzi Galvani (1743–1788), Italian physician · Sophie Germain (1776–1831), elasticity theory, number theory[1]:105 · Clelia Durazzo Grimaldi (1760–1830), Italian botanist · Catherine Littlefield Greene (1755–1814), American inventor · Salomée Halpir (1718-fl. 1763), Lithuanian oculist · Caroline Herschel (1750–1848), German-British astronomer[1]:124 · Christine Kirch (1696–1782), German astronomer · Margaretha Kirch (1703–1744), German astronomer · Maria Margarethe Kirch, (1670–1720), German astronomer[1]:157 · Marie Lachapelle (1769–1821), French midwife · Marie-Jeanne de Lalande (1760–1832), French astronomer · Marie Paulze Lavoisier (1758–1836), French chemist and illustrator · Nicole-Reine Lepaute (1723–1792), French astronomer · Elisabeth Christina von Linné (1743–1782), Swedish botanist · Martha Daniell Logan (1704–1779), American horticulturalist · Eliza Lucas (1722–1793), American agronomist and indigo dye pioneer · Maria Lullin (1750–1831), Swiss entomologist · Catharine Macaulay (1731–1791), British social scientist · Anna Morandi Manzolini (1716–1774), Italian physician and anatomist · Sybilla Masters (1675–1720) patent for a corn mill · Lady Anne Monson (1726–1776) English botanist · Maria Petraccini (1759–1791), Italian anatomist and physician · Zaffira Peretti (fl. 1780), Italian anatomist and physician · Louise du Pierry (1746–1807), French astronomer · Marie Anne Victoire Pigeon (1724–1767) French mathematician · Faustina Pignatelli (1705-1785), Italian physicist · Cristina Roccati (1732–1797) Italian physics teacher · Clotilde Tambroni (1758–1817), Italian philologist and linguistic · Petronella Johanna de Timmerman (1723–1786), Dutch scientist · Wang Zhenyi (astronomer) (1768–1797), Chinese astronomer 19th century[edit] Anthropology[edit] · Maria Czaplicka (1884–1921), Polish cultural anthropologist · Alice Cunningham Fletcher (1838–1923), American ethnologist · Johanna Mestorf (1828–1909), German prehistoric archaeologist · Margaret Murray (1863–1963) British anthropologist · Clémence Royer (1830–1902), French anthropologist · Ellen Churchill Semple (1863–1932), American geographer · Praskovja Uvarova (1840–1924), Russian archaeologist Archeology[edit] · Cornelia Horsford (1861 – c. 1941), American archaeologist · Lady Hester Stanhope (1776–1839) British archaeologist · Zsófia Torma (1832–1899), Hungarian archeologist, paleologist, anthropologist Astronomy[edit] · Mary Albertson (1838–1914), American botanist and astronomer · Annie Jump Cannon (1863–1941), American astronomer[1]:47 · Agnes Mary Clerke (1842–1907), British astronomer · Florence Cushman (1860–1940) American astronomer · Williamina Fleming (1857–1911), Scottish/American astronomer[1]:89 · Margaret Lindsay Murray Huggins (1848–1915), British astronomer · Henrietta Swan Leavitt (1868–1921), American astronomer[1]:170 · Annie Russell Maunder (1868–1947), Irish astronomer · Antonia Caetana Maury (1866–1952), American astronomer[1]:195 · Maria Mitchell (1818–1889), American astronomer[1]:209 · Isis Pogson (1852–1945), British astronomer · Caterina Scarpellini (1808–1873), Italian astronomer · Sarah Frances Whiting (1846–1927), American astronomer and physicist[49] · Mary Watson Whitney (1847–1921), American astronomer · Anna Winlock (1857–1904), American astronomer Biology or natural history[edit] Mary Anning · Frances Acton (1793–1881) British botanist · Elizabeth Cary Agassiz (1822–1907), American natural historian · Mary Albertson (1838–1914), American botanist and astronomer · Mary Anning (1799–1847), British natural historian[1]:9 · Emily Arnesen (1876–1928), Norwegian zoologist · Anna Atkins (1799–1871), British botanist · Harriet Henrietta Beaufort (1778–1865), British botanist · Isabella Bird Bishop (1831–1904), British natural historian · Priscilla Susan Bury (1799–1872), English botanist · Albertina Carlsson (1848-1930), Swedish zoologist · Mary Agnes Meara Chase (1869–1963), American biologist · Cornelia Clapp (1849–1934), American zoologist · Anna Botsford Comstock (1854–1930), American natural historian · Clara Eaton Cummings (1855–1906), American botanist · Lydia Maria Adams DeWitt (1859–1928) American pathologist · Mary Cynthia Dickerson (1866–1923), American herpetologist, museum curator and writer · Amalie Dietrich (1821–1891), German natural historian · Alice Eastwood (1859–1953), American biologist[1]:77 · Rosa Smith Eigenmann (1858–1947), American biologist · Olga Fedtschenko (1845–1921), Russian botanist · Maria Elizabeth Fernald (1839–1919), American entomologist · Susanna Phelps Gage (1857–1915), American embryologist and comparative anatomist · Lilian Jane Gould (1861–1936), British biologist · Amelia Griffiths (1768–1858), British phycologist · Agnes Ibbetson (1757–1823), English vegetable physiologist. · Susan Hallowell (1835–1911), American botanist · Gabrielle Howard (1876–1930), British plant physiologist · Ellen Hutchins (1785–1815), Irish botanist · Ida Henrietta Hyde (1857–1945), American biologist[1]:135 · Maria Elizabetha Jacson (1755 – 1829) English botanist · Alice Johnson (zoologist) (1860–1940), English zoologist · Josephine Kablick (1787–1863), Botanist · Helen Dean King (1869–1955), American biologist · Phoebe Lankester (1825–1900), British botanist · Marie-Anne Libert (1782–1865), Belgian botanist and mycologist · Friederike Lienig (1790–1855), German-Baltic entomologyst · Katharine Murray Lyell (1817–1915), British botanist · Olive Thorne Miller (1831–1918), American natural historian · Maria Gugelberg von Moos (1836–1918), Swiss botanist · Margaretta Morris (1797–1867), American entomologist · Mary Murtfeldt (1848–1913), American biologist · Eleanor Anne Ormerod (1828–1901), British biologist · Edith Marion Patch (1876–1954), American biologist · Beatrix Potter (1866–1943), British mycologist · Mary Jane Rathbun (1860–1943), American marine biologist · Margaretta Riley (1804–1899), British botanic · Ethel Sargant (1863–1918), British biologist · Hazel Schmoll (1890–1990), American botanist working on plant life in Colorado · Lilian Sheldon (1862–1942), English zoologist · Alexandra Smirnoff (1838–1913) Finnish pomologist · Annie Lorrain Smith (1854–1937), British lichenologist and mycologist · Emilie Snethlage (1868–1929), German-Brazilian naturalist and ornithologist · Nettie Stevens (1861–1912), American geneticist[1]:284 · Jantina Tammes (1871–1947), Dutch botanist and geneticist · Charlotte De Bernier Taylor (1806–1863), American entomologist · Mary Treat (1830–1923), American naturalist · Anna Vickers (1852–1906), marine algologist · Jeanne Villepreux-Power (1794–1871), French marine biologist · Anna Maria Walker (c. 1778 – 1852), Scottish botanist · Elizabeth Andrew Warren (1786–1864), Cornish botanist · Mary Anne Whitby (1784–1850), English breeder of silkworms Chemistry[edit] · Vera Bogdanovskaia (1868–1897), Russian chemist[50]:64 · Ida Freund (1863–1914), first woman to be a university chemistry lecturer in the United Kingdom[50]:59–60 · Louise Hammarström (1849–1917), Swedish chemist · Edith Humphrey (1875–1978), probably the first British woman to gain a doctorate in chemistry[51] · Julia Lermontova (1846–1919), Russian chemist[50]:61–64 · Laura Linton (1853–1915), American chemist [50]:57–58 · Rachel Lloyd (1839–1900), American chemist [50]:55–56 · Adelaida Lukanina (1843–1908), Russian physician and chemist · Frances Micklethwait (1867–1950), British research chemist · Muriel Wheldale Onslow (1880–1932), British biochemist · Marie Pasteur (1826–1910), French chemist and bacteriologist · Mary Engle Pennington (1872–1952), American chemist · Agnes Pockels (1862–1935), German chemist · Vera Popova (1867–1896), Russian chemist · Anna Sundström (1785–1871), Swedish chemist · Ellen Swallow Richards (1842–1911), American industrial and environmental chemist[1]:254[50]:51–54 · Anna Volkova (1800–1876), Russian chemist · Nadezhda Olimpievna Ziber-Shumova (died 1914), Russian chemist Engineers[edit] · Emily Roebling (1844–1903), American civil engineer · Lanying Lin (1918–2003), Chinese materials science Geology[edit] · Florence Bascom (1862–1945), American geologist[1]:18 · Etheldred Benett (1776–1845), British geologist · Mary Buckland (1797–1857), British paleontologist and marine biologist · Margaret Crosfield (1859–1952), British paleontologist and geologist · Maria Gordon (1896–1939), Scottish geologist · Mary Emilie Holmes (1850–1906), American geologist and educator · Charlotte Murchison (1788–1869), Scottish geologist · Elizabeth Philpot (1780–1857), British paleontologist Inventors[edit] · Mary Brush (fl. 1815), American inventor · Ellen Eglin (1849-fl. 1890) inventor · Hanna Hammarström (1829–1909), Swedish inventor · Mary Kies (1752–1837), American inventor · Huang Lü (d. 1829), Chinese optic inventor Mathematics[edit] · Sofia Kovalevskaya (1850–1891), Russian mathematician (partial differential equations, rotating solids, Abelian functions)[1]:162 · Augusta Ada Byron Lovelace (1815–1851), British mathematician[1]:180 · Emilie Martin (1869–1936), American mathematician · Florence Nightingale (1820–1910), British statistician and nurse · Emmy Noether(1882–1935), German mathematician Ada King, Countess of Lovelace (Ada Lovelace) · Dorothy Vaughan (1910–2008), American mathematician, worked at NACA's Langley Memorial Aeronautical Laboratory Microbiology[edit] · Alice Catherine Evans (1881–1975), American microbiologist Medicine[edit] · Elizabeth Garrett Anderson (1836–1917), British physician [1]:7 · Hedda Andersson (1861–1950), Swedish physician · Lovisa Årberg (1801–1881), first woman doctor and surgeon in Sweden · Amalia Assur (1803–1889), Swedish dentist · Sara Josephine Baker (1873–1945), American doctor (child hygiene pioneer) · Elizabeth Blackwell (1821–1910), American physician [1]:31 · Emily Blackwell (1826–1910 ), American physician · Marie Boivin (1773–1841), French writer on obstetrics · Maria Dalle Donne (1778–1842), Italian physician · Marie Durocher (1809–1893), Brazilian obstetrician, midwife and physician · Enriqueta Favez (c. 1791 – 1856) Swiss physician and surgeon · Rosalie Fougelberg (1841–1911), Swedish dentist · Johanna Hedén (1837–1912), Swedish midwife, feldsher and barber · Aletta Jacobs (1854–1929), Dutch physician · Maria Jansson (1788–1842), known as Kisamor, Swedish physician · Sophia Jex-Blake (1840–1912), British physician · Varvara Kashevarova Rudneva (1844–1899), Russian physician · Emmy Rappe (1835–1896), Swedish nurse · Martha Ripley (1843–1912), American physician and suffragist · Florence R. Sabin (1871–1953), American medical scientist · Regina von Siebold (1771–1849), German physician and obstetrician · Charlotte von Siebold (1788–1859) German physician and gynecologist · Anna Stecksén (1870–1904), Swedish pathologist · Lucy Hobbs Taylor (1833–1910), American dentist · Isala Van Diest (1842–1916), first female medical doctor and female university graduate in Belgium · Catharine van Tussenbroek (1852-1925) Dutch gynecologist · Mary Walker (1832–1919), American surgeon · Karolina Widerström (1856–1949), Swedish physician · Rachel Alcock (1862–1939), British physiologist Nuclear physics[edit] · Lise Meitner (1878–1968), Austrian, Swedish, nuclear physicist Physics[edit] · Hertha Marks Ayrton (1854–1923), British physicist[1]:14 · Mileva Einstein-Maric (1875–1948), Serbian/Swiss physicist · Margaret Eliza Maltby (1860–1944), American physicist · Mary Somerville (1780–1872), British physicist, Polymath[1]:280 Psychology[edit] · Mary Whiton Calkins (1863–1930), American psychologist · Christine Ladd-Franklin (1847–1930), American psychologist[1]:167 · Margaret Floy Washburn (1871–1939), American psychologist Science education[edit] · Jane Webb Loudon (1807–1858), Writer of introductory gardening books · Jane Marcet (1769–1858), Writer of introductory science books · Almira Hart Lincoln Phelps (1793–1884), American science educator · Josephine Silone Yates (died 1912), American chemistry professor Sociology[edit] · Jane Addams (1860–1935), American sociologist · Charlotte Perkins Gilman (1860–1935), American sociologist · Beatrice Webb (1858–1943), English sociologist and economist Sec XX Anthropology[edit] Margaret Mead · Katharine Bartlett (1907–2001), American physical anthropologist, museum curator · Ruth Benedict (1887–1948), American anthropologist · Dina Dahbany-Miraglia (born 1938), American Yemini linguistic anthropologist, educator · Zora Neale Hurston (1891-1960) American folklorist and anthropologist · Marjorie F. Lambert (1908-2006) American archeologist and anthropologist who studied Southwestern Puebloan peoples · Dorothea Leighton (1908–1989), American social psychiatrist, founded the field of medical anthropology · Katharine Luomala (1907–1992), American anthropologist · Margaret Mead (1901-1978), American anthropologist · Grete Mostny (1914–1991), Austrian-born Chilean anthropologist and archaeologist · Miriam Tildesley (1883–1979), British anthropologist · Mildred Trotter (1899-1991), American forensic anthropologist · Camilla Wedgwood (1901-1955), British/Australian anthropologist · Alba Zaluar (born 1942), Brazilian anthropologist specializing in urban anthropology Archaeology[edit] · Sonia Alconini (1965-), Bolivian archaeologist of the Formative Period of the Lake Titicaca basin · Jole Bovio Marconi (1897–1986), Italian archaeologist and prehistorian · Hester A. Davis, (1930-2014), American archaeologist who was instrumental in establishing public policy and ethical standards · Perla Fuscaldo (born 1941), Argentine egyptologist · Marija Gimbutas (1921-1994), Lithuanian archaeologist (Kurgan hypothesis) · Rosemary Joyce (1956), American archaeologist who uncovered chocolate's archaeological record and studies Honduran pre-history · Elisabeth Ruttkay, (1926-2009), Austrian Neolithic and Bronze Age specialist · Hanna Rydh (1891-1964), Swedish archaeologist and prehistorian Astronomy[edit] · Claudia Alexander (1964-), American planetary scientist · Mary Adela Blagg (1858–1944), British astronomer · Margaret Burbidge (1919–), British astrophysicist · Jocelyn Bell Burnell (1943–), Northern Irish-British astrophysicist · Annie Jump Cannon (1863–1941), American astronomer · Janine Connes, French astronomer[1] · A. Grace Cook (1887-1958), British astronomer · Heather Couper (1949–), British astronomer (astronomy popularisation, science education) · Joy Crisp, American planetary scientist · Sandra Faber (1944–), American astronomer[2] · Pamela Gay (1973-), American astronomer · Vera Fedorovna Gaze (1899-1954) Russian astronomer (planet 2388 Gase an Gaze Crater on Venus are named for her) · Julie Vinter Hansen (1890-1960), Danish astronomer · Martha Haynes (1951-), American astronomer · Lisa Kaltenegger - Austrian/American astronomer · Dorothea Klumpke (1861–1942), American-born astronomer · Henrietta Leavitt, (1868–1921), American astronomer (periodicity of variable stars) · Evelyn Leland (c.1870–c.1930), American astronomer working at the Harvard College Observatory · Priyamvada Natarajan, Indian/American astrophysicist · Carolyn Porco (1953–), American planetary scientist · Cecilia Payne-Gaposchkin (1900–1978), British-American astronomer · Ruby Payne-Scott (1912–1981), Australian radio astronomer · Vera Rubin (1928–2016), American astronomer[3] · Charlotte Moore Sitterly (1898–1990), American astronomer · Jill Tarter (1944–), American astronomer · Beatrice Tinsley (1941–1981), New Zealand astronomer and cosmologist · Maria Zuber (1958-), American planetary scientist Biology[edit] Barbara McClintock · Nora Lilian Alcock (1874–1972), British plant pathologist · Alice Alldredge, (1949-) American oceanographer and researcher of marine snow, discover of Transparent Exopolymer Particles (TEP) and demersal zooplankton · June Almeida (1930–2007), British virologist · E. K. Janaki Ammal (1897–1984), Indian botanist · Yvonne Barr (1932–), British virologist (co-discovery of Epstein-Barr virus) · Lela Viola Barton (1901–1967), American botanist · Kathleen Basford (1916–1998), British botanist · Gillian Bates, British geneticist (Huntington's disease) · Val Beral (1946–), British–Australian epidemiologist · Grace Berlin (1897–1982), American ecologist, ornithologist and historian · Agathe L. van Beverwijk (1907–1963), Dutch mycologist · Gladys Black (1909–1998), American ornithologist · Idelisa Bonnelly (1931-), Dominican Republic marine biologist · Alice Middleton Boring (1883–1955), American biologist · Annette Frances Braun (1911–1968), American entomologist, expert on microlepidoptera · Linda B. Buck (1947–), American neuroscientist (Nobel prize in Physiology or Medicine 2004 for olfactory receptors) · Hildred Mary Butler (1906–1975), Australian microbiologist · Esther Byrnes (1867–1946), American biologist and science teacher · Bertha Cady (1873–1956), American entomologist and educator · Audrey Cahn (1905–2008) Australian microbiologist and nutritionist · Eleanor Carothers (1882–1957), American zoologist, geneticist and cytologist · Rachel Carson (1907–1964), American marine biologist and conservationist · Edith Katherine Cash (1890–1992), American mycologist and lichenologist · Martha Chase (1927–2003), American molecular biologist · Mary-Dell Chilton (1939–), American molecular biologist · Theresa Clay (1911–1995), English entomologist · Edith Clements (1874–1971), American botanist and pioneer of botanical ecology · Elzada Clover (1897–1980), American botanist · Ursula M. Cowgill, American biologist and anthropologist · Gerty Theresa Cori (1896–1957), American biochemist (Nobel Prize in Physiology or Medicine in 1947) · Suzanne Cory (1942–), Australian immunologist/cancer researcher · Janet Darbyshire, British epidemiologist · Gertrude Crotty Davenport (1866–1946), American zoologist and eugenicist · Sophie Charlotte Ducker (1909–2004), Australian botanist · Sophia Eckerson (1880–1954), American botanist · Sylvia Edlund (1945–2014), Canadian botanist · Charlotte Elliott (1883-1974), American plant physiologist · Charlotte Cortlandt Ellis (1874–1956), American botanist · Vera Danchakoff (1879 – about 1950) Russian anatomist, cell biologist and embryologist, "mother of stem cells" · Rhoda Erdmann (1870–1935), German cell biologist · Katherine Esau (1898–1997), German-American botanist · Edna H. Fawcett (1879–1960), American botanist · Catherine Feuillet (1965-), French molecular biologist who was the first scientist to map the wheat chromosome 3B · Dian Fossey (1932–1985), American zoologist · Birutė Galdikas (1946–), German primatologist and conservationist · Margaret Sylvia Gilliland (1917–1990), Australian biochemist · Jane Goodall (1934–), British biologist, primatologist · Isabella Gordon (1901–1988), Scottish marine biologist · Susan Greenfield (1951–), British neurophysiologist (neurophysiology of the brain, popularisation of science) · Charlotte Elliott (1883–1974), American plant physiologist · Constance Endicott Hartt (1900–1984), American botanist · Eliza Amy Hodgson (1888–1983), New Zealand botanist · Lena B. Smithers Hughes (1905–1987), American botanist, developed strains of the Valencia orange · Marian Koshland (1921–1997), American immunologist · Frances Adams Le Sueur (1919–1995), British botanist and ornithologist · Margaret Reed Lewis (1881–1970), American cell biologist and embryologist · Maria Carmelo Lico (1927–1985), Italo-Argentinian-Brazilian neuroscientist · Gloria Lim (1930-), Singaporean mycologist, first woman Dean of the Faculty of Science, University of Singapore · Liliana Lubinska (1904–1990), Polish neuroscientist · Misha Mahowald (1963–1996), American neuroscientist · Lynn Margulis (1938–2011), American biologist · Deborah Martin-Downs, Canadian aquatic biologist, ecologist · Sara Branham Matthews (1888–1962), American microbiologist · Barbara McClintock (1902–1992), American geneticist, Nobel prize for Physiology or Medicine 1983 · Eileen McCracken (1920–1988), Irish botanist · Ruth Colvin Starrett McGuire (1893–1950), American plant pathologist · Anne McLaren (1927–2007), British developmental biologist · Ethel Irene McLennan (1891–1983), Australian botanist · Eunice Thomas Miner, American biologist, executive director of the New York Academy of Sciences 1939–1967 · Rita Levi-Montalcini (1909–2012), Italian neurologist (Nobel prize for Physiology or Medicine 1986 for growth factors) · Ann Haven Morgan (1882–1966), American zoologist · Christiane Nüsslein-Volhard (1942–), German geneticist and developmental biologist (Nobel prize for Physiology or Medicine 1995 forhomeobox genes) · Ida Shepard Oldroyd (1856–1940), American conchologist · Daphne Osborne (1930–2006), British plant physiologist (plant hormones) · Mary Parke (1908–1989), British marine botanist specialising in phycology, the study of algae · Jane E. Parker (1960– ), British botanist who researches the immune responses of plants · Eva J. Pell (1948–), American plant pathologist · Theodora Lisle Prankerd (1878–1939), British botanist · Joan Beauchamp Procter (1897–1931), British zoologist (herpetologist) · F. Gwendolen Rees (1906–1994), British parasitologist · Anita Roberts (1942–2006), American molecular biologist, "mother of TGF-Beta" · Gudrun Ruud (1882–1958), Norwegian zoologist specializing in embryology · Hazel Schmoll (1890–1990), American botanist · Idah Sithole-Niang (1957-), biochemist focusing on cowpea production and disease · Margaret A. Stanley, British virologist and epithelial biologist · Phyllis Starkey (1947–) British biochemist and medical researcher · Magda Staudinger (Latvian: Magda Štaudingere) (1902-1997), Latvian-German biologist and chemist · Sarah Stewart (1905-1976), Mexican American microbiologist (discovered the Polyomavirus) · Ragnhild Sundby (1922–2006), Norwegian zoologist · Maria Telkes (1900–1995), Hungarian-American biophysicist · Lois H. Tiffany (1924–2009), American mycologist · Lydia Villa-Komaroff (1947–), Mexican American molecular cellular biologist · Karen Vousden, British cancer researcher · Elisabeth Vrba, South African paleontologist · Marvalee Wake (born 1939), American biologist researching limbless amphibians, educator · Jane C. Wright (1919–2013), American oncologist · Kono Yasui (1880–1971), Japanese cytologist · Eleanor Anne Young (1925–2007), American nutritionist and educator · Anna Veiga (1956-) Spanish biologist Stem cell and Assisted reproductive technology researcher Chemistry[edit] Alice Ball · Maria Abbracchio, (1956-) Italian pharmacologist who works with purinergic receptors and identified GPR17. On Reuter's most cited list since 2006. · Barbara Askins (1939-), American chemist · Alice Ball (1892-1916), American chemist · Ulrike Beisiegel (1952-), German biochemist, researcher of liver fats and first female president of the University of Göttingen · Anne Beloff-Chain (1921–1991), British biochemist · Jeannette Brown (born 1934), medicinal chemist, writer, educator · Astrid Cleve (1875–1968), Swedish chemist · Seetha Coleman-Kammula (1950-) Indian chemist and plastics designer, turned environmentalist · Maria Skłodowska-Curie (1867–1934), Polish-French chemist (pioneer in radiology, discovery of polonium and radium), Nobel prize in physics 1903 and Nobel prize in chemistry 1911 · Mary Campbell Dawbarn (1902–1982), Australian biochemist · Moira Lenore Dynon (1920–1976), Australian chemist · Gertrude B. Elion (1918–1999), American biochemist (Nobel prize in Physiology or Medicine 1988 for drug development) · Gwendolyn Wilson Fowler (1907-1997), American chemist and first licensed African American pharmacist in Iowa · Rosalind Franklin (1920–1957), British physical chemist and crystallographer[4]:82–89 · Ellen Gleditsch (1879–1968), Norwegian radiochemist[5] · Jenny Glusker (born 1931), British biochemist, educator · Emīlija Gudriniece (1920-2004), Latvian chemist and academic · Anna J. Harrison (1912–1998), American organic chemist · Dorothy Crowfoot Hodgkin (1910-1994), British crystallographer,[4]:75–81 Nobel prize in chemistry 1964 · Clara Immerwahr (1870–1915), German chemist · Irène Joliot-Curie (1897–1956), French chemist and nuclear physicist, Nobel Prize in Chemistry 1935 · Chika Kuroda (1884–1968), Japanese chemist · Stephanie Kwolek (1923–), American chemist, inventor of Kevlar · Lidija Liepiņa (1891-1985), Latvian chemist, one of the first Soviet doctorates in chemistry. · Kathleen Lonsdale (1903-1971), British crystallographer[4]:71–74 · Grace Medes (1886–1967), American biochemist · Maud Menten (1879–1960), Canadian biochemist · Helen T. Parsons (1886–1977), American biochemist · Nellie M. Payne (1900–1990), American entomologist and agricultural chemist · Eva Philbin (1914–2005), Irish chemist · Darshan Ranganathan (1941-2001), Indian organic chemist · Mildred Rebstock (1919-2011), American pharmaceutical chemist · Elizabeth Rona, (1890-1981) Hungarian (naturalized American) nuclear chemist and polonium expert · Patsy Sherman (1930-2008), American chemist, co-inventor of Scotchgard · Marija Šimanska (1922-1995), Latvian chemist · Ida Noddack Tacke (1896–1978), German chemist and physicist · Grace Oladunni Taylor, Nigerian chemist 2nd woman inducted into the Nigerian Academy of Science · Jean Thomas, British biochemist (chromatin) · Michiyo Tsujimura (1888–1969), Japanese biochemist, agricultural scientist · Elizabeth Williamson, English pharmacologist and herbalist · Ada Yonath (1939–), Israeli crystallographer, Nobel prize in Chemistry 2009 · Christina Cruickshank Miller (1899-2001) Scottish chemist, one of the first women elected to Royal Society of Edinburgh Geology[edit] · Zonia Baber (1862–1955), American geographer and geologist · Inés Cifuentes (1954–2014), American seismologist and educator · Moira Dunbar (1918–1999), Scottish-Canadian glaciologist · Elizabeth F. Fisher (1872-1941), American geologist · Winifred Goldring (1888-1971), American paleontologist · Eileen Hendriks (1887–1978), British geologist · Dorothée Le Maître (1896–1990), French paleontologist · Karen Cook McNally (1940–2014), American seismologist · Inge Lehmann (1888–1993) Danish seismologist who discovered Earth’s solid inner core · Marcia McNutt (1951– ), American geophysicist · Ellen Louise Mertz (1896–1987), Danish engineering geologist · Ruth Schmidt (1916–2014), American geologist · Ethel Shakespear (1871–1946), English geologist · Kathleen Sherrard (1898–1975), Australian geologist and palaeontologist · Ethel Skeat (1865–1939), English paleontologist and geologist · Marjorie Sweeting (1920–1994), British geomorphologist · Marie Tharp (1920–2006), American geologist and oceanographic cartographer · Elsa G. Vilmundardóttir (1932–2008), Iceland's first female geologist · Marguerite Williams (1895-?), American geologist · Alice Wilson (1881-1964), Canadian geologist and paleontologist · Elizabeth A. Wood (1912–2006), American crystallographer and geologist Mathematics or computer science[edit] · Hertha Marks Ayrton (1854–1923), British mathematician and electrical engineer (electric arcs, sand ripples, invention of several devices, geometry) · Anita Borg (1949–2003), American computer scientist, founder of the Institute for Women and Technology · Mary L. Cartwright (1900–1998), British mathematician[6] · Amanda Chessell, British computer scientist · Ingrid Daubechies (1954–), Belgian mathematician (Wavelets - first woman to receive the National Academy of Sciences Award in Mathematics) · Tatjana Ehrenfest-Afanassjewa (1876–1964), Russian/Dutch mathematician · Deborah Estrin (1959–), American computer scientist · Vera Faddeeva (Russian: Вера Николаевна Фаддеева) (1906-1983), Russian mathematician. One of the first to publish works on linear algebra. · Evelyn Boyd Granville (1924–), American mathematician, second African-American woman to get a Ph.D. in mathematics · Marion Cameron Gray (1902–1979), Scottish mathematician · Frances Hardcastle (1866–1941), mathematician, founding member of the American Mathematical Society.[7] · Grace Hopper (1906–1992), American computer scientist · Margarete Kahn (1880-1942), German mathematician · Lyudmila Keldysh (1904-1976) Russia mathematician known for set theory and geometric topology · Marguerite Lehr (1898–1987), American mathematician · Margaret Anne LeMone (born 1946), mathematician and atmospheric scientist · Barbara Liskov (1939–), American computer scientist for whom the Liskov substitution principle is named · Margaret Millington (1944–1973), English mathematician · Mangala Narlikar (graduated 1962), Indian mathematician · Rózsa Péter (1905–1977), Hungarian mathematician · Dorothy Maud Wrinch (1894–1976), British mathematician and theoretical biochemist · Jeannette Wing, computer scientist, Microsoft Corporate Vice President Science education[edit] · Kathleen Jannette Anderson (1927 - 2002), Scottish biologist · Susan Blackmore (1951–), British science writer (memetics, evolutionary theory, consciousness, parapsychology) · Florence Annie Yeldham (1877 – 1945), British school teacher and historian of arithmetic Engineering[edit] · Kate Gleason (1865–1933), American engineer · Frances Hugle (1927 – 1968), American engineer · Maria Tereza Jorge Pádua (born 1943), Brazilian ecologist · Mary Olliden Weaver (20th century), inventor of the "super slurper," a starch graft polymer [8] Medicine[edit] · Phyllis Margery Anderson (1901–1957), Australian pathologist · Virginia Apgar (1909–1974) American obstetrical anesthesiologist (inventor of the Apgar score) · Anna Baetjer (1899 –1984), American physiologist and toxicologist · Roberta Bondar (1945-), Canadian, space medicine · Dorothy Lavinia Brown (1919–2004), American surgeon · Audrey Cahn (1905–2008), Australian nutritionist and microbiologist · Margaret Chan (1947–), Chinese-Canadian health administrator; director of the World Health Organization · Evelyn Stocking Crosslin (1919–1991), American physician · Eleanor Davies-Colley (1874–1934), British surgeon (first female FRCS) · Claire Fagin (1926-), American health-care researcher · Esther Greisheimer (1891–1982), American academic and medical researcher · L. Ruth Guy (1913–2006), American academic and pathologist · Karen C. Johnson (1955-) American physician and clinical trials specialist who is one of Reuter's most cited scientists · Mary Jeanne Kreek (born 1937), American neurobiologist · Elise L'Esperance (1878–1958), American pathologist · Elaine Marjory Little (1884–1974), Australian pathologist · Anna Suk-Fong Lok, Chinese/American hepatologist, wrote WHO and AASLD guidelines for emerging countries and liver disease · Eleanor Josephine Macdonald (1906–2007) pioneer American cancer epidemiologist and cancer researcher · Catharine Macfarlane (1877-1969), American obstetrician and gynecologist · Charlotte E. Maguire (1918—2014), Florida pediatrician and medical school benefactor · Louisa Martindale (1872–1966), British surgeon · Helen Mayo (1878–1967), Australian doctor and pioneer in preventing infant mortality · Frances Gertrude McGill (1877–1959), Canadian forensic pathologist · Eleanor Montague (born 1926), American radiologist and radiotherapist · Anne B. Newman (1955- ), US Geriatrics & Gerontology expert · Antonia Novello (1944-), Puerto Rican physician and Surgeon General of the United States · Dorothea Orem (1914-2007), Nursing theorist · Ida Ørskov (1922–2007), Danish bacteriologist · May Owen (1892-1988), Texas pathologist, discovered talcum powder used on surgical gloves caused infection and peritoneal scarring · Angeliki Panajiotatou (1875-1954), Greek physician and microbiologist · Kathleen I. Pritchard (1956-), Canadian oncologist, breast cancer researcher and noted as one of Reuter's most cited scientists. · Frieda Robscheit-Robbins (1888-1973), German-American pathologist · Ora Mendelsohn Rosen (1935–1990), American medical researcher · Una Ryan, (1941) Malaysian born-American, heart disease researcher, biotech vaccine and diagnostics maker/marketer · Una M. Ryan, (1966) patented DNA test identifying the protozoan parasite Cryptosporidium · Velma Scantlebury, (1955) first woman of African descent to become a transplant surgeon in the U.S. · Lise Thiry (born 1921), Belgian virologist, senator · Helen Rodríguez Trías (1929-2001), Puerto Rican American pediatrician and advocate for women's reproductive rights · Marie Stopes (1880-1958) British paleobotanist and pioneer in birth control · Elizabeth M. Ward, American epidemiologist and head of the Epidemiology and Surveillance Research Department of the American Cancer Society · Elsie Widdowson (1908–2000), British nutritionist · Fiona Wood, (1958–), British-Australian plastic surgeon Paleoanthropology[edit] · Mary Leakey (1913–1996), British paleoanthropologist · Suzanne LeClercq (1901-1994), Belgian paleobotanist and paleontologist Physics[edit] Maria Goeppert-Mayer · Faye Ajzenberg-Selove (1926–), American nuclear physicist, (2007 US National Medal of Science)[9] · Betsy Ancker-Johnson (1929–), American plasma physicist · Milla Baldo-Ceolin (1924–2011), Italian particle physicist[10] · Marietta Blau (1894–1970), German experimental particle physicist · Lili Bleeker (1897-1985), Dutch physicist · Katharine Blodgett (1898–1979), American thin-film physicist[11] · Christiane Bonnelle, French spectroscopist[12] · Sonja Ashauer (1923–1948), first Brazilian woman to earn a doctorate in physics · Tatiana Birshtein (born 1928), molecular scientist specializing in the physics of polymers · Margrete Heiberg Bose (1866–1952), Danish physicist (active in Argentina from 1909) · Jenny Rosenthal Bramley (1909–1997), Lithuanian-American physicist,[13][14] · Harriet Brooks (1876–1933), Canadian radiation physicist · A. Catrina Bryce (1956–), Scottish laser scientist · Nina Byers (1930–2014), American physicist[15] · Yvette Cauchois (1908–1999), French physicist[16] · Yvonne Choquet-Bruhat (1923–), French theoretical physicist[17] · Patricia Cladis (1937–), Canadian/American physicist[18] · Esther Conwell (1922–), American physicist, semiconductors[19] · Cécile DeWitt-Morette (1922–), French mathematician and physicist[20] · Louise Dolan, American mathematical physicist, theoretical particle physics and superstring theory · Nancy M. Dowdy (1938–), Nuclear physicist, arms control[21] · Mildred Dresselhaus (1930–), American physicist, graphite, graphite intercalation compounds, fullerenes, carbon nanotubes, and low-dimensional thermoelectrics[22] · Helen T. Edwards (1936–), American physicist, Tevatron[23] · Magda Ericson (1929–), French nuclear physicist[24] · Edith Farkas (1921-1993), Hungarian-born New Zealand meteorologist who measured ozone levels[25] · Ursula Franklin (1921–), Canadian metallurgist, research physicist, author and educator · Judy Franz (1938–), American physicst and educator[26] · Joan Maie Freeman (1918–1998), Australian physicist · Phyllis S. Freier (1921–1992), American astrophysicist[27] · Mary K. Gaillard (1939–), American theoretical physicist[28] · Fanny Gates (1872–1931), American physicist[29] · Claire F. Gmachl, American physicist · Maria Goeppert-Mayer (1906–1972), German-American physicist, Nobel Prize in Physics 1963[30] · Gertrude Scharff Goldhaber (1911–1998), American nuclear physicist[31] · Sulamith Goldhaber (1923–1965), American high-energy physicist and molecular spectroscopist[32] · Gail Hanson (1947–), American high-energy physicist[33] · Margrete Heiberg Bose (1866–1952), Danish/Argentine physicist · Evans Hayward (1922–), American physicist[34] · Caroline Herzenberg (1932–), American physicist[35] · Hanna von Hoerner (1942–2014), German astrophysicist · Shirley Jackson (1946–), American nuclear physicist, president of Rensselaer Polytechnic Institute, first African-American woman to earn a doctorate from M.I.T.[36] · Bertha Swirles Jeffreys (1903–1999), British physicist[37] · Lorella M. Jones (1943–1995), American particle physicist [1] · Carole Jordan (1941–), British solar physicist · Renata Kallosh (1943–), Russian/American theoretical physicist[38] · Berta Karlik (1904–1990), Austrian physicist[39] · Bruria Kaufman (1918–2010)[40] · Elizaveta Karamihailova (1897-1968), Bulgarian nuclear physicist · Marcia Keith (1859–1950)[41] · Ann Kiessling (1942–) · Margaret G. Kivelson (1928–)[42] · Noemie Benczer Koller (1933–)[43] · Ninni Kronberg (1874-1946), Swedish physiologist in nutrition · Doris Kuhlmann-Wilsdorf (1922–2010)[44] · Elizabeth Laird (physicist) (1874–1969)[45] · Juliet Lee-Franzini (1933–2014)[46] · Inge Lehmann (1888–1993), Danish seismologist and geophysicist[47] · Kathleen Lonsdale (1903–1971)[48] · Margaret Eliza Maltby (1860–1944), American physicist[49] · Helen Megaw (1907–2002)[50] · Mileva Maric (1875-1948), Serbian physicist, first wife of Albert Einstein[51] · Lise Meitner (1878–1968), Austrian nuclear physicist (pioneering nuclear physics, discovery of nuclear fission, protactinium, and the Auger effect) · Kirstine Meyer (1861–1941)[52] · Luise Meyer-Schutzmeister (1915–1981)[53] · Anna Nagurney Canadian-born, US operations researcher/management scientist focusing on networks · Chiara Nappi, Italian American physicist · Ann Nelson (1958–), American physicist · Marcia Neugebauer,[54] · Gertrude Neumark (1927–2010)[55] · Ida Tacke Noddack (1896–1979)[56] Emmy Noether · Emmy Noether (1882–1935), German mathematician and theoretical physicist (symmetries and conservation laws) · Marguerite Perey (1909–1975)[57] · Melba Phillips (1907–2004)[58] · Agnes Pockels (1862–1935)[59] · Pelageya Polubarinova-Kochina (1899–1999), Russian physicist[60] · Edith Quimby (1891–1982)[61] · Helen Quinn (1943–), American particle physicist[62] · Lisa Randall (1962–), American physicist · Myriam Sarachik (1933–), American physicist[63] · Bice Sechi-Zorn (1928–1984), Italian/American nuclear physicist[64] · Anneke Levelt Sengers (born 1929), Dutch physicist specializing in the critical states of fluids · Johanna Levelt Sengers, Dutch/American physicist[65] · Hertha Sponer (1895–1968), German/American physicist and chemist[66] · Isabelle Stone (1868–1944), American thin-film physicist and educator[67] · Edith Anne Stoney (1869-1938), Anglo-Irish medical physicist · Katharine Way (1903–1995), American nuclear physicist[68] · Mariana Weissmann (born 1933) Argentine physicist,computational physics of condensed matter · Lucy Wilson (1888-1980) American physicist, working on optics and perception · Leona Woods (1919–1986), American nuclear physicist · Chien-Shiung Wu (1912–1997), Chinese-American physicist (nuclear physics, (non) conservation of parity) · Sau Lan Wu, Chinese-American particle physicist[69] · Xide Xie (Hsi-teh Hsieh) (1921–2000), Chinese physicist[70] · Rosalyn Sussman Yalow (1921–2011), American medical physicist (Nobel prize in Physiology or Medicine 1977 for radioimmunoassay) · Fumiko Yonezawa (born 1938), Japanese theoretical physicist · Toshiko Yuasa (1909–1980), Japanese nuclear physicist Psychology[edit] · Mary Ainsworth (1913–1999), American-Canadian developmental psychologist, inventor of the "Strange Situation" procedure · Martha E. Bernal (1931-2001), Mexican-American clinical psychologist, first Latina to receive a psychology PhD in the United States · Lera Boroditsky, American psychologist · Mamie Clark (1917–1983), African-American psychologist active in the civil rights movement · Helen Flanders Dunbar (1902–1959) important early figure in U.S. psychosomatic medicine[71] · Tsuruko Haraguchi (1886–1915), Japanese psychologist · Margaret Kennard (1899–1975) did pioneering research on age effects on brain damage, which produced early evidence for neuroplasticity · Grace Manson (1893–1967), occupational psychologist · Rosalie Rayner (1898–1935), American psychology researcher[72] · Marianne Simmel (1923–2010), American psychologist, made important contributions in research on social perception and phantom limb.[73] · Davida Teller (1938–2011), American psychologist, known for work on development of the visual system in infants.[74][75] · Nora Volkow (1956-), Mexican-American psychiatrist, director of the National Institute on Drug Abuse (NIDA) · Margo Wilson (1945–2009), Canadian evolutionary psychologist · Catherine G. Wolf (1947–), American psychologist and expert in human-computer interaction
  21. 2 points
    Outro tópico provocador, sem nenhum respaldo científico, nenhuma fonte dos "achismos" propalados a não ser sites sem nenhuma referência concreta (nome dos cientistas envolvidos, texto publicado) sobre os tais "estudos", enfim, mais uma prova que o Sr. @Edgar Filho procura apenas atenção, e não diálogo. Sabe o que são fontes aceitáveis? Só uma.
  22. 2 points
    Então você não entendeu o que eu disse. E? E nem poderia. Falácia da generalização , e em dose dupla. Não, eu vou me afastar dessa pessoa, tenho toda a liberdade de fazê-lo.
  23. 2 points
    Compartilhando com os abiguinhos pérolas da nossa história... 'ANEKDOTY' - PIADAS SOVIÉTICAS (Parte 1 de 3) Marx dizia que a humanidade ri para se despedir do seu passado. Na União Soviética, ríamos para aguentar o presente, com todos os seus problemas surreais, inimagináveis em uma sociedade livre. Uma das formas mais populares do folclore soviético eram histórias curtas chamadas "anekdoty", uma espécie de piada. Em línguas ocidentais a palavra 'anedota' normalmente significa um episodio real que aconteceu à margem de eventos mais importantes, mas que ajuda a compreender o espírito de uma época ou o caráter de um personagem. Em russo, um "anekdot" se refere a uma situação fictícia, mas cuja função é a mesma: fazer um comentário jocoso acerca de um processo histórico ou de um líder político. Contar piadas era um dos passatempos preferidos em todas as camadas da sociedade soviética. Contávamos piadas com colegas de trabalho durantes os intervalos, ríamos junto com amigos nas cozinhas das nossas casas, usávamos as piadas para quebrar gelo com pessoas pouco conhecidas nas colônias de férias e nas viagens. Os assuntos eram bastante variados. Havia piadas sobre vida conjugal e amorosa, sobre trabalho, sobre problemas cotidianos, havia piadas existências e piadas nonsense. Mas de longe, as mais populares (e mais perigosos de contar) eram piadas políticas que buscavam desconstruir a interpretação oficial da realidade imposta pelo governo. "Anekdoty" começaram a surgir logo depois da revolução, com a introdução da censura, atingindo picos de popularidade nos anos 60-80. Vários estudiosos se interessaram em registrar e analisar essa peculiaridade da cultura oral soviética utilizando todos os registros escritos disponíveis: jornais, coletâneas clandestinas compostas por entusiastas, anotações de folcloristas profissionais, diários, filmes, e até relatórios internos da KGB (más línguas diziam que uma parte das piadas foi inventada pelos próprios agentes da KGB). O livro mais completo sobre o assunto possui mais de mil páginas e descreve as fontes de registros de cerca de 6000 piadas: M. Melnichenko, Anekdot Soviético (indicador de temas), em russo, М. Мельниченко, Советский анекдот (указатель сюжетов), 2014. Para preparar esse post, usei a famosa coletânea “1001 anedotas políticas soviéticas” (http://lib.ru/ANEKDOTY/anec1001.txt), organizada por Julius Telesin e publicada em 1986 nos EUA. No final dos anos 80, com o surgimento dos computadores, a coletânea circulava impressa em um único rolo de papel de 50 metros que líamos em busca de piadas novas, para poder passar rapidamente para a próximo amigo na fila de leitura. Traduzi e organizei por assunto cerca de 60 piadas clássicas. A primeira parte do post contém piadas sobre o comunismo, o regime soviético e propaganda oficial. A segunda parte reúne piadas sobre a falta de liberdade na União Soviética, sobre os órgãos de repressão e problemas de abastecimento. A terceira parte será dedicada aos lideres comunistas específicos (Lenin, Stalin etc). Provavelmente, os leitores brasileiros não acharão engraçadas muitas dessas piadas. O humor é sensível à língua e ao contexto cultural. As melhores piadas usam jogos de palavras que muitas vezes são impossíveis de se traduzir. Além disso, "anekdoty" foram criadas para serem contadas ao vivo, e perdem parte de sua graça quando registradas na forma de texto escrito. Bons piadistas tinham talentos artísticos e usavam 'anekdoty' para fazer pequenas sessões de stand up comedy diante dos amigos. No entanto, há mais uma peculiaridade importante: muitos "anekdoty" não eram feitas para arrancar gargalhadas dos ouvintes. No fundo, eram convites para refletirmos sobre aspectos da realidade soviética que, frequentemente, eram mais tristes de que engraçados. Hoje, "anekdoty" devem ser lidos como um registro histórico do espirito da época e como documentos da resistência popular ao totalitarismo. Eram pequenas ilhas de bom senso no meio do oceano surreal da propaganda oficial. COMUNISMO Ao conquistar o poder, os bolcheviques não tinham a mínima ideia de como organizar o estado. Marx havia previsto o advento de uma nova sociedade sem exploradores, mas não havia deixado receitas para construção dessa sociedade comunista futura. Para justificar a extrema violência do estado soviético, os teóricos do bolchevismo criaram uma narrativa segundo a qual a sociedade deveria passar por várias fases no caminho para o comunismo. Os nomes dessas fases foram inventadas de forma bastante aleatória: a fase de construção do socialismo, o próprio socialismo, o socialismo desenvolvido, e só depois era prometida a chegada do comunismo. A população tinha dificuldades para absorver esses detalhes “teóricos” e respondia com piadas sarcásticas sobre construção do comunismo. -------- Na época de Brejnev, Karl Marx aparece na URSS e pede permissão para fazer um pronunciamento no rádio. Brejnev nega: “O senhor é fundador do comunismo mas, mesmo assim, não posso tomar essa decisão sozinho. Vamos incluir o seu pedido na pauta da próxima reunião do Comitê Central”. Marx insiste: “Só uma frase, camarada Brejnev!” Brejnev cede e permite. Marx pega o microfone e grita: “Proletários de todo o mundo! Perdoem-me...” ------- - Comunismo é uma ciência? - Não. Se fosse ciência, seria testado antes nos cachorros. ------- - Qual a diferença entre capitalismo e socialismo? - No capitalismo, o homem explora o homem. No socialismo é o contrário. ------- Brejnev pergunta ao Papa: - Por que as pessoas acreditam no paraíso católico e se recusam a acreditar no paraíso comunista? - Porque não mostramos o nosso paraíso. ------- Palestrante explica que o comunismo já está no horizonte. Alguém da plateia pergunta: - O que é horizonte? - É uma linha imaginária onde o céu se junta com a terra, e que se afasta toda vez que tentamos nos aproximar dela. ------ - Por favor, isso já é comunismo ou ainda vai piorar? ------ Um jurista, um cirurgião, um construtor civil e um comunista discutem qual profissão é a mais antiga. Jurista: “Quando o Deus condenou o Adão e Eva, foi um ato jurídico!”. Cirurgião: “Mas, anteriormente, Deus criou a Eva da costela do Adão. Foi uma cirurgia!” Construtor: “Mas, primeiramente, Deus construiu o mundo. Antes disso, só havia caos!” Comunista: “E quem criou o caos? Nós, comunistas!” ------- - Vai ter dinheiro no comunismo? - Conforme explica a dialética marxista, alguém vai ter e alguém não. ------ Brejnev negocia com Carter, o presidente dos EUA. Brejnev: Nos próximos anos, pretendemos comprar trigo nos EUA em grandes quantidades. Carter: Sem problemas! - Também gostaríamos de adquirir computadores americanos. - Ok! - Vocês também nos venderiam algumas patentes tecnológicas? - Por que não? - Senhor presidente, podemos vincular todos esses acordos dentro de um programa mais abrangente? - Excelente! Assinaremos um contrato: os EUA se comprometem a construir o comunismo na URSS. ------- REGIME SOVIÉTICO Nas discussões sobre semelhanças e diferenças entre o bolchevismo e o nazismo, muitas vezes um detalhe importante escapa à atenção. Antes de Hitler efetuar um golpe de estado, o partido nazista havia chegado ao poder pelo voto popular. E a sociedade alemã, portanto, tem boa parte de responsabilidade pela sua acensão. Por outro lado, os comunistas na Rússia nunca passaram pelo crivo popular. O partido bolchevique tomou o poder pela força e exterminou logo em seguida todos os outros partidos. O regime soviético sempre foi visto pelo povo como algo alheio imposto ao pais. As piadas abaixo representam uma pequena amostra desta atitude popular. ------- O primeiro dia depois do fim do regime soviético. Um homem se aproxima de uma banca de jornal: - Me dê o Pravda, por favor. - Não temos jornais soviéticos. - Por que? - O regime soviético acabou. O homem vai embora, mas logo volta: - Me dê o Pravda... - Acabei de dizer para o senhor: não temos mais jornais soviéticos! - Por que? - O regime soviético acabou! Quantas vezes devo repetir? - Ah, repita... Por favor, repita... ------ - O regime soviético é bom? - É bom... mas é longo demais! ------ Um judeu pede permissão para emigrar a Israel e explica na policia que tem duas razões para fazer isso: - Primeiro, meu vizinho vive me ameaçando: “Aguarde, seu porco avarento, quando o regime soviético acabar vou te esfaquear no mesmo dia!” - Mas por que o senhor tem medo? O regime soviético não vai acabar nunca! - Exatamente! Essa é a segunda razão. ------ Um homem explica que seu tio milionário, que mora nos EUA, ficou cego e pede permissão para sair do país para poder cuidar do tio. Um funcionário do departamento de vistos questiona: - Mas por que o senhor quer ir para lá? O seu tio pode transferir seu dinheiro e vir morar aqui. - Desculpe, acho que o senhor não entendeu. O meu tio ficou cego, mas não ficou demente. ------ Em uma escolinha infantil, professora explica às crianças: - A União Soviética é o melhor pais do mundo! Todos na União Soviética comem bem e se vestem bem. As pessoas moram em excelentes apartamentos. Todas as crianças têm muitos brinquedos... De repente, um menino começa a chorar: - Eu quero! Eu quero! - Você quer o que, querido? - Quero ir morar na União Soviética! ------- PROPAGANDA O estado soviético buscava controlar todos os aspectos da vida dos seus súditos criando para isso narrativas totalmente fantasiosas. No Ocidente, George Orwell foi o primeiro grande intelectual que conseguiu capturar a essência da propaganda totalitária com sua 'novilíngua' e com o Ministério da Verdade, cuja função era mentir. As piadas sobre a máquina de propaganda focavam esse caráter totalitário e mentiroso. ------- Em um clube, anunciaram uma palestra intitulada “O povo e o Partido estão unidos”. Ninguém compareceu. Em uma semana, anunciaram outra palestra: “Sobre o amor”. O auditório ficou lotado. - Há três tipos de amor, - começou o palestrante. - O primeiro tipo é um amor normal, entre homem e mulher. É um tipo bem conhecido e não há nada interessante para falar sobre ele. O segundo tipo é um amor patológico, entre duas pessoas do mesmo sexo. Na União Soviética, ele é proibido por lei e, portanto, não posso falar dele. O terceiro tipo é o amor entre o povo e o partido comunista. Na palestra de hoje, falaremos sobre ele. -------- Alexandre o Grande, Júlio César e Napoleão foram convidados para assistir uma parada militar na Praça Vermelha. - Se eu tivesse tanques soviéticos, - diz Alexandre, - eu seria invencível! - Se eu tivesse aviões soviéticos, - fala Júlio César, - eu conquistaria o mundo inteiro! - Se eu tivesse o jornal Pravda, - comenta Napoleão, - ninguém saberia sobre o resultado da batalha de Waterloo... ------- Professora pergunta a um aluno por que ele veio para escola de roupa toda amassada. - Ligamos ontem a televisão, explica o aluno, e lá estava passando o discurso “Os feitos de Lenin continuam vivos”. Desligamos a televisão e ligamos o rádio, mas lá estava passando o mesmo discurso. Depois disso, já ficamos com medo de ligar o ferro... -------- Uma turma de crianças vai passear com uma professora e vê um coelho ao lado da estrada. A professora pergunta: - Alguém lembra como se chama esse animal? Não? Ninguém? As crianças ficam em silêncio. - Tentem lembrar! Sobre quem a gente canta tantas musiquinhas? Crianças: - Vovozinho Lenin! --------- Uma competição de atletismo entre a USSR e os USA. Correm dois atletas, e o americano vence. Os jornais soviéticos relatam: “O atleta soviético completou a corrida entre os primeiros. O atleta americano ficou em penúltimo lugar”. -------- Na reunião de kolkhoz [fazenda coletiva]: - Pelo excelente trabalho na lavoura, a camarada Ivanova é premiada com um saco de trigo! (aplausos) - Pelo excelente trabalho no curral, a camarada Petrova é premiada com um saco de batata! (aplausos) - Pelo excelente trabalho público, a camarada Sidorova é premiada com uma coleção completa de obras de Lenin! (Aplausos, risos, gritos: "Bem feito, sua piranha!") -------- No exame final do curso de medicina o professor mostra para um aluno dois esqueletos, um masculino e um feminino. - O que pode me dizer sobre os esqueletos? - Nâo sei... - Que vergonha! Você passou cinco anos estudando o que? - Não acredito! São Marx e Engels? ------- Um inglês, um francês e um russo exaltam as qualidades das suas esposas. - Quando minha esposa anda de cavalo, começa o inglês, ela alcança o chão com as pernas. Não é que o cavalo seja muito baixo, as pernas dela é que são muito compridas! - Eu abraço minha esposa pela cintura apenas com dois dedos de uma mão, continua o francês. Não é que minha mão seja muito grande, mas porque sua cintura é muito fina! - Antes de sair para o trabalho, diz o russo, eu dou uma tapa na bunda da minha esposa. E quando eu volto do trabalho, a sua bunda ainda está tremendo. Não é que ela seja muito flácida, mas porque na URSS temos o jornada de trabalho mais curta do mundo! -------- 'ANEKDOTY' - PIADAS SOVIÉTICAS (Parte 2 de 3) FALTA DE LIBERDADE A falta de liberdade era o tema principal das piadas soviéticas. Piadas políticas como os "anekdoty" são uma característica de sociedades autoritárias e existem exatamente porque opções de criticas no espaço público são reduzidas ou inexistentes. Uma observação interessante encontra-se no prefácio do livro de D. Shturman, S. Tictin, "The Soviet Union in the Prism of the Political Anecdote", em russo, "Д. Штурман, С. Тиктин, Советский Союз в зеркале политического анекдота", de 1985. O folclore, como forma de cultura oral, dizem os autores, normalmente precede o surgimento de escrita na sociedade. As piadas antitotalitárias, pelo contrário, florescem nos países com altos índices de alfabetização. Ou seja, o que produzia os "anekdoty" não era a falta de tradição escrita, de modo geral, mas a proibição de um tipo específico de escrita, da escrita que pudesse expressar ideias e temas críticos ao regime. Além dos lideres soviéticos, as piadas também usavam personagens recorrentes que representavam pessoas comuns. Um deles, que aparece na amostra abaixo, era um tal de Rabinovitch, um judeu melancólico e desiludido que não perdia uma oportunidade para desconstuir as narrativas oficiais com seus comentários sarcásticos. ------- - Qual a diferença entre democracia comum e democracia socialista? - A mesma que entre cadeira comum e cadeira elétrica. ------- - Nos Estados Unidos temos liberdade - diz um americano. Eu posso sair para rua e gritar: “Fora Reagan!” - Grande coisa! - responde um russo. Eu também posso sair para rua e gritar: “Fora Reagan!” ------- Em um vilarejo na Sibéria, visitantes estrangeiros perguntam aos moradores locais: - Como vocês viviam antes da Revolução? - Sentindo frio e fome. - E como vivem agora? - Sentindo frio, fome e profunda gratidão ao partido comunista. ------ Rabinovitch viaja para um país capitalista e manda um telegrama para sua empresa: “Eu escolhi a liberdade!”. A organização comunista da empresa convoca uma assembleia para condenar publicamente o traidor da pátria. De repente, no meio da assembleia, entra Rabinovitch. Silêncio. - Só queria ver – diz ele - como vocês iam interpretar o meu telegrama. ------- Um pássaro soviético voa para o Ocidente. Um pássaro capitalista o pergunta: - Falta comida lá na Rússia? - Que nada! Em nenhum outro país eles desperdiçam tanto trigo pelas estradas... - Veio por que, então? - Quero piar um pouquinho. ------- Um homem quer se filiar ao partido comunista e é interpelado pela banca de admissão: - Camarada, o que você acha sobre a política econômica do Partido? - Eu a compartilho e apoio totalmente. - Então, fale um pouco da política externa do Partido. - Eu a compartilho e apoio totalmente. - Camarada, não fique repetindo a mesma coisa. Você não tem sua própria opinião? - Tenho. Mas eu não a compartilho, nem apoio. ------- MAQUINA REPRESSIVA O regime soviético se sustentava em dois pilares: propaganda ideológica e a maquina repressiva. A época mais conhecida pelo seu caráter repressivo foi a década de 1930, quando Stalin organizou um dos programas de extermínio mais amplos da história. No entanto, a perseguição das pessoas que não concordavam com o governo começou nos primeiros dias depois da Revolução e nunca parou até o fim da União Soviética. Nas universidades, dizia-se que havia pelo menos um informante da KGB em cada turma, e nos intevalos entre as aulas, nos divertíamos tentando especular quem dos presentes seria o informante da nossa turma. Nos anos mais sombrios, não apenas quem contava as piadas ia para cadeia acusado de “propaganda anti-sovética”, mas até pessoas que deixavam de informar os orgãos repressivos sobre colegas contadores corriam risco de serem presos. ------- - O KGB vai existir no comunismo? - Não. Até lá, as pessoas vão aprender a se colocar na prisão sozinhas. ------ - Isso é insuportável! - diz um homem na rua em um dia de inverno com 40 graus de frio. - Surge ao seu lado um agente a paisana: "Por favor, me acompanhe. O senhor disse que o regime soviético é insuportável!" - O que isso tem a ver com o regime? O frio que é insuportável! - Isso não é verdade. O frio dá para aguentar. ------- - Qual prédio mais alto de Moscou? - O prédio da KGB. Dos seus porões, enxerga-se a Sibéria. -------- Em uma palestra sobre a política, Rabinovitch questiona: - O senhor diz que está tudo maravilhoso, então, para onde sumiu manteiga no país? - Eu vou pensar e respondo na próxima palestra, - promete o palestrante. Na próxima palestra, um outro homem na plateia levanta a mão. - Provavelmente, você quer perguntar para onde sumiu manteiga? - Não, eu quero perguntar para onde sumiu Rabinovitch? ------- Um funcionário chegou cinco minutos antes do começo do trabalho. Foi preso por espionagem. Um outro funcionário chegou cinco minutos atrasado. Foi preso por sabotagem. O terceiro chegou pontualmente. Foi preso por propaganda anti-soviética: ele usava um relógio suíço. ------ Em cela de prisão: - Pegou quantos anos? - Vinte e cinco. - Fez o que? - Nada. - Mentira! Por nada dão dez anos. ------ Durante escavações no Egito, foi encontrado um sarcófago com uma múmia. Os arqueólogos não conseguem identificar sua origem e convidam peritos da URSS. Três soviéticos chegam, arregaçam as mangas e pedem às outras pessoas para sairem e deixarem eles sozinhos. Depois de um tempo, eles aparecem limpando o suor das suas testas: - Amenhotep XXIII. - Fantástico! Como vocês conseguiram? - Ele próprio confessou, aquele filho da puta... ------------ Além dos três canais tradicionais da televisão, foi inaugurado um quarto. Um homem liga o primeiro canal: passa um discurso de Brejnev. O homem troca para o segundo: também o mesmo discurso. Troca para o terceiro: Brejnev, novamente. No quarto canal, um coronel da KGB aponta o dedo e diz para o homem: “Pare de trocar os canais, cidadão!” ------- Um americano, um inglês e um russo se gabam de que vão conseguir fazer um gato comer mostarda. O americano pega o gato e empurra mostarda na sua boca. - Isso é violência! - protesta o russo. Inglês coloca mostarda entre duas fatias de pão e o gato come. - Não, isso é fraude! - reclama o russo. Ele pega o gato e esfrega mostarda embaixo do seu rabo. Uivando, o gato lambe toda mostarda. - Reparem, - declara o russo, - foi tudo voluntariamente e ainda com música! ---------- PROBLEMAS COM ABASTECIMENTO Toda tentativa de um governo centralizar a distribuição ou produção de alimentos e outros produtos leva a alguma forma de escassez. Na União Sovética, a centralização era absoluta, e até durante anos relativamente tranquilos sempre faltavam alguns produtos básicos. Um ano sumia manteiga dos supermercados, outro ano era impossível achar papel higiênico ou shampoo. Filas quilométricas se formavam quando, de repente, esses produtos apareciam em algum local da cidade. Para ter uma vida mais ou menos abastada, havia dois caminhos: fazer parte da burocracia comunista, com suas lojas exclusivas, ou trabalhar no setor de distribuição e usar o seu acesso pessoal aos protudos escassos. Deste ponto de vida, um dos grupos socias mais prejudicados era o dos engenheiros, que depois de anos de estudo não ganhavam bem e nem tinham acesso privilegiado aos bens de consumo. ------- - Qual era nacionalidade de Adão e Eva? - Eram russos! Quem mais pode andar pelado e descalço, não ter teto, compartilhar uma única maça entre os dois e ainda gritar que eles estão no paraíso? ------- - Nosso presidente Hoover acabou com o hábito das pessoas de beber - diz americano [referindo-se à lei seca dos anos 30]. - Grande coisa! - responde o russo. Nosso Stalin acabou com o hábito das pessoas de comer! -------- Na escola as crianças falam das profissões dos seus pais: - Meu pai é gerente de vendas. - O meu é chefe de um depósito. - O meu é diretor de supermercado. - O meu pai é engenheiro... A turma explode com uma gargalhada. A professora chama à atenção: - Crianças, parem! A gente não pode rir da desgraça aleia! ------- Um socialista, um capitalista e um comunista marcaram um encontro. O socialista chega atrasado. - Me desculpem! Fiquei horas na fila para comprar presunto. - O que é fila? - pergunta o capitalista. - O que é presunto? - pergunta comunista. ------ - Quais são as principais dificuldades da agricultura soviética? - São quatro: primavera, verão, outono e inverno. ------ Em um kolhoz mostram um documentário sobre a Africa. - Ivan, olhe, eles andam todos pelados! Os kolhozes lá devem ter aparecido bem antes do que aqui! ------- Dois meninos conversam através do Muro de Berlim. - Tá vendo? Eu tenho uma laranja! - gaba-se o menino do lado ocidental. - E a gente tem socialismo! - Grande coisa! A gente, se quiser, também pode fazer socialismo. - Mas aí você não vai ter laranja! ------- Combatendo escassez de papel higiênico, o governo baixa um decreto: para poder comprar papel, o cidadão deve apresentar um documento que comprove que ele já tenha comido hoje. ------ Um trabalhador chega em casa e vê sua esposa na cama com um amante: - Você aqui perdendo tempo com bobagens enquanto que no mercadinho do lado estão vendendo laranjas! ------ - Depois da realização do plano quinquenal teremos dez quilos de carne por pessoa! - explica o palestrante. Rabinovitch o interrompe, do fundo da plateia: - Me desculpe, não dá para escutar bem daqui... O senhor disse “por” ou “em”? - Não entendi a pergunta. - “Por pessoa” ou “em pessoa”? ------- Antes da Olimpíada de Moscou, todos os funcionários no comércio foram proibidos de dizer “não” aos clientes. Em uma loja, uma mulher pergunta se há luvas: - Quais? De couro? De tecido? De lã? - De lã, por favor. - Claras? Escuras? - Escuras. - Mais compridas? Mais curtas? - Mais curtas, se for possível. - Sabe, senhora, traga aqui o seu sobretudo, e nós escolhemos luvas certas para combinar com ele. - Não acredite neles! - se intromete um outro cliente. - Eu já trouxe o vaso sanitário, mostrei a bunda, mas mesmo assim não me vendem papel higiênico! ------- VÌDEO: O presidente americano Ronald Reagan era um grande divulgador de piadas soviéticas no ocidente. Na época, Gorbatchev já começava o seu programa de "perestroika" que, além das reformas internas, buscava aproximação com os países ocidentais. Reagan usava piadas nos seus discursos para parecer mais simpático com o cidadão comum da URSS e, ao mesmo tempo, para provocar os lideres soviéticos que ainda oscilavam entre democratização e autoritarismo. 'ANEKDOTY' - PIADAS SOVIÉTICAS Parte 3 de 3: PIADAS SOBRE LÍDERES COMUNISTAS Nenhum líder da URSS escapou dos contadores de "anekdoty". No entanto, a quantidade e a qualidade das piadas variava conforme o grau de liberdade da vida pública no pais. Houve uma tendência bastante clara: quanto mais fechado e repressivo ficava o regime, mais numerosas e criativas eram as piadas. Os campeões, neste sentido, eram Stalin e Brejnev, enquanto as épocas de Kruschev e de Gorbachev deixaram piadas bem menos interessantes. LENIN As piadas sobre Lenin destacavam a contradição gritante entre sua imagem supostamente humanista divulgada pela propaganda oficial e os fatos históricos sobre a sua crueldade como idealizador e grande entusiasta da máquina repressiva soviética. ------ Krupskaya, esposa de Lenin, dá uma palestra: - Queridas crianças! Todos sabemos como Lenin era bondoso. Vou contar para vocês apenas um caso. Uma vez, ele estava acampado ao lado de um lago e saiu da barraca para fazer a barba. Por lá passava um menino local. Vladimir Ilich amola a navalha e só olha para o menino. Fez a barba, lavou a escova e, de novo, amola a navalha e só olha para o menino. Secou a navalha e guardou tudo. E não fez nada com o rapaz - poderia ter navalhado o pirralho! ------ Um camponês vai ao Kremlin para conversar com Lenin sobre seus problemas. - Bom dia, camarada camponês! Sente-se, por favor. O camarada deve ser 'bednyak'? [camponês pobre] - Bom, Vladimir Ilich, acho que não... Tenho um cavalo e tal... - Ah, quer dizer, o camarada é 'serednyak'? [camponês médio] - Então, Vladimir Ilich... Não passamos fome, e as crianças têm roupa, sapatos... Tenho dois cavalos, na verdade. - Entendi... Então, o camarada é “kulak”? [camponês abastado] - Depende, Vladimir Ilich... Comemos carne todo dia, e as crianças estão bem... Então, os vizinhos até as vezes brincam, “Afanásio, cê é 'kulak'!” - Ah, então, é 'kulak'. Entendi... Hum... Dois cavalos, crianças com sapatos... Muito bem! Camarada Dzerjinsky! Fuzile, por favor, este camarada. - Vladimir Ilich, está na hora de almoço. Vamos fuzilar depois. - Não, agora! Tem que ser antes do almoço! E o almoço, doem o almoço para crianças! Há muitas crianças passando fome no país! Nota: Dzerjinsky chefiou a Cheka, a temível polícia secreta soviética responsável por execuções sumárias em massa durante o Terror Vermelho e a Guerra Civil Russa. ------ STALIN ------ Na manifestação de 1 de maio um grupo de velhos decrépitos carrega um cartaz: “Agradecemos o camarada Stalin pela nossa infância feliz!”. Surge um agente à paisana: - Vocês estão de sacanagem, né? Stalin nem tinha nascido quando vocês eram crianças! - Exatamente por isso o agradecemos! ------ No inferno: - Por que Hitler está mergulhado em bosta até o pescoço e Stalin apenas até a cintura? - Porque Stalin está sobre os ombros de Lenin. ------- No inferno, o capeta recebe Stalin e joga ele aos pés de Karl Marx: - Receba dividendos do seu capital! ------ Sumiu o cachimbo de Stalin. Dez suspeitos de roubo foram presos. No dia seguinte, Stalin achou o cachimbo embaixo do seu sofá e manda soltar os suspeitos. - Impossível, camarada Stalin. Todos já confessaram! ------ Em 1940, um homem grita na Praça Veremelha: “Morte ao tirano bigodudo!”. Agentes secretos prendem o homem e o levam diretamente a Stalin. Stalin pergunta: - Quem você chamou de tirano bigodudo? - Hitler, é claro! - E vocês, camaradas - pergunta Stalin aos agentes - pensaram que fosse quem? ------ BREJNEV Leonid Brejnev ocupou o cargo máximo da hierarquia soviética de 1964 a 1983. O começo deste período foi marcado pelo fim das reformas liberais iniciadas pelo seu antecessor Kruschev, e as piadas da época refletiam esse fato. Nos últimos anos, Brejnev estava muito doente e senil, e mal conseguia ler seus discursos nos congressos do partido. Suas dificuldades cognitivas passaram a ser o assunto principal das "anekdoty". O período rendeu as piadas mais engraçadas e sofisticadas da história do país. Infelizmente, muitas delas usavam peculiaridades da língua russa e, portanto, são impossível de se traduzir. ------ “Acabaram as brincadeiras” - disse Brejnev - tirando as sobrancelhas e as colocando embaixo do nariz. [Brejnev tinha sobrancelhas muito grandes e a piada sugere sua transformação em Stalin] ------ Brejnev lê o pronunciamento de abertura na Olimpíada de Moscou: - O! O! O! O! O! Um conselheiro cochicha no seu ouvido: - Camarada Brejnev, são anéis olímpicos! O texto começa embaixo. ------ Brejnev visita uma república soviética asiática, onde a maioria da população é muçulmana. - Salaam Aleikum! - cumprimentam ele os trabalhadores locais. - Alaikum As-Salaam! - responde Brejnev, bem treinado antes da viagem pelos conselheiros. - Salaam Aleikum! - gritam as pessoas na rua. - Alaikum As-Salaam! - continua Brejnev, todo contente. - Arquipélago Gulag! - de repente grita um dissidente da multidão. - Gulag arquipélago! - prontamente responde Brejnev. ------ LÍDERES MENORES Além dos secretários gerais do Partido, as piadas zoavam também dos personagens menores da burocracia comunista. Os funcionários da famosa "nomenclatura" comunista eram escolhidos mais pela fidelidade ao partido do que por suas qualidades intelectuais. O baixo nível cultural dos burocratas de alto e de baixo escalão não era perdoado nos "anekdoty". ------ Depois da invasão de 1968, a Checoslováquia pede à União Soviética permissão de criar um Ministério de Assuntos Marítimos. - Para que vocês precisam disso? Nem mar vocês têm! - E para que vocês precisam do Ministério de Cultura, então? ------ O ministro de agricultura da União Soviética visita a Grã-Bretanha. Em uma recepção oficial, ele fica ao lado da rainha, mas nem abre a boca. O cônsul soviético cutuca o ministro e pede a ele que diga algo à rainha, só para manter o protocolo. O ministro se concentra, vira para a rainha e pergunta: - Do you speak English? [Boatos diziam que este caso, de fato, aconteceu na vida real] ----- Abertura de uma exposição de arte em Paris. Picasso esqueceu seu convite e é barrado na entrada: - Como o senhor pode provar que é Picasso? Com um movimento de lápis, Picasso desenha a famosa pomba de paz e entra. Logo, chega a ministra da cultura soviética, que também esqueceu seu convite. - Sou ministra de cultura da URSS! - Como a senhora pode provar isso? Picasso também esqueceu o convite e teve que fazer um desenho. - Quem é Picasso? - Perfeito, senhora ministra da cultura. Pode entrar! ------ Um diretor de kolhoz [fazenda coletiva soviética] explica em uma assembleia como o regime soviético tem sido bom para pessoas comuns: - Olhem para Maria Petrovna: era uma simples camponesa, e agora é gerente do nosso clube! Olhem para Pelagueia Fedorovna: era uma simples camponesa, e agora é chefe da nossa biblioteca! Olhem para Stepan Mitrofanovich: era um idiota completo, e agora é secretário local do partido comunista! Todo o conteúdo pode ser visto aqui . наслаждайтесь!
  24. 2 points
    Nisso está errado. Minha pia está cheia de louças, sou totalmente desestressada com limpeza, só limpo quando dá na teia, igual aos homens
  25. 2 points
    Eu faço um esforço tremendo para tentar extrair algo do seu texto que parece ter sido escrito sobre o efeito de alucinógenos, e você não se esforça nem um pouco em entender o pq de minha menção ao agnosticismo? Ou pior ainda, não foi capaz de entender o pq da menção ao agnosticismo. Ou pior ainda, você não entendeu nem o que você mesmo escreveu. Esse tópico merece ser desvirtuado:
  26. 2 points
    Extinção da raça humana agendada para breve? Ateu perguntando para deus algo sobre a alma humana? Rapaz, o que você anda usando?
  27. 2 points
    Como foi citado Krauss, ele explica aqui que o tal NADA que crentes vomitam, não é bem assim...
  28. 2 points
    Sobre o tópico: Não sei do que o islamismo precisa. E não acho que seja papel de nós ocidentais saber. Acredito que os árabes / islâmicos devem ser deixados em paz (ou em guerra entre si se preferirem) em seus países. Eles que se organizem, evoluam ou involuam do jeito que quiserem. E o oriental que for pra lá que vá sabendo que vai lidar com um modo de vida muito diferente e o faço por conta, risco e eventual benefício próprio. Quanto ao árabe / islâmico que vem para países ocidentais aí a questão me parece bem diferente. É claro, óbvio e ululante que o modo de vida do típico árabe / muçulmano é violento, intolerante, opressivo e expansionista. Portanto, há que se ter muito cuidado com a imigração deles. Os critérios de admissão devem ser rigorosos, visando primeiro os interesses dos cidadãos e sociedades ocidentais e só depois eventuais necessidades dos imigrantes. E os poucos que permitirmos vir pra cá devem ser monitorados para ver como se integram ao modo de vida ocidental. Se não se mostrarem integrados ou exibirem indícios de serem ameaça, que sejam mandados de volta para seus países de origem. Não dá pra brincar com nossa segurança. Já temos problemas demais, não há porque importar os problemas alheios.
  29. 2 points
    Francisco Cândido Xavier foi um espírita que afirmou entrar em contato com espíritos de mortos. O espiritismo é uma das religiões mais antigas e com mais versões de que se tem notícia. A variante kardecista, adotada pelo Brasil e com poucos seguidores na França, terra de Kardec, afirma não apenas o contato post mortem, mas também a reencarnação. O espiritismo alemão já não defende a reencarnação. Desde há muito tempo se faz acusações contra as pretensas aparições e contatos com o mundo dos mortos, por causa de imposturas cometidas por declarados seguidores do espiritismo. Xavier não ficou imune a tais recriminações. Pode parecer suspeito, mas um padre mineiro, da mesma região que o Chico, afirmou que ele possuía o ensino médio completo, algo negado por seus apoiadores, com vista ao fato de espíritos o usarem, e que, segundo os aderentes da religião, era um analfabeto trazendo mensagens muito profundas do além. O vigário nunca foi contestado. Mas há algo mais estranho. Todos os desencarnados, quando em contato com médiuns, parece que ficam menos do que eram. Assim foi com as pretensas comunicações com Rui Barbosa, Joaquim Nabuco, Augusto dos Anjos e demais. Quando em vida, com todas as limitações da carne e deste mundo, produziram obras maravilhosas. Agora, depois que se libertaram destas amarras limitantes e têm por corpo o próprio cosmo, falam tolices e imaturidades. Viu-se isso, também, com Chico Xavier. Jornalistas, médicos, advogados, etc, que "vieram" por seu comando, falaram barbaridades até em termos gramaticais. Agora é com você. Acredita porque muita gente prefere não ver estas críticas, ou descarta porque parou um instante para usar lógica básica.
  30. 2 points
    Me referi a comunidade científica, cientistas não devem perder tempo com alegações sobrenaturais, quem alega é que deve providenciar todos os indícios. Se os indícios forem verificáveis então é algo a examinar.
  31. 1 point
    O bom do money$$$ é que vc consegue conquistar mulheres, mulher só quer grana mesmo. Queria eu ser um Neymar da vida com certeza eu iria comer tantas por aí kkk
  32. 1 point
    Eu não diria "um lado". Eu diria todas as pessoas. Acredito que sou uma pessoa razoável, e quando eu leio e pesquiso um tema, sempre leio e pesquiso o assunto pelos dois (ou mais) lados. Ultimamente tenho me esforçado (mesmo e muito) em entender o pensamento atual da "direita". Entrei em sites e comprei livros (em português e em inglês) dos autores mais consagrados dessa linha de pensamento. E juro, a virulência e a crença de que são "anjos" e todos os outros "demônios" está me assustando de verdade! Se alguém souber de algum livro razoável da direita que não demonize a esquerda, por favor, me indique, que lerei com todo o prazer.
  33. 1 point
    Preconceito é inerente do ser humano, eheheh O que a maioria faz é o tal politicamente correto, mas não se muda o interior da pessoa onde não podemos enxergar...
  34. 1 point
    Só lembrando ao pessoal que fizeram comentários sobre meu post. Eu trabalho em fábricas há 30 anos, e hoje em fábricas alimentícias (eu tenho uns 70 laticínios como clientes) a maioria dos trabalhadores são mulheres. Eu fabrico máquinas para este seguimento e sei muito bem do que estou falando, não é de hoje nem de ontem, mas 30 anos. Neste momento estou dentro de uma. E hoje mesmo já houve um caso numa máquina, idêntico ao mesmo problema de antes de ontem,porque ontem foi feriado. A mesma operadora teve que chamar ajuda porque não sabia que tinha que alinhar uma barra com um sensor, senão a máquina não parte. Um simples movimento de mão, o mesmo problema que ela viu na terça. E não é todo garoto que aprende mecânica cedo, sozinho, mas muitos, a maioria.. Assim como alguns são bons em matemáticas, outros em futebol, etc. Meu filho mais novo, de 16 anos, parece alguém que estudou mecânica, e o mais velho, não. Conheço um que aos dezessete desmontou e montou seu primeiro motor sem ir a curso nenhum. Outro, com 16, amigo do meu filho, conserta a maioria dos problemas do trator do pai, porque trabalha com ele. Quantas mulheres você conhece que desmontou um motor aos 17 anos? sabe quando ela vai fazer isso sem ir pra escola? provavelmente nunca. Se você disser a um dono de fábrica que mulheres aprendem mecânica como os homens, ou que são operadores iguais, vão rir na sua cara, porque a realidade não é essa. E se disser que mulheres tem a mesma facilidade com carro que os homens, eu é que vou rir na sua cara, porque então devo estar vivendo num mundo paralelo, onde isso não é real. As operadoras são assim, ela aperta o botão, se a máquina não partir já chama o mecânico, ela não sabe conferir as condições. Quando o mecânico vai ele já nem leva ferramentas, porque sabe que não é nada, é apenas operacional. Caso conheça operadoras melhores, nos indique, pois mecânicos pagos para alinhar as condições de funcionamento das máquinas custam muito caro. E por que então não se contrata só operadores homens? É que este segmento está destinado às mulheres, justamente porque os homens fazem coisas mais técnicas dentro das fábricas. Operar uma máquina que faz tudo sozinha é o que há de mais simples numa fábrica. Caso conheçam alguém que trabalhe na produção em fábricas pergunte sobre o que falei aqui; Como se eu tivesse outros motivos para falar isso sobre as mulheres, estou falando do que vivo há 30 anos. Por isso mesmo eu avisei que é complicado falar disso, porque quando se fala a verdade, lá vem a conversa mole do politicamente correto. O problema é que o politicamente correto tem um defeito grave, ele muda o discurso, mas não muda a realidade.
  35. 1 point
    Quem usa termos esquerdopatas, ateus que escrevem Deus com "D" maiúsculo são Ateus fracos, aqueles que enxergam os abusos, exageros da cartilha identidade de gêneros com preocupação são homofóbicos, se não corroboramos com suas idéias, somos analfabetos, ignorantes, estamos abaixo do seu escopo (da até arrepio de imaginar qual é o seu escopo), somos adeptos ao Bolsonarismo, Olavismo... o que mais irá sair dessa sua cabeça doente? ....e agora, estou a altura do seu escopo? kkkkk
  36. 1 point
    arrogância substantivo feminino 1. ato ou efeito de arrogar(-se), de atribuir a si direito, poder ou privilégio. 2. p.ext. qualidade ou caráter de quem, por suposta superioridade moral, social, intelectual ou de comportamento, assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros; orgulho ostensivo, altivez. Parece ou não parece?
  37. 1 point
    Tem que ser especificado o questionamento para darmos a resposta correta. Eu entendi a questão da mesma forma que Membro Fantasma. Por este viés eu diria que a opinião dos outros não afeta jossa alguma.
  38. 1 point
    Vocês observaram que todos os vídeos com as idéias homofóbicas, machistas e racistas do Bolsonaro SUMIRAM completamente do youtube e de toda a internet?
  39. 1 point
    Na minha humilde maneira de responder a essa definição, é especificando sobre o que está se referindo quando se usa o tal conceito de superioridade. Por exemplo: Força física - eu sou superior a uma criança. Riqueza financeira - o Abilio Diniz é superior ao dono do mercadinho da esquina Velocidade - o Concorde supersônico é superior ao Boeing. Todas essas afirmações ao meu ver são verdadeiras mas específicas, pois o dono do mercadinho pode ser superior ao Abilio em outras coisas e o Boeing ser superior ao Concorde em outras coisas. Não vejo como discutir um assunto usando o conceito “superioridade” sem antes pré-estabelecer a particularidade a ser evidenciada. Logo, quando se trata de coisas complexas como “seres vivos” acho muito difícil tentar concluir isso pois os dados específicos a serem analisados são extremamente diversos. Podemos afirmar que o sapiens é superior as outras espécies? Muita gente num primeiro momento dirá que sim, mas as baratas estarão ainda aqui na Terra bem depois da nossa extinção, logo me parece estranho nos consideramos superiores. No assunto homem X mulher a complexidade é tamanha que não vejo como possível fazer tal avaliação, e não estou de forma alguma “puxando o saco” de mulher alguma, apenas expondo meu pensamento mesmo.
  40. 1 point
    Tem formas muito mais eficientes de acabar com pastores... deixar de ir a cultos e dar dinheiro... você mata qualquer pastor... (acho mais fácil esfaquear!)
  41. 1 point
    Tá ai uma coisa que muito me orgulha: Minha burrice. Primeiramente porque mesmo sendo iletrado cheguei onde cheguei e tenho o que tenho - que sem falsa modéstia admito ser um patrimoniozinho razoável prum polaquinho nascido pobrinho em Guarapuava... Segundamente que mesmo sendo burrinho conclui que deuses não existem, o que leva a concluir que sabedoria não explica nem justifica existência de deuses. De fato se tem coisa que me causa pena - e um certo asco- é gente que para acreditar em deuses teve que estudar pra caraio, aprender coisa pra cacete só para conseguir acreditar. Já escrevi aqui: crente para o qual a simples fé não basta: Eles precisa de doses cavalares - elefantares até, de "sabedoria e conhecimento" para poder acreditar. A fé deste crente por sí só não basta. Como Tomé pediu para ver as chagas, estes crentes "entelequetuaiz" precisam ler, saber que fulano disse isso, que sicrano escreveu aquilo provando que deuses existem. A fé simples, primitiva até ,do mais analfabeto caipira pentecostal do cafundó do cú do mundo vale muito mais que a crença fraquinha dum intelectual
  42. 1 point
    Tenho meu próprio negócio e feriados não significam nada para mim, trabalho quando tenho serviço seja lá o dia que for.
  43. 1 point
  44. 1 point
    Vou perguntar à sua esposa se ela concorda (zueirinha)
  45. 1 point
    LSD, quero dizer, AMH, até agora vc não entendeu que existem ateus agnósticos?
  46. 1 point
    Quando larguei a mochila de 2 toneladas de conservadorismo cristão me tornei uma pessoa melhor. Entendi mais a cultura e o humanismo. Hoje tenho minhas realizações pessoais e toda a noite agradeço às pessoas que permitiram isso, mas principalmente agradeço a mim mesmo pelo esforço e por eliminar sistematicamente o "autoboicote". Depois que abandonei o cristianismo percebi coisas que antes não percebia. Se você tentou fazê-lo, mas voltou, provavalmente nunca saiu da crença, apenas justificava as merdas da vida à um deus imprudente. Dessa forma é fácil voltar, quando alguém que está melhor que você te aconselha deus como remédio. Afinal, placebos também melhoram fisica e mentalmente. É cientificamente comprovado
  47. 1 point
    O ônus da prova cabe aos crentes. ELES tem que provar que deus existe.
  48. 1 point
    Aparentemente a razão para ele ser assim é por acontecimentos em sua vida. Seu pai abandonou a família, seu melhor amigo morreu de overdose, sua namorada e filha (ainda prematura) morreram, sua irmã ainda teve leucemia, mas se recuperou. https://www.snopes.com/keanu-reeves-tragic-story/ Não que ninguém possa escolher este estilo de vida por pura convicção sem ter tido problemas, mas no caso dele não foi.
  49. 1 point
    Não sei se me expressei mal ou não fui devidamente compreendido. Antes de adentrar nessa questão, preciso esclarecer meu ponto anterior. Algumas definições: Físico > que pode ser testado por meios de instrumentos. Metafísico > que transcende o plano físico, logo não é possível ser testado por instrumentos. Elucidando meu ponto anterior. Não podemos descartar os eventos metafísicos que possivelmente influenciem ou alterem a realidade física. Se existem eventos metafísicos que iteragem com o meio físico, ao abordar tal questão, nunca chegaremos a conclusão de que houve de fato uma ação metafísica sobre o mesmo, pois os instrumentos atuam apenas na medição de eventos físicos. Não pode ser comprovada sua iteração, pois a mudança no plano físico se dá de forma como vigora as leis para o plano físico, fazendo com que todos os eventos metafísicos sejam classificados como eventos naturais, pois os meios que temos para estudar, pesquisar, analisar, se limitam a ações físicas. Então chegamos a uma questão filosófica ou de crença: Caso haja um plano metafísico, esse tem poder de iteragir com o meio físico? Se sim, como determinar que casos foram de origem metafísicas sendo que apenas podemos estudar ações no plano físico? Um exemplo do que estou tentando dizer: Os eventos descorridos na imagem de guadalupe. Por mais que eu busque refutações, elas são vagas e pouco convincentes. http://mentiras-evanglicas-e-outras.blogspot.com.br/2014/12/guadalupe-verdades-e-mitos-sobre-tilma.html?m=1 Mas não é isso que quero dizer. O que estou tentando dizer é que: suponhamos que os eventos descritos na imagem de NossaSenhora de Guadalupe sejam de origem metafísica. Por mais que se analise as evidências, como poderemos chegar a conclusão de que tenha ou não origem metafísica sendo que estamos limitados a analisar apenas o fisico? Ora, se estamos limitados ao físico, somente encontraremos respostas a eventos físicos. Voltamos novamente a questão filosófica. Possíveis eventos metafísicos que iterajam com o fisico podem ser analisados e concluídos que foram de origem metafísica? sendo que ao analisar o fisico, somente se encontrará eventos físicos e se chegará a conclusão de eventos naturais e nunca eventos metafísicos. O que pode ser concluído como uma singular conclusão; ou melhor: como uma crença. Se foi ou não um evento metafísico, como provar? Eu sei que isso beira enormemente o argumento da ignorância, mas é um algo a se pensar e que não pode ser descartado tão facilmente.
  50. 1 point
    Essa é uma discussão termina numa via de duas mãos, já que os crentes não podem provar que deus existe e nós não podemos provar que deus não existe, e acredito eu que nunca poderemos. Aí cabe ao indivíduo escolher um caminho para seguir, eu escolhi seguir o caminho da sensatez e da coerência. Não acho que vale a pena ficar se estressando com isso, se a pessoa crê, ela crê porque precisa de algo para cobrir sua ignorância perante a aleatoriedade do universo, então ela vai estar sempre criando ressalvas para poder continuar dando sentido a sua crença. Bom, eu não entendo nada sobre o meio jurídico, mas eu concordo com o trecho, não acho se deve condenar alguém sem antes provar que esse alguém é culpado.