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    • Russel, eu lia no O Globo, nos anos 70, o Nelson Rodrigues, e, sinceramente, era um cara escroto demais. De início pensávamos "que legal, um cara sagaz", mas o tempo ia passando, as repetições das ideias escrotas não acabava, era um cara claramente desequilibrado e com uma abordagem, digamos, de um pervertido sexual. Não sou um careta em pensamento, mas sei reconhecer uma pessoa escrota.Não passei a detestá-lo por propaganda de ninguém, só de lê-lo e cada vez me incomodar mais.
    • Claro, o falecimento de tantos nos afeta ao sabermos, mas a transformação disso num longo capítulo televisivo é uma forma terrível de alienação. Outros aviões caem, outros muitos morrem, e não seguimos lastimando sem parar.
    • Até eu conhecer alguns países desenvolvidos eu pensava que TUDO girava em torno da "oferta e procura" de forma absoluta e indiscutível. Achava que pagávamos uma miséria aqui por causa da sobra de mão de obra que o Brasil possui. Mas depois que fui para alguns locais e vi que mesmo com bastante gente disponível a valorização do serviço é digna, percebi que o fator cultural também conta, sem mencionar que em países desenvolvidos há a clara noção de todos de que a sociedade integralmente vivendo com dignidade e conforto (seja vc uma pessoa rica ou pobre) as vantagens são para todos, desde bem estar até chegando ao quesito segurança pública. Claro que em tempos de crise (todo país pode passar por crises econômicas) as coisas não são só rosas, mas acho que vc me compreendeu. Aqui no Brasil não importa o quão dinheiro a pessoa possua, ela sempre quer pagar pouco (pouquíssimo) pelo serviço o qual julga "ordinário". O brasileiro é um otário, na verdade. É um bosta que tem o nariz mais empinado do que as pessoas de países desenvolvidos, que poderiam ter e não tem.   (não fui eu quem desvirtuou, a culpa é do Sandre, briga com ele   )
    • Quando se expõe algumas verdades pode-se de fato ser considerado um escroto. Se tem uma coisa que o bicho homem gosta é de hipocrisia e de fazer igual o avestruz. Acho que 90% ou mais do pensamento do sapiens é ilusório. Mesmo sendo desse jeito chegamos onde chegamos, fico imaginando se fossemos realmente bons usuários da razão.  
    • Pra vc ver como a subjetividade em algumas sociedades se sobrepõe as objetividades e fatos de maior relevância para a própria sociedade. Não estou cá tentando menosprezar o tal acidente com o time, mas a mídia tende a super valorizar fatos que mesmo sendo graves e terríveis, não superam os pornográficos problemas da nação os quais vitimizam milhares por ano de forma muito mais sofrível e vergonhosa. A repercussão midiática quase doentia em cima do fatídico acidente mostra que a máxima do "pão e circo" não é papo de esquerdopata radical, mas a mais pura verdade mesmo.  
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