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    • Calma aí, ponha a Portugalia fora dessa comparação. Nós os Lusitanos somos tão ricos, mas tão ricos que até nos damos ao luxo de não querer exploração de petroleo, nem de minerais e centrais nucleares NUNCA!!! Preferimos gastar nossa imensa riqueza a comprar a energia cara mas suja aos paises pobrezinhos mas só para ajudar seu desenvolvimento.http://www.esquerda.net/topics/petroleo-em-portugal
    • Pera aí, Sifú, por que vc não concorda com os governo do países nórdicos?  Sei lá,  eu acho melhor deixar os vikings sossegados com um programa assistencialista de cerveja puro malte. Os caras são brabos.  Agora falando sério, qualquer regime de governo funciona com os nórdicos,  até $ocialismo.  Por que funciona? Porque eles são nórdicos.  No Brazil e na Portugalia governo nórdico não funciona e nunca vai funcionar. Ó raios,  hehe.
    • Até que morra, nada o impede de brincar aos comboios em um sala escura.
    • Nos últimos três anos, mais de mil homens pedirem ajuda por terem sido vítimas de violência doméstica O número de homens vítimas de violência doméstica aumentou quase 15% entre 2013 e 2015, com mais de 1.200 casos, segundo dados da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, que lançou uma campanha contra a vergonha em denunciar. Os números da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) são claros e mostram que tem havido uma tendência crescente no número de casos de homens vítimas de violência doméstica que pedem ajuda. Em declarações à agência Lusa, Daniel Cotrim, assessor técnico da direção, explicou que a APAV decidiu avançar com esta campanha especialmente direcionada para os homens porque este fenómeno também faz parte da realidade que compõe a violência doméstica. "Sabemos que estatisticamente as mulheres ainda são mais vítimas deste crime do que os homens, mas aquilo que temos vindo a reparar nos nossos números é que entre 2013 e 2015 houve um aumento de quase 15% de denúncias de homens adultos vítimas de violência doméstica junto dos nossos gabinetes de apoio à vítima", adiantou. Os dados estatísticos da APAV mostram que, em 2013, 395 homens recorreram aos serviços da associação, número que caiu ligeiramente para 393 em 2014 e que chegou aos 452 em 2015. No total, 1.240 homens pediram ajuda por terem sido vítimas de violência doméstica. De acordo com a APAV, são sobretudo os homens mais velhos, com mais de 65 anos, as vítimas, representando 27,6% do total. Por outro lado, em 56% dos casos denunciados, vítima e agressor têm uma relação conjugal. De acordo com Daniel Cotrim, os casos de violência doméstica nos homens têm características específicas, que os distinguem da violência doméstica nas mulheres, já que são situações em que impera a violência psicológica. As estatísticas da associação mostram que em 38,2% dos casos denunciados houve maus tratos psíquicos e em 25% maus tratos físicos, totalizando mais de 60% dos crimes denunciados. Relativamente às características do autor das agressões, os dados da APAV mostram que em 60,8% dos casos são mulheres, com idades compreendidas entre os 35 e os 54 anos (32,2%). Daniel Cotrim explicou que o mote da campanha é falar daquilo que muitas vezes impede os homens de apresentarem queixa quando são vítimas de violência doméstica: a vergonha. "Sobretudo trabalhar esta questão e sensibilizar para as questões do medo e da vergonha, que surgem como principal barreira ao primeiro pedido de ajuda. O silêncio é uma grande arma que está do lado da agressora, na grande maioria das situações", apontou. O assessor técnico da APA frisou que a lei portuguesa não tem género e não discrimina quem quer denunciar situações de violência doméstica, apoiando tanto homens como mulheres. Daniel Cotrim admitiu que os número de casos de homens que denunciam é ainda baixo, mas lembrou que o mesmo aconteceu com a violência doméstica no feminino, defendendo que é "preciso fazer alguma coisa abertamente", dar apoio e mostrar que as associações já estão preparadas para prestar apoio aos homens vítimas de violência doméstica. "É preciso que os homens se libertem deste peso do medo e da vergonha de pedirem ajuda, de terem medo de serem humilhados, de que não acreditem neles junto das autoridades ou das instituições. Felizmente muito se avançou e muito se aprendeu relativamente a estas questões", defendeu. http://www.dn.pt/sociedade/interior/numero-de-homens-vitimas-de-violencia-domestica-aumentou-15-entre-2013-e-2015-5363450.html
    • Caraca, eu nunca pensei por esse outro lado da vida. Pois é,  isso lhe confere muito mais vantagens adaptativas na luta pela sobrevivência . Eu estou em extinção.   
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