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    • Bem, sobre "vida inocente" eu me referi exatamente ao discurso dos que são contra o aborto. Só que no caso do aborto por conta de estupro rompe-se com essa preocupação (da "vida inocente") e foda-se o feto, afinal tem que se preocupar com a mulher. Ora, tem muita mulher que fica grávida por "acidente" em sexo consentido e a cabeça pira desesperadamente (tanto quanto a outra) ao descobrir a gestação, deixando essa mulher "maluca" por conta dela não desejar de forma alguma a maternidade. Nesses casos o desespero da mulher não conta e a "vida inocente" que ela carrega é sagrada para essa gente. Essa seletividade é muito estranha, mas enfim... 
    • "Bandido é bandido" é algo bem relativo. Não acho que dá pra generalizar não. Um cara esperto que vive de "golpes perfeitos" (pequenos estelionatos) aplicados sobre as pessoas ingênuas é sem dúvida um criminoso, mas completamente diferente de um assassino ou estuprador.  1 - Considerando nossa história e a atualidade que estamos vivendo, não alimento esperança alguma nesse sentido, muito pelo contrário.  2 - Certamente que sim, muiiiiitos anos. Não dá nem pra chutar um prazo.  3 - Eu sou a favor do Estado de Direito e acho que qualquer bandido tem que ser tratado de acordo com as leis, regras e condutas desse estado. Se acham que o trato ao bandido é benevolente demais deve-se militar para que se mude o código penal e até mesmo algumas cláusulas da constituição para mantê-lo preso perpetuamente ou, em última instância, aplicar a pena capital para os crimes muito hediondos. Mas tudo de forma legal e apoiado por leis, nada de "justiça com as próprias mãos". Mas isso tudo falo de forma racional, obviamente somos seres humanos com memória genética primitiva e não quer dizer emocionalmente quando vemos uma cena criminosa cruel, isso não nos incite uma primitiva vontade de matar o bandido. Há casos hediondos que vejo por aí onde eu sinto vontade de matar o bandido com as próprias mãos.  
    • @Russell, ativistas são um saco, não tem como agradar nunca. Não espero coerência deles para muitas coisas. Esse negócio de "vida inocente" é outra bobagem, somos 7 bilhões de uma espécie que atingiu o status de praga, os orfanatos e ruas estão abarrotados de crianças abandonadas. Se toda vida fosse realmente importante o foco era para ser os que já estão aqui.
    • kkkk Nesses casos não adianta é aleatório. O Lula e o Aecio por exemplo, um veio de família humilde, o outro não, mas os 2 são safados. Mas com certeza ia melhorar muito se castrassem os políticos, eles enfiam todos os parentes que podem no governo.
    • A diferença para a mulher. Mas não foi esse meu questionamento, me refiro a nova vida "inocente" no ventre que as pessoas tanto defendem. Ora, quem é contra o abordo (de forma contundente) não está nem aí para a vontade, dores e frustrações da mulher (da futura mãe). O alvo é a nova "vida inocente" que ela carrega. Eu já vi ativista que milita contra o aborto enfiando o dedo na cara de uma menina de 16 anos que se descuidou e engravidou e manifestou desejo de interromper a gestação no primeiro mês por total incapacidade de criar um filho. Uma menina conturbada, confusa, sem condições e meios para levar uma gestação adiante. O ativista dizia que ela não tinha direitos sobre a nova vida que crescia em seu ventre. Esse mesmo ativista apoia o aborto em caso de estupro. Ora, tanto no estupro quanto no caso da menina de 16 anos o fator psicológico da futura mãe está perturbado e incapacitado de gerar uma gravidez e a posterior maternidade da criança que está porvir, no entanto o trato do ativista é completamente distinto. Não concordo com isso. Só a mulher é capaz de saber o que está sentindo mediante uma gravidez indesejada e a necessidade de interrupção da gestação, seja lá por qual motivo e de que forma tenha ocorrido o encontro dos gametas. Já a valorização da vida inocente que está no ventre e fortemente defendida pelos que são contra o aborto é um ponto distinto da perturbação da fêmea que o carrega, não dá pra relativizar o valor da vida do feto por este viés (tipos de concepção).
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