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  1. Hoje
  2. E se o tempo fosse Deus? que interessante! essa eu nunca tinha visto. Se eu tivesse que escolher, teria escolhido o espaço. Ele tudo abarca, nele tudo cabe, nele tudo acontece. Estica, vibra, encolhe, expande. Em princípio, nada existe fora do espaço. Você pode mentalmente suprimir todos os objetos do espaço, menos o próprio espaço. A mente trava. Segundo a relatividade o tempo pode ir a zero. Einstein postulou que todos os objetos se encontram à velocidade da luz, e por isso, se eu acelerar um objeto, a aceleração será descontada do tempo, e se eu acelerar até a velocidade da luz, o tempo vai a zero. Mas onde posso acelerar um objeto? no espaço. Uma das muitas teorias para o fim do universo é justamente o fim do tempo, não do espaço. Diz que o universo se esgotará por esfriamento, a entropia máxima, o esgotamento por perda de calor. Onde o calor se perde? no espaço sideral, que é gelado ao extremo, o zero absoluto de -276 graus negativos, eu acho. Sem acontecimentos, sem mudança, o tempo pára. Filósofos Jônicos diziam: e não haverá mais tempo. Embora o tempo e espaço tenham se entrelaçado de forma definitiva na física, ainda gosto de pensar que tempo nem existe objetivamente, que não passa de efeito colateral da mudança. Quando cessarem as mudanças, o tempo também cessará.
  3. Novamente não disse a razão pela qual considera o Niilismo maluco, apenas repete que é... Existem vários motivos para o Ateísmo ter poucos adeptos, em muitos casos ele é o resultado de reflexão, bom senso, maturidade, isenção, coragem para encarar a dura realidade sem patéticas muletas emocionais, além disso não faz promessas mirabolantes que as pessoas querem ouvir e nem ameaças terríveis caso não se alinhem a essa forma de pensar. Popularidade e verdade não costumam andar juntas.
  4. Só faltou a coca cola
  5. Defender o ateísmo no sentido de ajudar ateus a não sofrerem preconceitos?? Sim, já me expus muito nesse sentido e acho que graças a pessoas que fazem isso, hoje a palavra “ateu” não é o palavrão absurdo de antigamente. O resto do seu post é só hellmann’s. Aconselho ler “Deus, Um Delírio”, do R. Dawkins.
  6. Sem sacanagem, ontem comi uma salada de repolho com ovo e feijão... senti algo estranho no meu estômago, ele estava se revirando... Será que eu estava era sentindo Deus? E ainda mais assombroso: seriam os gases liberados uma manifestação Divina?
  7. Caraleo, essa eu nunca tinha ouvido. Vou testar com crentes! hehe
  8. Poha, esse tópico passou batido. Também... é nisso que dá escrever textão . Mas por falar em positivismo, já ouviram sobre o objetivismo? https://www.youtube.com/watch?v=5zXynqgiAvE (já prevejo que vai passar batido tb)
  9. Exatamente, eu disse pra pensar mais em um do que em outro, e não apenas em um. Não adianta encher cadeia com as ruas fabricando novos delinquentes a cada dia. E a questão da reintegração deve sim se iniciar dentro dos presídios, mas não pode se condensar tudo lá dentro. Eu não sou membro de um corpo jurídico, não sei interpretar e proferir julgamentos de acordo com determinado crime. Estou fazendo uma comparação de um determinado tempo de punição com a idade de uma criança. Se não houver estrutura, haverá uma fabrica de criminosos, e pior, criminosos muito jovens, em grande quantidade, que entram para gerar dívida e fortalecer o comando de facções em presídios e outros irão ocupar o seu lugar. Eu não estou omitindo a ideia de punição, estou moldando ela de forma a propor um jeito de amenizar o caos do crime organizado.
  10. E como eu disse só iriam pegar 20 ou 30 anos de matarem ou estuprarem, portanto não seria toda criança. Não consegui ainda captar de onde tirou a ideia de que toda a criança pegaria 20 anos por qualquer crime caso houvesse a diminuição da maioridade penal. A cadeia é necessária nesses casos que é quando a estrutura social falha, independente dela estar bem ou mal implementada, alguns crimes não são subjetivos a essa estruturação, pois a sociedade e a vitima precisam de resposta a altura do delito.
  11. Tem que se pensar nos dois, senão corremos o risco de rolarem com esse papo de Educação, questões sociais... Dá para se pensar em Educar dentro dos Presídios pelo menos para menores, inclusive os assassinos, mas eles tem que estudarem lá, trancafiados pagando a pena... ... e tem mais, aprender um ofício e trabalhar pelo menos meio período no Presidio para cobrir os gastos com comida, educação....
  12. Se deve pensar menos na questão da cadeia e mais na questão da estruturação social, como eu disse, se toda criança que cometer um crime e pegar vinte a trinta anos de prisão o estado vai gastar milhões com isso e não vai resolver nada.
  13. Eu não vejo forma de defender o ateísmo, diferente de todas as crenças, ele não pode ser considerado como uma "verdade" nem uma "mentira" ele apenas é, não precisa ser defendido, só vejo o ateísmo sendo ameaçado no momento que o conceito de um deus se tornar minimamente substancial aos fatos científicos. Acreditar que um tipo de ser metafísico que ninguém ainda conseguiu provar que existe e que influência o universo também é um tanto ilógico. Uma pessoa descrente não baseia sua linha de raciocínio em interpretações fundadas em ideias até então improváveis, ela se apega a aquilo que lhe é substancial aos fatos, e tais fatos são como um quebra cabeças incompleto, logo o niilismo é justificável. A ciência não funciona igual a religião, ela não fornece resposta pra tudo, a filosofia desenvolve formas de pensamento que se divergem, já que cada um desenvolve uma linha de raciocínio de acordo como a sociedade e as políticas do senso comum de sua época. Talvez chegue um dia que a ciência e a filosofia chegue a um nível de progresso tão elevado que o niilismo deixe de existir entre as pessoas descrentes.
  14. Para pegar vinte anos provavelmente é um assassinato ou estupro, se for o caso deve haver punição na medida do crime. Nestes casos não deve haver tratamento especial e sim rigoroso. Ninguém defende 20 anos de cadeia por roubar um celular, alias se o valor do bem for considerado irrisório, a justiça pode simplesmente libertar por ser insignificante. Como foi feito no caso de um aparelho que custava R$ 90, o que para mim já é um absurdo.
  15. Faz uns tres anos comprei duas bestas ( não, não comprei petistas nem esquerdistas...) Bestas que atiram flechas mesmo. Uma light pra mulherada aqui treinar e usar em caso de necessidade (embora elas tenham boas noções de tiro com armas de fogo) e a outra parrudona, para meu uso. Treino com frequencia e atiro até que bem. A uns 80 mts acerto a silhueta humana em área semi letal. E nestes 80 mts é bem eficiente e atravessou uma carcaça de porco que usei como teste. Tenho ela sempre à mão. Com certeza feriria seriamente quem invadisse minha propriedade embora eu tivesse que disputar a oportunidade ferir o invasor coma Lilith e com o Abadon que são eficientíssimos na guarda da casa.
  16. ia postar. Não vou mais.
  17. Eu não defendo o ateísmo. Eu apenas sou ateu. O ateu simples, básico, ignorantão mesmo, que não precisou ler trocentos livros nem, de entender trocentos intelectuais ateus. Olhando o mundo em minha volta conclui que não existem deuses. Especialmente o Deus cristão. Admito que antes de ser ateu eu era um crédulo revoltado, do tipo que não entendia porque deus era um sádico adorado por masoquistas. O ateísmo veio depois. E Deus não é argumento. Deus é só uma desculpa, uma "explicação" para covardes.
  18. Biologicamente falando, o medo foi o "sentimento" que nos garantiu a sobrevivência. O desconhecido, antes de gerar o medo, gera uma rápida curiosidade e, consequentemente, a resposta a essa curiosidade irá no fazer passar uma gama de "sentimentos" e, possivelmente, o medo. Existem situações onde o desconhecimento, a obscuridade gera agressividade ao invés de medo e, também existe o contrário, ou seja, onde você conhece o funcionamento e a situação e ainda sim possuir medo.
  19. Mas não é uma questão de pouco tempo, muito pelo contrário. Como eu disse, não é simplesmente pra dar um tapa na cara de dizer para não fazer mais. Deve haver punição sim, mas deve ser em uma situação especial. O Brasil vive uma carência cultural e estrutural muito grande, a situação é bastante delicada, se cada criança que cometer um crime pegar de vinte a trinta anos de prisão, a união vai terminar de deixar o país na lama pra construir presídio pra superlotar cinco minutos depois que inaugurar.
  20. J.Stuart Mill também ficou bastante conhecido com seu famoso utilitarismo. Já o positivismo teve como forte expoente, o francês August Comte. O positivismo, assim como muitas doutrinas filosóficas, possui algumas considerações que precisam ser conduzidas por regra analítica mais crítica, como por exemplo, a ideia de liberdade e a ideia de desenvolvimento. No entanto, é correto afirmar que, esse conceito positivista foi aceito por muitos intelectuais, mas dizer que foi ou que é eficiente é outra história.
  21. Yesterday
  22. Acrescento mais um trecho para acompanhar o Stan, um trecho de Spinoza, cujo texto completo,sobre antropomorfismo, se encontra aqui, no ateus.net, na página inicial: Todos os prejuízos que me cumpre indicar dependem de um só, a saber: os homens supõem comumente que todas as coisas da Natureza agem, como eles mesmos, em consideração de um fim, e até chegam a ter por certo que o próprio Deus dirige todas as coisas para determinado fim, pois dizem que Deus fez todas as coisas em consideração do homem, e que criou o homem para que este lhe prestasse culto.
  23. De fato, é bizarra, mas não por ser desconhecida. Muitos ateus sabem perfeitamente o que isso quer dizer quando se percebem insignificantes diante do mistério do universo. A diferença é que sabemos lidar com o mistério, e não ficamos mistificando seres ou sentimentos - um reflexo da própria consciência. Mais uma vez, cito Einstein, na esperança de que as pessoas parem de eleger vacas para louvarem: "O espírito científico, fortemente armado com seu método, não existe sem a religiosidade cósmica. Ela se distingue da crença das multidões ingênuas que consideram Deus um Ser de quem esperam benignidade e do qual temem o castigo — uma espécie de sentimento exaltado da mesma natureza que os laços do filho com o pai —, um ser com quem também estabelecem relações pessoais, por respeitosas que sejam. Mas o sábio, bem convencido da lei de causalidade de qualquer acontecimento, decifra o futuro e o passado submetidos às mesmas regras de necessidade e determinismo. A moral não lhe suscita problemas com os deuses, mas simplesmente com os homens. Sua religiosidade consiste em espantar-se, em extasiar-se diante da harmonia das leis da natureza, revelando uma inteligência tão superior que todos os pensamentos humanos e todo seu engenho não podem desvendar, diante dela, a não ser seu nada irrisório. Este sentimento desenvolve a regra dominante de sua vida, de sua coragem, na medida em que supera a servidão dos desejos egoístas. Indubitavelmente, este sentimento se compara àquele que animou os espíritos criadores religiosos em todos os tempos."
  24. Vou ignorar essa afirmação vazia e sem argumentos, e pegar o que você disse num outro tópico: Sabe que com essa afirmação você se declara agnóstico, né?! Eu também sou agnóstico, pois não sei e nem tenho capacidade pra entender o que é deus. Todavia, também sou ateu em relação a todos os deuses alegados até agora, simplesmente por não se ter evidência alguma deles (ou pelos deuses serem simples renomeações como: deus é amor, deus é energia, etc...). O fato de se colocar deus onde nosso conhecimento não chega, não é sensato, na verdade, é uma característica de quem não consegue conviver sem respostas, de quem não sabe viver o mistério, a ponto de precisar preencher-se com o Deus das Lacunas. Quanto à lógica da regressão, ela é facilmente rebatida quando perguntamos "quem então criou deus?". Se você responde "deus sempre existiu", você se contraria, pois admite que existem efeitos sem causas, e se existem efeitos sem causas, não faz sentido falar em regressão como justificativa lógica para a existência de um deus.
  25. É difícil responder isso porque a pessoa religiosa deste nível não consegue mesmo entender como pode haver pessoas que sinceramente, intimamente, não acredita no que ela acredita. O mesmo para o ateu, que não consegue entender como uma pessoa pode acreditar de forma tão segura que existe uma coisa que ele sabe que foi inventada no passado, que só existe na mente dessa pessoa. Mas eu fico desanimado quando a pessoa religiosa se apresenta neste patamar, de falar de lógica, por exemplo. Esse é o nível mais baixo, mais básico e mais bárbaro de fé. É primitivo demais para meu estômago. Mesmo aqui, onde aparecem pessoas incríveis, é raro aparecer religiosos de nível elevado, que ganham respeito justamente pelo respeito à lógica. Os grandes místicos não falam em lógica porque é pobre, porque é demasiado humano, e se relaciona ao mundo físico em suas relações materiais. Deus se existir, é altamente ilógico. Mas o crente animista, antropomórfico, bárbaro e rasteiro, quer fazer deus à sua imagem e semelhança, pensando que isso lhe dá mais realidade, quando na verdade, o torna desprezível e infantil.
  26. Essa é exatamente a diferença entre a forma de pensar de vocês e a nossa. Vocês tentam enxergar o Universo de uma perspectiva antropomórfica e pessoal, o que os humanos sentem em seu íntimo e do que anseiam é o foco para as respostas sobre tudo, em outras palavras, querem explicar a realidade/eternidade mas são incapazes de olhar para outra coisa que não seu próprio umbigo. Nós sabemos que em relação ao Universo somos insignificantes, humanos não estavam por aí para fazer perguntas e tentar respondê-las durante 99,9999% da História do Cosmos, achar que de algum modo o que sentimos ou queremos é de alguma forma relevante para a questão é de uma infantilidade que seria cômica se não fosse trágica.
  27. Não vale a pena. Não é assim que os levas de vencida, porque ninguém leva de vencida o íntimo de ninguém. Para se operar uma transformação é necessário entrar nesse íntimo complexo tendo em conta o conteúdo da experiência pessoal. É impossível, para nós. Nem saberíamos como a fazer. Nem sabemos se essa transformação tem de ser radical, por choque, ou uma lenta metamorfose (só Deus sabe). Podes proibir o que uma pessoa faz, mas não a podes proibir de pensar. É saudável pensar. Até o ateísmo tem matéria para se pensar. Valorizam o humano, o que se vê. Essa relação com Deus é pelos ateus uma bizarria desconhecida. É desnecessária, porque não conhecida. É ignorada. Se é com pena que os vemos gozar com quem procura uma relação com Deus ou conhece Deus? É. Mas o que fazer? Nada. Eles baterão com a cabeça quantas vezes forem precisas. Aprenderão por eles próprios. Neste sentido, o ateísmo, tão crítico, até é uma ferramenta de ajuda espiritual (risos). Falta tudo o resto, mas é um bom começo.
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