“Existe uma chave para a liberdade: Pense! Se quiseres ser um cordeiro, seja feita a tua vontade. Não reclames, entretanto, quando fores servido em nosso grande Sabbath!”
Um “bem velho” dito pagão, do século XX
Prefácio
Tenho a satisfação de recomendar ao público a presente obra, escrita sob o título “Jesus Cristo Nunca Existiu”, de La Sagesse, em cujo conteúdo o autor revela o seu pensamento de modo fiel e sem reticências a respeito de tão delicado assunto. Embora seja este o seu primeiro trabalho publicado, o autor revela-se um escritor em potencial, de quem muito ainda se pode esperar. Diante da necessidade sempre crescente da verdade, encetou a presente obra para doar à humanidade a sua contribuição de natureza cultural, querendo apenas cumprir o seu dever de informar, perante si próprio e perante os homens.
Aos oportunistas pouco importa se sob a palavra sonora se oculta a hipocrisia e a mentira. Contudo, para os espíritos puros e corajosos, para os quais os interesses particulares não devem sobrepor-se aos anseios do povo, mister se faz que a verdade surja em toda a sua plenitude, deitando por terra toda a fraude e mistificação. Este é um livro corajoso, concebido sem a preocupação de agradar ou desagradar, não importando se suscetibilidades são feridas pelo que aqui está exposto. O seu intuito é exclusivamente patentear as provas inequívocas de falsificação e mistificação, as quais foram impostas aos homens a ferro e fogo, durante séculos.
No decurso da obra, são reveladas todas as ideias da Igreja como realmente são: a mais pútrida e falsa amoedação que pode haver, capaz de desprezar a natureza e os valores naturais. Constituiu-se a Igreja em verdadeiro parasita do homem crente, a verdadeira tarântula através da qual o clero que se constitui em uma minoria privilegiada vem sugando e envenenando sem parar o sangue e a vida daqueles que, iludidos por falsas promessas, mantêm os olhos fechados para a realidade da vida e das coisas.
Em todo o tempo, a meta principal da Igreja é tornar o homem o mais desgraçado possível, daí a ideia do pecado e da culpabilidade, para criar uma raça de escravos e de castrados de pensamento. Assim, tolhida a sua liberdade de pensamento, torna-se presa fácil e maleável nas mãos da Igreja. O temor dos castigos eternos, prometidos para os que se insurgem contra os ensinamentos da Santa Igreja, impede o homem crente de duvidar sequer do que a mesma lhe incute no espírito como verdade. Só o homem que consegue vencer a barreira do temor e da ignorância goza realmente de uma liberdade plena que poderá torná-lo feliz.
Apesar de haver uma acentuada liberalidade existente em nossos dias, ainda é pequeno o número dos que sacodem o jugo opressor, libertando-se da tutela hostil e interesseira da Igreja, de seus dogmas e vãs promessas. E é bem menor ainda o número dos que têm a coragem de proclamar em altas vozes o seu pensamento, liberto dos preconceitos religiosos que subjugam o homem.
Felizmente, La Sagesse faz parte deste círculo restrito, para quem a verdade e o bem estar do homem estão acima de qualquer coisa e dependem em muito de sua liberdade. A própria bondade do homem deve revelar-se por si só, e não porque a ela seja constrangido, porquanto assim perderá a sua verdadeira característica, passando a ser um ato subalterno, sem nenhum valor moral.
Não se omite a esta altura a homenagem que faz jus a quem não economizou esforços no sentido de patentear a verdade, antes se multiplicou em cuidados para fornecer aos leitores uma obra capaz de despertar o interesse pelo seu real valor e critérios adotados. O autor possui uma vasta obra literária ainda inédita, que deverá vir a público oportunamente.
Maria Ribeiro
Prólogo
Homem ateu é assim chamado aquele que não crê em Deus. Etimologicamente, “Theos”, do grego, significa Deus. Anexando-se o prefixo “a”, o qual indica ausência ou negação, teremos ateu, isto é, sem Deus. No mundo moderno onde vivemos, no qual impera a razão, a lógica e o conhecimento científico, não nos é mais possível estabelecer diferença essencial entre ateus ou crentes.
Os que acreditam em um Deus materializável, prosternando-se e orando diante de seus altares, em seus templos, são também verdadeiros ateus. Apenas deste fato não se dão conta. A seguir tentaremos explicar o nosso ponto de vista. O homem primitivo, sentindo-se indefeso diante do mundo hostil que o rodeia e que desconhece, a tudo teme. Apavoram-no os fenômenos da natureza, tais como as tempestades, os trovões, os relâmpagos e tantos outros os quais julga serem a manifestação digna de um Ser Supremo, muito poderoso e desconhecido. Então, na sua impotência para controlar a natureza, e não encontrando explicações razoáveis para os acontecimentos, volta-se o nosso homem para aquele Ser Poderoso que imagina comandar o mundo. Submisso e suplicante, implora-lhe perdão pelas faltas cometidas, simula preces e oferece-lhe sacrifícios. Com isso, supõe aplacar a ira dos deuses e ganhar-lhes sua benevolência para dias vindouros, Está, assim, lançada a semente da religião que no decorrer do tempo irá ganhando novas formas e sofrerá modificações, de acordo com o próprio homem, suas necessidades e aspirações.
Então perguntaremos, diante de que ou de quem ajoelha-se o homem? Diante de Deus? Não. Por incrível que pareça, o homem ajoelha-se, ainda hoje, diante do altar rústico, erguido pelo temor do homem primitivo castigado pelas forças adversas da natureza, e impotente para contê-las. Não é lógico que o homem que evoluiu conseguindo maravilhas, obtendo os meios necessários para definir e mesmo refrear os furores da natureza, paradoxalmente continue praticando os cultos de desagravo, criados pelos amedrontados ancestrais.
Concluímos do que acima foi dito que os religiosos de qualquer espécie são ateus, porquanto, de acordo com a própria etimologia da palavra ateu, continuam sem Deus. Isto é verdadeiro, porquanto, não é possível a ninguém ter algo inexistente, no caso o Ser Poderoso, Deus ou deuses, conforme prefiram. À medida que o homem foi evoluindo, promoveu sua organização social, inclusive a religiosa. E o homem permaneceu contrito, ajoelhado diante de Deus e do sacerdote. Aos poucos, vai a religião tornando-se um ótimo e cômodo meio de vida para a minoria privilegiada composta pelos sacerdotes, verdadeiro comércio com o qual o povo tem sido espoliado através dos tempos.
Surgiram deuses e religiões idealizadas pelos espertos, a fim de satisfazer a todos os gostos e tendências. Até o século IX, os estudiosos do assunto já haviam catalogado nada menos de 60 mil deuses, sob as mais variadas formas, desde a de animal, semianimal, até atingir o aspecto integral do corpo humano. Criaram deuses como Baco, o deus do vinho, homenageado com tremendas bebedeiras. Vênus, a deusa do amor. Para reger a cada ato da vida, foram criados deuses especiais; inclusive para cada fenômeno da natureza.
Apesar do fervor com o qual os deuses têm sido incensados através dos tempos, jamais se conseguiu provar que a fé a eles devotada tenha melhorado a sorte do homem e do mundo. Por isso somos levados a crer que todos aqueles que têm adorado aos deuses têm perdido o seu precioso tempo. O homem, com o poder de sua inteligência e imaginação, vai aos poucos adquirindo e sistematizando os seus conhecimentos, tornando-os cultura e ciência. Gradativamente vai levantando o véu do mistério que lhe obscurecera a razão. A explicação dos fatos fundamentada na ciência liberta-o dos temores.
O conhecimento científico, alijando as trevas da ignorância, leva-nos a compreender que os milhares de deuses dos quais temos tido conhecimento são produtos de mentes férteis e pretensiosas, como a do clero e outros interessados em lucros fáceis. A total ausência de uma intervenção direta de Deus nos destinos do homem e do mundo é prova de que o clero conduz o homem por caminho errado. Valendo-se da boa fé do povo incauto é que o clero, em todos os tempos, tem desenvolvido sua atividade parasitária, chorando tanto quanto possível a economia humana. Assim, pode desfrutar de boa vida, luxo e palácios, praticamente sem trabalhar, com o dinheiro que o homem religioso passa-lhe às mãos, julgando assim comprar sua entrada no céu.
O sacerdote é sempre categórico em suas afirmações diante do crente, mostrando-se, contudo, reticente e cauteloso em face do conhecimento científico do homem de saber aprimorado. A este falará sobre tudo, mas evitará abordar o que se refere a Deus, religião ou teologia. Tendo ultrapassado a época do medo, a raça humana não se libertou totalmente do sentimento religioso, porquanto, existem os que se valem do nome de Deus e das religiões para viverem ociosamente, desfrutando de boa posição e respeito, sem, contudo, dar aos homens qualquer contribuição que lhes aproveite para sua felicidade e bem estar. Apenas a promessa de uma boa vida futura, após a morte. Todavia, até esta ser-lhe-á garantida apenas com a condição de suportar, pacientemente, muitos sofrimentos em sua passagem pela terra. Ora, são promessas vãs e mentirosas. Será que o sacerdote daria para alguém o Reino dos Céus, se dele dispusesse? Tudo nos leva a crer que não.
Não acreditamos que as religiões possam desaparecer tão cedo da face da Terra, apesar do aprimoramento, sempre em expansão, do conhecimento científico. As religiões não morrem, modificam-se. Desde os primórdios da humanidade, o aparecimento sempre de novos deuses e modalidades de culto justificam tal afirmativa. Em vista de tantas e tais modificações, é que chegamos à era do advento de Cristo e do cristianismo, religião esta abraçada por boa parte da população do mundo atual, em suas variadas ramificações.
E qual o fundamento sobre o qual foi criada a religião cristã? Nada tem de positivo, palpável ou verdadeiro. É apenas uma lenda o nascimento de Jesus, como toda a vida e os atos a ele imputados. Aqueles que criaram o cristianismo sequer primaram pela originalidade, porquanto, a lenda que envolve a personalidade de Jesus Cristo é apenas copia de tantas outras que relatam o nascimento e tudo quanto se referiu aos deuses criados pelos antigos, tais como Ísis, Osíris, Hórus Átis. Apolo, Mitra, etc.
O homem do nosso século tem, forçosamente, de ser prático. Daí, não poderá fundamentar os atos de sua vida em lendas ou mitos. As lendas possuem, evidentemente, um grande valor, fazem parte do folclore dos povos, influindo na formação de suas culturas. Entretanto, o seu valor cultural não deve ultrapassar o limite lógico e aceitável.
I
Jesus Cristo Nunca Existiu
Os pesquisadores que se dedicaram ao estudo das origens do cristianismo sabem que, desde o Século II de nossa era, tem sido posta em dúvida a existência de Cristo. Muitos até mesmo entre os cristãos procuram provas históricas e materiais para fundamentar sua crença. Infelizmente, para eles e sua fé, tal fundamento jamais foi conseguido, porquanto, a história cientificamente elaborada denota que a existência de Jesus é real apenas nos escritos e testemunhas daqueles que tiveram interesse religioso e material em prová-la.
Desse modo, a existência, a vida e a obra de Jesus carecem de provas indiscutíveis. Nem mesmo os Evangelhos constituem documento irretorquível. As bibliotecas e museus guardam escritos e documentos de autores que teriam sido contemporâneos de Jesus, os quais não fazem qualquer referência ao mesmo. Por outro lado, a ciência histórica tem-se recusado a dar crédito aos documentos oferecidos pela Igreja, com intenção de provar-lhe a existência física. Ocorre que tais documentos, originariamente, não mencionavam sequer o nome de Jesus; todavia, foram falsificados, rasurados e adulterados visando suprir a ausência de documentação verdadeira.
Por outro lado, muito do que foi escrito para provar a inexistência de Jesus Cristo foi destruído pela Igreja, defensivamente. Assim é que, por falta de documentos verdadeiros e indiscutíveis, a existência de Jesus tem sido posta em dúvida desde os primeiros séculos desta era, apesar de ter a Igreja tentado destruir a tudo e a todos os que tiveram coragem ousaram contestar os seus pontos de vista, os seus dogmas.
Por tudo isso é que o Papa Pio XII, em 955, falando para um Congresso Internacional de História em Roma, disse: “Para os cristãos, o problema da existência de Jesus Cristo concerne à fé, e não à história”.
Emílio Bossi, em seu livro intitulado “Jesus Cristo Nunca Existiu”, compara Jesus Cristo a Sócrates, que igualmente nada deixou escrito. No entanto, faz ver que Sócrates só ensinou o que é natural e racional, ao passo que Jesus ter-se-ia apenas preocupado com o sobrenatural. Sócrates teve como discípulos pessoas naturais, de existência comprovada, cujos escritos, produção cultural e filosófica passaram à história como Platão, Xenófanes, Euclides, Esquino, Fédon. Enquanto isso, Jesus teria por discípulos alguns homens analfabetos como ele próprio tê-lo-ia sido, os quais apenas repetiriam os velhos conceitos e preconceitos talmúdicos.
Sócrates, que viveu 5 séculos antes de Cristo e nada escreveu, jamais teve sua existência posta em dúvida. Jesus Cristo, que teria vivido tanto tempo depois, mesmo nada tendo escrito, poderia apesar disso ter deixado provas de sua existência. Todavia, nada tem sido encontrado que mereça fé. Seus discípulos nada escreveram. Os historiadores não lhe fizeram qualquer alusão.
Além disso, sabemos que, desde o Século II, os judeus ortodoxos e muitos homens cultos começaram a contestar a veracidade de existência de tal ser, sob qualquer aspecto, humano ou divino. Estavam, assim, os homens divididos em duas posições: a dos que, afirmando a realidade de sua existência, divindade e propósitos de salvação, perseguiam e matavam impiedosamente aos partidários da posição contrária, ou seja, àqueles cultos e audaciosos que tiveram a coragem de contestá-los.
O imenso poder do Vaticano tornou a libertação do homem da tutela religiosa difícil e lenta. O liberalismo que surgiu nos últimos séculos contribuiu para que homens cultos e desejosos de esclarecer a verdade tentassem, com bastante êxito, mostrar a mistificação que tem sido a base de todas as religiões, inclusive do cristianismo. Surgiram também alguns escritos elucidativos, que por sorte haviam escapado à caça e à queima em praça pública. Fatos e descobertas desta natureza contribuíram decisivamente para que o mundo de hoje tenha uma concepção científica e prática de tudo que o rodeia, bem como de si próprio, de sua vida, direitos e obrigações.
A sociedade atualmente pode estabelecer os seus padrões de vida e moral, e os seus membros podem observá-los e respeitá-los por si mesmos, pelo respeito ao próximo e não pelo temor que lhes incute a religião. Contudo, é lamentavelmente certo que muitos ainda se conservam subjugados pelo espírito de religiosidade, presos a tabus caducos e inaceitáveis.
Jesus Cristo foi apenas uma entidade ideal, criada para fazer cumprir as escrituras, visando dar sequência ao judaísmo em face da diáspora, destruição do templo e de Jerusalém. Teria sido um arranjo feito em defesa do judaísmo que então morria, surgindo uma nova crença. Ultimamente, têm-se evidenciado as adulterações e falsificações documentárias praticadas pela Igreja, com o intuito de provar a existência real de Cristo. Modernos métodos como, por exemplo, o método comparativo de Hegel, a grafotécnica e muitos outros, denunciaram a má fé dos que implantaram o cristianismo sobre falsas bases com uma doutrina tomada por empréstimos de outros mais vivos e inteligentes do que eles, assim como denunciaram os meios fraudulentos de que se valeram para provar a existência do inexistente.
É de se supor que, após a fuga da Ásia Central, com o tempo os judeus foram abandonando o velho espírito semita, para irem-se adaptando às crenças religiosas dos diversos povos que já viviam na Ásia Menor. Após haverem passado por longo período de cativeiro no Egito, e, posteriormente, por duas vezes na Babilônia, não estranhamos que tenham introduzido no seu judaísmo primitivo as bases das crenças dos povos com os quais conviveram. Sendo um dos povos mais atrasados de então, e na qualidade de cativos, por onde passaram, salvo exceções, sua convivência e ligações seria sempre com a gente inculta, primária e humilde. Assim é que, em vez de aprenderem ciências como astronomia, matemática, sua impressionante legislação, aprenderam as superstições do homem inculto e vulgar.
Quando cativos na Babilônia, os sacerdotes judeus que constituíram a nata, o escol do seu meio social, nas horas vagas, iriam copiando o folclore e tudo o que achassem de mais interessante em matéria de costumes e crenças religiosas, do que resultaria mais tarde compendiarem tudo em um só livro, o qual recebeu o nome de Talmud, o livro do saber, do conhecimento, da aprendizagem. Por uma série de circunstâncias, o judeu foi deixando, aos poucos, a atividade de pastor, agricultor e mesmo de artífice, passando a dedicar-se ao comércio.
A atividade comercial do judeu teve início quando levados cativos para a Babilônia, por Nabucodonosor, e intensificou-se com o decorrer do tempo, e ainda mais com a perseguição que lhe moveria o próprio cristianismo, a partir do século IV. Daí em diante, a preocupação principal do povo judeu foi extinguir de seu meio o analfabetismo, visando com isso o êxito de seus negócios. Deve-se a este fato ter sido o judeu o primeiro povo no meio do qual não haveria nenhum analfabeto. Destarte, chegando a Roma e a Alexandria, encontrariam ali apenas a prática de uma religião de tradição oral, portanto, terreno propício para a introdução de novas superstições religiosas. Dessa conjuntura é que nasceu o cristianismo, o máximo de mistificação religiosa de que se mostrou capaz a mente humana.
O judeu da diáspora conseguiu o seu objetivo. Com sua grande habilidade, em pouco tempo o cristianismo caiu no gosto popular, penetrando na casa do escravo e de seu senhor, invadindo inclusive os palácios imperiais. Crestus, o Messias dos essênios, pelo qual parece terem optado os judeus para a criação do cristianismo, daria origem ao nome de Cristo, cristão e cristianismo. Os essênios haviam-se estabelecido numa instituição comunal, em que os bens pessoais eram repartidos igualmente para todos e as necessidades de cada um tornavam-se responsabilidade de todos.
Tal ideal de vida conquistaria, como realmente aconteceu, ao escravo, a plebe, enfim, a gente humilde. Daí, a expansão do cristianismo que, nada tendo de concreto, positivo e provável, assumiu as proporções de que todos temos conhecimento. Não tendo ficado restrita à classe inculta e pobre, como seria de se pensar, começou a ganhar adeptos entre os aristocratas e bem-nascidos.
De tudo o que dissemos, depreende-se que o cristianismo foi uma religião criada pelos judeus, antes de tudo como meio de sobrevivência e enriquecimento. Tudo foi feito e organizado de modo a que o homem se tornasse um instrumento dócil e fácil de manejar, pelas mãos hábeis daqueles aos quais aproveita a religião como fonte de rendimentos.
Métodos modernos como, por exemplo, o método comparativo de Hegel, a grafotécnica, o uso dos isótopos radioativos e radiocarbônicos, denunciaram a má fé daqueles que implantaram o cristianismo, falsificando escritos e documentos na vã tentativa de provar o que lhe era proveitoso. Por meios escusos tais como os citados, a Igreja tornou-se a potência financeira em que hoje se constitui. Finalmente, desde o momento em que surgiu a religião, com ela veio o sacerdote que é uma constante em todos os cultos, ainda que recebam nomes diversos. A figura do sacerdote encarregado do culto divino tem tido sempre a preocupação primordial de atemorizar o espírito dos povos, apresentando-lhes um Deus onipotente, onipresente e, sobretudo, vingativo, que a uns premia com o paraíso e a outros castiga com o inferno de fogo eterno, conforme sejam boas ou más suas ações.
No cristianismo, encontraremos sempre o sacerdote afirmando ter o homem uma alma imortal, a qual responderá após a morte do corpo, diante de Deus, pelas ações praticadas em vida. Como se tudo não bastasse, o paraíso, o purgatório dos católicos e o inferno, há ainda que considerar a admissão do pecado original, segundo o qual todos os homens ao nascer, trazem-no consigo.
Ora, ninguém jamais foi consultado a respeito de seu desejo ou não de nascer. Assim sendo, como atribuir culpa de qualquer natureza a quem não teve a oportunidade de manifestar vontade própria. Quanta injustiça! Condenar inocentes por antecipação. O próprio Deus e o próprio Cristo revoltar-se-iam por certo ante tão injusta legislação, se os próprios existissem.
II
As Provas e as Contra Provas
A Igreja serviu-se de farta documentação, conforme já mencionamos anteriormente, com intenção de provar a existência de Cristo. No entanto, a história ignora-o completamente. Quanto aos autores profanos que pretensamente teriam escrito a seu respeito, foram nesta parte falsificados. Por outro lado, documentos históricos demonstram sua inexistência. As provas históricas merecem nosso crédito, porque pertencem à categoria dos fatos certos e positivos, e constituem testemunhos concretos e válidos de escritores de determinadas escolas.
A interpretação da Bíblia e da mitologia comparada não resiste a uma confrontação com a história. Flávio Josefo, Justo de Tiberíades, Filon de Alexandria, Tácito, Suetônio e Plínio, o Jovem, teriam feito em seus escritos, referências a Jesus Cristo. Todavia, tais escritos após serem submetidos a exames grafotécnicos, revelaram-se adulterados no todo ou em parte, para não se falar dos que foram totalmente destruídos. Além disso, as referências feitas a Crestus, Cristo ou Jesus, não são feitas exatamente a respeito do Cristo dos Cristãos. Seria mesmo difícil estabelecer qual o Cristo seguido pelos cristãos, visto que esse era um nome comum na Galileia e Judeia.
Segundo Tácito, judeus e egípcios foram expulsos de Roma por formarem uma só e mística superstição cristã. As expulsões ocorreram duas vezes no tempo de Augusto e a terceira vez no governo de Tibério, no ano 19 desta era. Tais expulsões desmentem a existência de Jesus, porquanto, ocorreram quando ainda o nome de cristão aplicava-se a superstição judaico-egípcia, a qual se confundiu com o cristianismo.
Filon de Alexandria, apesar de ter contribuído poderosamente para a formação do cristianismo, seu testemunho é totalmente contrário à existência de Cristo. Filon havia escrito um tratado sobre o Bom Deus — Serapis —, tratado este que foi destruído. Os evangelhos cristãos a ele muito se assemelham, e os falsificadores não hesitaram em atribuir as referências como sendo feitas a Cristo.
Os historiadores mostram que essa religião nasceu em Alexandria, e não em Roma ou Jerusalém. Fazem ver que ela nasceu das ideias de Filon que, platonizando e helenizando o judaísmo, escreveu boa parte do Apocalipse. A mesma transformação que o cristianismo dera ao judaísmo ao introduzir-lhe o paganismo e a idolatria, Filon imprimira a essa crença, até então apenas terapeuta, dando-lhe feição grega, de cunho platônico.
Embora tenha sido de certo modo o precursor do cristianismo, não deixou a menor prova de ter tomado conhecimento da existência de Jesus Cristo, o mago rabi, e isto é lógico porque o cristianismo só iria ser elaborado muito depois de sua morte.
Bastaria o silêncio de Filon para provar estarmos diante de uma nova criação mitológica, de cunho metafísico. Entretanto, escrevendo como cristão, os lançadores do cristianismo louvaram-se nas suas ideias e escritos. Tivesse Jesus realmente existido, jamais Filon deixaria de falar em seu nome, descreveria certamente sua vida miraculosa. Filon relata os principais acontecimentos de seu tempo, do judaísmo e de outras crenças, não mencionando, porém, nada sobre Jesus. Cita Pôncio Pilatos e sua atuação como Procurador da Judeia, mas não se refere ao julgamento de Jesus a que ele teria presidido.
Fala igualmente dos essênios e de sua doutrina comuna dizendo tratar-se de uma seita judia, com mosteiro à margem do Jordão, perto de Jerusalém. Quando no reinado de Calígula esteve em Roma defendendo os judeus, relata diversos acontecimentos da Palestina, mas não menciona nada a respeito de Jesus, seus feitos ou sua sorte e destino.
Filon, que foi um dos judeus mais ilustres de seu tempo, e sempre esteve em dia com os acontecimentos, jamais omitiria qualquer notícia acerca de Jesus, cuja existência, se fosse verdadeira, teria abalado o mundo de então. Impossível admitir-se tal hipótese, portanto.
Por isso é que M. Dide fez ver que, diante do silêncio de homens extraordinários como Filon, os acontecimentos narrados pelos evangelistas não passam de pura fantasia religiosa. Seu silêncio é a sentença de morte da existência de Jesus.
O mesmo silêncio se estende aos apóstolos, assinala Emílio Bossi. Evidencia que tudo quanto está contido nos Evangelhos refere-se a personalidades irreais, ideais, sobrenaturais de inexistentes taumaturgos. O silêncio de Filon e de outros se estende não apenas a Jesus, mas também aos seus pretensos apóstolos, a José, a Maria, seus filhos e toda a sua família.
Flávio Josefo, tendo nascido no ano 37, e escrevendo até 93 sobre judaísmo, cristianismo terapeuta, messias e Cristos, nada disse a respeito de Jesus Cristo. Justo de Tiberíades, igualmente não fala em Jesus Cristo, conquanto houvesse escrito uma história dos judeus, indo de Moisés ao ano 50. Ernest Renan, em sua obra “Vie de Jesus”, apesar de ter tentado biografar Jesus, reconhece o pesado silêncio que fizeram cair sobre o pretenso herói do cristianismo.
Os Gregos, os romanos e os hindus dos séculos I e II jamais ouviram falar na existência física de Jesus Cristo. Nenhum dos historiadores ou escritores, judeus ou romanos, os quais viveram ao tempo em que pretensamente teria vivido Jesus, ocupou-se dele expressamente. Nenhum dedicou-lhe atenção. Todos foram omissos quanto a qualquer movimento religioso ocorrido na Judeia, chefiado por Jesus.
A história não só contesta a tudo o que vem nos Evangelhos, como prova que os documentos em que a Igreja se baseou para formar o cristianismo foram todos inventados ou falsificados no todo ou parte, para esse fim. A Igreja sempre dispôs de uma equipe de falsários, os quais dedicaram-se afanosamente a adulterar e falsificar os documentos antigos com o fim de pô-los de acordo com os seus cânones.
O piedoso e culto bispo de Cesareia, Eusébio, como muitos outros tonsurados, receberam ordens papais para realizar modificações em importantes papéis da época, adulterando-os e emendando-os segundo suas conveniências. Graças a esses criminosos arranjos, a Igreja terminaria autenticando impunemente sua novela religiosa sobre Jesus Cristo, sua família, seus discípulos e o seu tempo.
Conan Doyle imortalizou o seu personagem, Sherlock Holmes, assim como Goethe ao seu Werther. Deram-lhes vida e movimento como se fossem pessoas reais, de carne e ossos. Muitos outros escritores imortalizaram-se também através de suas obras, contudo, sempre ficou patente serem elas pura ficção, sem qualquer elo que as ligue com a vida real. Produzem um trabalho honesto e honrado aqueles que assim procedem, ao contrário daqueles que deturpam os trabalhos assinados por eminentes escritores, com o objetivo premeditado de iludir a boa fé do próximo. E procedimento que, além de criminoso, revela a incapacidade intelectual daqueles que precisam se valer de tais meios para alcançar seus escusos objetivos.
Berson, citado por Jean Guitton em “Jesus”, disse que a inigualável humildade de Jesus dispensaria a historicidade; entretanto, erigiu os Evangelhos como documento indiscutível como prova, o que a ciência histórica de hoje rejeita. Só depois de muito entrado em anos é que se tornaria indiferente para com a pirracenta crença religiosa dos seus antepassados, como aconteceu com mentes excepcionalmente cultas, tornadas ilustres pelo saber e pelo conhecimento e não apenas pelo dinheiro.
Diante da história, do conhecimento racional e científico que presidem aos atos da vida humana, muitos já se convenceram da primária e irreal origem do cristianismo, o qual nada mais é do que uma síntese do judaísmo com o paganismo e a idolatria greco-romana do século I.
Graças ao trabalho de notáveis mestre de Filosofia e Teologia da Escola de Tubíngen, na Alemanha, ficou provado que os Evangelhos e mesmo toda a Bíblia não possuem valor histórico, pondo-se em dúvida consequentemente tudo quanto a Igreja impôs como verdade sobre Jesus Cristo. Tudo o que consta dos Evangelhos e do Novo Testamento são apenas arranjos, adaptações e ficções, como o próprio Jesus Cristo o foi.
Através da pesquisa histórica e de exames grafotécnicos ficou evidenciado que os escritos acima referidos são apócrifos. De sorte que, não servindo como documentos autênticos, devem ser rejeitados pela ciência. Jean Guitton diz que o problema de Jesus varia e acordo com o ângulo sob o qual seja examinado: histórico, filosófico ou teológico.
A história exige provas reais, segundo as quais se evidenciem os movimentos da pessoa ou do herói no palco da vida humana, praticando todos os atos a ela concernentes, em todos os seus altos e baixos. Pierre Couchoud, igualmente citado por Guitton, sendo médico e filósofo, considerou Jesus como tendo sido “a maior existência que já houve, o maior habitante da terra”, entretanto, acrescentou: “não existiu no sentido histórico da palavra: não nasceu. Não sofreu sob Pôncio Pilatos, sendo tudo uma fabulação mítica”.
A passagem de Jesus pela terra seria o milagre dos milagres: “o continente, embora fosse o menor, contivera o conteúdo, que era o maior!” A Filosofia quer fatos para examinar e explicar à luz da razão, generalizando-o. No que se refere à existência de Jesus, é patente a impossibilidade de generalização, porquanto, na qualidade de mito, como os milhares que o antecederam, sua personalidade é apenas fictícia, por conseguinte, nenhum material pode oferecer à Filosofia para ser sistematizado, aprofundado ou explicado.
No tocante à Teologia, cabe-lhe apenas a parte doutrinária acerca das coisas divinas. A ela, interessa apenas incutir nas mentes os seus princípios, sem, contudo, procurar neles o que possa existir de concreto, o que inclusive seria contrário aos interesses materiais, daqueles aos quais aproveita a religião. Os Enciclopedistas mostraram como eram tolos e irracionais os dogmas da Igreja, lembrando ainda que ela era um dos mais fortes pilares do feudalismo escravocrata.
Voltaire mostrou as coincidências entre o Evangelho de João e os escritos de Filon, lembrando ter sido ele um filósofo grego de ascendência judia, cujo pai, um outro judeu culto, teria sido contemporâneo de Jesus, se ele tivesse realmente existido. A filosofia religiosa de Filon era a mesma do cristianismo, tanto que inicialmente foi cogitada sua inclusão entre os fundadores da nova crença. Contudo, após exame rigoroso de sua obra, foram encontradas ideias opostas aos interesses materiais dos lideres cristãos da época.
Devemos aos Enciclopedistas, bem como a Voltaire, o incentivo para que muitos pensadores futuros pudessem desenvolver um trabalho livre, na pesquisa da verdade. As convicções de Voltaire são o fruto de profundo estudo das obras de Filon. Os racionalistas, posteriormente, servindo-se de seus escritos, concluíram que a Igreja criou seus dogmas de acordo com a lenda e o mito, impondo-os a ferro e fogo.
Bauer, aplicando os princípios hegelianos na Universidade de Tubingen, concluiu que os Evangelhos haviam sido escritos sob a influência judia, de acordo com seu gosto. Posteriormente, interesses materiais e políticos motivaram alterações nos mesmos. Em vista de tais interesses é que Pedro, o pregador do cristianismo nascente, que era pró-judeu, teve de ser substituído por Paulo, favorável aos romanos. E Marcião teria sido o autor dos escritos atribuídos ao inexistente Paulo.
O mérito da Escola de Tubingen consiste em haver provado que os Evangelhos são apócrifos, e assim não servem como documento aceitável pela história. Levando ao conhecimento do mundo livre que os fundamentos do cristianismo são mistificações puras, os mestres da referida Escola abalaram os alicerces de uma empresa, que há séculos explora a humanidade crente, vendendo o nome de Deus a grosso e a varejo.
Tudo nos leva a crer que, no futuro, o conhecimento científico exigirá bases sólidas para todas as coisas, quando então as religiões não mais prevalecerão, porquanto, não poderão contribuir para a ciência ou para a história, com qualquer argumento sólido e fiel.
Ademais, não nos parece lógico que o homem atual, o qual já atingiu um tão elevado nível de desenvolvimento, o que se verifica em todos os setores do conhecimento, tais como científico, tecnológico e filosófico, permaneça preso a crenças em deuses inexistentes, em mitos e tabus.
Diz-se que a Bíblia, o livro sagrado dos cristãos, do qual se valem eles para provar a existência de seu Deus e Jesus Cristo, seu filho unigênito, foi escrito sob a inspiração divina. O Próprio Deus tê-lo-ia escrito, através de homens inspirados por ele, claro. A doutrina cristã ensina que Deus, além de onipotente, é onipresente e onisciente. Sendo dotado de tais atributos — onisciência e onipresença —, seria de se esperar que Deus, ao ditar aos homens inspirados o que deveriam escrever, não se restringisse apenas ao relato das coisas, fatos ou lugares então conhecidos pelos homens.
Sendo onipresente, deveria estar no universo inteiro. Conhecê-lo e levá-lo ao conhecimento dos homens, e não apenas limitar-se a falar dos povos ou lugares que todos conheciam ou sabiam existir. Sendo onisciente, deveria saber de todas s coisas de modo certo, correto, exato, e assim inspirar ou ensinar.
Todavia, aconteceu justamente o contrário. A Bíblia, escrita por homens inspirados por Deus onipresente e onisciente, está repleta de erros, os mais vulgares e incoerentes, revelando total ignorância acerca da verdade e de tudo mais.
Vejamos apenas um exemplo. Diz a Bíblia que o sol, a lua e as estrelas foram criadas em função da terra: para iluminá-la. Seria o centro do universo, então, o que é totalmente falso. Hoje, ou melhor, há muito tempo, todos sabemos que a terra é apenas um grão de areia perdido na imensidão do universo, sendo mesmo uma das menores porções que o compõe, inclusive dentro do sistema solar de que faz parte.
Como teria Josué feito parar o sol, a fim de prolongar o dia e ganhar sua batalha contra os canamitas, sem acarretar uma catástrofe? Decididamente, quem escreveu tais absurdos, sendo homem, sujeito a falhas e erros, é perdoável. Entretanto, sendo um Deus onipresente e onisciente, ou por sua inspiração, é inconcebível. E mais inconcebível ainda é que o homem moderno permaneça escravo desta ou de qualquer outra religião. Dispondo de modernos meios de difusão e divulgação da cultura, o homem não pode ignorar o quanto é falsa a doutrina cristã, além de absurda, o mesmo estendendo-se a qualquer outra forma de culto ou religião. Como entender que sendo Deus onipresente e onisciente, não saberia que todos os corpos do universo possuem movimento, e que este os mantém dentro de sua órbita, sem atropelos ou abalroamento?
Quando Jeová resolveu disciplinar o comportamento dos hebreus, marcou encontro com Moisés, no Monte Sinai, para lhe entregar as tábuas da lei. Fato idêntico acontecera muito antes, quando Hamurabi teria recebido das mãos do deus Schamash a legislação dos babilônios no século XVII a.C.. A mesma foi encontrada em Susa, uma das grandes metrópoles do então poderoso império babilônio, encontrando-se atualmente guardada no Museu do Louvre, em Paris.
No que concerne aos Evangelhos, foram escritos em número de 315, copiando-se sempre uns aos outros. No Concílio de Niceia, tal número foi reduzido para 40, e destes foram sorteados os 4 que até hoje estão vigorando.
A. Laterre, entre outros escritores, assinala ter sido o Evangelho de Marcos o mais antigo, e haver servido de paradigma para os outros, os quais não guardaram sequer fidelidade ao original, dando margem a choques e entrechoques de doutrina.
Após o Evangelho de Marcos, começaram a surgir os demais que, alcançando elevado número, foram reduzidos. A escolha não visou os melhores, o que seria lógico, mas baseou-se tão-somente no prestigio político dos bispos das regiões onde haviam sido compostos.
A. Laterre patenteou igualmente, em “Jesus e sua doutrina”, que a lenda composta pelos fundadores do cristianismo, para ser admitida pelos homens como verdade, fora copiada de fontes mitológicas muito anteriores ao próprio judaísmo, remontando aos antigos deuses hindus, persas ou chineses.
No século II, quando começou a aparecer a biografia de Jesus, havia apenas o interesse político e material em se manter a sua santa personalidade idealizada. Constantino, no século IV, tendo verificado que suas legiões haviam-se tornado reticentes no cumprimento de suas ordens contra os cristãos, resolveu mudar de tática e aderir ao cristianismo. Percebendo que os bispos de Alexandria, Jerusalém, Edessa e Roma tinham a força necessária para fazer-lhe oposição, sentiu-se na contingência de ceder politicamente, com o objetivo de conseguir obediência total e unificar o império. De sorte que sua adesão ou conversão ao cristianismo não se baseou em uma convicção intima, espiritual, porém, resultou de conveniências políticas.
Embora não crendo na religião cristã, percebeu que a cruz dar-lhe-ia a força que lhe faltava para tornar-se o imperador único e obedecido cegamente. Daí a história do sonho que tivera antes de uma batalha, segundo o qual vira a cruz desenhada no céu e estas palavras escritas abaixo: “in hoc signo vincis”, com este sinal, vencerás. Não era cristão verdadeiro, apenas fingia sê-lo para conseguir os seus objetivos.
Dujardin conta-nos que o cristianismo só surgiu a partir do ano 30, graças a um rito em que se via a morte e a ressurreição de Jesus, o qual seria uma divindade pré-cristã. Nesta seita, os seus adeptos denominavam-se apóstolos, significando missionários, os que traziam uma mensagem nova. Os apóstolos desse Jesus juravam terem-no visto, após sua morte, ressuscitar e ascender ao céu. Entretanto, não era este o Jesus dos cristãos.
O Padre Aífred Loisy, diante do enorme descrédito que o mito do cristianismo vinha sofrendo nos meios cultos de Paris, resolveu pesquisar-lhe as origens, visando assim desfazer as objeções apresentadas de modo seguro e bem fundamentado. Buscava a verdade para mostrá-la aos demais. Entretanto, ao fazer seus estudos, o Padre Loisy constatou que realmente a crítica havia se baseado em fatos incontestáveis. Por uma questão de honra, não poderia ocultar o resultado de suas pesquisas, publicando-o logo em seguida. Sendo tal resultado contrário fundamentalmente aos cânones da Igreja, foi expulso de sua cátedra de Filosofia, na Universidade de Paris, e excomungado pelo Papa, em 1908.
O Pe. Loisy havia concluído que os documentos nos quais a Igreja firmara-se para organizar sua doutrina provieram do ritual essênio. Jesus Cristo não tivera vida física. Era apenas o reaproveitamento da lenda essênia do Crestus, o seu Messias. Verificou-se também que as Paulinianas, de origem insegura, haviam sido refundidas em vários pontos fundamentais e por diversas vezes, antes de serem incluídas definitivamente nos Evangelhos. Do mesmo modo chegou à conclusão de que os Evangelhos não poderiam servir de base para a história, nem para provar a vida de Jesus, dada a sua inautenticidade.
Por sorte sua, já não mais existia a Santa Inquisição; do contrário, o sábio Padre Loisy teria sido queimado vivo. Os documentos relativos ao governo de Pilatos, na Judeia, nada relatam a respeito de alguém que, se intitulando de Jesus Cristo, o Messias ou o enviado de Deus, tenha sido preso, condenado e crucificado com assentimento ou mesmo contra sua vontade, conforme narram os evangelhos. Não tomou conhecimento jamais de que um homem excepcional praticasse coisas maravilhosas e sobrenaturais, ressuscitando mortos e curando doentes ao simples toque de suas mãos, ou com uma palavra, apenas.
Se Pôncio Pilatos, cuja existência é real e historicamente provável, que estava no centro dos acontecimentos da época como governador da Judeia, ignorou completamente a existência tumultuada de Jesus, é que de fato ele não existiu. Alguém que, pelos atos que lhe são atribuídos, chega mesmo ao cúmulo de ser aclamado “Rei dos Judeus” por uma multidão exaltada, como ele o foi, não poderia passar despercebido pelo governador da região.
O imperador Tibério, inclusive, jamais soube de tais ocorrências na Judeia. Estranho que ninguém o informasse de que um povo, que estava sob o seu domínio, aclamava um novo rei. Ilógico. A ele, Tibério, é que caberia nomear um rei, governador ou procurador.
Prosper Alfaric, em L’Ecole de la Raison, assinala as invencíveis dificuldades do cristianismo em conciliar a fé com a razão. Por isso, a nova crença teve de apoderar-se das lendas e crenças dos deuses solares, tais como Osíris, Mitra, Ísis, Átis e Hórus, quando da elaboração de sua doutrina. Expôs, igualmente, que os documentos descobertos em Coumrã, em 1947, eram o elo que faltava para patentear que Cristo é o Crestus dos essênios, uma outra seita judia.
O cristianismo nada mais é, então, do que o sincretismo das diversas seitas judias, misturadas às crenças e religiões dos deuses solares, por serem as religiões que vinham predominando há séculos. A palavra “evangelho” em grego significa “boa nova”, já figura na Odisseia de Homero, Século XII, a.C.. Foi depois encontrada também numa inscrição em Priene, na Jônia, numa frase comemorativa e de endeusamento de Augusto, no seu aniversário, significando a “boa nova” no trono. E isto ocorreu muito antes de idealizarem Jesus Cristo.
Conforme já mencionamos anteriormente, no inicio do cristianismo, os evangelhos eram em número de 315, sendo posteriormente reduzidos para 4, no Concílio de Niceia. Tal número indica perfeitamente as várias formas de interpretação local das crenças religiosas da orla mediterrânea acerca da ideia messiânica lançada pelos sacerdotes judeus. Sem dúvida, este fato deve ter levado Irineu a escrever o seguinte: “Há apenas 4 Evangelhos, nem mais um, nem menos um, e que só pessoas de espírito leviano, os ignorantes e os insolentes é que andam falseando a verdade”. A verdade da Igreja, dizemos nós.
Havia, então, os Evangelhos dos naziazenos, dos judeus, dos egípcios, dos ebionistas, o de Pedro, o de Barnabé, entre outros, os quais foram queimados, restando apenas os 4 sorteados e oficializados no Concílio de Niceia. Celso, erudito romano, contemporâneo de Irineu, entre os anos 170 e 180, disse: “Certos fiéis modificaram o primeiro texto dos Evangelhos, três, quatro e mais vezes, para poder assim subtrai-los às refutações”.
Foi necessária uma cuidadosa triagem de todos eles, visando retirar as divergências mais acentuadas, sendo adotada a de Hesíquies, de Alexandria; e de Pânfilo, de Cesaréía e a de Luciano, de Antióquia. Mesmo assim, só na de Luciano existem 3500 passagens redigidas diferentemente. Disso resulta que, mesmo para os Padres da Igreja, os Evangelhos não são fonte segura e original.
Os Evangelhos que trazem a palavra “segundo”, que em grego é “cata”, não vieram diretamente dos pretensos evangelistas. A discutível origem dos Evangelhos explica porque os documentos mais antigos não fazem referência à vida terrena de Jesus. Nos Evangelhos, as contradições são encontradas com muita frequência. Em Marcos, por exemplo, em 1:1-17: “a linhagem de Jesus vem de Abraão, em 42 gerações”; ao passo que em Lucas 2:23-28 lê-se que proviera diretamente de Adão e Eva, sendo que de Abraão a Jesus teriam havido 43 gerações.
Eusébio, comentando o assunto e não sabendo como dirimir a questão, disse: “Seja lá o que for, só o Evangelho anuncia a verdade”.(?) Tais divergências, entretanto, parecem indicar que os Evangelhos não se destinavam inicialmente à posteridade, visando tão-somente a catequese imediata de povos isolados uns dos outros. Os escritos destinados a um povo dificilmente seriam conhecidos dos outros.
O Evangelho de Mateus teria sido destinado aos judeus, arranjado para agradá-los. Por isso, não fala nos vaticínios nem no Messias. Por isso ainda é que puseram na boca de Jesus as palavras seguintes: “Não vim para abolir as leis dos profetas, mas sim para cumpri-las”. Tudo indica ter sido feito em Alexandria, porquanto, o original em hebraico jamais existiu. Baur provou, entretanto, que as Epístolas são anteriores aos Evangelhos e o Apocalipse, o mais antigo de todos, do ano 68. Todos os escritos do cristianismo desse tempo falam apenas no Logos, o Cordeiro Pascoal, imolado desde o princípio dos tempos, referindo-se à personalidade ideal de Jesus Cristo.
Justino, filósofo e apologista cristão, escrevendo em torno do ano 150, não emprega a palavra Evangelho nem uma vez. Isto mostra que ele, ainda nessa época, ignorava-a, não tendo conhecimento de sua existência. Justino ignorava igualmente as paulinianas, Paulo e os Atos dos apóstolos, o que prova que foram inventados posteriormente.
Marcião, no ano de 140, trouxe as Epístolas a Roma, as quais não foram inicialmente consideradas merecedoras de fé. Sofreu rigorosa triagem, sendo cortada muita coisa que não convinha à Igreja. Marcião fora contemporâneo de Justino. As Epístolas trazidas por ele eram endereçadas aos Romanos, aos Gálatas e aos Coríntios. Apresentavam Jesus como um Deus encarnado. Teria nascido de uma mulher e sofrera o martírio para resgatar os pecados da humanidade, isto é, dos ocidentais, porque os orientais não tomaram conhecimento da personalidade de Jesus, seus milagres e sua pregação e do seu romance religioso.
Engels constatou que as Epístolas são 60 anos mais novas do que o Apocalipse. E, ainda, os cristãos contrários ao bispo de Roma rejeitaram-nas durante séculos. Foi o que se deu com os ebionitas e os severianos, conforme Eusébio escreveu e Justino confirmou. O Apocalipse fala em um cordeiro com sete cornos e sete olhos, o qual foi imolado desde a fundação do mundo (13-8). O Apocalipse foi composto apenas em 68, sendo o mais antigo de todos os escritos cristãos.
Lutero e Swinglio disseram que o Apocalipse foi incluído nos Evangelhos por engano, tendo a Igreja de inventar, por isso, a ordem cronológica dos seus livros. Hoje se pode provar que o Apocalipse surgiu entre os anos 68 e 70; os Evangelhos, no século II, e os Atos dos Apóstolos são os mais recentes de todos. Eusébio em sua “História Eclesiástica”, 4-23, diz: “Compus as Epistolas conforme a vontade do irmão: mas os ‘apóstolos do diabo’ tacharam-nas de inverídicas contando-lhes certas coisas e acrescentando outras”.
Irineu, ao mesmo tempo, ordenava ao copista: “Confronta toda cópia com este original utilizado por ti, e corrige-a cuidadosamente”. Não te esqueças de reproduzir em tua cópia o pedido que te faço. Essas citações servem para medirmos que tipo de santidade havia entre os bispos e seus calígrafos, na arte eusebiana de eméritos falsificadores de documentos importantes.
Com isto, deram autenticidade a todas as invencionices do cristianismo e legitimaram sua liderança na posse material do que pertencia aos outros. Irineu ainda registrou o seguinte: “Ouvi dizer que não acreditam esteja isto nos Evangelhos, se não se encontrar nos arquivos”. Ao que Eusébio respondera: “É preciso demonstrá-lo”.
Uma excelente prova da existência de Jesus seria uma comunicação feita por Pilatos a seu respeito. Entretanto, tal documento não existe. Justino, instado pelos falsificadores, referiu-se a Jesus, contudo, dada a sua honradez pessoal, no caso do seu escrito ser autêntico, fê-lo de modo inseguro e hesitante. Tertuliano, que é mais seguro do que ele, afirmou que esse valioso documento deverá ser encontrado nos arquivos imperiais. Contudo, a Igreja apesar de haver se apoderado de Roma a partir do século IV, não teve a coragem de apresentar essa indispensável joia documentária, a qual de certo seria refutada pela ciência e pelo conhecimento.
Mesmo assim, a partir do século IV, essa prova espúria foi produzida; contudo, a Igreja não teve a petulância de submetê-la à grafotécnica. Daniel Rops, embora fosse um apaixonado cristão, reconheceu a veracidade dessa falsificação dizendo que: “a que arranjaram era uma carta enviada a Cláudio, que reinou de 41 a 44, e não a Tibério, sob cujo governo Pilatos fora Procurador da Judeia”.
No Apocalipse João, escreveu: “Se alguém acrescentar alguma coisa nisto, Deus castigará com as penas descritas neste livro; se alguém cortar qualquer coisa, Deus cortará sua parte na árvore da vida e na cidade santa descrita neste livro”. Ai está mais uma prova de como as falsificações eram usuais na fase da Igreja nascente. O mais interessante é essa gente falar em Deus, como se fosse coisa cuja existência já tivesse sido provada, não se justificando mais que o conhecimento e a razão estudassem as bases dessa existência.
Os padres mostravam-se estar de tal modo familiarizados com Deus e sua vontade que por isso achavam certo e justo julgar e queimar vivos a todos os que deles discordassem. Entretanto, embora dessem a impressão de estar em contato com Deus, usavam de processos criminosos, dos quais todos os ociosos usam para sacar contra o seu meio social. Assim é que hoje se pode provar que o cristianismo foi construído sobre um terreno atapetado de mentiras, falsificações e mistificações.
O Novo Testamento atualmente oficializado é cópia de um texto grego do século IV. É exatamente o sinótico descoberto em 1859, em um convento do Monte Sinai, onde vem informada a origem grega. Os originais do mesmo estão guardados nos museus do Vaticano e de Londres. Foram publicados com as devidas corrigendas, feitas por Hesíquios, de Alexandria.
Um papiro encontrado no Egito, em 1931, apresenta-nos uma ordem cronológica totalmente diferente da oficializada pela Igreja. Atualmente, as fontes testamentárias aceitáveis são as do século II em diante, provindas de Justino, Taciano, Atenágoras, Irineu e outros, os quais são considerados os verdadeiros criadores do cristianismo.
Taciano foi o “bem amado” discípulo de Justino. Ele, entretanto, omite a genealogia de Jesus, dizendo apenas que ele descendia de reis judeus, de modo muito vago, divergindo assim da orientação oficializada. Irineu foi que sistematizou o cristianismo. Foi ele a fonte em que Eusébio inspirou-se. Por isso é que daí em diante seria obrigatória a confrontação entre os dois textos. O bispo de Cesareia fora encarregado pelo todo poderoso bispo de Roma de falsificar tudo quanto prejudicasse os interesses materiais da Igreja de então. De modo que, por onde passou a mão de Eusébio, foi tudo conspurcado criminosamente contra a verdade.
Eusébio foi realmente um bispo que cria apaixonadamente na divindade de Jesus Cristo, contudo, já conhecia o poder que possuía o bispo de Roma. Graças a Eusébio e outros iguais a ele, tornou-se uma temeridade descrer-se na verdade oficializada pela Igreja. Após tantas falsificações, todos ficaram realmente inseguros quanto à verdadeira origem do cristianismo, tal a tumultuação impressa por Eusébio.
Tertuliano e Clemente de Alexandria lutaram um pouco para sanar essas fontes, anulando boa parte do que restara das criminosas unhas de Eusébio. Jacob Buckhardt, examinando essa documentação, concluiu que o Novo Testamento merece confiança.
Em Coumrã, em 1947, como á vimos, foram encontrados documentos com escrita em hebraico e não em grego, falando em Crestus não em Cristo. Ali, Habacuc refere-se à perseguição sofrida por essa seita judia, assim como a morte de Crestus, igualmente traído por Judas, um sacerdote dissidente. A Igreja, ao ter conhecimento da existência de tais documentos, pretendeu informar que Crestus era o Cristo de sua criação, contudo, verificou-se que eles datavam de pelo menos um século antes do lançamento do romance do Gólgota. Além disso, continham revelações contrárias aos interesses da Igreja. Eles relatam as lutas de morte em que viviam as diversas seitas do judaísmo.
A Didaquê não pôde entrar nos Evangelhos, devendo silenciar completamente a respeito da pretensa passagem de Jesus pela terra. De qualquer forma, a lenda que existia em torno no nome de Crestus foi aproveitada na época porque, sendo uma seita comunista, suas pregações iriam servir para atrair ao cristianismo a atenção dos escravos, em luta contra os seus senhores, a eterna luta do pobre contra o rico.
Escavações feitas em Jerusalém desenterraram velhos cemitérios, onde foram encontradas muitas cruzes do século I e mesmo anteriores. Todavia, apesar de já ser usada nessa época, só a partir do século IV é que a Igreja iria oficializá-la como seu emblema. Levantamentos arqueológicos posteriores provariam que a cruz já era um piedoso emblema usado desde há milênios.
Orígenes, polemizando contra Celso, um dos mais cultos escritores romanos de seu tempo, e que mais combateram as bases falsas da Igreja e de Jesus Cristo, acusa Flávio Josefo por não haver admitido a existência de Jesus. Flávio não poderia referir-se a Jesus nem ao cristianismo porque ambos foram arranjados depois de sua morte. Assim, os livros de Flávio que falam de Jesus foram compostos, ou melhor, falsificados muito tempo após sua morte, no decorrer do século III, conforme as conclusões alcançadas pelos mestres da Escola de Tubingen.
Sêneca, que foi preceptor de Nero, suicidando-se para não ser assassinado por ele, já pensava mais ou menos como os cristãos. Do que se conclui que as ideias de que se serviu o cristianismo para se fundamentar são emprestadas das lendas que giravam em torno de outros Cristos Messias, assim como de outros cultos. Nada tendo, portanto, de original. Sêneca acreditava em um Deus único e imaterializável.
Por tudo isso, vemos que os líderes do cristianismo nada mais fizeram do que se apropriar das ideias já existentes. Apenas tiveram o cuidado de promover as modificações necessárias, com vistas a melhor consecução dos seus objetivos materiais. Sêneca, embora não fazendo em seus escritos qualquer alusão à existência de Jesus Cristo, teve muitos de seus escritos aproveitados pelo cristianismo nascente.
Em Tácito, escritor do século II, encontram-se referências a respeito de Jesus e seus adeptos. Contudo, exames grafotécnicos demonstraram que tais referências são falsas, e resultam de visível adulteração dos seus escritos. Suetônio, que existiu quando Jesus teria vivido, escreveu a “História dos Doze Césares”, relatando os fatos de seu tempo. Referindo-se aos judeus e sua religião, apenas falou em “distúrbios de judeus exaltados em torno de Crestus”. Por aí se vê que ele não se referia aos cristãos, porquanto, eles sempre se mostraram humildes e obedientes à ordem constituída, evidentemente a fim de passar, tanto quanto possível, despercebidos. Desse modo, iriam solapando o poder imperial, manhosamente, como realmente aconteceu.
Suetônio escreveu ainda que haviam supliciado alguns cristãos que eram gente que se dedicava demasiado a tolas superstições, orientadas por uma ideia malfazeja. Disse mais que Nero tivera de mandar expulsar os judeus de Roma, porque eles estavam sempre se sublevando, instigados por Crestus. Os cristãos estavam sempre organizados de modo a atrair aos escravos, sem, contudo, desagradar às autoridades. Assim sendo, jamais provocariam tumultos. Os cristãos aos quais Suetônio refere-se poderiam ser os zilotas, os essênios ou os terapeutas, mas nunca os cristãos de Jesus Cristo, porquanto, conforme já dissemos acima, os cristãos eram ensinados a não provocar desordens.
Plínio, o Jovem, viveu entre os anos 62 e 113, tendo sido subpretor da Bitínia. Na carta enviada ao imperador, perguntava como agir em relação aos cristãos, ao que Trajano teria respondido que agisse apenas contra os que não renegassem à nova fé. Entretanto, não ficou evidenciado a quais cristãos, exatamente, eram feitas as referências: se aos crestãos ou aos cristãos. De qualquer forma, a carta em questão, após ser submetida a exames grafotécnicos e métodos rádio-carbônicos, revelou haver sido falsificada.
Justiniano, Imperador romano, mandou queimar os escritos de Porfírio, através de um edito, em 448, alegando que: “impelido pela loucura, escrevera contra a santa fé cristã”.
Vespasiano, ao morrer, disse: “Que desgraça! Acreditei que me havia tornado um deus imortal!”. Suas palavras justificam-se pela credulidade supersticiosa. Partindo do preceito ensinado pelos judeus, aliás, um falso preceito, de que Cristo havia subido ao céu com corpo e alma, não seria de estranhar que os imperadores pretendessem tornar-se deuses, a fim de escapar ao inapelável destino dos que nascem: a morte.
Calígula, por isso, fizera-se coroar como Deus-Sol, o Sol Invictus, o Helius. Nessa época o Império romano, embora em declínio, ainda dominava uma porção de províncias afastadas de Roma. O homem espoliado pela força bruta, unificada em torno das regiões, sentindo não ser possível contar com a justiça humana, passa a esperar pela justiça dos deuses. Mas, mesmo assim, teriam de apelar para os deuses dos pobres e não dos ricos, privilegiados e poderosos.
Conta a lenda que Osíris, o deus solar dos egípcios, foi morto por seu irmão Seth, o qual dividiu o corpo em 14 pedaços e os espalhou pelo mundo afora. Ísis, sua esposa e irmã, saiu em busca dos pedaços, levando seu filho Hórus ao colo. Todos os anos o povo fazia a festa de Ísis, relembrando o acontecimento. Havendo conseguido juntar todas a partes do corpo, Osíris ressuscitou, passando a ser incensado como o deus da morte e da sombra. Fora uma ressurreição conseguida pelo amor da esposa. Ísis separou a terra do céu, traçou a órbita dos astros, criou a navegação e destruiu todos os tiranos. Comandava os rios, as vagas e os ventos. Seu culto assemelhava-se muito ao de Astartê, de Adônis e de Átis, religiões muito aparentadas entre si, dominando toda a orla do Mediterrâneo. Seu culto era uma reminiscência do culto de Tamus, um deus babilônio, cuja doutrina ensinava que os deuses nasciam e renasciam, ressuscitando-se.
O judaísmo e, mais tarde, o cristianismo, beberam dessas fontes grande parte da sua liturgia. No cristianismo, encontramos Ísis representada pela Virgem Maria e Hórus transformado em Jesus Cristo. Maria e Jesus, fugindo de Herodes e indo para o Egito, é a mesma lenda de Ísis e Hórus, fugindo de Seth.
O Deus-Homem que morria e ressuscitava já era uma velha “crença religiosa” naqueles tempos. O cristianismo apenas deu novos nomes e novas roupagens aos deuses de velhas crenças. A revelação de Deus aos homens é outra lenda cuja origem perde-se na noite dos tempos. Muitos séculos antes do surgimento do judaísmo, Zoroastro ou Zaratrusta havia criado uma religião, segundo a qual havia uma eterna luta entre o bem e o mal. Aura Mazzda ou Ormuzd, o deus do fogo e da luz, representava o bem em luta contra Angra Maniú ou Iarina, o deus das trevas. Nessa luta, Ormuzd foi auxiliado por seu filho Mitra, o espírito do bem e da justiça, mediador entre Ormuzd e os homens. Ormuzd mandou seu filho à terra, o qual nasceu de uma virgem pura e bela, que o concebeu através de um raio de sol. Morreu e ressuscitou em seguida.
Essa religião foi levada para Sicília pelos marinheiros persas, nos últimos séculos da era passada.
Inventando o cristianismo, os judeus nada mais fizeram do que sincretizar o judaísmo ortodoxo com a religião de Mitra, sem esquecer de Osíris e Átis, cujas religiões eram também muito aceitas em Roma e Alexandria. Vestígios do mitraísmo foram encontrados em escavações recentes, feitas em Óstia, os quais datam do século I. O mitraísmo era praticado em catacumbas, em grutas e em subterrâneos. O cristianismo copiou-lhe a prática. Daí porque disseram ter Jesus nascido em uma gruta e, nos primeiros tempos, o cristianismo foi praticado em catacumbas.
Assim sendo, os cristãos foram para as catacumbas, não fugindo das autoridades imperiais, mas tão-somente para observar o ritual mitraico. Os mitraicos também davam seus banquetes subterrâneos, eram os banquetes pessoais, comuns nos ritos solares e no judaísmo. Em ambos, havia o rito do pão e do vinho.
Mitra, o Sol Invictos, era festejado em dezembro, como Jesus. Outras aproximações entre o culto de Mitra e o de Jesus, no cristianismo: o uso da cruz do Sol Radiante, a cruz do Sol Invictus a qual expandia raios; o uso da pia batismal com a água benta, as refeições comunais, a destinação do domingo para o descanso em homenagem ao Senhor; a águia e o touro do ritual mitraico foram tomados para símbolos dos evangelistas Marcos e Lucas. Antigos quadros e painéis trazem a figura dos evangelistas com a cabeça desses animais.
Do judaísmo, copiaram a crença da imortalidade da alma, a vida no além, o Inferno, o diabo, a ressurreição, o dia do juízo; práticas e crenças igualmente existentes no mitraísmo. Graças a esses espertos arranjos, durante muito tempo, o crente frequentou indiferentemente o templo cristão, de Mitra ou de Ísis, crendo estar na Igreja antiga, onde iam consultar o oráculo.
Por isso, Teofilo, em Alexandria, mandou construir um templo cristão ao lado de um templo de Ísis, onde se anunciava o oráculo quando as profecias vinham de uma revelação astral, mediante a camuflagem das vozes de antigos bispos ali enterrados. Uma das coisas que favoreceram o cristianismo foi a abolição do sacrifício sangrento. Muitos correram a abraçar a nova crença para escapar da morte em um desses atos propiciatórios.
Spinoza e Hobbes, no século XVIII, mostraram que o Pentateuco foi composto no século II a.C. graças ao que o sacerdote judeu havia aprendido no cativeiro babilônio, fato que aconteceu no século IV a.C. Em seguida, mostraram uma série de contradições quanto à cronologia. Em uma das fontes, apresentam Adão e Eva como tendo sido criados ao mesmo tempo, enquanto em outra informam que ela havia sido feita de uma costela de Adão. Em uma, o homem aparece antes dos outros animais, na outra os animais surgem primeiro.
Levantamentos arqueológicos do começo do século XX, levados a efeito nos subsolos da Babilônia, provaram que o Deuteronômio resultou, em grande parte, do que os sacerdotes judeus haviam copiado da legislação religiosa, civil e criminal de Hamurabi, a qual por sua vez resultara do que se sabia da civilização acádia, e que naqueles tempos já era vetusta. Isaías, ao profetizar acerca de diversos reis de várias épocas, mostra que seu nome foi inventado séculos depois dos fatos haverem ocorrido. Um desses reis foi Dano, rei persa que governou em 538 a.C., quando libertou os judeus do cativeiro.
Herodes morreu no ano IV a.C., foi responsabilizado pela matança dos inocentes, para compor o controvertido romance da fuga para o Egito. Tudo o que até agora temos relatado constitui provas evidentes de que a Bíblia não tem a antiguidade nem a veracidade que lhe pretendem imprimir. Os zilotas que seguiam a linha comunista dos essênios combatiam tanto os judeus ricos como a ocupação romana. Os essênios, ao professar, faziam votos de pobreza, quando juravam nada contar da seita para os estranhos e nada ocultar dos companheiros. Era um dos ramos do judaísmo em que não mais se oferecia sacrifício sangrento, o que foi copiado pelo cristianismo.
Os Evangelhos foram compostos para enquadrar Jesus no que está previsto no versículo 17 do salmo 22. De modo que Jesus não passou de um ator arranjado para representar o drama do Gólgota. Cumpriu as Escritas como ator e não como sujeito de uma vida real. Reimarus, filósofo alemão que morreu em 1768, estudou a fundo a história de Jesus. Chegou a conclusões irrefutáveis, que assombraram a Igreja muito mais do que Copérnico ou Darwin. Disse que, se Jesus tivesse mesmo existido, seria, quando muito, um político ambicioso que fracassara completamente em suas conspirações contra o governo.
Emmanuel Kant foi o primeiro filósofo que conseguiu racional e inteligentemente expulsar Jesus da história humana, através de uma impressionante e profunda exegese do herói do cristianismo. Volney, em “As Rumas de Palmira”, após regressar de uma longa viagem de pesquisas sobre Antiguidade clássica pelo Oriente Médio, elaborou o trabalho acima referido, no qual nega a existência física de Jesus Cristo.
Arthur Drews igualmente viveu muitos anos na Palestina dedicando-se ao estudo de sua história antiga; concluiu que Jesus Cristo jamais foi um acontecimento palestino. Examinou todos os lugares pelos quais os evangelistas pretenderam tivesse Jesus passado. Constatou, então, que o cristianismo foi totalmente estruturado em mitos; entretanto, organizado de modo a assumir o aspecto de verdade incontestável, a ser imposta pela Igreja. Todavia, para sorte nossa, homens estudiosos e inteligentes contestam as falsas verdades elaboradas pelo cristianismo, com argumentos irretorquíveis.
Dupuis disse que, aqueles que fizeram de Jesus um homem, conseguiram enganar tanto quanto os que o transformaram em um deus. Em suas observações, deixa patente que o romance de Jesus nada mais é do que a repetição das velhas lendas dos deuses solares. Vejamos suas palavras: “Quando tivermos feito ver que a pretensa história de um deus que nasceu de uma virgem, no solstício do inverno, depois de haver descido aos infernos, de um deus que arrasta consigo um cortejo de doze apóstolos, — os doze signos solares — cujo chefe tem todos os atributos de Jano, um deus vencedor do deus das trevas, que faz transitar o homem império da luz e que repara os males da natureza, não passa de uma fábula solar… ser-lhe-á pouco menos indiferente examinar se houve algum príncipe chamado Hércules, visto haver-se provado que o ser consagrado por um culto, sob o nome de Jesus Cristo, é o Sol, e que o maravilhoso da lenda ou do poema tem por objeto este astro, então parecerá que os cristãos tem a mesma religião que os índios do Peru, a quem os primeiros fizeram degolar”.
Albert Kalthoft diz que Jesus personifica o movimento sócio-econômico que no século I sublevava o escravo, o pobre e o proletário. O seu messianismo foi espertamente aproveitado pelos líderes dos judeus da diáspora, aqueles que exploravam a desgraça do judeu pobre em benefício próprio. Acrescenta que a divergência que existe entre os quatro evangelistas resulta das várias tendências daquele movimento social revolucionário nascido em Roma, do qual a versão palestina é apenas o reflexo.
Salonmon Reinach, em “Orheus”, salienta o completo silêncio dos autores contemporâneos de Jesus Cristo acerca de sua pretensa existência. Tal silêncio verifica-se tanto entre os escritores judeus como entre os não judeus. Examina em profundidade as “Acta Pilati” e constata que os acontecimentos que o cristianismo situou em seu governo não foram do que ressuscitou no equinócio da primavera, de seu conhecimento, e assim sendo Pilatos jamais soube qualquer coisa a respeito de Jesus Cristo.
Pierre Louis Couchoud afirma que a existência real de Jesus é indemonstrável, do ponto de vista histórico. E acrescenta que as referências feitas por Flávio Josefo a Jesus não passam de falsificação de textos, sobejamente provada hoje pelos peritos da crítica histórica. Os maiores movimentos históricos tiveram como origem os mitos, cujo papel social é dar forma aos anseios inconscientes do povo. Compara, inclusive, a lenda de Jesus com a de Guilherme Tell, na Suíça. Todos sabem tratar-se de uma lenda nacional, todavia, Guilherme Tell é ali reverenciado como herói verdadeiro e real. Seu nome promove a união política dos cantões, embora falem línguas diferentes.
É possível que o mesmo aconteça em relação a Jesus e o cristianismo. Estando em jogo interesses de ordem social, política e, sobretudo, econômica, os líderes cristãos preferem deixar o mito de pé, pois enquanto houver cristãos, sua profissão estará garantida e os lucros continuarão sendo por eles auferidos.
O que se faz necessário é que o povo seja esclarecido acerca dos assuntos de crenças e religiões nos termos da verdade, da razão e da lógica, a fim de que, se libertando dos velhos preconceitos e tabus, possa enfim ver o mundo e as coisas em sua realidade objetiva.
E não ignoramos qual a realidade objetiva que predomina no cristianismo: é a exploração dos menos aquinhoados intelectual e economicamente. Quem mais contribui para as campanhas da Igreja são aqueles que menos possuem, cuja mente encontra-se obstruída pelas ideias e crenças religiosas. Sua pobreza material alia-se à pobreza intelectual.
Uma boa dose de conhecimentos científicos é certamente a melhor maneira de remover os obstáculos à libertação do homem, criados pelos lideres religiosos, em suas pregações. Entretanto, sabemos que nem sempre é possível a aquisição de tais conhecimentos. Muitos são os fatores que se interpõem entre o homem pobre, o operário, o trabalhador, e a cultura. Um desses fatores, por sinal, muito ponderável, é o econômico-financeiro. Como fazer para ir à escola, comprar livros, etc, se tem que trabalhar duro pela vida, e o que ganha mal dá para sobreviver?
Bem poucos são os que conseguem reunir os conhecimentos necessários que lhe permitam enxergar mais longe e romper as invisíveis cadeias que os prendem aos dogmas e preconceitos ultrapassados pela razão e pela ciência.
O mais cômodo para aqueles deserdados será esperar a recompensa das agruras da vida no céu, após a morte. Afinal de contas, os padres e os pastores estão aí para isto: vender Deus e o céu a grosso e no varejo.
Tobias Barreto escreveu estes inolvidáveis versos:
“Se é sempre o mesmo engodo;
Se o homem chora e continua escravo;
De que foi que Jesus salvar-nos veio?”
Poderá alguém responder a tal interrogação satisfatoriamente? Provavelmente não.
É possível que, movido pela mesma razão, Proudhon tenha escrito: “Os que me falam em religião querem o meu dinheiro ou a minha liberdade”. Desta forma, em poucas palavras, ficou bem claro o sentido e o objetivo da religião: subtrair ao indivíduo a sua liberdade de pensamento e de ação, e, com ela, o seu dinheiro.
III
As Falsificações
Vimos, assim, que os únicos autores que poderiam ter escrito a respeito de Jesus Cristo, e como tal foram apresentados pela Igreja, foram Flávio Josefo, Tácito Suetonio e Plínio. Invocando o testamento de tais escritores, pretendeu a Igreja provar que Jesus Cristo teve existência física, e incutir como verdade na mente dos povos todo o romance que gira em torno da personalidade fictícia de Jesus.
Contudo, a ciência histórica, através de métodos modernos de pesquisa, demonstra hoje que os autores em questão foram falsificados em seus escritos. Estão evidenciadas súbitas mudanças de assunto para intercalações feitas posteriormente por terceiros. Após a prática da fraude, o regresso ao assunto originalmente abordado pelo autor.
Tomemos, primeiramente, Flávio Josefo como exemplo. Ele escreveu a história dos acontecimentos judeus na época em que pretensamente Jesus teria existido. Os falsificadores aproveitaram-se então de seus escritos e acrescentaram: “Naquele tempo nasceu Jesus, homem sábio, se é que se pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na verdade. Não foi só seguido por muitos hebreus, como por alguns gregos. Era o Cristo. Sendo acusado por nossos chefes do nosso país ante Pilatos, este o fez sacrificar. Seus seguidores não o abandonaram nem mesmo após sua morte. Vivo e ressuscitado, reapareceu ao terceiro dia após sua morte, como o haviam predito os santos profetas, quando realiza outras mil coisas milagrosas. A sociedade cristã, que ainda hoje subsiste, tomou dele o nome que usa”.
Depois deste trecho, passa a expor um assunto bem diferente no qual refere-se a castigos militares infligidos ao populacho de Jerusalém. Mais adiante, fala de alguém que conseguira seus intentos junto a uma certa dama fazendo-se passar como sendo a humanização do deus Anubis, graças aos ardis dos sacerdotes de Ísis. As palavras a Flávio atribuídas são as de um apaixonado cristão. Flávio jamais escreveria tais palavras, porquanto, além de ser um judeu convicto, era um homem culto e dotado de uma inteligência excepcional.
O próprio Padre Gillet reconheceu em seus escritos ter havido falsificações nos textos de Flávio, afirmando ser inacreditável que ele seja o autor das citações que lhe foram imputadas. Além disso, as polêmicas de Justino, Tertuliano, Orígenes e Cipriano contra os judeus e os pagãos demonstram que Flávio não escreveu nem uma só palavra a respeito de Jesus. Estranhando o seu silêncio, classificaram-no de partidário e faccioso. No entanto, um escritor com o seu mérito escreveria livros inteiros acerca de Jesus, e não apenas um trecho. Bastaria, para isto, que o fato realmente tivesse acontecido. Seu silêncio, no caso, é mais eloquente do que as próprias palavras.
Exibindo os escritos de Flávio, Fócio afirmava que nenhum judeu contemporâneo de Jesus ocupara-se dele. A luta de Fócio, que viveu entre os anos de 820 a 895, e foi patriarca de Constantinopla, teve ensejo justamente por achar desnecessário a Igreja lançar mãos de meios escusos para provar a existência de Jesus. Disse que bastaria um exemplar autêntico não adulterado pela Igreja e fora do seu alcance para por em evidência as fraudes praticadas com o objetivo de dominar de qualquer forma. Embora crendo em Jesus Cristo, combateu vivamente os meios sub-reptícios empregados pelos Papas, razão porque foi destituído do patriarcado bizantino e excomungado. De suas 280 obras, apenas restou o “Myriobiblion”, tendo o resto sido consumido, provavelmente por ordem do Papa.
Tácito escreveu: “Nero, sem armar grande ruído, submeteu a processos e a penas extraordinárias aos que o vulgo chamava de cristãos, por causa do ódio que sentiam por suas atrapalhadas. O autor fora Cristo, a quem, no reinado de Tibério, Pôncio Pilatos supliciara. Apenas reprimida essa perniciosa superstição, fez novamente das suas, não só na Judeia, de onde proviera todo o mal, senão na própria Roma, para onde de confluíram de todos os pontos os sectários, fazendo coisas as mais audazes e vergonhosas. Pela confissão dos presos e pelo juízo popular, viu-se tratar-se de incendiários professando um ódio mortal ao Gênero humano”.
Conhecendo muito bem o grego e o latim, Tácito não confundiria referências feitas aos seguidores de Cristo com os de Crestus. As incoerências observadas nessa intercalação demonstram não se tratar dos cristãos de Cristo, nem a ele se referir. Lendo-se o livro em questão, percebe-se perfeitamente o momento da interpelação. Afirmar que fora Cristo o instigador dos arruaceiros é uma calúnia contra o próprio Cristo. E conforme já referimos anteriormente, os cristãos seguidores de Cristo eram muito pacatos e não procuravam despertar atenção das autoridades para si. Como dizer em um dado momento que eles eram retraídos e, em seguida, envolvê-los em brigas e coisas piores? É apenas mais uma das contradições de que está repleta a história da Igreja.
Ganeval afirma que foram expulsos de Roma os hebreus e os egípcios, por seguirem a mesma superstição. Deduz-se então que não se referia aos cristãos, seguidores de Jesus Cristo. Referia-se aos Essênios, seguidores de Crestus, vindos de Alexandria. A Igreja não conseguiu por as mãos nos livros de Ganeval, o que contribuiu ponderavelmente para lançar uma luz sobre a verdade. Por intermédio de seus escritos, surgiu a possibilidade de provar-se a quais cristãos, exatamente, referia-se Tácito.
Suetônio teria sido mais breve em seu comentário a respeito do assunto. Escreveu que “Roma expulsou os judeus instigados por Crestus, porque promoviam tumultos”. É evidente, também, a falsificação praticada em uma carta de Plínio a Trajano, quando perguntava o que fazer aos cristãos, assunto já abordado anteriormente. O referido texto, após competente exame grafotécnico, revelou-se adulterado. É como se Plínio quisesse demonstrar, não apenas a existência histórica de Jesus, mas sua divindade, simbolizando a adoração dos cristãos. É o quanto basta para evidenciar a fraude.
Se Jesus Cristo realmente tivesse existido, a Igreja não teria necessidade de falsificar os escritos desses escritores e historiadores. Haveria, certamente, farta e autêntica documentação a seu respeito, detalhando sua vida, suas obras, seus ensinamentos e sua morte. Aqueles que o omitiram, se tivesse de fato existido, teriam falado dele abundantemente. Os mínimos detalhes de sua maravilhosa vida seriam objeto de vasta explanação. Entretanto, em documentos históricos não se encontram referências dignas de crédito, autênticas e aceitáveis pela história. Em tais documentos, tudo o que fala de Jesus e sua vida é produto da má-fé, da burla, de adulterações e intercalações determinadas pelos líderes cristãos. Tudo foi feito de modo a ocultar a verdade. Quando a verdade esta ausente ou oculta, a mentira prevalece. E há um provérbio popular que diz: “A mentira tem pernas curtas”. Significa que ela não vai muito longe, sem que não seja apanhada. Em relação ao cristianismo, isto já aconteceu. Um número crescente de pessoas vai, a cada dia que passa, tomando conhecimento da verdade. E, assim, restam baldados os esforços da Igreja, no que concerne aos ardis empregados na camuflagem da verdade, visando alcançar escusos objetivos.
IV
O Doloroso Silêncio Histórico
A existência de Jesus Cristo é um fato jamais registrado pela história. Os documentos históricos que o mencionam foram falsificados por ordem da Igreja, num esforço para provar sua pretensa existência, apesar de possuir provas de que Jesus é um mito. E assim agiu, movida pelo desejo de resguardar interesses materiais. Ganeval apontou a semelhança entre o culto de Jesus Cristo e o de Serapis. Ambos são uma reencarnação do deus “Phalus”, que, por sua vez, era uma das formas de representação do deus Sol.
Irineu chegou a afirmar que o deus dos cristãos não era homem nem mulher. Papias cita trechos dos Evangelhos, mostrando que se referiam ao Cristo egípcio. Referindo-se ao “logos”, que seria Jesus Cristo, disse ter sido ele apenas uma emanação de Deus, produzida à semelhança do Sol. É bom lembrar que essas opiniões divergentes entre si são de três teólogos do cristianismo. Essas opiniões foram emitidas quando estava acesa a luta de desmentidos recíprocos da Igreja contra os seus numerosos opositores, ou seja, os que desmentiam a existência física de Jesus. Então, criaram uma filosofia abstrata, baseando-se nos escritos de Filon.
Ganeval, baseando-se em Fócio, disse que Eudosino, Agápio, Carino, Eulógio e outros teólogos do cristianismo primitivo não tiveram um conceito real nem físico de Jesus Cristo. Disse mais, que Epifânio, falando sobre as seitas heréticas dos marcionítas, valentinianos, saturninos, simonianos e outros, falava que o redentor dos cristãos era Horus, o filho de Ísis, um dos três deuses da trindade egípcia, que mais tarde viria a ser Serapis.
Ganeval afirmou ainda que os docetistas negavam a realidade de Jesus, e, para refutar a negação, o IV Evangelho põe em relevo a lança que fez sair água e sangue do corpo de Jesus, com o intuito de provar sua existência física. Segundo Jerônimo, esses docetistas teriam sido contemporâneos dos apóstolos. Lembra ainda que o imperador Adriano, viajando em 131 para Alexandria, declara que “o deus dos cristãos era Serapis, e que os devotos de Serapis eram os mesmos que se chamavam os bispos de cristãos”.
Adriano, decerto, estava com a verdade. Documentos daquela época informam que existiam os atuais Evangelhos, assim como Tácito informa que os hebreus e os egípcios formavam uma só superstição. Os escritos de Filon não se referem a Jesus Cristo, conforme pretenderam fazer crer os falsificadores, mas a Serapis. Quando havia referências aos cristãos terapeutas, afirmavam que se falava dos cristãos de Jesus.
Por sua vez, Clemente de Alexandria e Orígenes escreveram negando Jesus e falando em Cristo, o qual seria Crestus. No entender de Fócio, tudo isso não passava de fabulação mítica, não tendo existido Jesus nem Cristo, de que a Igreja criou o seu Jesus Cristo.
Duquis e Volney, fazendo o estudo da mitologia comparada, mostram de onde retiraram Jesus Cristo: do próprio mito. Filon, escrevendo a respeito dos cristãos terapeutas, disse que o seu teor de vida era semelhante ao dos cristãos e essênios. Abandonavam bens e família para seguir apaixonadamente aos sacerdotes. Epifânio escreveu que os cristãos terapeutas viviam junto do lago Mareótides, tendo os seus Evangelhos e os seus apóstolos. É sobre esses cristãos que Filon escreveu. Se os cristãos seguidores de Jesus Cristo já existissem, Filon não poderia deixar de falar deles. Quando do pretenso nascimento de Cristo, Filon contava apenas 25 anos de idade. Os Evangelhos, tendo surgido muito tempo após a morte de Filon e de Jesus, não poderiam ser os do cristianismo por ele referido.
Clemente de Alexandria e Orígenes não criam na encarnação nem na reencarnação, motivo porque não creram na encarnação de Jesus Cristo, embora fossem padres da Igreja. Orígenes morreu em 254.
Fócio escreveu sobre “Disputas” de Clemente e afirmou que ele negara a doutrina do “Logos”, dizendo que o “Verbo” jamais se encarnou, afirmação igualmente feita por Ganeval. Analisando os quatro volumes de “Principia”, de Orígenes, percebe-se que o “Logos” ou o “Verbo” era o mesmo sopro de Jeová, referido por Moisés. Fócio, tendo-se escandalizado com isso, disse que Orígenes era um blasfemo.
Apenas analisando como se referia ao Verbo, a Crestus e ao Salvador, é que se pode excluir a possibilidade da existência física de Jesus. Tratá-lo-iam de modo bem diferente, se tivesse realmente existido.
V
Um Jesus Cristo Não Histórico
A história, conforme mencionamos, não tem registro da existência de Jesus Cristo. Os autores que temos em apreço e que seriam seus contemporâneos omitiram-se completamente. Os documentos históricos que o mencionam, fazem-no esporadicamente, e bem assim revelam-se rasurados e falsificados, motivo pelo qual de nada adiantam, neste sentido, para a história. É óbvio, portanto, que a história não poderia registrar um evento que não aconteceu.
Tomando conta da história, o cristianismo deixou-a na contingência de referir o nome de Jesus Cristo como sendo um deus antropomorfizado, mas nunca uma pessoa de carne e ossos que tenha realmente vivido.
Ao fazê-lo, principia por um estudo filológico e etimológico dos termos “Jesus” e “Cristo”, e termina mostrando que os dois nomes foram reunidos em um só, para ser dado posteriormente a um indivíduo. O termo “Jesus” significa salvador, enquanto que “Cristo” é o ungido do Senhor, o “oint” dos judeus, o Messias esperado doe judeus. Nesse estudo, a história mostra que a crença messiânica havia tomado a orla do Mediterrâneo a partir do século II antes de nossa era. O norte da África, o sul da Europa, a Ásia Menor, estavam todos repletos de Messias e Cristos, e de milhares de pessoas que os seguiam e neles criam.
Ao referir-se aos pretensos Messias, o Talmud deu esse nome até mesmo a diversos reis pagãos, como no caso de Ciro, conforme está em Isaias 44:1, ou ao rei de Tiro, como está em Ezequiel 28:14 e nos Salmos, quando se verifica que os nomes de Jesus e de Cristo já vinham sendo atribuídos a diversos líderes religiosos da Antiguidade.
As fontes pesquisadas pela história mostraram que Jesus Cristo, ao ser estudado como fato histórico, só pode ser encarado como sendo o “ungido do Senhor”, uma personalidade de existência abstrata apenas, não tendo possuído contextura física pelo que deixou de ser histórico. É apenas uma figura simbólica, através da qual a humanidade tem sido ludibriada de há muitos séculos.
Cumprindo seu dever de informar, a história põe diante dos olhos do crente e do estudioso as provas de que foi a luta dos líderes cristãos a partir do século II para que o mito Jesus Cristo adquirisse a consistência granítica que levou a crença religiosa dos europeus da Idade Média sob o guante do criminoso absolutismo dos reis e dos Papas de então.
Este estudo demonstra que Jesus Cristo foi concebido no século II para cumprir um programa messiânico elaborado pelos profetas e pelos compiladores do Velho Testamento e das lendas, sob o seu pretenso nome. Vê-se, então, que os passos de Jesus pela terra aconteceram conforme o Talmud, para que se cumprissem as profecias que o judaísmo havia inventado.
Jesus Cristo pode ser considerado o ator no palco. Representou o drama do Gólgota e retirou-se da cena ao fim da peça. Mateus 1:2 descreve-nos um Jesus Cristo que nasce milagrosamente, apenas para que se cumprissem as escrituras. Em 2:5 diz que nasceu em Belém, porque foi ali que os profetas previram que nasceria. Em 2:14 deixa-o fugir para o Egito, para justificar estas palavras: “Meu filho será chamado do Egito”. Em 2:23 faz José regressar a Nazaré porque Jesus deveria ser nazareno. Em 3:3 promove o encontro de Jesus com João Batista, porque Isaías predissera-o. Em 4:4 Jesus foi tentado pelo diabo, porque as escrituras afirmaram que tal aconteceria e que ele resistiria. Em 4:14 leva Jesus para Carfanaum para conferir outra predição de Isaías. Em 4:12 Jesus diz que não se deve fazer aos outros senão aquilo que gostaríamos que a nós fosse feito, porque isto também estava na lei dos profetas. Em 7:17 Jesus cura os endemoniados, conforme predissera Isaías. Em 11:10-14 Jesus palestra com João Batista porque assim predissera Elias. Em 12:17 Jesus cura as multidões, quando pede que não propalem isso, igualmente dando cumprimento às palavras de Isaías. Em 12:40 permanece sepultado durante três dias porque os deuses do paganismo, os deuses solares ou redentores, também estiveram; como Jonas, que foi engolido por uma baleia, a qual depois de três dias jogou para fora, intacto como se nada tivesse acontecido. E tudo isto aconteceu em um mar onde não há possibilidade de vida para esse cetáceo, portanto, só poderia acontecer graças aos milagres bíblicos. Em 13:14 diz que Jesus falava por meio de parábolas, como Buda também o fez. Assim também falavam os antigos taumaturgos, para que apenas os sacerdotes entendessem; assim só eles seriam capazes de interpretar para os incautos e crédulos religiosos, e, afinal, porque Isaías assim o previa. Em 21:14 Jesus entra em Jerusalém montado em um burreco, conforme as profecias. Em 26:54 Jesus diz que não foi preso pelo povo quando junto dele se assentou no templo para ensinar, porque também estava previsto. Em 27:9 Judas trai a Jesus, vendendo-o por trinta dinheiros e recebendo à vista o preço da traição. Em 27:15 os soldados repartem entre si as roupas do crucificado.
Apenas o cumprimento desta profecia choca-se frontalmente com a história. E, de acordo com ela, nessa época não havia legionários romanos na Palestina. Lucas 23:27 diz que Jesus mandou comprar espadas, para que assim fosse confundido com os malfeitores comuns, porque assim estava previsto. Em seguida, diz que Jesus, ao ensinar aos seus apóstolos, afirmava que tudo o que lhe acontecesse, era para que estivesse de acordo com o que escreveram Moisés e os profetas, e como estava descrito nos salmos. Em 24:44-46 diz que Jesus afirmou “Como era necessário que Cristo padecesse e ressuscitasse ao terceiro dia, dentre os mortos”.
Para ficar de acordo com as previsões testamentárias, João 19:27 diz que Jesus teve sede e pediu água. Em 19:30, ao beber a água, disse que era vinagre e exclamou: “Tudo se cumpriu”. Em 19:32-37 diz que não lhe quebraram nenhum osso, apenas o feriram com a lança para verificar se havia expirado. E isto também estava predito. Por ai, percebe-se que tudo ali é puro simbolismo, e que Jesus foi idealizado apenas para cumprir as escrituras. Está ai uma prova de que a existência de Jesus nada mais é do que uma fabulação evangélica. Do mesmo modo que inventaram as profecias, inventaram alguém para cumpri-las. Tanto é verdade, que os judeus que ainda hoje acreditam em profecias, não aceitaram Jesus como tendo sido o Messias prometido pelo Talmud.
Além disso, os seus escritores esgotaram todos os argumentos possíveis com o fim de provar que Jesus não foi um acontecimento palestino, e que não passou de um romance escrito pelos judeus dispersos e dos que se aproveitaram do messianismo judeu para criar uma empresa comercial, como tem sido o Vaticano.
O messianismo não foi uma lenda que tenha atingido a todas as classes sociais judias. Essa lenda foi criada pelos sacerdotes judeus visando com isso ajudar ao povo da rua a suportar melhor as agruras da pobreza e não reagir contra as classes privilegiadas. Essas promessas são cumpridas pelos sacerdotes, a seu modo, a fim de que o pobre viva de esperanças e não sinta que o rico continua metendo as mãos em seus bolsos, impunemente. O homem do povo raramente compreende a finalidade desse tipo de engodo.
O Talmud traz uma porção de profecias, e ao mesmo tempo critica aos que lhes dão crédito. A crítica representa uma evolução do pensamento das lideranças judias. Um estudo comparado do judaísmo e do cristianismo mostra a enorme quantidade de crendices dessas religiões forjadas pelos seus líderes e afastadas pela evolução do conhecimento.
Em nossos dias, o conhecimento atingiu um ponto em que a própria Igreja começou a relegar para um canto os seus ídolos de aspecto humano. O conhecimento humano terminara por vencer definitivamente, provando que todos os deuses e ídolos têm os pés de barro. Nossos antepassados viram muitos ídolos cair. Certas práticas e crenças religiosas ainda permanecem válidas porque os sacerdotes, como bons psicólogos que são, observam o desenvolvimento mental do povo e sabem que uns encontram a verdade, enquanto outros, jamais conseguiram alcançá-la.
Idealizando um Jesus Cristo adaptado às profecias talmúdicas, criaram um personagem incoerente e inseguro, o que nos dá a medida exata do quilate mental dos seus criadores. Podiam ser espertos, mas nunca inteligentes ou cultos.
Não deve ter sido tarefa das mais fáceis a de adaptar um Cristo vindo para cumprir as profecias no fanatismo das populações ignaras. Foi um trabalho de titãs não acorrentados à verdade, nem à sinceridade que o homem deve ao seu semelhante. Nunca foi fácil transformar uma fantasia em realidade. Por isso, o cristianismo teve de valer-se da espada de Constantino e das armas de seus legionários para impor dogmaticamente o que a razão e o conhecimento jamais aceitariam passivamente. Nos dois primeiros séculos do cristianismo, cada qual queria ser o primeiro e mandar mais e, se possível, ficar sozinho. Tivemos muitos reis e Papas analfabetos, atestando o primarismo dos judeus dispersos, como dos lideres europeus da época do lançamento do cristianismo.
Tentando racionar a teologia do judaísmo e do cristianismo, fizeram de Jeová um deus absurdo e de Jesus um ser irreal, ambos incoerentes, o que se tornou a essência do Talmud e dos Evangelhos. Através de Jesus Cristo, valorizaram as profecias do pretenso profeta Isaías, revitalizando assim o judaísmo e dando seriedade ao Talmud, fazendo dos Evangelhos um amontoado de mentiras e de impossíveis humanos. Assim é que criaram um relato inconsistente, que desmorona completamente em face de uma análise mais profunda.
Scherer escreveu que Jesus não foi um filósofo nem fundador de uma religião. Foi apenas Messias. O sentido da vida de Jesus era apenas dar cumprimento às profecias messiânicas, e tal ideia é o centro dos fatos evangélicos, a razão de ser Jesus. Tendo vindo ao mundo tão-somente para cumprir as profecias, deixou de ser humano e tornou-se um fantasma, ou um símbolo do que nunca teve existência real.
A vida de Jesus e de seus apóstolos desenrola-se apenas como uma peça teatral, na qual Jesus acumula os papéis de deus e de homem. Um dia o público há de convencer-se de que esteve diante de um ser bíblico, sem uma realidade histórica.
Segundo Arthur Weigal, o único testemunho escrito por quem teria convivido com Jesus teria sido a epístola atribuída a Pedro. Teria surgido quando começaram as pretensas perseguições aos cristãos, na qual ele os animava. Entretanto, como a existência de Pedro é igualmente lendária, a epístola em questão não merece fé, tendo sido composta por qualquer cristão, menos pelo mitológico Pedro.
Os escritos de Tácito, dadas as adulterações sofridas, carecem de valor histórico. Dai não se poder admitir como verdade que Nero, entre os anos 54 e 68, tenha realmente perseguido aos seguidores de Jesus Cristo. Tertuliano, entretanto, afirma que Pedro foi martirizado no governo de Nero.
Contudo, vários pesquisadores, entre os quais Holmann e Weizsacker, demonstraram que essas perseguições somente começaram a partir do século II. Irineu, no ano 180, achava que a epístola de Pedro fora escrita em 83, mas não por Pedro. Nesta epístola, Pedro dizia que “Jesus sofreu por nós, deixando-nos um exemplo”. Acrescentara ter sido testemunha pessoal dos seus sofrimentos, após os quais subiu ao céu, de onde voltaria em breve. No entanto, sua volta não ocorreu até hoje, apesar de terem se passado dois mil anos. A falta de cumprimento dessa promessa invalida todas as suas afirmações.
Disse Pedro, ainda, que Jesus mandou que se amasse uns aos outros, pagando o mal com o bem, retribuindo a injúria com a bênção. Recomendou a caridade, a hospitalidade e a humildade; o dever de evitar o mal, fazer o bem e buscar a paz, assim como a abstinência da ambição da carne, evitar o rancor, a inveja e a maledicência; a submissão às autoridades, crer em Deus e honrar o rei.
As epístolas de Paulo viriam em segundo lugar, como importância histórica. Pedro teria aprendido a doutrina cristã na convivência direta com Jesus. Suas epístolas seriam consideradas autênticas por terem sido escritas 20 ou 30 anos após a crucificação. Pedro, assim como Paulo, afirmaram que Jesus voltaria em breve para julgar a humanidade. Contudo, ambos estavam enganados e enganaram aos outros. Paulo teria conhecido pessoalmente a Pedro e a Jaques, um dos irmãos de Jesus Cristo, assim como referia-se a outras pessoas que teriam convivido com Jesus. A crucificação e a ressurreição teriam sido fatos indiscutíveis para Pedro e Paulo, cujos escritos estariam muito próximos dos acontecimentos.
Paulo, em I Coríntios 11:1, diz: “Imitam-me como se fosse Jesus”. Teria pregado o amor, a paz, a temperança, a caridade, a alegria, a paciência, a doçura, a confiança e a boa vontade. A lei divina deveria ser interpretada segundo o espírito e não conforme a letra. “Amarás ao próximo como a ti mesmo”, seria um amor paciente, caridoso e humilde.
As epístolas procuraram estabelecer a historicidade de Jesus, assim como revelar muitos pontos do seu caráter. Jesus teria vivido apenas para redimir a humanidade, não teria pecado, sendo, sem dúvida alguma, o filho de Deus. Papias, em 140, escreveu que Mateus havia colecionado as máximas de Jesus, e Marcos recolhera muitas notas para o Evangelho. Assim, os Evangelhos seriam o espelho de Jesus, contado pelos apóstolos, espalhando entre os homens o ideal de perfeição moral e mental.
As curas, milagres e pregações de Jesus, em pouco tempo, haviam espalhado o seu nome, galvanizando as multidões, todos sentiam que havia surgido o Messias. Assumiu o papel de Messias e com isso entusiasmou a multidão, pelo que entrou em Jerusalém cercado da emoção e do respeito do povo. Ao anoitecer abandonou a cidade, e, no dia seguinte, ao regressar, encontra muita agitação. As autoridades haviam tomado medidas contra ele. Dois dias antes da páscoa, tomou sua última refeição com os companheiros e ali permaneceu a espera dos acontecimentos, sabendo que o seu reino não era deste mundo. À noite, foi preso, e, no dia seguinte, julgado. O povo quis que o sacrificassem em lugar de Bar Abbas. Seria o sacrifício pascal, rito multimilenar que iria mais uma vez acontecer. Após a morte, sai do sepulcro, ressuscitado, e vai ao encontro dos apóstolos, pede comida, e depois de permanecer algum tempo com eles, ascende ao céu prometendo voltar em breve.
Foi este o retrato feito de Jesus Cristo pelo cristianismo, e que ainda hoje milhões de pessoas adoram. Entre nós, são bem poucos os que põem em dúvida a veracidade desse romance contado pelos judeus da diáspora e aproveitado por seus seguidores latinos.
No entanto, a razão e o conhecimento estão se encarregando de destruir a pretensa veracidade desse conto. Muitas coisas consideradas como milagres são hoje conseguidas naturalmente através da ciência, da tecnologia moderna, da medicina, do conhecimento científico em todas as suas modalidades, e mesmo através da hipnose. Diante das conquistas que o homem tem feito, é possível que ele abra os olhos para a verdade e perceba então que Deus jamais se preocupou com sua sorte e com o mundo. A história desmente peremptoriamente que Deus tenha comparecido ao mundo nos momentos de festa ou de dor. O homem foi abandonado à própria sorte e tem lutado muito para sobreviver através dos tempos, e tem obtido sucesso porque está sempre acumulando conhecimentos, os quais emprega em situações futuras.
Diante de tudo o que foi exposto, só nos resta dizer que a história, em dois mil anos, não encontrou uma única prova ou documento que mereça crédito no que diz respeito à vida de Jesus. Sua existência é fictícia e só encontra agasalho no seio da mitologia. Seu nascimento, sua vida, sua morte, sua família, seus discípulos, tudo, enfim, que lhe diz respeito, tem analogia com as crenças, ritos e lendas dos deuses solares, adorados sob diversos nomes e modalidades e por povos diversos, também.
Dele, a história nada sabe.
VI
Jesus e o Tempo
O mítico dia do nascimento de Jesus Cristo foi oficializado por Dionísio, o Pequeno, no século VI, que marcou no ano 1 do século I, correspondendo ao ano 753 da fundação de Roma, com um erro de previsão calculado em seis anos. Para chegar a essa artificiosa fixação, serviu-se de diversos sistemas de cálculo. Calvísio e Moestrin contaram até 132 sistemas e Fabrício arredondou para 200.
Para uns, teria sido entre 6 e 10 de janeiro, para outros, 19 ou 20 de abril, enquanto outros ainda situavam entre 20 e 25 de março. Os cristãos orientais determinaram a data entre 1 e 8 de janeiro, enquanto os ocidentais escolheram a 6 de janeiro.
Em 375, São João Crisóstomo escreveu que a data de 25 de dezembro foi introduzida pelos orientais. Entretanto, antes do ano 354, Roma já o havia fixado para esta mesma data, segundo o calendário de Bucer. Essas diferenças foram o resultado da preocupação da Igreja em fazer com que o nascimento de Jesus coincidisse e se confundisse com os dos deuses solares, os deuses salvadores, e especialmente com o Deus Invictus, que era Mitra. E era justamente ao mitraismo que a religião cristã pretendia absorver.
No dia 25 de dezembro todas as cidades do império romano estavam iluminadas e enfeitadas para festejar o nascimento de Mitra. A preocupação de ligar o nascimento de Jesus ao de Mitra denota o artificialismo que fundamentou o cristianismo. Foi a divinização do deus dos cristãos às custas da luz do Sol dos pagãos.
Foi um dos grandes trabalhos de mistificação da Igreja a confluência dos dois nascimentos para a mesma data. Assim, o nascimento do novo deus apagava da memória do povo a lembrança de Mitra, no fim do inverno.
A tradição religiosa, desde milênios, fizera com que todos os deuses redentores nascessem em 25 de dezembro. Quanto ao lugar de nascimento de Jesus, disseram ter sido em Belém, para combinar com as previsões messiânicas que, fazendo de Jesus um descendente de David, teria a adesão dos judeus incautos.
O II e o IV Evangelhos não mencionam o assunto, enquanto o I e o III aludem ao caso, mas se contradizem. Uns dizem que os pais de Jesus moravam em Belém, enquanto outros afirmam que eles ali estavam de passagem. Essa insegurança deve-se ao fato de pretenderem ligar a vida de Jesus à de David, conforme as profecias. Todavia, isto confundia as tendências históricas ligadas ao nascimento dos deuses solares. A preocupação apologética, contudo, invalidou a pretensão histórica.
De tudo isto resultou que a história pode hoje provar que tudo aquilo que se refere a Jesus é puro convencionalismo, e sua existência é apenas ideal e não real. De modo que a morte dos inocentes nada mais é do que a repetição da matança das criancinhas egípcias, contada no Êxodo. A estrela só pôde ser inventada porque naquele tempo o homem ainda não sabia o que era uma estrela; tanto assim que a Bíblia afirma que Josué fez parar o sol com um aceno de sua mão apenas. Assim, a estrela que guiou os magos é coisa realmente absurda. Antes de tudo, ninguém soube realmente de onde vieram esses reis e onde eram os seus países.
Outros fenômenos relatados como terremotos, trevas e trovões, assinalados pelo Bíblia, não o são pela história dos judeus nem dos romanos. Só os interessados no mito puderam ver tais acontecimentos. Os escritores que relataram fatos ocorridos na Palestina e no Império Romano não transmitiram estes fatos que teriam ocorrido na morte de Jesus à posteridade. Muita coisa pode ter acontecido naqueles tempos, menos as que estão nos Evangelhos.
Pilatos, por exemplo, morreu ignorando a existência de Jesus. Os legionários romanos jamais receberam ordens para prendê-lo. Nenhum movimento social, político ou religioso contrário às normas da ocupação surgiu na Judeia, para justificar a condenação de seu líder por Pilatos.
Entretanto, Jesus teria sido julgado e condenado pelos sacerdotes judeus, pois Pilatos deixara o caso praticamente em suas mãos e do povo, lavando as suas próprias. Nem Pilatos, nem Caiaz, nem Hannã deixaram qualquer referência acerca desse processo. Nenhum deles poderia dizer qual a aparência física de Jesus. Tertuliano, baseando-se em Isaías, disse que ele era feio, ao passo que Agostinho afirmou que ele era bonito. Uns afirmaram que era imberbe, outros que era barbado. Sua cabeleira espessa e barba fechada resultaram de uma convenção realizada no século XII. O Santo Sudário retrata um Jesus Barbudo.
Nada do que se refere a Jesus pode ser considerado ponto pacífico. Tudo é discrepante e contraditório. Ora, se aqueles que tinham e os que ainda têm interesse em defender a veracidade da existência de Jesus não conseguiram chegar a um acordo no que lhe diz respeito, isso não é bom sinal.
Moy escreveu: “Desde que se queira tocar em qualquer coisa real na vida de Jesus, esbarra-se logo na contradição e incoerência”. Por isso, até o aspecto físico de Jesus tornou-se discutível, o que ajuda a provar que ele nunca existiu. De acordo com a história, não se pode aceitar o que está escrito nos evangelhos coma prova de sua existência. Também a Igreja não dispõe de argumentos válidos, nesse sentido. A arqueologia, por outro lado, nada encontrou até aqui capaz de elucidar a questão.
De tudo isto depreendemos que a existência física de Jesus jamais poderá ser provada de modo irrefutável, e, por conseguinte, é muito difícil ser acatada por homens cultos e amantes da verdade. O romance, as lendas, os contos, a ficção, interessam como cultura, como expressão do pensamento de um povo, e desse modo são perfeitamente aceitos. Entretanto, a apresentação de tais modalidades de cultura como fatos reais, consumados e verdadeiros e como tal serem impostos ao povo, é condenável.
A atitude do cristianismo tem sido, através dos tempos, justamente a que nós acabamos de condenar: a imposição das lendas, do romance e da novela como realidade palpável, como fato verdadeiro e incontestável.
Em sua “Vida de Jesus”, Strauss diz: “Poucas coisas são certas, nas quais a ortodoxia se apoia de preferência — as milagrosas e as sobrehumanas —, as quais jamais aconteceram. A pretensão de que a salvação humana dependa da fé em coisas das quais uma parte é certamente fictícia, outra sendo incerta, é um absurdo, que em nossos dias nem sequer devemos nos preocupar, refutando-o”.
Ernest Havet, comparando Jesus com Sócrates, diz que Sócrates é um personagem real, enquanto Jesus é apenas ideal. Homens como Platão e Xenófanes, os quais conviveram com Sócrates, deixaram o seu testemunho a respeito do mesmo. Em seus escritos relatam tudo sobre Sócrates: a vida, o pensamento, os ensinamentos e a morte. E nada do que lhe diz respeito foi adulterado, e, portanto, é autêntico, verdadeiro e indiscutível.
Quanto a Jesus, não teve existência real, e aqueles aos quais se atribui escritos e referências em relação a ele, uns foram adulterados em seus escritos, outros não existiram. Pílatos, que teria autorizado seu sacrifício, omite o fato quando relata os principais acontecimentos de seu governo. Por acaso mandaria matar um deus, e não saberia? Assim, quem descreveu Jesus, apenas imaginou o que ele teria sido, não foi sua testemunha.
Renan disse em sua “Vida de Jesus”: “Nossa admiração por Jesus não desapareceria nem mesmo quando a ciência nada pudesse decidir de certo, e chegasse forçosamente às negações”. Termina dizendo que o divino encontrado pelos cristãos em Jesus é o mesmo que a beleza de Beatriz, que apenas resultou do pensamento de Dante ou de seu gênio literário. Da mesma forma, as belezas de Cristina residem nos sonhos religiosos dos hindus. As maravilhas de Jesus e a beleza de Maria são produtos do gênio inventivo da liderança oradora dos mitos Jesus e Maria.
Se de ambos apenas se diz o bem, há sinal que eles não tiveram existência real. Jesus Cristo é uma criação do homem, o qual esteve em cena apenas para realizar as profecias dos primários profetas judeus. Esta é também a opinião de Didon, exposta em seu livro “Vida de Jesus”. Diz ele que é suspeita a sonegação de quase trinta anos da vida de Jesus à história evangélica.
“Nós apenas sabemos um nada da vida de Jesus”, escreveu Miron. Os redatores dos Evangelhos e os primeiros autores eclesiásticos, recolhendo as tradições correntes na comunidade cristã, podem ter adquirido alguns fragmentos da verdade; mas como assegurar que, entre tantos elementos mitológicos e legendários, haja algo de verdade? Assim, a vida de Jesus em si é impossível.
Acontece com Cristo o mesmo que acontece com todos os entes legendários: quanto mais os buscamos, menos os encontramos. A tentativa feita até aqui de colar na história, de arrebatar às trevas da teologia, um personagem que até a idade de trinta anos é absolutamente desconhecido, e que depois da referida idade aparece fazendo impossíveis humanos — os milagres — é absurda e ridícula.
Labanca, em “Jesus Cristo”, impugna a possibilidade de uma biografia científica de Jesus, baseando-se na inautenticidade dos Evangelhos, uma vez que os mesmos não tiveram finalidade histórica, mas tão-somente religiosa e propagandística. Jesus não está nos Evangelhos por causa de sua esquisita divindade, mas porque isso convém aos seus lançadores e aos que ainda hoje vivem do seu nome, como rendoso meio de vida.
VII
Jesus Cristo nos Evangelhos
Assim como a história não tomou conhecimento da existência de Jesus, os Evangelhos igualmente desconhecem-no como homem, introduzindo-o apenas como um deus. Maurice Vernés mostrou com rara mestria que o Velho Testamento não passa de um livro profético de origem apenas sacerdotal, fazendo ver que tudo que ai está contido não é histórico, sendo apenas simbólico e teológico. O mesmo acontece com o Novo Testamento e os Evangelhos. Tudo na Bíblia é duvidoso, incerto e sobrenatural.
Tratando dos Evangelhos, mostra que sua origem foi mantida anônima, talvez de propósito, não se podendo saber realmente quem os escreveu. Por isso, eles começam com a palavra “segundo”; Evangelho segundo Mateus; segundo Marcos. Daí se deduz que não foram eles os autores desses Evangelhos, foram, no máximo, os divulgadores.
Igualmente deixaram em dúvida a época em que foram escritos. A referência mais antiga aos Evangelhos é a de Papias, bispo de Yerápoles, o qual foi martirizado por Marco Aurélio entre 161 e 180. Seu livro faz parte da biblioteca do Vaticano. Irineu e Eusébio foram os primeiros a atribuir a Marcos e a Mateus a autoria dos Evangelhos, mas ambos permanecem desconhecidos da história, como o próprio Jesus Cristo. Destarte, pouco ou nenhum valor têm os Evangelhos como testemunha dos acontecimentos. Se só foram compostos no século III ou IV, ninguém pode garantir se os originais teriam realmente existido.
Os primitivos cristãos quase não escreveram, e os raros escritos desapareceram. Por outro lado, no Concílio de Niceia foram destruídos todos os Evangelhos. Esse Concílio foi convocado por Constantino, que era pagão. Daí, devem ter sido compostos outros Evangelhos para serem aprovados por ele ou pelo Concílio. Com isto, perderam sua autenticidade, deixando de ser impostos pela fé para serem-no pela espada.
Celso, no século II, combateu o cristianismo argumentando somente com as incoerências dos Evangelhos. Irineu diz que foram escolhidos os quatro Evangelhos, não porque fossem os melhores ou verdadeiros, mas apenas porque esses provieram de fontes defendidas por forças políticas muito poderosas da época. Os bispos que os apoiaram tinham muito poder político. Informam ainda que antes do Concílio de Niceia os bispos serviam-se indiferentemente de todos os Evangelhos então existentes, os quais alcançaram o número de 315. Até então eles se equivaliam para os arranjos da Igreja. Mesmo assim, os quatro Evangelhos adotados conservaram muitas das lendas contidas nos demais que foram recusados. De qualquer forma, era e continuam sendo todos anônimos, inseguros e inautênticos. Os adotados foram sorteados, e não escolhidos de acordo com fatores valorativos. Mesmo estes adotados desde o Concílio de Niceia sofreram a ação dos falsificadores que neles introduziram o que mais convinha à época, ou apenas a sua opinião pessoal.
Esta é a história dos Evangelhos que, através dos tempos, vêm sofrendo a ação das conveniências políticas e econômicas. Embora a Igreja houvesse se tornado a senhora da Europa, nem por isso preocupou-se em tornar os Evangelhos menos incoerentes. Sentiu-se tão firme que julgou que sua firmeza seria eterna.
Os argumentos mais poderosos contra a autenticidade dos Evangelhos residem em suas contradições, incoerências, discordâncias e erros quanto a datas e lugares, e na imoralidade de pretender dar cunho de verdade a velhos e pueris arranjados dos profetas judeus. Essa puerilidade avoluma-se à medida que a crítica verifica o esforço evangélico em tornar realidade os sonhos infantis de uma população ignorante. Para justificar sua ignorância, se dizem inspirados pelo Espírito Santo, o qual também é uma ficção religiosa, resultante da velha lenda judia segundo a qual o mundo era dominado por dois espíritos opositores entre si: o espírito do bem e o do mal. Adquiriram essa crença no convívio com os persas, os egípcios e os hindus.
Os egípcios tiveram também os seus sacerdotes, os quais escreveram os livros religiosos como o “Livro dos Mortos”, sob a inspiração do deus Anubis. Hamurabi impôs suas leis como tendo sido oriundas do deus Schamash. Moisés, descendo do Monte Sinai, trouxe as tábuas da lei como tendo sido ditadas a ele por Jeová. Maomé, igualmente, foi ouvir do anjo Gabriel, em um morro perto de Meca, boa parte do Alcorão. Allah teria mandado suas ordens por Gabriel.
O conhecimento mostra que as religiões, para se firmarem, têm-se valido muito mais da força física do que da fé. Quanto à verdade, esta não existe em suas proposições básicas. De modo que, Anubis, Schamash, Allah e Jeová nada mais são do que o Espírito Santo sob outros nomes.
Stefanoni demonstrou que todos esses escritos não representam o Espírito Santo, mas o espírito dominante em cada época ou lugar. Assim surgiram os Evangelhos, os quais, como Jesus Cristo, foram inventados para atender a certos fins materiais, nem sempre confessáveis.
“Não creria nos Evangelhos, se a isso não me visse obrigado pela autoridade da Igreja”. São palavras de Sto. Agostinho. Com sua cultura e inteligência, poderia hoje estar no rol dos que não creem.
VIII
Jesus Cristo é um Milagre
No que diz respeito a Jesus Cristo, a teologia toma em consideração, sobretudo, o aspecto sobrenatural e os seus milagres. João Evangelista foi trazido para a cena a fim de criar o Logos, o Jesus metafísico, destruindo, assim, o Jesus-Homem. As contradições surgidas em torno de um Jesus saído da mente de pessoas primárias e incultas tornaram-no muito vulnerável à crítica dos mais bem dotados em conhecimento. Então vem João e substitui o humano pelo divino, por ser o mais seguro. O mesmo iria fazer a Igreja no século XV, quando, para abafar, grita contra os que haviam queimado miseravelmente uma heroína nacional dos franceses, tiraram o uniforme do corpo carbonizado de Joana D’Aro e vestiram-lhe a túnica dos santos. O mesmo aconteceu com Jesus: teve de deixar queimar a pele humana que lhe haviam dado, para revestir-se com a pele divina.
A Igreja, na impossibilidade de provar a existência de Jesus-Homem, inventou o Jesus-Deus. Assim atende melhor à ignorância pública e fecha a boca dos incrédulos. Do que relatamos, conclui-se que, no caso de Joana D’Arc, a igreja obteve os resultados esperados. Contudo, continua com as mesmas dificuldades para provar que Jesus Cristo, como homem ou como deus, tenha vivido fisicamente. E não é só. Ela não tem conseguido provar nada do que tem ensinado e imposto como verdade. Falta-lhe argumentos sérios e convincentes para confrontar com o conhecimento científico e com a história sem que sejam refutados.
A Igreja tudo fez para tornar Jesus Cristo a base e a razão de ser do cristianismo. E isto satisfez plenamente a seus interesses materiais nestes dois milênios de vida. Da mesma forma, os portugueses, os espanhóis e os ingleses, de Bíblia na mão e cruz no peito, foram à longínqua África para arrastar o negro como escravo, para garantir a infra-estrutura econômica do continente americano. Jamais se preocuparam em saber se o pobre coitado queria separar-se de seus entes queridos, nem o que estes iriam sofrer com a separação.
A Igreja está realmente atravessando uma crise. Acontece que os processos tecnológicos e científicos descortinam para o homem novos horizontes, e então ele percebe que foi iludido miseravelmente. Sua fé, sua crença e seu deus morrem porque não têm mais razão de ser.
Jesus Cristo foi inicialmente um deus tribal, que teria vindo ao mundo por causa das desgraças dos judeus. Eles sonhavam ser donos do mundo, mas, mesmo assim, foram expulsos até mesmo de sua própria terra. Contudo, o cristianismo ganhou a Europa, com a adesão dos reis e imperadores.
Renan, não conseguindo encontrar o Jesus-Divino, tentou ressuscitar o Jesus-Homem. Mas o que conseguiu foi apenas descrever uma esquisita tragédia humana, cujo epílogo ocorreu no céu. Jesus teria sido um altruísta mandado à terra para que se tornasse uma chave capaz de abrir o céu. Teria sido o homem ideal com que o religioso sonha desde seus primórdios. Existindo o homem ideal, cuja idealidade ficasse comprovada, o histórico seria dispensável. Mas, ao tentar evidenciar um desses dois aspectos, Renan perdeu ambos. Mostrou então que, para provar o lado divino de Jesus, compuseram os Evangelhos. Seu objetivo: relatar exclusivamente a vida de um homem milagroso e não de um homem natural.
Elaborando os Evangelhos, cometeram tantos erros e contradições, que acabaram por destruir, de vez, a Jesus. A exegese da vida de Jesus, baseada no conhecimento e na lógica, separando-se o ideal do real, eles destroem-se mutuamente. Quem descreve o Jesus real, não poderá tocar o ideal, e vice-versa, porque um desmente o outro.
Em suma, os Evangelhos não satisfazem aos estudiosos da verdade livre de preconceitos, destruindo o material e o ideal postos na personalidade mítica de Jesus. A fabulação tanto recobre o humano como o divino.
Verificamos, então, estarmos em presença de mais um deus redentor ou solar. Jesus, através dos Evangelhos, pode ser Brama, Buda, Krishna, Mitra, Horus, Júpiter, Serapis, Apolo ou Zeus. Apenas deram-lhe novas roupas. O Cristo descrito por João Evangelista aproxima-se mais desses deuses redentores do que o dos outros evangelistas. É um novo deus oriental, lutando para prevalecer no ocidente como antes tinha lutado para impor-se no oriente. É um novo subproduto do dogmatismo religioso dos orientais, em sua irracional e absurda metafísica. Por isso, criaram um Jesus divino, não por causa dos seus pretensos milagres, mas por ser o Logos, o Verbo feito carne. Essa essência divina é que possibilitou os milagres. É um deus antropomorfizado, feito conforme o multimilenar figurino idealizado pelo clero oriental. Jesus não fez milagres, ele é o próprio milagre. Nasceu de um milagre, viveu de milagres e foi para o céu milagrosamente, de corpo e alma, realizando assim mais uma das velhas pretensões dos criadores de religiões: a imortalidade da alma humana.
Sendo Jesus essencialmente o milagre, não poderá ser histórico, visto não ter sido um homem normal, comum, passando pela vida sem se prender às necessidades básicas da vida humana. Jesus foi idealizado exclusivamente para dar cumprimento às profecias do judaísmo, é o que verificamos através dos Evangelhos. Tudo quanto ele fez já estava predito, muito antes do seu nascimento.
Jesus surgiu no cenário do mundo, não como autor do seu romance, mas tão-somente como ator para representar a peça escrita, não se sabe bem onde, em Roma ou, talvez, Alexandria. O judaísmo forneceu o enredo, o Vaticano ficou com a bilheteria. E, para garantir o êxito total da peça, a Igreja estabeleceu um rigoroso policiamento da plateia, através da confissão auricular. Nem o marido escapava à delação da esposa ou do próprio filho. O pensamento livre foi transformado em crime de morte. Os direitos da pessoa humana, calcados aos pés. Nunca a mentira foi imposta de modo tão selvagem como aconteceu durante séculos com as mentiras elaboradas pelo cristianismo. À menor suspeita, a polícia tonsurada invadia o recinto e arrastava o petulante para um escuro e nauseabundo calabouço onde as mais infames torturas eram infligidas ao acusado. Depois, arrastavam-no à praça pública para ser queimado vivo, o que, decerto, causava muito prazer ao populacho cristão.
Desse modo, a Igreja tornou-se um verdugo desumano, exercendo o seu poder de modo impiedoso e implacável, ao mesmo tempo em que escrevia uma das mais terríveis páginas da história da humanidade.
Durante muito tempo o sentimento de humanidade esteve ausente da Europa, e a mentira triunfava sobre a verdade. Milhares de infelizes foram sacrificados porque ousaram dizer a verdade. O poder público apoiava a farsa religiosa, e era praticamente controlado pela Igreja. Aquele que ousasse apontar as inverdades, as incoerências e o irracionalismo básicos do catolicismo, seria eliminado. Tudo foi feito para evitar que o cristianismo fracassasse, devido à fragilidade de seus fundamentos. O que a Igreja jura de mãos postas ser a verdade, é desmentido pelo conhecimento, pela ciência e pela razão.
IX
Jesus Cristo, um Mito Bíblico
Folheando as páginas da história humana, e não encontrando aí qualquer referência à passagem de Jesus pela terra, nós, estudiosos do assunto, convencer-nos-emos de que ele nada mais é do que um mito bíblico. Pesquisando os Evangelhos na esperança de encontrar algo de positivo, deparamo-nos mais uma vez com o simbolismo e a mitologia. A história que o envolve desde o nascimento até a morte é a mesma do surgimento de inúmeros deuses solares ou redentores.
É de se notar o cuidado que tiveram os compiladores dos Evangelhos para não permitir que Jesus praticasse senão o que estava estabelecido pelas profecias do judaísmo. Assim, a vida de Jesus nada mais é do que as profecias postas em prática. O cristianismo e os Evangelhos são um modo de reavivamento da chama do judaísmo, ante a destruição do templo de Jerusalém. É uma transformação do judaísmo, de modo a existir dentro dos muros de Roma, de onde, posteriormente, ultrapassou os limites, alcançando boa parte do mundo.
O sofrimento que o judaísmo infligiu ao povo pobre deveria ser o suficiente para que se acabasse definitivamente. Acreditamos que a ambição de Constantino é que deu lugar ao alastramento do cristianismo, ou, melhor dizendo, do judaísmo sob novas roupagens e novo enredo. Não fosse isso, a falta de cumprimento das pretensas promessas de Abraão, de Moisés e do próprio Jesus Cristo já teria feito com que o judaísmo e o cristianismo fossem varridos da memória do homem. De há muito o homem estaria convencido da falsidade que é a base da religião.
Idealizaram o cristianismo que, baseado no primarismo da maioria, deu novo alento ao judaísmo, criando assim, o capitalismo e a espoliação internacional. O liberalismo que surgiu graças ao monumental trabalho dos enciclopedistas, é que possibilitou ao homem uma nova perspectiva de vida. A partir do enciclopedismo, os judeus e o judaísmo deixaram de ser perseguidos por algum tempo, e com isto, quase perdeu sua razão de ser.
Ao surgir Hitler e seu irracional nazismo, encontrou quase a totalidade dos judeus alemães integrada de corpo e alma na pátria alemã. O Fuhrer deu então um novo alento ao judaísmo, ao persegui-lo de modo desumano. Graças à perseguição de que foram vítimas os judeus de toda a Europa durante a guerra de 1940, surgiu a justificativa internacional para que se criasse o Estado de Israel. Talvez o Estado de Israel, revivendo sua velha megalomania racial, invalide em sangue a tendência natural para a socialização do mundo e universalização do conhecimento. A socialização do mundo acabaria com a irracional e absurda ideia de ser o judeu um bi-pátrida. Nasça onde nascer, não se integra no meio em que nasce e vive. Daí a perseguição.
Os judeus ricos de todo o mundo carreiam para Israel todo o seu dinheiro e, com ele, a tecnologia e o conhecimento alugados. Graças a isto, poderá embasar ali os seus mísseis teleguiados, tudo quanto houver de mais avançado na química, física e eletrônica. Assim, terão meios de garantir a manutenção da sócio-economia estruturada no capitalismo. Esta é uma situação realmente grave, a qual poderá tornar-se dramática no porvir. O poder econômico concentrado em poucas mãos é uma ameaça contra o homem e sua liberdade.
Apesar de o cristianismo liderar o movimento que faz do homem e do seu destino o centro das preocupações das altas lideranças sociais, a grande maioria dos homens está marginalizada, porque o poder econômico do mundo acumula-se em poucas mãos. E, se permanecemos crendo em tudo quanto criaram os judeus de dois milênios atrás, isso é sinal de que não evoluímos o bastante para justificar o decurso de tanto tempo. Se o progresso científico e a tecnologia avançada não conseguirem libertar-nos dos mitos, estará patente mais uma vez o estado pueril em que ainda se encontra o desenvolvimento mental do homem. O homem não será de todo livre enquanto permanecer preso às convenções religiosas, as quais possuem como único fundamento o mito e a lenda.
Se assim falamos, não é que estejamos sendo movidos por um antissemitismo ou um anticlericalismo doentio; de modo algum isto é verdadeiro. O que nos motiva tomar em pauta o assunto é o desejo de ver um crescente número de pessoas partilhar conosco do conhecimento da verdade.
Temos dito repetidas vezes que tudo aquilo em que se fundamenta o cristianismo é apenas uma compilação de velhas lendas dos deuses adorados por diversos povos. Strauss diz que saiu do Velho Testamento a pretensão de que Jesus encarnar-se-ia em Maria, através do Espírito Santo. Em números, 24:17 estava previsto que uma estrela guiaria os reis magos.
Cantu lembra que, juntando-se os livros do Velho Testamento com os do Novo, teremos 72 livros, o mesmo número de anciãos teria Moisés escolhido para subir com ele ao Monte Sinai. O Velho Testamento previa que o povo seguiria a Jesus, mesmo sem conhecê-lo. Seriam os peixes retirados da água pelos apóstolos, e os mesmos da pescaria de São Jerônimo. Moisés teria feito da pedra o símbolo da força de Jeová, por isto, Jesus devia dar a Pedro as chaves do céu.
Oseias 11:1 e Jeremias 31:15-16-4-10-28 profetizam que o Messias seria chamado por Jeová, do Egito, ligado ao pranto de Raquel pelo assassinato dos filhos. Então arranjaram a terrível matança dos inocentes, a qual consta apenas em dois evangelhos, sendo silenciado o assunto pelos outros dois e pelos relatos enviados a Roma.
Strauss lembra também que a discussão de Jesus com doutores do templo, assim como a passagem de Ana e Semeão, bem como a circuncisão, estava tudo previsto no Velho Testamento. Diz ainda que teria ido para Nazaré após o regresso do Egito apenas para que os Evangelhos pudessem atribuir-lhe a alcunha de nazareno. Entretanto, Nazaré não existia, pelo menos naquela época; era uma cidade fantasma, só passando a existir nas páginas dos Evangelhos. Assim, Jesus foi nazareno, não por ter nascido em Nazaré, visto que não poderia nascer em dois lugares, como também não poderia nascer em uma cidade que não existia. Ele foi nazareno por ter sido um comunista essênio. A anunciação e o nascimento de João Batista foram copiados do Talmud.
As tentações de Jesus pelo demônio, no deserto, segundo Emilio Bossi, foram copiadas das Escrituras. Os quarenta dias passados no deserto são oriundos do cabalismo de Roma e da crença dos babilônios, os quais atribuíam a esse número força cabalística. Por isso, tal número repete-se várias vezes no decorrer das dissertações bíblicas: o dilúvio descrito na Bíblia durou quarenta dias; Moisés esteve quarenta anos na corte do Faraó; passou quarenta anos no deserto, e os ninivitas jejuaram quarenta dias.
Ezequiel teria sido conduzido por um espírito de um lugar para outro, através do espaço. Abraão teria sido tentado pelo demônio; os mesmos episódios passaram ao Novo Testamento, tendo Jesus como protagonista. Perguntamos nós: por que tais coisas não mais se repetem? A resposta só pode ser esta: elas jamais aconteceram. Tudo isto não passa de lendas ou sonhos, os quais foram impostos como fatos reais.
O Talmud diz: “Então se abrirão os olhos aos cegos e os ouvidos aos surdos”. Jesus teria de dizer: “Então o coxo pulará como o cervo e a língua dos mudos se soltará”.
Em Lucas 4:27 Jesus cura Naamã, reproduzindo uma cura efetuada por Eliseu, de um outro leproso. Elias e Eliseu ressuscitaram mortos, por seu lado, Jesus ressuscitaria a Lázaro. Os discípulos de Jesus, não sabendo como curar os endemoniados, recorrem ao Mestre. Passagem semelhante está em Eliseu, cujo servo teria recorrido a ele para curar o filho da sunamita. A multiplicação dos pães e dos peixes é a repetição de Moisés no deserto, fazendo cair maná e cordonizes. Moisés transformou as águas do rio em sangue e Jesus transforma a água em vinho.
Em Jeremias 7:11 e Isaías 56:7 está escrito que o templo não deve se converter em um covil de ladrões, o que leva os evangelistas a dizer que Jesus expulsou os mercadores do templo.
A transfiguração de Jesus é a mesma coisa que aconteceu a Moisés, ao subir ao Monte Sinai, quando encontrou com Jeová. Aliás, Moisés havia prometido que viria um profeta semelhante a ele. A traição de Judas repete o mesmo acontecimento em relação a Crestus.
A prisão de Jesus foi descrita de modo igual no Talmud. A fuga dos apóstolos estava prevista por Isaías. Jesus foi crucificado na Páscoa, representando o cordeiro pascal.
Essas comparações patenteiam a existência do cristianismo muito antes de Filon. Donde se deduz que Jesus foi inventado de acordo com as Escrituras, sem esquecer de anexar as ideias de Filon ao relato de sua pretensa vida. Fócio demonstrou que os Evangelhos foram copiados de Filon. São Clemente e Orígenes, embora fossem padres da Igreja, orientaram-se por Filon e não pelo bispo de Roma.
Estas citações seriam suficientes para se provar que Jesus jamais existiu. É apenas um produto da mente clerical, a qual o compôs baseada em mitos e lendas.
X
As Contradições sobre Jesus Cristo
Como tudo o mais que se refere à existência de Jesus na terra, também a sua ascendência é objeto de controvérsias. Segundo Mateus e Lucas, Jesus descende ao mesmo tempo de David e do Espírito Santo. Entretanto, como filho do Espírito Santo, não poderá descender de José, consequentemente deixa de ser descendente de David e o Messias esperado pelos judeus. Assim, Jesus ficará sendo apenas Filho de Deus, ou Deus, visto ser uma das três pessoas da trindade divina.
Em ambos os evangelhos acima citados há referências quanto a data de nascimento de Jesus, mas tais referências são contraditórias o Jesus descrito por Mateus teria onze anos quando nasceu o de Lucas. Mateus diz que José e Maria fugiram apressadamente de Belém, sem passar por Jerusalém, indo direto para o Egito, após a adoração dos Reis Magos. Herodes iria mandar matar as criancinhas. Todavia, Lucas diz que o casal estivera em Jerusalém e acrescenta a narração da cena de que participaram Ana e Semeão. De modo que um evangelista desmente o outro. Lucas não alude à matança das criancinhas, nem à fuga para o Egito.
Por outro lado, Marcos e João não se reportam à infância de Jesus, passando a narrar os acontecimentos de sua vida a partir do seu batismo por João Batista.
Mateus que conta o regresso de Jesus, vindo do Egito e indo para Nazaré, deixa-o no esquecimento, voltando a ocupar-se dele somente depois dos seus trinta anos, quando ele procura João Batista. Diz ainda que João já o conhecia e, por isto, não o queria batizar, por ser um espírito superior ao seu.
Lucas narra a discussão de Jesus com os doutores da lei, aos doze anos de idade. Sendo perguntado pela mãe sobre o que estava ali fazendo, teria respondido que se ocupava com os assuntos do pai.
Emilio Bossi, referindo-se a esta passagem, estranha a atividade da mãe. Se o filho nascera milagrosamente, e ela não o ignora, só poderia esperar dele uma sequência de atos milagrosos. Mesmo a sua presença no templo, entre os doutores, não deveria causar preocupação à sua mãe, visto saber ela que o filho não era uma criança qualquer, e sim um Deus.
Lucas diz que os samaritanos não deram boa acolhida a Jesus, o que muito irritara a João. Contudo, João, o Evangelista, diz que os samaritanos deram-lhe ótima acolhida e, inclusive, chamaram-no de salvador do mundo.
Os evangelistas divergem também quanto ao relato da instituição da eucaristia. Três deles afirmam que Jesus instituiu-a no dia da Páscoa, enquanto João afirma que foi antes. Enquanto os três descrevem como aconteceu, João silencia.
Na última noite Jesus estava muito triste, como, aliás, permaneceria até a morte. Pondo o rosto em terra, orou durante muito tempo. Segundo os evangelistas, ele estava de tal modo triste e conturbado que teria suado sangue, coisa, aliás, muito estranha, nunca verificada cientificamente.
Enquanto isto, seus companheiros dormiam despreocupadamente, não se incomodando com os sofrimentos do Mestre. Entretanto João não fala sobre esse estado de alma do Mestre. Pelo contrário, diz que Jesus passara a noite conversando, quando se mostrava entusiasta de sua causa e completamente tranquilo. Lucas, Mateus e Marcos afirmam que o beijo de Judas denunciara-o aos que vieram prendê-lo. Todavia, João diz que foi o próprio Jesus quem se dirigiu aos soldados dizendo-lhes tranquilamente: “Sou eu”.
Lucas é o único que fala no episódio da ida de Jesus de Pilatos para Herodes Antipas. Os outros caem em contradição quanto à hora do julgamento pelo Conselho dos Sacerdotes em presença do povo. João não fala a respeito do depoimento de Cireneu, nem na beberagem que teriam dado a Jesus. Omite-se ainda quanto à discussão dos dois ladrões, crucificados com Jesus, e quanto à inscrição posta sobre a cruz.
De forma que seu relato é bastante diferente daquilo que os outros contaram. E as divergências continuam ainda no que concerne ao quebramento das pernas, ao embalsamamento, à natureza do sepulcro e ao tempo exato em que ele esteve enterrado. Quanto ao embalsamamento, por exemplo, há muita coisa que não foi dita. Teriam retirado seu cérebro e intestinos como se procede normalmente nesses casos? Se a resposta for positiva, como explicar o fato de Jesus, após a ressurreição, pedir comida? Como se vê, as verdades bíblicas são além de controvertidas, incompreensíveis.
Lucas diz que Jesus referiu-se aos que sofrem de fome sede, enquanto Mateus diz que ele se referia aos que têm fome e sede de justiça, aos pobres de espírito. Uns afirmam que Jesus tratara os publicanos com desprezo e ódio, outros dizem que ele se mostrou amigável em relação a eles. Para uns, Jesus teria dito que publicassem as boas obras, para outros, que nada dissessem a respeito. Uma hora Jesus aconselha o uso da força física e da resistência, mandando até que comprassem espada; noutra, ameaça os que pretendem usar a força.
Marcos, Mateus e Lucas dizem que Jesus recomendara o sacrifício. Entretanto, não tomou parte em nenhum deles.
Mateus diz que Jesus afirmou não ter vindo para abolir a lei nem os profetas, enquanto Lucas diz que ele afirmara que isso já estava no passado, já tivera o seu tempo. Os três afirmam ainda que Jesus apenas pregara na Galileia, tendo ido raramente a Jerusalém, onde era praticamente desconhecido. Todavia, João diz que ele ia constantemente a Jerusalém, onde realizara os principais atos de sua vida. As coisas ficam de modo que não se sabe quem disse a verdade, ou, melhor dizendo, não sabemos quem mais mentiu. Ora, se Jesus tivesse realmente praticado os principais atos de sua vida em Jerusalém, seria conhecido suficientemente, e, então, não teriam que pagar a Judas 30 dinheiros para entregar o Mestre.
João, que teria sido o precursor do Messias, não se fez cristão, não seguiu a Jesus, pregando apenas o judaísmo no aspecto próprio. Entretanto, depois de preso, enviou um mensageiro a Jesus, indagando-lhe: “És tu que hás de vir, ou teremos de esperar um outro?”, ao que Jesus teria respondido: “Você é o profeta Elias”. Talvez houvesse esquecido que o próprio João antes já declarara isso mesmo. Contam os Evangelhos que, desde a hora sexta até Jesus exalar o último suspiro, a terra cobriu-se de trevas. Contudo, nenhum escritor da época comenta tal acontecimento.
Marcos 25:25 diz que Jesus foi sacrificado às 9 horas. João diz que ao meio dia ele ainda não havia sido condenado à morte, e acrescenta que, a esta hora, Pilatos tê-lo-ia apresentado ao povo exclamando: “Eis aqui o vosso rei”!
Emilio Bossi assinala detalhadamente todas estas contradições, e as que se deram após a pretensa ressurreição, dizendo que nada do que vem nos Evangelhos deve ser levado a sério. O sobrenatural é o clima em que se encontra a Bíblia, e esta é apenas o resultado da combinação de crenças e superstições religiosas dos judeus com as de outros povos com os quais conviveram.
XI
As Contradições Evangélicas
Mateus e Marcos afirmam enfaticamente que os discípulos de Jesus abandonaram tudo para segui-lo, sem sequer perguntar antes quem era ele. Em Mateus, lê-se que Jesus teria afirmado que não viera para abolir as leis de Moisés. Contudo, esta seria uma afirmativa sem sentido algum, visto que hoje sabemos que os livros atribuídos a Moisés são apócrifos.
Segundo João, quando Jesus falou ao povo, foi por este acatado e proclamado rei de Israel, aos gritos de “Hosanna”. Mas, um pouco adiante, ele se contradiz, afirmando que o povo não acreditou em Jesus, e imprecando contra ele, ameaçava-o a ponto de ele haver procurado esconder-se.
Mateus diz que Jesus entrara em Jerusalém, vitoriosamente, quando a multidão tê-lo-ia recebido de modo festivo, e marchando com ele, juncava o chão com folhas, flores e com os próprios mantos, gritando: “Hosanna ao Filho de David! Bendito seja o que vem em nome do Senhor!” Aos que perguntavam quem era, respondiam “Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galileia”. No entanto, outros evangelistas afirmam que ele era um desconhecido em Jerusalém.
Disseram que Pilatos estava convencido da inocência de Jesus, razão porque teria tentado salvá-lo, abandonando-o logo a seguir, indefeso e moralmente arrasado.
João faz supor que Pilatos teria deixado matar a Jesus, temendo que denunciassem sua parcialidade ao imperador. Se ele não castigasse a um insurreto que se intitulara rei dos judeus, estaria traindo a César. No entanto, tal atitude por parte de Pilatos não combina com o seu retrato moral, pintado por Filon. Era um homem duro e tão desumano quanto Tibério. A vida de mais um ou menos um judeu, para ambos, era coisa da somenos importância. Filon faz de Pilatos um carrasco, e mostra que ele, em Jerusalém, agia com carta branca. Além disso, as reações de Pilatos com Tibério eram quase fraternais e ele era um delegado de absoluta confiança do imperador. Mas, como os Evangelhos foram compostos dentro dos muros de Roma, teriam de ser de modo a não desagradar às autoridades Imperiais. Pilatos foi posto nisso apenas porque os bens e a vida dos judeus estavam sob sua custódia. Entretanto, como a ocupação romana foi feita em defesa dos judeus ricos, contra os judeus pobres e os salteadores do deserto, as autoridades romanas temiam muito mais ao povo do que a Roma.
Além disso, muitas eram as razões para não gostarem de Pilatos nem de Herodes Antipas. Eles eram antipáticos aos judeus pobres, por isso teriam temido a ira popular. Esta é a razão apresentada pelos historiadores que levam a sério os Evangelhos, justificando assim o perdão do criminoso Bar Abbas e a condenação do inocente Jesus. Entretanto, se as legiões romanas realmente ali estivessem naquela época, nem Pilatos nem Herodes tomariam em consideração a opinião do povo, porque se sentiriam garantidos nos seus postos.
Além disso, a opinião popular é fator ainda bem novo na técnica de formação dos governos. Tudo o que sabemos é o que está nos Evangelhos. Jesus era um homem do povo e um dos que temiam o governo. Por isso é que em Marcos, 16:7 encontraremos Jesus aconselhando os discípulos a fuga. Em Lucas 10:4 Jesus está aconselhando aos discípulos a não falarem a ninguém em suas viagens.
Em Mateus 35:23 encontraremos Jesus reprovando os judeus que haviam assassinado Zacarias, filho de Baraquias, entre o adro do templo e o altar. A história, no entanto, afirma ser esse episódio imaginário. Flávio Josefo relata um acontecimento semelhante, registrado no ano 67, 34 anos após a pretensa morte de Jesus, referindo-se no caso a um homem chamado Baruch. Isto evidencia o descuido dos compiladores dos Evangelhos, que os compuseram sem levar em conta que, no futuro, as contradições neles encontradas seriam a prova da inautenticidade dos fatos relatados.
Nicodemos, que teria sido um fariseu rico, membro de Senedrin, homem de costumes morigerados e de boa-fé, não se fez cristão, apesar de ter agido em defesa de Jesus contra os próprios judeus. Por certo ele, como João Batista, não se convenceram da pretensa divindade de Jesus Cristo, nem mesmo se entusiasmaram com suas pregações.
Outra ficção evangélica é debitada a Paulo, o qual inventou um Apolo, que não figura entre os apóstolos e em nenhum outro relato. Em Atos dos Apóstolos 18, lê-se: “Veio de Éfeso um judeu de nome Apolo, de Alexandria, homem eloquente e muito douto nas Escrituras. Este era instruído no caminho do Senhor, falando com fervor de espírito, ensinando com diligência o que era de Jesus, e somente conhecia João Batista. Com grande veemência convencia publicamente os judeus, mostrando-lhes pelas Escrituras que Jesus era o Cristo”. Seria um judeu fiel ao judaísmo que, segundo Paulo, procurava levar seus próprios patrícios para o Cristo? Na epístola I aos Coríntios, diz que: “Apolo era igual a Jesus”.
Paulo, já no fim do seu apostolado, afirma que o imperador Agripa era um fariseu convicto, e que sua religião era a melhor que então existia. Era, assim, um divulgador do cristianismo afirmando a excelência do farisaísmo. Falando de Jesus, Paulo descreve apenas um personagem teológico e não histórico. Não se refere ao pai nem à mãe de Jesus, sendo um ser fantástico, uma encarnação da divindade que viera cumprir um sacrifício expiatório, mas não se reporta ao modo como teria sido possível a encarnação. Não diz sequer a data em que Jesus teria nascido. Não relata como nem quando foi crucificado. No entanto, estes dados têm muita importância para definir Jesus como homem ou como um ser sobrenatural. Está patente, desse modo, que Paulo é uma figura tão mitológica quanto o próprio Jesus.
Em Atos dos Apóstolos 28:15 e em 45 Paulo diz que, quando chegou a Pozzuoli, ele e os seus companheiros foram ali bem recebidos, havendo muita gente à beira da estrada esperando-os. Entretanto, chegando a Roma, teve de defender-se das acusações de haver ofendido em Jerusalém ao povo e aos ritos romanos.
Na Epístola aos Romanos 1:8 Paulo diz que a fé dos cristãos de Roma alcançara todo o mundo, razão porque encerraria sua missão tão logo regressasse da Espanha, onde saudaria um grande número de fiéis. Mas, se assim fosse, por que Paulo teve de se defender perante os cristãos de Roma, contra o seu próprio judaísmo?
Com pouco tempo Paulo já pensava encerrar sua missão porque o cristianismo já se universalizara. Entretanto, ele continuava considerando como melhor religião o farisaísmo. O cristianismo a que Paulo referia-se deveria ser anterior a Jesus Cristo, que era o seguido pelos cristãos de Roma, e não pelos cristãos dos lugares por onde Paulo havia passado pregando.
Eusébio disse que o cristianismo de Paulo era o terapeuta do Egito, e Tácito disse que os hebreus e os egípcios formavam uma só superstição.
XII
Algumas Fontes do Cristianismo
O passado religioso do homem está repleto de deuses solares e redentores. Na índia, temos Vishnu, um deus que se reencarnou nove vezes para sofrer pelos pecados dos homens. No oitavo avatar foi Krishna e, no nono, Buda. Krishna foi igualmente um deus redentor, nascido de uma virgem pura e bela, chamada Devanaguy. Sua vinda messiânica foi predita com muita antecedência, conforme se vê no Atharva, no Vedangas e no Vedanta. O deus Vishnu teria aparecido a Lacmy, mãe da virgem Devanaguy, informando que a filha iria ter um filho-deus, e qual o nome que deveria dar-lhe. Mandou que não deixasse a filha casar-se, para que se cumprissem os desígnios de deus. Tal teria acontecido 3.500 anos a.C. no Palácio de Madura. O filho de Devanaguy destronaria seu tio. Para evitar que acontecesse o que estava anunciado, Devanaguy teria sido encerrada em uma torre, com guardas na porta. Mas, apesar de tudo, a profecia de Poulastrya cumpriu-se, “O espírito divino de Vishnu atravessou o muro e se uniu à sua amada”. Certa noite ouviu-se uma música celestial e uma luz iluminou a prisão, quando Viscohnu apareceu em toda a sua majestade e esplendor. O espírito e a luz de deus ofuscaram a virgem, encarnando-se. E ela concebeu. Uma forte ventania rompeu a muralha da prisão quando Krishna nasceu. A virgem foi arrebatada para Nanda, onde Krishna foi criado, lugar este ignorado do rajá.
Os pastores teriam recebido aviso celeste do nascimento de Krishna, e então teriam ido adorá-lo, levando-lhe presentes. Então o rajá mandou matar todas as criancinhas recém-nascidas, mas Krishna conseguiu escapar. Aos 16 anos, Krishna abandonou a família e saiu pela Índia pregando sua doutrina, ressuscitando os mortos e curando os doentes. Todo o mundo corria para vê-lo e ouvi-lo. E todos diziam: “Este é o redentor prometido a nossos pais”. Cercou-se de discípulos, aos quais falava por meio de parábolas, para que assim só eles pudessem continuar pregando suas ideias.
Certo dia os soldados quiseram matar Krishna, quando seus discípulos amedrontados fugiram. O Mestre repreendendo-os, e chamou-os de homens de pouca fé, com o que reagiram e expulsaram os soldados. Crendo que Krishna fosse uma das muitas transmigrações divinas, chamaram-no “Jazeu”, o nascido da fé. As mulheres do povo perfumavam-no e incensavam-no, adorando-o.
Chegando sua hora, Krishna foi para as margens do rio Ganges, entrando na água. De uma árvore, atiraram-lhe uma flecha que o matou. O assassino teria sido condenado a vagar pelo mundo. Quando os discípulos procuraram recolher o corpo, não o encontraram mais porque, então, já teria subido para o céu.
Depois Vishnu tê-lo-ia mandado novamente à terra pela nona vez, receberia o nome de Buda. O nascimento de Buda teria sido, igualmente, revelado em sonhos à sua mãe. Nasceu em um palácio, sendo filho de um príncipe hindu. Ao nascer, uma luz maravilhosa teria iluminado o mundo. Os cegos enxergaram, os surdos ouviram, os mudos falaram, os paralíticos andaram, os presos foram soltos e uma brisa agradável correu pelo mundo. A terra deu mais frutos, as flores ganharam mais cores e fragrância, levando ao céu um inebriante perfume. Espíritos protetores vigiaram o palácio, para que nada de mal acontecesse à mãe. Buda, logo ao nascer, pôs-se de pé maravilhando os presentes.
Uma estrela brilhante teria surgido no céu no dia do seu nascimento. Nasceu também, nesse mesmo dia, a árvore de Bó, a cuja sombra o menino deus descansaria. Entre os que foram ver Buda, estava um velho que, como Semeão, recebeu o dom da profecia. Sua tristeza seria não poder assistir à glória de Buda por ser muito velho.
Buda teria maravilhado os doutores da lei com a sua sabedoria. Com poucos anos de idade, teria começado sua pregação. Teria ficado durante 49 dias sob árvore de Bó, e sido tentado várias vezes pelo demônio. Pregando em Benares, convertera muita gente. O mais célebre de seus discursos recebeu o nome de “Sermão da Montanha”. Após sua morte apareceria também aos seus discípulos, trazendo a cabeça aureolada. Davadatta trai-lo-ia do mesmo modo que Judas a Jesus. Nada tendo escrito, os seus discípulos recolheriam os seus ensinamentos orais. Buda também tivera os seus discípulos prediletos, e seria um revoltado contra o poder abusivo dos sacerdotes bramânicos. Mais tarde, o budismo ficaria dividido em muitas seitas, como o cristianismo.
Quando missionários cristãos estiveram na índia, ficaram impressionados e começaram a perceber como nasceu o romance da vida de Jesus. O Papa do budismo, o Dalai-Lama, também se diz ser infalível.
Mitra, um deus redentor dos persas, foi o traço de união entre o cristianismo e o budismo. Cristo foi um novo avatar, destinado aos ocidentais. Mitra era o intermediário entre Ormuzd e o homem. Era chamado de Senhor e nasceu em uma gruta, no dia 25 de dezembro. Sua mãe também era virgem antes e depois do parto. Uma estrela teria surgido no Oriente, anunciando seu nascimento. Vieram os magos com presentes de incenso, ouro e mirra, e adoraram-no. Teria vivido e morrido como Jesus. Após a morte, a ressurreição em seguida.
Fírmico descreveu como era a cerimônia dos sacerdotes persas, carregando a imagem de Mitra em um andor pelas ruas, externando profunda dor por sua morte
Por outro lado, festejavam alegremente a ressurreição, acendendo os círios pascais e ungindo a imagem com perfumes. O Sumo Sacerdote gritava para os crentes que Mitra ressuscitara, indo para o céu para proteger a humanidade.
Os ritos do budismo, do mitraísmo e do cristianismo são muito semelhantes. Horus foi o deus solar e redentor dos egípcios. Horus, como os deuses já citados, também nasceria de uma virgem. O nascimento de Horus era festejado a 25 de dezembro.
Amenófis III criou um mito religioso, que depois foi adaptado ao cristianismo. Trata-se da anunciação, concepção, nascimento e adoração de Iath. Nas paredes do templo, em Luxor, encontram-se os referidos mistérios.
Baco, o deus do vinho, foi também um deus salvador. Teria feito muitos milagres, inclusive a transformação da água em vinho e a multiplicação dos peixes. Em criança, também quiseram matá-lo.
Adonis era festejado durante oito dias, sendo quatro de dor e quatro de alegria; as mulheres faziam as lamentações, como as carpideiras pagas de Portugal. O rito do Santo Sepulcro foi copiado do de Adonis. Apagavam todos os círios, ficando apenas um aceso, o qual representava a esperança da ressurreição. O círio aceso ficava semiescondido, só reaparecendo totalmente no momento da ressurreição, quando então o pranto das mulheres era substituído por uma grande alegria.
Também os fenícios, muitos milênios antes, já tinham o rito da paixão, do qual copiaram o rito da paixão de Cristo.
Todos os deuses redentores passaram pelo inferno, durante os três dias entre a morte e a ressurreição. Isto é o que teria acontecido com Baco, Osiris, Krishna, Mitra e Adonis. Nestes três dias, os crentes visitavam os seus defuntos, segundo Dupuis, em “L’ Origine des tous les cultes”.
Todos os deuses redentores eram também deuses-sol, como Átis, na Frígia; Balenho, entre os celtas; Joel, entre os germanos; Fo, entre os chineses.
Assim, antes de Jesus Cristo, o mundo já tivera inúmeros redentores. Com este ligeiro apanhado da mitologia dos deuses, deixamos patente a origem do romance do Gólgota. Acreditamos ter esclarecido quais as fontes onde os criadores do cristianismo foram buscar inspiração.
XIII
Jesus Cristo, uma Cópia Religiosa
O precedente estudo permite-nos constatar que, nas diversas épocas da história, as religiões transformam-se, variando em razão da complexidade cada vez maior das sociedades em que elas existem.
Vimos que a crença em um deus redentor é muito anterior ao judaísmo, sempre ligada à ânsia da necessidade de redenção das tremendas aflições do populacho. Quanto a Jesus Cristo, resultou de uma série de mitos, que os hebreus copiaram dos babilônicos, dos egípcios e de outros povos, visando com isto dar consistência ao judaísmo.
Estudos filológicos forneceram as bases para o estabelecimento de um traço de união entre as crenças dos deuses orientais e o judaísmo. Tomemos, por exemplo, as palavras Ahoura-Mazzda e Jeová, que significam “O que é”. Partindo de velhas lendas orientais, e baseando-se na origem comum da palavra, foi compilado o Gênese, numa tentativa de explicar a criação do mundo. Segundo o Zend-Avesta, o Ser Eterno criou o céu e a terra, o sol a lua, as estrelas, tudo em seis períodos, aparecendo o homem por último.
O descanso foi posto no sétimo dia. Manu havia ensinado, muito antes, que no começo tudo era trevas, quando Bhrama dispersou-as, criou e movimentou a água, em seguida produziu os deuses secundários, os anjos dirigidos por Mossura, os quais posteriormente rebelar-se-iam contra Deus. Veio então Shiva, e arrojou-os ao inferno. Shiva tornou-se a terceira pessoa da Santíssima Trindade Bhramânica em consequência das sucessivas invasões bárbaras sofridas pela Índia. Os bárbaros, crendo em Shiva, o deus da lascívia e do sensualismo, impuseram sua inclusão, com o que surgiu a trindade divina de Bhrama.
Manu ensinara igualmente que Deus criara o homem e a mulher, fazendo-os apenas inferior a Devas, isto é, Deus. O primeiro homem recebera o nome de Adima ou Adam, e a primeira mulher, Heva, significando o complemento da vida. Foram postos no paraíso celeste e receberam ordem de procriar. Deveriam adorar a Deus, não podendo sair do paraíso. Mas, um dia, indo ver o que havia fora dali, desapareceram. Bhrama perdoou-os, mas expulsou-os, condenando-os a trabalhar para viver. E disse que, por haverem desobedecido, a terra tornar-se-ia má, porque o espírito do mal dela se apoderara.
Entretanto, mandaria seu filho Vishnu que, se encarnando em uma virgem, redimiria a humanidade, libertando-a definitivamente do pecado da desobediência.
Ormuzd teria prometido ao primeiro casal humano que, se fossem bons, seriam felizes na terra. Mas Arimã mandou que um demônio em forma de serpente aconselhasse a desobedecerem a deus. Comeram os frutos que Arimã lhes deu, acabou a felicidade humana, e todos os que nascessem daí em diante seriam infelizes. Sendo levados cativos para a Babilônia, os judeus ali encontraram tal lenda. Libertos, voltando à Judeia, trouxeram essa crendice, como também a crença da imortalidade da alma e da vida futura, dos espíritos bons e espíritos maus, surgindo daí os anjos Gabriel, Miguel e Rafael, os querubins e serafins. Nasceu daí o mito do diabo, o anjo rebelado.
A palavra paraíso é o termo persa que significa jardim. Os persas, os hindus, os egípcios e os gregos criam no paraíso. Da mesma forma, todos eles criam no inferno. Entretanto, as crenças antigas desconheciam as penas eternas, que foram criadas pelo cristianismo, aliás, uma das poucas coisas originárias dessa crença. Também o purgatório, naturalmente, é outra novidade do cristianismo, sendo desconhecido do judaísmo. A ideia do purgatório vem de Platão, que havia dividido as almas em puras, curáveis e incuráveis.
Os filhos de Adima e Heva haviam-se tornado numerosos e maus. Por isso, Deus mandou o dilúvio para matá-los. Mas deu ordem a Vadasuata para construir um barco e nele entrar com a família, devido ao fato de ser um homem virtuoso. Deveria levar consigo, além da família, um casal de cada espécie de animal existente: esta é a história do dilúvio relatada nos Vedas, e que foi incluída na Bíblia dos cristãos.
As origens do cristianismo repousam, incontestavelmente, nas lendas e crenças dos deuses mitológicos, não apenas dos judeus, mas também de outros povos.
Os caldeus e os fenícios, como os judeus, haviam-se especializado no comércio, e por dever de ofício, alfabetizaram-se. Assim, sabendo ler e escrever, puderam copiar as lendas e o folclore dos povos com os quais comerciavam e conviviam, os quais puderam adquirir longevidade e fixar-se melhor na memória humana.
Sendo comerciantes por excelência, os judeus perceberam que a religião poderia tornar-se uma boa mercadoria, através da qual adviria o domínio de muitos povos e vontades. Desta forma, tendo compilado o que julgaram mais interessante ou mais proveitoso em relação aos seus propósitos, passaram a difundir pelo mundo as suas ideias religiosas. Com isto, o conhecimento e a razão foram substituídos pelas crendices e superstições religiosas.
Desde há muito a religião tem servido para moderar os impulsos humanos, sobretudo daqueles que pertencem a uma classe social menos favorecida.
Salientamos o prejuízo que o mundo tem sofrido com o rebaixamento mental imposto com as crenças e superstições religiosas, com o que o conhecimento sofre uma estagnação sensível.
No entanto, o homem tem-se deixado levar pelas crenças e práticas religiosas sem que nenhum benefício lhe advenha em retribuição. O homem tem feito tudo por si mesmo, apesar de sua religiosidade. A única classe beneficiada realmente com a religião é a dos sacerdote.
Retornamos ao assunto em pauta, após uma rápida digressão. A Bíblia cita dez patriarcas que teriam morrido em idade avançada, antes do dilúvio. Contudo, essa lenda provém da tradição caldáica, segundo a qual dez reis governaram durante 432 anos. Da mesma forma, as lendas hindus, egípcias, árabes, chinesas ou germânicas fazem referência a homens que teriam tido uma longa vida, como a do Matusalém da Bíblia.
Igualmente, a lenda de Abraão, que deveria sacrificar o seu filho Isaac, procede de lendas anteriores ao judaísmo. O livro das profecias hindus relata uma história igual. Ramatsariar conta que Adgitata, protegido de Bhrama, por ser um homem de bem, teve um filho que nasceu tão milagrosamente como Jesus. Entretanto, Bhrama, para experimentá-lo, ordena-lhe que sacrificasse o filho. Ele obedece, mas Bhrama impede-o no momento exato, seu filho seria o pai de uma virgem, a qual, por sua vez, seria a mãe de deus-homem.
José e a mulher de Putifar foi a cópia de uma velha lenda egípcia, conforme documentos recentemente traduzidos. Era uma história intitulada “Os dois irmãos”.
Emílio Bossi, relatando o achado, dá a palavra a Jacolliot: “Um homem da Índia fez leis políticas e religiosas; chamava-se Manu. Esse mesmo Manu foi o legislador egípcio, Manas. Um cretense vai ao Egito estudar as instituições que pretende dar ao seu pais, e a história confirma-nos isto dizendo que esse cretense foi Minos. Enfim, o libertador dos escravos judeus chamava-se Moisés, que teria recebido as leis das mãos do próprio Jeová. Temos, então, Manu, Manes, Minos e Moisés, os quatro nomes que predominaram no mundo antigo. Aparecem nos albores de quatro diversos povos para representar o mesmo papel, rodeados da mesma auréola misteriosa, os quatro são legisladores, grandes sacerdotes e fundadores das sociedades teocráticas e sacerdotais. Esses quatro nomes têm a mesma raiz sânscrita. O hinduismo deu origem ao judaísmo. Por isso, de Jeseu Krishna fizeram Jesus Cristo”.
Documentos recentemente estudados mostram terem sido os hindus os prováveis colonizadores do Egito. A documentação demonstra que o conhecimento nasceu do saber hindu.
A assiriologia mostra que a lenda de Moisés foi copiada da de Sargão I, rei acádio, que igualmente teria sido salvo em um cesto deixado no rio, à deriva.
A lenda de Sansão é outro exemplo. Sansão representa o sol. O poder que lhe foi atribuído é o mesmo dos deuses solares. E, assim, examinando os escritos de antigas civilizações, chegamos ao conhecimento das origens de tudo o que a Bíblia narra como fatos reais. Concluímos então que Jesus Cristo nada mais representa que uma cópia das lendas e mitos dos deuses adorados por povos os mais remotos e variados.
XIV
Os Deuses Redentores
Percebendo a importância da luz do sol sobre a terra, o homem imaginou que essa luz seria uma emanação protetora de Deus. Da ideia de que existia um único sol, surgiu o monoteísmo, isto é, a crença em um só Deus.
Das palavras Devv e Divv, que em sânscrito significam sol e luminoso, originou-se a palavra deus. Daí, em grego, a palavra Zeus; em latim, deo; para os irlandeses, dias; em italiano dio, etc.
A parte do tempo em que a terra recebe a luz do sol recebeu o nome dia em oposição ao período de trevas, a noite. O dia teria sido um presente divino, graças à luz solar. Conseguindo produzir o fogo, aumentou a crença humana no deus sol. Graças ao fogo, o homem pôde libertar-se de um dos seus maiores inimigos, que era o frio, assim como passou a cozinhar os seus alimentos. Devendo cada vez mais a vida ao calor, a gratidão do homem para com o sol cresceu ainda mais. Foi assim que nasceu o mito solar, do qual Jesus Cristo é o último rebento.
Por uma série de ilações, chegaram igualmente à concepção do significado místico da cruz. Dos raios solares foi criada uma cruz, espargindo raios por todos os lados. Da mesma forma foi a ideia do Espírito Santo, um espírito benfazejo, que irradia a bondade divina. Depois a sequência mística do sol, o fogo e o vento, dando origem a Salvitri, Agni e Vayu, do mito védico.
O rito védico celebra o nascimento de Salvitri, o deus-sol, em 25 de dezembro, no solstício, quando aparecem as refulgentes estrelas. As estrelas trazem a boa nova, a perspectiva de boas colheitas. Daí os sacrifícios e os ritos propiciatórios oferecidos ao deus-sol.
Assim os cristãos encontraram o seu Jesus Cristo.
A vida dos deuses redentores é a vida do sol. Por isso, todos eles tiveram suas datas de nascimento fixadas em 25 de dezembro: Mitra, Horus e Jesus Cristo. Também é simbólica a ressurreição na primavera, tempo da germinação e das folhas novas. Baseando-se nisto, Aristóteles e Platão admitiram uma certa racionalidade dos que adoravam o sol.
Heródoto e Estrabão diziam que Mitra era o deus-sol, tendo por emblema um sol radiante. Plutarco conta que o culto de Mitra veio para a Sicília trazido pelos piratas do mar. Em escavações feitas no solo italiano, foram encontradas placas de barro solidificados ao sol trazendo esta inscrição: “Deo Soli Invicto Mitrae”, lembrando o deus dos persas.
Niceto escreveu que certos povos adoraram a Mitra como o deus do fogo, outros como sendo o deus-sol.
Júlio Fírmino Materno disse que Mitra era a personificação do deus fogo, enquanto Aquelau considerava-o o deus-sol.
São Paulino descreveu os mistérios de Mitra como sendo os de um deus solar e redentor. Karneki, rei hindo-escita, no começo de nossa era, mandou cunhar moedas em que se vê a efígie de Mitra dentro de um sol radiante. Mitra ainda era representado com um disco solar na cabeça, segurando um globo com a mão esquerda. Do mesmo modo os cristãos representam Jesus Cristo. Era o Senhor. Ao surgir o cristianismo, os cristãos primitivos ainda chamavam o sol de “Dominus”, com o que, lentamente, foi absorvendo o ritual mitráico.
No Egito, o sol era o “Pai Celestial”. Um obelisco trazido para o Circo Máximo de Roma trazia esta inscrição: “O grande Deus, o justo Deus, o todo esplendente”, tendo um sol espargindo seus raios para todos os lados.
Da mesma forma, todos os deuses dos índios americanos pertenciam ao rito solar, assim como os deuses dos hindus, dos chineses e japoneses. Os caldeus, adorando o sol como seu deus, dedicaram-lhe a cidade de Sípara, onde ardia o fogo sagrado, eternamente, em sua honra. Em Edessa e em Palmira foram encontrados templos dedicados ao deus-sol. Orfeu considerava o sol como sendo o deus maior. Agamenon disse que o sol era o deus que tudo via e de que tudo provinha.
Os judeus e os líderes do cristianismo, para a formação deste, só tiveram de adaptar as crenças e rituais antigos a um novo personagem: Jesus Cristo. Toda a roupagem necessária para vestir o novo deus preexistia. Apenas fazia-se necessário amoldá-la um pouco.
XV
Jesus Cristo É um Mito Solar
Tendo em vista o completo silêncio histórico a respeito de Jesus Cristo, bem como as evidentes ligações deste com o mito dos deuses-solares, Dupuis escreveu o seguinte: “Um deus nascido de uma virgem, no solstício do inverno, que ressuscita na Páscoa, no equinócio da primavera, depois de haver descido ao inferno; um deus que leva atrás de si doze apóstolos, correspondentes às doze constelações; que põe o homem sob o império da luz, não pode ser mais que um deus solar, copiado de tantos outros deuses heliosísticos em que abundavam as religiões orientais. No céu da esfera armilar dos magos e dos caldeus via-se um menino colocado entre os braços de uma virgem celestial, a que Eratóstenes dá como Ísis, mãe de Horus. Seu nascimento foi a 25 de dezembro. Era a virgem das constelações zodiacais. Graças aos raios solares, a virgem pôde ser mãe sem deixar de ser virgem… Via-se uma jovem ‘Seclanidas de Darzana’, que em árabe é ‘Adrenadefa’, e significa virgem pura, casta, imaculada e bela… Está assentada e dá de mamar a um filho que alguns chamam de Jesus e, nós, de Cristo”.
Já vimos que Jesus repete todos os mistérios dos deuses solares e redentores, pelo que Heródoto, Plutarco, Lactâncio e Firmico puderam afirmar que esse deus redentor é o sol. De modo que Jesus é apenas mais um deus solar.
Ainda hoje, grande parte do rito cristão é de origem solar. Na Bíblia, encontramos estas palavras: “Deus estabeleceu sua tenda no sol”, e ainda: “Sobre vós que temeis o meu nome, levantar-se-á o sol da justiça e vossa vida estará em seus raios”.
João diz que “o verbo é a lei, a luz e a vida, a luz que Ilumina a vista de todos os mortais, a luz do mundo”. E ainda chama a Jesus de o “cordeiro”, o “Agnus Dei qui tollit peccata mundi”. Com isto, o Apocalipse fez de Jesus o “cordeiro pascal”, e a Igreja adorou-o sob a forma de um cordeiro até o ano de 680. Era o Cristo o Áries zodiacal, vindo de Agnus, com a significação de fogo, o sol condensado.
Origenes justificava a adoração do sol tendo em vista a sua luz sensível e também pelo aspecto espiritual.
Tertuliano reconheceu que o dogma da ressurreição tem sua origem na religião persa de Mitra. Para S. Crisóstomo, Jesus era o sol da justiça, para Sinésio, o sol intelectual. Fírmico Materno descreveu Jesus baixando ao inferno, esplendente como o sol.
O domingo, o dia do Senhor, o dia do descanso, procede de Dominus, o deus-sol, o Senhor.
Segundo Teodoro e Cirilo, para o maniqueus Cristo era o sol. Os Saturnilianos acreditavam que a alma tinha substância solar, deixando o corpo e voltando para o sol, de onde proviera, após a morte.
O antigo rito do batismo determinava que o catecúmeno voltasse o rosto em primeiro lugar para o ocidente, para retirar de si a satanás, símbolo das trevas.
Igualmente, as festas do sábado santo são reminiscências do mito da luta do sol contra as trevas, na Páscoa. As orações desse ofício são cópia dos hinos védicos. A palavra aleluia, que era o grito de alegria dos persas, adoradores do sol, quando na Páscoa festejavam a sua volta, significa: elevado e brilhante.
Foram necessários muitos séculos para que a igreja pudesse alienar um pouco do que lembrava que o seu culto era de um deus solar. Entretanto, a história escrita é inflexível, e demonstra que todos os deuses redentores ou solares foram tão adorados quanto o mitológico Jesus Cristo. E embora tenha havido longas fases em que foram impostos a ferro e fogo, nem por isto deixaram de cair, nada mais sendo hoje do que o pó do passado religioso do homem.
O certo é que Jesus Cristo é mitológico de origem, natureza e significação. O seu surgimento ocorreu para atender à tendência religiosa e mística da maioria, que ainda hoje teme as realidades da vida e, portanto, procura, para orientar-se, algo fora da esfera humana, na esperança de assim conseguir superar a si mesmo e aos obstáculos que surgem quotidianamente.
O cristianismo é produto de tendências naturais de uma época, aproveitadas espertamente pelos líderes do cristianismo. O judeu pobre e oprimido, não tendo para quem apelar, passou a esperar de Deus aquilo que o seu semelhante lhe negava. O sacerdote, valendo-se do deplorável estado de espírito de uma população faminta e, sobretudo, desesperançada, ressuscitou um dentre os velhos deuses para restaurar a esperança do povo judeu. E, assim, surgiu mais um mito solar, mais um deus com todos os atributos divinos, tal como os que antecederam. O novo deus solar em questão é Jesus Cristo.
XVI
Outras Fontes do Cristianismo
Conforme temos dito repetidas vezes, o cristianismo tomou por empréstimo tudo quanto se fez necessário à sua formação. Assim, todos os ensinamentos atribuídos a Cristo foram copiados dos povos com os quais os judeus tiveram convivência. A sua moral, a moral que Cristo teria ensinado, aprendeu-a com os filósofos que o antecederam em muitos séculos.
De sorte que não há inovações em nenhum setor ou aspecto do cristianismo. Antigos povos, milênios antes, adoraram seus deuses semelhantemente.
Dentre as máximas adotadas pelo cristianismo, comentaremos a seguinte: “Não faças aos outros o que não queres que a ti seja feito”. Este ensinamento não teria partido de Jesus, conforme pretendem os cristãos, não sendo sequer uma máxima cristã, originariamente.
Encontrá-la-emos em Confúcio, e ainda no bramanismo, no budismo e no mazdeismo, fundado por Zoroastro. Era uma orientação filosófica e religiosa, adotada pelos hindus. A originalidade do cristianismo consistiu apenas em criar as penas eternas, um absurdo desumano e irracional. Enquanto isso, o mazdeismo cria a possibilidade de regeneração do pior bandido, admitindo mesmo a sua plena reintegração no seio da sociedade.
O perdão aos inimigos foi, muito antes de Jesus, aconselhado por Pitágoras. Os egípcios religiosos praticavam uma moral muito elevada. No “Livro dos Mortos” encontramos a confissão negativa, de acordo com a qual a alma do morto comparecia ante o tribunal de Osiris e proferia em alta voz as suas más ações.
O sentimento de igualdade e fraternidade para com os homens foi ensinado por Filon. O cristianismo adotou os seus ensinamentos, atribuindo-os a Jesus. São de Filon as seguintes palavras: “Os que exaltam as grandezas do mundo como sendo um bem, devem ser reprimidos.”; “A distinção humana está na inteligência e na justiça, embora partam do nosso escravo, comprado com o nosso dinheiro.”; “Porque hás de ser sempre orgulhoso e te achares superior aos outros?”; “Quem te trouxe ao mundo? Nu vieste, nu morrerás, não recebendo de Deus senão o tempo entre o nascimento e a morte, para que o apliques na concórdia e na justiça, repudiando todos os vícios e todas as qualidades que tornam o homem um animal”; “A boa vontade e o amor entre os homens são a fonte de todos os bens que podem existir”. Como vemos, não há nada de novo no cristianismo.
Platão salientou a felicidade que existe na prática da virtude. Ensinou a tolerância à injúria e aos maus tratos, e condenou o suicídio. Recomendou o humanismo, a castidade e o pudor, e condenou a volúpia, a vingança e o apego demasiado aos bens. Sua moral baseou-se na exaltação da alma, no desprezo dos sentidos e na vida contemplativa. O Padre Nosso foi copiado de Platão. Quem conhece bem a obra de Platão percebe os traços comuns entre a mesma e o cristianismo. Filon inspirou-se em Platão e, a Igreja, na obra de Filon, que helenizou o judaísmo.
Aristóteles afirmou que a comunidade repousa no amor e na justiça. Admitia a escravatura, mas libertou os seus escravos. Poderiam existir escravos, mas não a seu serviço. A comunidade deveria instruir a todos, independentemente da classe social, com o que ensinou o evangelho aos Evangelhos.
A abolição do sacrifício sangrento não foi introduzida pelo cristianismo. Não lhe cabe tal mérito. Gélon, da Sicília, firmando a paz com os cartagineses, estipulou como condição a supressão do sacrifício de vidas animais aos seus deuses.
Sêneca aconselhava o domínio das paixões, a insensibilidade à dor e ao prazer. Recomendava igualmente a indulgência para com os escravos, dizendo que todos os homens são iguais. Referia-se ao céu como fazem os cristãos, afirmando que todos são filhos de um mesmo pai. Concebia como pátria o Universo. Os homens deveriam se ajudar e se amar mutuamente. Enquanto isso, o humanismo cristão limitou-se apenas aos irmãos de fé. O bem visa somente a salvação da alma, o que é egoísmo, nunca humanismo. Sêneca manifestou-se contrário à pena de morte; o cristianismo, ao contrario, é responsável por inúmeras execuções. Admitia a tolerância mesmo em face da culpa. Em vez de perseguir e punir, por que não persuadir, ensinar e converter?
Epíteto e Marco Aurélio foram bons professores dos cristãos. Os filósofos greco-romanos foram grandes mestres da moral cristã e da consolação, sem que para isto criassem empresas, negócios ou castas. O cristianismo existente antes de Jesus Cristo já pregava a moral anterior ao martírio do Gólgota. A moral cristã não veio de Jesus Cristo nem dos Evangelhos, mas nasceu da tendência natural para o aperfeiçoamento do homem. Não fosse a destruição sistemática de antigas bibliotecas, determinada pelo clero no intuito de preservar os seus escusos interesses, hoje seria possível patentear com documentos à mão que a moral anterior à cristã era bem melhor do que esta, tendo-lhe servido de modelo. Assim, vê-se que a moral jamais foi patrimônio de castas ou de indivíduos, sendo uma lenta conquista da humanidade, com ou sem religião, e mesmo contra ela. Por isso é que o mundo racionaliza-se continuamente, e avança sempre no sentido do seu aperfeiçoamento. A bondade humana independe da ideia religiosa. A razão ensina-nos o que devemos ao nosso meio social, independentemente da fé e da religião. Para justificar o aparecimento de Jesus, fez-se necessário recorrer a uma moral que, no entanto, já era um patrimônio da humanidade. Jesus nada mais foi do que a materialização de qualidades que já existiam. Por isso, mesmo em moral, Jesus foi ator, não autor. O cristianismo apenas sistematizou e industrializou essa velha moral, estabelecendo-a como um rendoso comércio. A Igreja é responsável pela deturpação dessa moral. Havia a moral pela moral, que foi substituída pela moral bíblica, em que só se é bom para ganhar o céu.
Superpondo-se um grupo empresarialmente forte, extinguiu-se a moral individual.
XVII
Judaísmo e Cristianismo
Pesquisas recentes e estudos comparados têm demonstrado que a mitologia judaico-cristã é bem anterior ao próprio judaísmo, quando se percebe que dogmas como o da imortalidade da alma, da ressurreição e do Verbo encarnado são muito anteriores ao cristianismo.
A imortalidade da alma já era multimilenar quando os judeus foram levados cativos para a Babilônia. Zoroastro ensinara, muito antes, ser a alma imortal, e que essa imortalidade seria produto de uma opção humana. O livre arbítrio levaria o homem a escolher uma vida que o levaria ou não à imortalidade. O erro e o mal produziriam a morte definitiva, a prática do bem, a imortalidade.
Do mesmo modo, na Ciropédia, bem anterior a Zoroastro, lê-se que Ciro, moribundo, disse: “Não creio que a alma que vive em um corpo mortal se extinga desde que saia dele, e que a capacidade de pensar desapareça apenas porque deixou o corpo que não tem como pensar por si mesmo”. Por outro lado Einstein, pouco antes de morrer, declarou não crer que algo sobrasse do ser vivo após a morte.
Os egípcios, os hindus, os sumérios, os hititas e os fenícios criam na imortalidade da alma.
A ressurreição foi um dos fundamentos do Zend-Avesta. Zoroastro também ensinou que o fim do mundo seria precedido por um grande acontecimento, a ser predito por profetas. Os persas tiveram os seus profetas, que foram Ascedermani e Ascerdemat, os quais passaram à Bíblia sob os novos nomes de Enock e Elias, entidades míticas, como se vê. Desses mitos surgiram o Talmud e os Evangelhos, o que mostra que, em religião, a ideia original pertence à noite dos tempos.
A doutrina do Verbo já era antiquíssima no Egito. Deus teria gerado Kneph — a palavra, o Verbo —, que é igual ao pai. Da união de Deus com o Verbo nasceu o fogo, a vida, Fta, a vida de todos os seres.
O monoteísmo e a Santíssima Trindade eram crenças muito antigas na Índia. Os deuses únicos e os deuses secundários são uma velha doutrina oriental. A religião greco-romana já possuía o seu Apolo e Zeus, acolitados por uma porção de deuses secundários. Essas velhas lendas deram origem ao Deus do cristianismo, com toda sua corte de santos e anjos. O politeísmo de há muito vinha caminhando para o monoteísmo. Os gregos já haviam concebido a ideia de um intermediário entre os homens e Júpiter, que era Apolo, tendo-se encarnado para redimir os homens.
Porfírio citou o seguinte oráculo de Serapis: “Deus é antes e depois e ao mesmo tempo, é o Verbo e o Espírito, como um e outro”.
O mundo antigo cria em um Deus único, pai de todas as coisas, afirmou Máximo de Tiro. O povo então já dizia: Deus o sabe! Deus o quer! Deus o abençoe! Os oráculos só se referiam a Deus e não aos deuses.
Os apologistas do cristianismo, tais como Eusébio, Agostinho, Lactâncio, Justino, Atanásio e muitos outros, ensinavam que unidade de Deus era conhecida desde a mais remota antiguidade. Os órficos, inclusive, admitiam-na.
Na Bíblia, ao ser traduzido para o grego e para o latim, o nome de Deus passou a ser muitas vezes Senhor, Dominus, para ficar conforme o nome do Deus-sol do mitraísmo.
O amor a Deus foi a base de todas as religiões copiadas pelo judaísmo. Isaías falava de Deus como Pai Celestial. Ezequiel dizia que Deus não queria a morte do pecador, preferindo antes a sua conversão. O justo viverá eternamente pela fé. São palavras de Habacuc, repetidas por Paulo em Gálatas 3:2.
Como vimos, a doutrina do Verbo vem de Platão, tendo sido este o intermediário entre os metafísicos e os cristãos. Foi ele quem concebeu a ideia da separação do corpo e da alma, e pôs aquele na dependência desta. Na sua opinião, a terra era o desterro da alma. Foi o criador do sistema filosófico da decadência moral do homem, fazendo dos sentidos uma ameaça, do mundo um mal, e da eternidade o delírio, o sonho.
Cícero e Sêneca tinham ideias cristãs, mas não conheceram a Jesus Cristo nem ao cristianismo. Agostinho leu as obras de Cícero e trocou o maniqueísmo pelo cristianismo. A Igreja procurou destruir as principais obras de Cícero e de Sêneca para que a posteridade não percebesse que eles não tinham sido cristãos seguidores de Cristo, mas apenas que as suas ideias coincidiam com as que o cristianismo esposou.
O cristianismo nasceu da helenização do judaísmo. Os cristãos terapeutas abandonaram o judaísmo ortodoxo porque este tinha posto de lado o culto nacional do templo e o sacrifício Pascal, retirando-se para uma vida contemplativa nos montes, longe dos homens e dos negócios. Estabeleceram uma sociedade comunal, considerando o casamento um apego à carne, um empecilho à salvação da alma, com o que proscreveram os principais prazeres da vida, exaltando o celibato e a pobreza, como os essênios, além de aconselhar a caridade.
Eusébio chamou aos terapeutas de cristãos sem Cristo. Para ele, um terapeuta era um autêntico cristão. Isto levou Strauss a escrever: “Os terapeutas, os essênios e os cristãos dão sempre muito o que pensar”.
A doutrina dos essênios, a moral dos terapeutas, a encarnação do Verbo, vinda do judaísmo helenizado, é o cristianismo de Filon. Desse modo, Filon foi criador do cristianismo, sem o saber. Ele refere-se ao Verbo nos termos da mitologia egípcia, sem, contudo, mencionar a crença em Jesus Cristo.
Salomão fez da sabedoria divina a criação. O Livro da Sabedoria define a natureza desse principio intermediário, transformando o pensamento vago do rei judeu sobre a sabedoria da doutrina do Verbo.
Sirac, em “Eclesiástico”, faz a doutrina do Verbo ser mais precisa: “A sabedoria vem de Deus, estando sempre com ele. Foi criada antes de todas as coisas. A voz da inteligência existe desde o principio. O Verbo de Deus, no mais alto do céu, é a fonte da sabedora”! Filon disse que o Verbo se fizera humano. Segundo ele, Deus era infalível e inacessível à inteligência humana, não nos alcançando senão pela graça divina. Para ele, ainda, o Verbo não era apenas a palavra, mas a imagem visível de Deus. O Verbo seria o Ungido do Senhor, o ideal da natureza, o Adão Celeste, é a doutrina da encarnação do Verbo, tomando a forma humana. O Verbo é o intermediário entre Deus e os homens. Diz ainda que o Verbo é o pão da vida. Por ai vemos que não foi o Cristo o criador do cristianismo, mas este é que o criou.
Clemente de Alexandria, Origenes ou Paulo, assim como os primeiros padres do cristianismo, jamais se referiram a Jesus Cristo como tendo sido um homem que tivesse caminhado do Horto ao Gólgota, mas tiveram-no apenas como o Verbo, conforme a doutrina de Platão e de Filon.
XVIII
O Cristianismo sem Jesus Cristo
Está patente a existência do cristianismo sem Cristo. A existência do clero, por outro lado, foi uma exigência bramânica. Pregando por meio de parábolas, os sacerdotes faziam-se necessários para esclarecer o sentido das mesmas. Justifica-se, assim, o pagamento com as esmolas dos crentes. Ensinavam a religião e apoderavam-se do dinheiro. Suas terras e os templos já eram isentos dos impostos. O sumo-sacerdote não se casava e era venerado como um deus.
No budismo, tanto os bonzos como os mosteiros são mantidos pela comunidade, e os monges, igualmente, não se casam. O Dalai-Lama é o Vigário de Deus, o sucessor de Fó, sendo Infalível como o Papa se diz ser. Nos mosteiros todos se chamam de irmãos.
O clero persa era dividido em ordens hierárquicas, e tinha o direito a um décimo da renda da comunidade. Os magos persas, como os profetas judeus, eram puros e não trabalhavam.
No Egito, a classe mais alta era a dos sacerdotes. Elegiam o rei e limitavam a sua ação. O povo arrendava as terras do templo. Só o clero ensinava a religião e presidia aos sacrifícios. O regime era teocrata e todos tinham de submeter-se às regras eclesiásticas. O sacerdote era o adivinho, fazia os oráculos, as profecias, os sortilégios e os exorcismos. Afirmava ter força sobre a natureza, para o bem da humanidade.
Os brâmanes procuravam afugentar os malefícios e as maldições. Para isto, cultivam certas plantas, como o lótus e o cânhamo, das quais faziam licores como o “amrita”, que possuía virtudes milagrosas. Tinham as mesmas modalidades de expiação ainda hoje adotadas pelo cristianismo.
As mortificações hindus são as mesmas praticadas pelos cristãos medievais. Certos crentes carregaram durante toda a vida enormes colares de ferro, outros, pesadas correntes de ferro. Alguns se marcavam com o ferro em brasa, avivando a ferida todos os dias. Muitos vão rolando deitados até Benares, pagar ali suas promessas. Também usam sandálias cravadas de finos pregos, os quais entram pelas solas dos pés.
No Egito, os sacerdotes de Ísis açoitavam-se em sua honra, expiando, com isso, suas próprias culpas e as do povo.
Entre os gregos havia a água lustral para as expiações e para as propiciações. Os sacerdotes de Dodona feriam-se e os de Diana praticavam tais coisas em seus corpos, que às vezes punham em perigo a própria vida.
Os romanos procuravam livrar-se das calamidades públicas oferecendo aos seus deuses sacrifícios humanos. Os Indostânicos tornavam-se celibatários, pediam esmolas, jejuavam e isolavam-se do convívio com outras Pessoas.
No budismo, as crianças eram ensinadas a fazer votos de castidade. O governo concedia honras especiais ao que chegavam aos 40 anos castos. No Egito, existiam mosteiros apropriados para os que faziam votos de castidade. Também os sacerdotes de Baco, na Grécia, faziam tais votos. Os sacerdotes de Cibele eram castos e castrados. Em Roma, as vestais viviam em mosteiros, indo para eles até aos seis anos de idade, e juravam não deixar extinguir-se o fogo sagrado e manterem-se virgens. A que faltasse ao juramento seria enterrada viva e, o amante, condenado à morte.
Os budistas consagravam o pão e o vinho, representando o corpo e o sangue de Agni, quando os bonzos aspergiam os crentes. Enquanto aspergem água lustral, cantam hinos ao sol e ao Fogo, o “Kirie Eleison” que os católicos copiaram e cantam ou recitam durante a missa. Inicialmente o sacrifício constava da imolação de uma pessoa, a qual posteriormente foi substituída pela hóstia. Tal como o padre católico, o sacerdote budista também lava as mãos antes das libações. A cerimônia budista é em tudo semelhante à missa da Igreja Católica.
Os persas tinham, em seus ritos religiosos, a eucaristia, ou seja, a mesma oferenda do pão e do vinho que também consta do ritual da missa, bem como o Pater Noster, o Credo e o Confiteor.
Na Grécia, rezava-se pela manhã e à noite. Os etruscos juntavam as mãos quando oravam. Também a confissão lá era praticada pelos persas. O ritual do catolicismo tem muito do ritual mitraico, assim como a vestimenta dos sacerdotes católicos foi copiada do figurino dos sacerdotes de Mitra.
Muitas das religiões pré-cristãs já festejavam a Páscoa e a Natividade. Os persas inclusive dedicaram um dia aos mortos. E, no dia em que o filho começava a receber instrução religiosa, havia festa na casa dos pais.
Entre os gregos, cada dia da semana era dedicado a um deus.
Os Hindus viviam peregrinando de um templo para outro. Criam na existência de dias bons e dias maus, como também em sortilégios e malefícios. Cada pessoa era dedicada a um anjo que a protegia desde o nascimento. Benziam as vacas, os instrumentos agrícolas e animais domésticos.
A história do passado religioso do homem está repleta de virgens puras e belas, que são as mães dos deuses. Maria, mãe de Jesus Cristo, é apenas mais uma dentre tantas outras.
Igualmente, as procissões constituem práticas multimilenares. É antiquíssima tal modalidade de culto. Juno e Diana passearam em andores durante muitos séculos. As cidades sempre se enfeitaram à passagem dos santos e dos deuses.
Por aí vemos que nem Jesus nem o cristianismo têm nada de original. A veneração das imagens já era muito anterior ao cristianismo. Por outro lado, o judaísmo, que as baniu, não foi, entretanto, o primeiro a tomar tal atitude. Plutarco disse que os tebanos não as usavam, assim como Numa Pompílio proibiu os romanos de usarem-nas, durante o seu governo. O batismo era uma cerimônia praticada pelos antigos muito antes de se cogitar, sequer, do nome de cristão. Os hindus lavam o recém-nascido em água lustral, dando-lhe um nome de um gênio protetor. Aos oito anos, a criança aprende a recitar os hinos ao Deus-Sol. A extrema-unção também, de há muito antes do cristianismo, era praticada pelos hindus.
Copiando detalhes dos ritos e cultos de uma grande variedade de seitas, o cristianismo constituiu o seu próprio ritual, tudo girando em torno do Deus-Sol, no qual, por fim, vestiram a roupa de Jesus Cristo.




Já esta mais do que na hora da humanidade evoluir.
A respeito da pergunta do 2011,tenho certeza que o mesmo n leu o texto por completo e que é incapaz de entender,pois não disponibiliza de QI suficiente,que a data marcada,ou seja 2011,nada mais é do que um modo de marcar o tempo,de maneira que esse falso mito esta tão empreguinado na nossa cultura que se o autor do texto botasse ano equivalente ao tempo de formação do nosso planeta,algo tipo 5 milhões e ou até mais,as pessoas não compreenderiam e certamente iriam zombar quando na verdade deveriam aplaudir.Logo seria completamente desnecessário botar uma data diferente,tendo em vista que é dito que o próprio texto diz que o tal Jesus Cristo faz parte de nosso folclore* logo de nossa cultura.
Parabenizo novamente o autor pela sabedoria,porém acredito que os esforços serão inutéis,pois:
"O maior cego não é aquele que não quer ver,e sim aquele que inventa o que quer enxergar." Augusto Vieira Bolzan
Mas não com essa divindade q foi passada.
Simplesmente era uma pessoa comum, porém mt sábia e conhecedora da mente humana que sabia como fazer as pessoas se sentirem bem tomando como base somente si msms. E Deus era somente uma analogia ao poder da mente.
Onde o verdadeiro Deus é a mente de cada um de nós.
Tem também, Luidi Casciolli que revela a fonte da origem de onde tiraram fatos para um fantasma Jesus Cristo, tudo com base na vida de João de Gamela, crucificado em 44 D.C, mais um a época que se dizia divindade.
Pedro e Mirian(Maria), estes personagem existiram, pois constam nos relatos das escritas de Roma, Maria tem um filho solteira de um soldado romano de nome PATEION(PANTA), Pedro assumiu a paternidade. Este menino virou mais um da época, marginal. Pedro era ferreiro, e não carpinteiro.
O Batizado de Jesus Cristo ano 30 d.c, só se João Batista ressuscitou dos mortos, pois ele foi decapitado em 27 d.c
Herodes morreu sete anos da data anunciada do nascimento de Jesus Cristo
Quanto ao crente que não entende porque se usa o mito Cristo como referencia, não tem nenhuma novidade. Eles não conseguem diferencias um mito de realidade.
Mas é ingenuidade achar que esse nosso povinho viveria sem um placebo divino. Deus é o Papai Noel dos crentes.
Vocês foram vitimas de uma lavagem cerebral que incutiu nas mentes uma idéia de que existem deuses. Porque não PENSAM a respeito? É tudo invenção! NENHUMA evidencia. Acreditar só porque querem não é atitude inteligente.
Ainda dá tempo de aproveitarem a vida como ela é, sem fantasmas e espíritos.
É só PENSAREM a respeito. Deixem de serem cordeiros de Jesus.
Já pensaram para quê um bom pastor cria cordeiros? PENSEM!
As religiões não querem que vocês raciocinem, questionem, duvidem. Ainda não entenderem porquê?
Usem esse maravilhoso dom que temos, que é a única coisa que nos diferencia dos outros seres vivos dessa nossa terrinha, PENSAR.
Jesus NUNCA EXISTIU, já pensaram nesta hipótese?
Thiago, filho de Jose, irmão de Jesus.
Na época logo posterior a Jesus, alguns lugares continham a inscrição do seu nome, na realidade em varias tumbas, o que se pode pensar se tratar das tumbas dos primeiros cristãos.
Também temos na época posterior a Jesus relatos de viajantes que chegaram a Grecia e outros lugares proximos ou nem tão proximos a Jerusalem.
Não podemos chamar de provas? Pra fato historico já foi necessario muito menos que isso, apenas um fragmento... Mesmo que fossem somente alusões a sua existencia, o mais provável é que tenha existido.
Não foi a "igreja original", que também temos comprovações de existir, que espalhou um simples "boato", era algo totalmente irreal pra epoca.
Se falaria sim de "tesouros escondidos", "monstros"... Mas sim por que todos tinham uma finalidade pratica de explicar fatos ou satisfazer anseios. Nesse caso acho pouquissimo provavel, tão pouco provavel que Jesus NÃO tenha existido, que da-se a entender que qualquer texto que AFIRME isso, é apenas pra geral polemica.
"Aos oportunistas pouco importa se sob a palavra sonora se oculta a hipocrisia e a mentira. Contudo, para os ESPÍRITOS PUROS e corajosos, para os quais os
interesses particulares não devem sobrepor-se aos anseios do povo, mister se faz que a verdade surja em toda a sua plenitude, deitando por terra toda a fraude e mistificação. Este é um livro corajoso, concebido sem a preocupação de agradar ou desagradar, não importando se suscetibilidades são feridas pelo que aqui está exposto. O seu intuito é exclusivamente patentear as provas inequívocas de falsificação e mistificação, as quais foram impostas aos homens a ferro e fogo, durante séculos."
Dei "bold" no espiritos puros, por que achei engraçado.
Não digo burrice, mas certamente "incultura".
Temos como atestar existência de algo não FÍSICO na historia?
Antes que se enrolem com a pergunta, quero dizer com ela:
Temos como atestar existência de roma, as pirâmides, o pathernon... Suponhamos que existiu, mas teríamos como atestar a existência de qualquer pessoa, por mais que uma celebridade, que pregasse a "humildade"? Jesus era visto por muitos, PRINCIPALMENTE pelos que detinham o poder da palavra escrita, como apenas um mendigo. Apesar de notório, não era digno de ser relatado, já que o mesmo não se encontrava em nenhum meio onde fosse necessária a documentação de sua existência. Era apenas um fato comum, o qual todos sabiam.
Afirmar que algo não existe por faltas de tais evidencias é um erro crasso, já que isso se estende a inúmeros fatos e personalidades, antes da "difusão"(*) da palavra escrita.
O mais correto seria afirmar que apesar de ser um "profeta", ele era apenas um idealista, assim como Sócrates (o qual não deixou nada escrito a próprio punho). E ser um idealista não tinha nada a ver com "religião", mesmo no contexto religioso da época, isso era tão largamente difundido entre os Judeus, que não podemos ver como uma simples crença de um povo, era o "modus operandi".
* -Ter se tornada realmente comum.
A historia medieval pouco importa, o catolicismo NÃO É o cristianismo original.
Os antigos cristãos não se valiam de badulaques e vestimentas... Essa religiosidade simples que temos que resgatar a memória nesse instante. Como disse no meu post anterior, o fato de Jesus ter existido era apenas um fato comum. É OBVIO que a igreja esconde qualquer "prova" da sua existencia, por que nos inscritos não existe nada do que a propria igreja clamou haver. Não havia nenhuma indicação dos dogmas religiosos do catolicismo. O catolicismo sim é uma mentira... Uma invenção que satisfazia tão somente o povo pagão, afeito a varias crendices. Vendo que o povo não se converteria a algo que não o impressionasse, foram cada vez mais sendo elaboradas novas maneiras de impressionar as massas. Como? Com rituais! Onde não se matavam animais, como anteriormente (apesar de pessoas terem morrido nas fogueiras e de outras maneiras, nenhuma delas foi por questão "ritualistica"), mas havia um simbolismo exagerado, uma exaltação da figura do sacerdote, cada vez mais pungente. Ai entram os livros de historia, nos dizendo que o catolicismo começou dessa maneira, sendo primeiro um lambe botas dos reis e exercitos, para depois ir ganhando poder, pois era uma ferramenta terrivel de dominação, distorcida da ideia do cristianismo original, que pregava a simplicidade.
Onde quero chegar com isso?
É claro que os fatos "historicos" que envolvem Jesus, assim como qualquer profeta novo, digo novo por que depois de Jesus não houveram "profetas" realmente notórios, e todos, invariavelmente somente povoam livros religiosos. Não há outra fonte que aponte a existência de tais profetas, mas como fato comum da época, todos eles existiram sim, tanto Jesus como muitos outros.
Mas é um erro comum, do homem que vive na sociedade tecnológica o pensar de que anteriormente também se guardavam relatos nitidos e explicados de tudo que havia, como há hoje. Existia sim a maneira de trocar informações, que era o boca a boca, de pai para filho eram trocadas essas experiências.
O homem por exemplo, sabia como manejar metais, isso com um conhecimento desenvolvido em centenas de anos. Esse conhecimento era real, o que ocasionou nos dias de hoje diversos achados arqueológicos. Como fazer o mesmo com a palavra? Foi sim passada, de pai para filho até os dias de hoje, mas seu conhecimento resulta na ciência de que Jesus existiu, mesmo sem existir outro material palpavel, a propria palavra, o numero de adeptos, ainda mais de uma doutrina que em sua FONTE era algo incrivelmente simples. Nas palavras de Gandi, suficiente para substituir todo livro religioso da terra, o sermão da montanha bastaria.
A religião produz um efeito entorpecente e a imaginação pode criar qualquer coisa.
Não há necessidade de provas externas para provar as incoerências e contradições bíblicas, a própria Bíblia se autodenuncia.
No paragrafo 8 esta escrito assim: -
Em Mateus 35:23 encontraremos Jesus reprovando...
Como pode ser isso, o livro de Mateus só vai até o Cap28, tem alguma
coisa errada com este livro, este livro não faz referências de onde
tira algumas informações. Sem crédito, se alguém provar que Jesus não existe eu paro de seguir ele.
[Mateus 21:9]
9.E a multidão que ia adiante, e a que seguia, clamava, dizendo: Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas!
E agora - Jesus era filho de Davi ou Jose?
Abraço.
Temos que entender que quem escreveu o livro "Jesus Cristo nunca existiu" é humano mas quem supostamente ditou a Bíblia foi Deus (2 Tm 3:16), ou seja não pode haver nenhuma gota de incoerência na Bíblia pois foi ditada por Deus, mas não é o que vemos. Diz na Bíblia que o pai de José é Jacó mas também diz que é Eli, isso por si só é uma incoerência.
Qual sogro que não chama carinhosamente seu genro de filho ??
Pois é, Eli foi pai de Maria, mãe de Jesus, esposa de José.
E além do mais.., José, não é Pai de Jesus Natural (é adotivo, pois JC foi ungido por espirito santo)
Já das entranhas de Eli, saiu Maria, que alimentou Jesus no seu ventre.
O livro lucas segue a genealogia materna, enquanto mateus a paterna !!
*note que na geanologia de lucas(materna), só há nomes masculinos !!
Eles querem dizer que Jesus era realmente o Filho de Deus e o herdeiro natural do Reino pelo nascimento milagroso por meio da virgem Maria, da linhagem de Davi, e que Jesus era também o herdeiro legal na linhagem masculina descendente de Davi e de Salomão, por meio do seu pai adotivo, José.
É SIMPLES !!
É PRECISO LER INTEGRALMENTE A BIBLIA PARA ENTENDE-LA MELHOR
Quando João Batista chamou os Fariseus de descendencia de víboras, pois estes eram homens corruptos na mente e desviavam o povo da adoração verdadeira..., tais sacerdotes diziam que não aceitariam as críticas de João Batista, pois eram "Filhos de Abraão", mas Abraão já tinha morrido à mais de 1.500 anos!! Como isso então?? Na realidade ser descendente de alguém era como ser filho, adotivo ou não !!
A cultura e os valores antigos se perderam.. e não fazem parte da realidade de hoje, principalmente em países ocidentais cuja povoação se deu de 500 anos para cá !!
Mas.., João Batista continuou e disse: Deus é capaz de suscitar destas pedras filhos de Abraão !
Há pessoas que pensam que tanto faz, se Cristo existiu ou não . A questão é que a inexistência de Cristo na história é uma bomba atômica sobre o Cristianismo que é a base ideológica do Capitalismo contemporâneo, que é um sistema político e econômico de exploração, expropriação e alienação do ser humano.
Os judeus eram experts nisso, tudo eles registravam, seus antecessores Abraão, Isaque, Jacó, José do Egito, Moisés foram pessoas abençoadas por Deus à mais de 4.000 anos, e além das escrituras também passavam de pai p/ filho as Leis Orais. Por obedecerem as leis de DEUS, não contraiam doenças que as nações vizinhas tinham, enterravam seus mortos fora das cidades, quando estavam no deserto, para se fazer as necessidades, a Lei dizia que deviam fazer isso fora do acampamento, e, levar uma pá para enterrar os escrementos, todo esse conjunto de regras era necessário para a sobrevivencia do povo, assim a herança futura estaria garantida !!
No que diz respeito do Cristianismo como base do Capitalismo não têm fundamento !!
Jesus Cristo foi o maior exemplo - Lucas 9:57-58
Enquanto caminhavam pela estrada, alguém disse à Jesus: “Eu te seguirei para onde quer que fores.” E Jesus disse: “As raposas têm covis e as aves do céu têm poleiros, mas o Filho do homem não tem onde deitar a cabeça" (igualzinho a certos clérigos hein...)
A Cristandade sim, adotou o capitalismo, pois a Cristandade é o nervo central de "Babilonia a Grande" - O Império Mundial da Religião Falsa.
Constantino, 1º Imperador Cristão de Roma foi o mentor da CRISTANDADE, pois adaptou conceitos e datas pagãs aos que se diziam cristãos: Ano Novo, Carnaval, Coelhinho da Pascoa, Natal - Adoração do Sol e da Lua, Dia dos Mortos, etc.. etc... etc....
O seu discurso é muito parecido com o do Corpo Governante Russelita-Rutherfordista. Em caso positivo, lembre-se que a instituição que presumo você deve pertencer, defendeu com unhas e dentes o nazismo(Capitalismo ultra-autoritário), predisse o fim deste sistema de coisas umas 10 vezes, proibiu transplante de órgãos, transfusões de sangue, etc.Pessoas morreram por causa destas quimeras inventadas por esta classe governante russelita. E você vem aqui falar de religião falsa . Faça-me o favor !!! .
A Bíblia é a raíz podre de todas as religiões cristãs . Os calvinistas se julgam puros mas não passam de filhotes do Papismo ou Catolicismo. Papismo esse que acompanhou de modo conivente os bandidos exploradores europeus e que compartilhou do produto de pilhagem da população nativa . "Viemos evangelizar (escravizar) os ímpios(não-europeus)" dizem os religiosos pioneiros. E estes crimes foram cometidos pelo Papismo e pelo Calvinismo, ancestral do Russelismo, que também cometeu muitos crimes.
Não há necessidade de refutar a Bíblia. A própria Bíblia se autocondena (Ap 22:18-19) . Apenas demonstro nas oportunidades que tenho, as incoêrencias, para quem se interessa, não espero que ovelhas alopradas aceitem o que digo. O fim dessas ovelhas é serem tosquiadas e assadas para o jantar de seus pastores.
Jesus de acordo com o "Romance do Gólgota" não salvou nem à si próprio (Mt 22:42-43).
De acordo com o fanático, quem deveria comentar no ateus.net deveriam ser pastores e padres , representantes de instituições que não faz muito tempo assassinaram pessoas em praça pública e que tomaram os bens destas infelizes pessoas. Mas também, o que esperar de seguidores de um Deus Homicida (Dt 20:13) e traiçoeiro (Dt 20:11) e de um Jesus racista e preconceituoso, quando chama uma cananéia de cachorra (Mt 15:25-26). O que se pode esperar de pessoas que acreditam em serpentes que falam
(Gn 3:1) ?
Só mesmo munindo-me de muita paciência para manter a tranquilidade diante de um tão atabalhoada e mal fadada tentativa de transformar um emaranhado de informações e elucubrações em um texto que se delineia com pretensão de aparentar apoiar-se em fundamentação teórico-ciêntífica que lhe empreste alguma credibilidade.
Senhoras e senhores, esse tipo de afirmações pseudo-embasadas são facilmente encontradas em livros de autoajuda de quinta categoria, produzidos como enlatados baratos para consumo de iletrados. Trata-se de uma técnica desprezível que forja descabidamente uma autoridade que não lhes é conferida.
Sei que muitos que por aqui passam ou deixam seus comentários devem se lembrar das aulas na disciplina de Metodologia da Pesquisa Cientifica dos primeiros passos de nossas vidas acadêmicas. Muitos ainda devem ter vivamente marcado na memória as exigências, normas e regras para a produção de textos acadêmicos, que nos acompanham desde os primeiros trabalhos da graduação até as teses de mestrado e doutorado.
Já devidamente recordados dos ditames que parametrizam a produção textual acadêmico cientifico, agora alertados e revendo esse amontoado de afirmações desprovidas de real embasamento, vão perceber não existirem fontes bibliográficas, notarão a total inconformidade das citações que não permitem a devida verificação da veracidade do que se é afirmado.
Dada à constatação de não se tratar de um texto que minimamente possa ser considerado científico e sendo a ciência, supostamente a base argumentativa dos ateus, não há sequer o que comentar a respeito do conteúdo, já que a forma é inaceitável. Ainda que surjam argumentações em contrário, os apoiadores do texto terão que dar conta do paradoxo de querer supor apoiarem-se na ciência ao mesmo tempo em que peremptoriamente desconsideram seus ditames mais basilares.
E se supostamente Deus diz que necessitamos de governos para nos pastorearem, ele (Deus) quer dizer que somos imperfeitos. Como um ser perfeito pode criar imperfeição ? E quanto a isto não cabe discussão nem de acordo com o Teísmo-Cristão (Mt 12:33).
A natureza não é perfeita, pois, que perfeição há em um leão ter que matar uma zebra para sobreviver (Is 42:5) ? Se Deus vê o fim desde o princípio (Is:46:10) e nada faz para mudar, é sinônimo de que não é onipotente (Gn 17:1) e se for onipotente é sinônimo de que não é bom (Mt 19:17) . Portanto não há Deus. Se não há Deus, não há filho de Deus, nem milagres, nem apóstolos. O que há realmente é pessoas loucas pelo poder e pela riqueza às custas da maioria .
É claro que não se pode aqui menosprezar a força, a violência e a agressividade deste câncer, chamado comumente de Cristianismo, e que criou metástase em todo o tecido social.
Tudo que prove a inexistência do mito Cristo é queimado, falsificado, rasurado, depredado, desvalorizado e desqualificado de todas as maneiras. Pois há uma máfia que se sustenta e se enriquece com estas lendas do atraso.
Diz-se por aí que radicalismo é um mal, mas ficar encima do muro é realmente uma atitude honrável, não?!
Se o que está contido no livro "Jesus Cristo nunca existiu" é plausível, independe a nacionalidade do escritor, a editora, país etc. Tudo isso não passa de cortina de fumaça dos fanáticos . O Panfleto Mágico (Bíblia) tem muito menos pé no chão e foi aceito bovinamente durante milênios.
Há fanáticos travestidos de livre pensadores que dizem que o livro "Jesus Cristo nunca existiu" não merece crédito, mas ao mesmo tempo dizem querer comprar o mesmo livro que é oferecido gratuitamente. Vai entender a mente destes iluminados .
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Prove: referências, documentos, assinaturas, autoridades, etc...
Hoje em dia, no máximo, discute-se a autenticidade parcial do texto.
Bem pelo pesquisador que eu sou, o verdadeiro salvador não teria o nome jesus, muito menos nasceu 25 de dezembro, e só mandou cada um amar o seu próximo até o dia final!
Por sinal, meus parabéns. Muito bem redigido, apesar de algumas "puxadinhas de brasa".
Um de alguns pontos é que, se alguns historiadores não consideram Josefo, Cornélio, e os outros que citaste, outros aceitam, porque até mesmo esses testes grafotécnicos são questionados no meio acadêmico..
A questão é que, infelizmente, cada um sempre vai puxar para seu lado.
Discussões a parte, a minha pergunta, sem fundo retórico e sim de curiosidade, é se tu enxergas benefícios de uma (ou várias) religião(ões),e/ou crenças, para a sociedade, global ou local?
(Dt 20:13) ? Por que de acordo com as Sangradas Escrituras (Bíblia) foi até aprovado pelo "bondoso" e "amoroso" Cristo (Mt 5:17). Então como condenar os atos deploráveis de Hitler, Stalin, etc ? Se o próprio Ser Supremo e seu amado Filho aprovam tais atitudes, seriam os aprendizes melhores que seu mestre ? Se a Bíblia é inerrante, o Ser Supremo é mentiroso (Gn 2:16-17; Gn 3:22; Jo 8:44) e um hermafrodita (Gn 1:27) hipócrita, pois um Deus bissexual condena à morte e ao suplício eterno além-túmulo os homossexuais
(Lv 18:22, 29 ; 1 Co 6:10). Não é à toa que os seguidores de Deus e de Cristo são o que são .
Os fanáticos me xingam de tudo quanto é nome para defenderem a sua "fé", talvez estejam seguindo a voz de seu "mestre", o Zumbi Palestino mais conhecido como Jesus Cristo quando o mesmo xingou uma cananéia
(Mt 15:25-26). E este procedimento do fanatismo revela que o melhor guia do ateu, não são os escritos de Dawkins, Sagesse, Voltaire, etc e sim o próprio Panfleto Mágico ou seja a Bíblia.
Com relação a passagem de Det. (20:13) qual citaste, é necessário um pouco mais de estudo, não só bíblico, mas também histórico. Podemos ver que o povo hebreu era rude, eram escravos. Deus teve que lhes ensinar desde as coisas básicas (como cobrir as fezes com areia, coisas que animais fazem por extinto) até artes militares. Outro ponto sobre isso, é que todos os povos sabiam que aquela terra era de Abraão, mas mesmo assim tomaram contam dela. Ou seja, se alguém entra na tua casa, tu tenta conversar (Det. 20:12), mas a pessoa não cede, e ela está tomando o que é teu, e tu (no caso o povo) é rude, sem instrução (porque sim, em função do livre arbítrio Deus não muda nada na nossa vida que não permitamos, e para mudar a maneira do povo ser, não acontecem em uma semana, hábitos de uma vida) é óbvio que eles, mesmo que Deus não dissessem nada, iriam para a guerra.
Sendo assim, os motivos de Hittler e Stalin são condenáveis, inclusive Deus abomina tanto o assassinato que não deixou Davi construir Seu templo, pois ele estava com as mãos cheias de sangue.
Com relação sobre o texto de gêneses, acusando Deus de ser mentiroso, pense em uma frase: "O homem, ao nascer, começa a morrer". A palavra "Morte", em seu significado, é filosófica. Pode se dar por várias formas, desde morte de um sonho, morte de um ente querido, morte de um desejo.. enfim. No caso sim, era morte física. E por acaso a morte é instantânea? Deus não disse que os mataria assim que comessem. Que ao comer, eles morreriam. Em 1 segundo? 10 anos? 1000 anos? Não, ninguém sabe.. O que sei é que Adão não está aqui, logo, "morreu", do modo que assim denominamos a inexistência de alguém que um dia esteve entre nós.
Deus hermafrodita? Hehe.. Mas se lesse, tanto a palavra em hebraico para morte, quanto a palavra imagem, entenderia que o que ocorre aqui é uma aproximação de ideias, não interpretação, mas uma espécie de interpolação cultural.
וַיִּבְרָ֨א אֱלֹהִ֤ים ׀ אֶת־הָֽאָדָם֙ בְּצַלְמֹ֔ו בְּצֶ֥לֶם אֱלֹהִ֖ים בָּרָ֣א אֹתֹ֑ו זָכָ֥ר וּנְקֵבָ֖ה בָּרָ֥א אֹתָֽם׃
Gênesis 1:27
Essa é a frase em Hebraico. Existem duas palavras para reforçar a imagem: בְּצַלְמֹ֔ו בְּצֶ֥לֶם. A questão é, por que duas? É simples. Não conheço muito de etimologia hebraica, mas a repetição dá uma ideia de reforço, o que nos leva a pensar que é algo além da imagem física. Na verdade, Deus está dizendo que o ser humano está com a sua Imagem (בְּצֶ֥לֶם) moral (dez mandamentos) e com a sua imagem-espírito (בְּצַלְמֹ֔ו)
Com relação aos xingamentos que te afligem por parte dos cristãos, considero lamentável. Acho que cada um deve respeitar a opinião do outro e, quando ambos desejarem, discutirem a respeito do assunto, como estou me propondo a fazer.
Já o homossexualismo, segundo a bíblia e a biologia, não é natural. Alguns estudos até comprovam atitudes homossexuais entre os animais de diversas espécies, mas ainda assim, não nos diz que é natural. O sexo tem um fim específico e óbvio, reprodução. Além de forma de prazer.
Entre um casal heterossexual, tirando problemas de doenças, a gravidez é viável. Em casais de mesmo sexo, é óbvio que não geram descendentes, a não ser por meios laboratoriais, o que não vem ao caso para a discussão.
Sendo mais honesto, não posso aprofundar mais a conversa nesse ponto, me faltam argumentos, realmente. O único que tenho, uso com muito cuidado, porque NÃO QUERO OFENDER a opção de ninguém (RESPEITO O DIREITO DE ESCOLHA DAS PESSOAS, ASSIM COMO QUERO QUE RESPEITEM O MEU DIREITO DE ESCOLHER). A entropia nos diz que tudo tende ao caos, ou ao equilíbrio, depende da vertente científica que desejas apegar-se. A questão é que estamos numa sociedade industrializada, onde tudo PODE ou NÃO estar desequilibrado. Para mim não é normal meninas de 10 anos de idade, coisa que não acontecia a 40 anos atrás, estarem com corpos de mulheres... Mas esse é um debate longo.
No caso da mulher cananeia, se notares, Jesus não a xingou. Ao olhar o texto por completo, verás que Ele somente a provocou. Do contrário, porque ele faria o seguinte?
(Então respondeu Jesus, e disse-lhe: O mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã.
Mateus 15:28)
O ateísmo em si, é uma religião, amigo. Inclusive, a fé de um ateu é muito maior que a de um teísta ou outro segmento que crê em algo. Um exemplo básico:
Tu tens 10 moedas no bolso, numeradas de 1 a 10. Qual a chance a moeda número 2? 1:10, 1 em 10. E pegar a número 1, seguida da número 2? 1:100. E para pegar as 10?
1:10 elevado na 9 potência. Ou seja, praticamente impossível. Agora pense comigo, qual a fé é maior? A tua ou a minha?
Um abraço, entre em contato, quem desejar. Paulor.hasse@gmail.com
Não sabia que deveria aprender hebraico para ler a Bíblia. Será uma perda de tempo e de recursos imprimir Bíblias em português ?
Percebo que quando há passagens contra a propaganda cristã nas Sangradas Escrituras (Bíblia), os fanáticos dizem que não é bem assim, não é bem assado etc, mas os dízimos e as ofertas alçadas são lidas e praticadas ao pé da letra, é por isso que o mito tem que estar em pé.
Vocês crentes esperam respeito mas não respeitam a vontade de ninguém, generalizam as suas crenças preconceituosas, vindas de uma suposta trindade genocida, que se sabe ser invenção humana para manipular os seus semelhantes. O teísmo cristão é imposto às pessoas autoritariamente pelo Governo e pela mídia. E este "software" teísta cristão se espalha como um vírus na sociedade.
De acordo com o fanático, a ficção Deus ratificou a propriedade particular, quando doou um terreno para Abrão, tornando o tal Abrão proprietário. Diante de tal alegação as palavras de Rousseau fazem muito sentido: " O verdadeiro fundador da sociedade...foi o primeiro que, tendo cercado um terreno, lembrou-se de dizer isto é meu e encontrou pessoas...simples para acreditá-lo. Quantos crimes, guerras, assassínios...não pouparia ao gênero humano aquele que...tivesse gritado...: Defendei-vos de ouvir esse impostor...os frutos são de todos...e a terra não pertence a ninguém"
Ateísmo não é religião, é uma posição filosófica, não apegada a dogmas e mitos como acontece na religião.
Se fé é acreditar em serpentes que falam, lamento dizer ao fanático que o que ele tem não é fé é sim ingenuidade, isso se for uma ovelha, porque se for pastor aí já é outra coisa .
leia Em Defesa de Cristo de Lee Strobel, depois conversamos.
a ciência, a antropoligia, a história compro sim a existencia de Cristo. se era divino isso é outra conversa. leiam o livro, depois conversamos. não sou cristão, não ateus, sou apenas um estudioso.
-Foram mortas, escravizadas, estupradas e ou levadas a morte, um número enorme de seres humanos, pelos seguidores desta dita "RELIGIÃO". Caro autor, creio ser um marco elucidativo, para o término de uma era, voltada para discussões sem fim e sem nexo e o começo um despertar para a valorização do ser humano menos "andromaníaco" e mais "olístico", onde talvez, os crimes cometidos no decorrer de dois séculos, sejam apurados e nominados seus criminosos.
Saúde e paz a todos.
Imagino que se exalte, julgo ser normal. Mas estás me acusando de uma coisa que não tens fundamento em fazer: Generalizar. Na verdade, quem o fazes és tu, quando diz que todo cristão é fanático e/ou todas as igrejas pregam uma teologia da prosperidade.
O que te pediria é um pouco mais de respeito, por favor. Eu não imponho nada a ninguém, assim como não quero que a lei me imponha nada. Assim como os teístas tem o direito de crer, os ateus tem o direito de não fazê-lo em Deus ou coisa alguma. Sempre pesquiso e estudo a respeito das minhas opiniões, pois posso não estar certo, justamente por isso vim parar aqui, neste artigo, o qual me fez refletir sim sobre vários pontos que eu sempre considerei como obsoletos. A vida é assim. Todos acham que estão com a verdade, até alguém ir lá e mostrar que a verdade que ele julga ter não é verdade e, para tanto, existem dois meios: um que é lícito e outro que não é. Distorcer as coisas eu concordo contigo que não é um meio lícito. Mas tanto para o lícito (usar argumentos não distorcidos) quanto ilícitos (mentir) numa conversa as pessoas tem que estar abertas.
Não sou pastor, sou ovelha. Ri bastante com o texto de alguns de vocês dizendo "a ovelha que será assada no nosso grande sabbath", achei engraçado, e vocês têm direito. Só não generalize dizendo que todo cristão é isso ou aquilo, porque se não, podemos dizer que todo homossexual é assim, é assado, que todo negro, branco, índio é assim ou assado. Não cometa o erro que os portugueses cometeram quando chegaram ao Brasil para colonizá-lo.
Ateísmo não é religião, e o cristianismo também não é. Religiões são coisas detestáveis. Religião não gera unidade, gera dissensão. Cristianismo, na sua essência é uma postura filosófica. Não confunda as coisas.
Quanto aos textos bíblicos em português é simples: muitas palavras do original para o moderno, inclusive dentro do próprio grego, não têm tradução literal, mas sim são traduzidas a partir do contexto, o mesmo processo que acontece com os livros de Rousseau, Nietzche, Newton, Platão e outros, que escreveram em línguas diferentes do português, onde possuem palavras específicas daquela língua que não têm tradução, mas sim uma interpretação, portanto, não podendo haver uma transcrição literal de uma língua para outra. Um exemplo simples é a palavra saudade. Os que falam português a entende muito bem, mas nenhuma outra língua no mundo compreende essa expressão na sua excência, pos não faz parte do seu vocabulário, necessita interpretação, mediante o contexto. No inglês, se diz "I miss you", que em tradução literal é "eu perdi você" enfim.. Então, com relação a muitas coisas a bíblia em português é sim muito útil, pois a tradução conseguiu passar 99% do que o autor o quis passar. Entretanto, não só na bíblia, mas em qualquer texto, é sempre bom olhar o original para se ter certeza de que tipo de intenção o autor quis dizer.
No hebraico não existem tempos verbais, mas sim modos. Modo forte, fraco.. etc.
Não só eu, mero estudioso da bíblia crê no gêneses. Leia sobre o Coordenador do programa genoma humano, um dos mais celebres pesquisadores do século XXI, responsável pela descoberta mais importante do século. Veja que Newton (inclusive fez um livro a respeito das profecias) e até Eistein que não se sabe se creu no Deus da bíblia, mas em algum poder superior, creu.
Termino com uma frase do próprio Albert: "A fé sem ciência é cega e a ciência sem a fé é manca."
Eu nunca acreditei no que está escrito na bíblia, inclusive na história de jesus, pois ela não tem nada de inteligente, não responde nada que a ciência responde sobre o universo ou sobre a vida, e só atende aos ignorantes e acomodados, que tem medo e poucos neurônios disponíveis para entender a realidade vigente.
É certo que a humanidade ainda vai ter que suportar as alienações religiosas por muito tempo, pois a ignorância causada por escolas, governos e uma sociedade cativa e medrosa, a manterá presa a dogmas mentirosos e fantasiosos. Sem contar que a humanidade nunca será totalmente instruída e racional, pois a miséria de pessoas e populações inteiras favorecerá sempre a procura de respostas fáceis e promessas de vida eterna, conduzindo essas pessoas para as igrejas e seitas oportunistas.
Só não concordo com a frase final do Albert Einstein: "A fé sem ciência é cega e a ciência sem a fé é manca." pois na época ele e a humanidade ainda eram mais influenciados pela igreja do que hoje. A igreja usa o conhecimento científico para tentar confirmar suas fantasias, portanto a ciência não precisa da igreja ou de qualquer religião para aprender, esclarecer e entender o mundo.
Veja que Albert não disse "religião", mas sim fé.
E CHARLES, se Jesus realmente existiu, pq eventos que seriam visíveis por muitas pessoas, como a ressurreição de mortos e o terremoto na região relatados em Mt 27:52-55 não possuem nenhuma referência histórica e nenhuma evidência física de que realmente tenham acontecido ? Quem atesta contra a veracidade do Jesus que vc acredita é sua própria bíblia! :¬D
Vc não vai encontrar um texto científico ou pesquisa que utilize dessas análises de "profecias" com resultados práticos ou efeito real.
Se a sociedade tivesse se orientado por outra religião ou por várias religiões, a pessoa que tivesse soltado as idéias da mecânica hoje chamada de newtoniana, seria de outra religião. Pitágoras tinha crenças ainda mais esquisitas, inválidas e toscas que Newton (sim, estou falando que o mote do livro "Observations on Daniel and The Apocalypse of St. John " é cheio de crenças esquisitas, inválidas e toscas), e nem por isso as crenças religiosas de Pitágoras, que é usado até hoje, merecem admiração.
Um bom dia a todos.
Não é nós, os descrentes, que temos que provar que eles não são uma mentira. Vocês, que acreditam, é que tem que provar que todas essas fantasias são verdades. Até agora, já se passaram milhares de anos de civilização humana, e não provaram nada. Estamos esperando. Não venham com falácias, pois, para fatos existem argumentos.
Há um erro crasso de conceituação seu - vc confunde o que significa teísmo. Pessoas que acreditam no deus cristão ou em outros deuses pessoais são efetivamente teístas. Vc é um teísta cristão, Paulo. Deísmo é a alegação de um deus impessoal não interveniente. Para registro, Einstein se definia como um deísta moderno, com alegação agnóstica sobre a cognoscibilidade do mesmo. Ele também tinha forte tendencia antiteísta (mas efetivamente se negava a ser identificado com ateu).
Crentes não são necessariamente tolos - são pessoas iguais a ateus, mas que possuem uma crença religiosa. O problema é que essa crença religiosa, em muitas pessoas faz um efeito de estupidificação relativo vários temas - em particular sobre ciência.
Tenho uma colega católica que é cega, mas não foi o cristianismo quem fez isso com ela : foi o glaucoma. Ele é mestre em filosofia. Não é uma pessoa tola.
Influenciados todos somos - isso se deve ao fato de sermos animais sociais e essa é a maior força de nossa cultura e um dos motivos pelos quais construímos a ciência, a literatura, as humanidades, a política, as religiões.
"na verdade nem se JESUS estivesse aqui estaria preocupado com estas respostas, pois sua mensagem foi outra coisa referente ao amor."
É por isso que nos evangelhos está dito assim :
Lc 14:26 "Se alguém vem a mim e não odeia seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos, suas irmãs e até a sua própria vida, não pode ser meu discípulo" é um amor mesmo ... Dispenso isso.
PS.: Essa é a versão da bíblia católica - na Almeida, o odiar vira aborrecer, já sei disso - então não me torre o saco com sua interpretação.
E neste pleno século XXI, o dito QI do se humano parece ter permanecido intacto, tendendo para uma grande regressão massiva protagonizada pela evolução do material, que este sim veio dominar a nossa mente e pensarmos que agora todos somos os donos da razão. Basta olharmos à nossa volta e vermos a quantidade de deuses que se operaram de nós sem o nosso consentimento!
Penso que não será através da aniquilação da existência do FILHO DE DEUS " o JESUS CRISTO " que iremos devolver a inteligência aos ignorantes, mas sim através da afirmação e da divulgação da palavra e dos actos DAQUELE que os protagonizou.
Jesus Cristo apenas veio pedir aos Homens " Amai-vos uns aos outros como EU vos amei" este é para mim o grande segredo da vida e o maior acto de LIBERDADE que jamais conheci ao qual muito poucos se dão ao trabalho de investigar e revelar.
Usem e abusem do vosso QI elevado em prole da ajuda ao próximo.
Deus esta em mim em ti e em todos e revela-se nas nossas palavras e nos nossos actos.
Abram os vossos corações.
Usando o QI elevado, se produziram vacinas, se reduziu a mortalidade infantil, aumentou-se a expectativa de vida e a qualidade de vida das pessoas. E não foi por obra do personagem fictício de sua crença, e sim pq criamos uma sociedade que valoriza a ciência e aos poucos valorizamos a vida de cada um. Eqto na época e região do pretenso Jesus a expectativa de vida era de 27, 28 anos, no Brasil, hoje em dia (que é um país de 3º mundo - crescendo, mas ainda é ...) é de 72.24 anos, perto de 3 vezes mais ...
Não é uma discussão: é um assunto que foi resolvido pela antropologia, arqueologia, paleontologia e outras ciências que estudam o passado.
"Muitas coisas na historiografia secular estão faltando, assim como o elo perdido da teoria darwinista."
Elo perdido darwinista é um termo inapropriado do início do século passado. Nossa linha evolutiva é extremamente bem conhecida pela biologia e paleoantropologia humana.
"Nem por isso posso afirmar que ela é falsa."
O conceito de elo perdido é falso.
"Tem um programa de televisão muito bom e gostaria que tu assiste um, falando sobra a cidade de UR, dos Caldeus."
Se vc preferir algo com muito mais validade, procure o "The Cambridge Ancient History".
"Até meados de 1980 era considerada lenda e hoje foi comprovada pela arqueologia."
Falso. O grande zigurate de Ur foi descoberto na década de 30.
" A questão é que a história, como diz um professor chamado Rodrigo Silva, é um quebra-cabeças de 1000 peças, onde umas 900 peças faltam, ou porque foram destruídas ou porque se simplesmente se perdeu no tempo.."
Rodrigo Silva é um pesquisador adventista de extrema má-fé. Não me espanta ter se refugiado na UNASP. Honestidade intelectual é o que não pode se esperar do mesmo.
"Só porque algo não foi encontrado, não quer dizer que não existiu. Por isso o nome é teoria e não uma lei.."
Errado até o talo. Leis são matematizações de comportamentos - Teorias são conjuntos coerentes de idéias, embasados por evidências, que podem conter leis. Dê uma olhada em epistemologia científica para não vender essa falácia que vc mencionou " é teoria e não uma lei.". Para dar um exemplo, lembre se da teoria einsteniana da relatividade e da lei de equivalência de massa-energia presente nesta teoria - E = mc2 .
Na minha não - foram meu pai e minha mãe. Teve umas primas que ajudaram ...
"Sei que interiormente existe esta busca pela verdade, por isso leem acerca de Darwin e outros do gêneros, filósofos destituídos da verdade e outros (jesus cristo nunca existiu) que tentam acalmar os corações famintos, enfim, "a verdade absoluta não existe" segundo eles são meramente criações humanas. e interessante notar que as provas "que Deus não existe" que são postas diante de nós, são provas escritas por homens falíveis que não conseguem as vezes discernir a mão direita da esquerda."
Darwin foi BIÓLOGO. Ele produziu a espinha dorsal dessa ciência. O famoso livro dele não argumenta sobre a inexistência de deidades. Para verificar sobre a desnecessidade de deidades, basta esquecer a arrogância humana sobre os seus pretensos papéis e objetivos no universo. Pensando nisso, dispensa-se todos os deuses, inclusive o seu, que é só fruto de uma mitologia escrita por obra de homens, que fazem um deus pedir prepúcios. Eu teria vergonha de um tipo de deus desse no qual vc crê, mas cada um é cada um. Uns gostam de colecionadores de prepúcios, outros não.
Porque está escrito:Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a inteligência dos inteligentes.
Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tomou Deus louca a sabedoria deste mundo?
Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.
Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria;
Mas nós pregamos a Cristo crucificado,que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.
Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo,poder de Deus, e sabedoria de Deus.
Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.
Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os nobres que são chamados.
Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;
para que nenhuma carne se glorie perante ele.
Não é o mesmo texto onde antes o autor diz isto :
"Dou graças a Deus, porque a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e a Gaio,
Para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome.
E batizei também a família de Estéfanas; além destes, não sei se batizei algum outro."
1 Coríntios 1:14-16
Vamos ver, ele não batizou ninguém menos dois que ele batizou, e também batizou a família do tal de Estéfanas ... Mas não se lembra se batizou outros. :¬D
Sim, vc confia num sujeito que sequer sabe contar e não é NADA sincero naquilo que diz, Fantasma.
História não depende da vontade de pessoas. Depende dos acontecimentos que efetivamente se deram - se as alegações da maioria, como vc se autodenomina, não são coerentes com a realidade, não possuem evidências ou coerência com a realidade verificável, essas alegações são só uma mentira, Thais Inácio. Mesmo que a maioria acreditasse que papai noel existe, essa história não seria real.
as religiões tem que estar abertas para criticas, pois temos o direito de faze-las.
A maioria dos ateus não tem rancor ou odio, tamos apenas defendendo nossa opinião e o diretio de te-la (não sei o porque que nossa visão é a mais atacada).
Bela frase Carlos, concordo mesmo!
o ser humano existe a mizeros milhares de anos, e daqui um tempo a raça humana deixará de existir e o universo continuará sendo o mesmo que era antes de nossa existencia.
Então vc achou ? Mostre a cova e mostre que ele realmente ressuscitou.
"Uma coisa só posso afirmar, Jesus é real pra mim!"
É o seu papai noel. Ok, não tenho problemas com isso.
"mas o Jesus que curou uma doença terminal, a qual a ciência desenganou"
Já com essa tolice eu tenho grandes problemas, pq é a partir dessa tolice que pessoas brigam contra médicos e levam crianças à morte. Se vc quiser acreditar no seu Jesus, use isso como crença pesoal. Mas não venda NUNCA que tal crendice cura, pq essa alegação mata pessoas. Deixe sua crença pessoal ser só pessoal.
Repito, é nisso que acredito e vejo sim isso como uma boa maneira de enxergar as coisas que deve sim ser passada adiante. Primeiro, Deus não intervém como nós queremos, muitas variáveis complexas a serem analisadas para explicar o que e como isso se sucede, segundo, Deus não é Papai Noel para recebermos o que queremos.
Note que os dois pontos, apesar de parecidos, são complexamente diferentes.
Intervenção são sobre coisas que realmente são de suma importância, coisas que transcendem ao egoísmo materialista e coisas do gênero..
Querido, acredito que sejas tão jovem quanto sou (tenho apenas vinte anos), entretanto as experiências que passei nesse curto espaço de tempo já me revelaram, assim como a vários filósofos e cientistas (não estou de modo algum me comparando a eles, a não ser no sentindo de ter descoberto uma coisa: que Deus existe)
Já dizia Eistein: "O frio não existe. O que chamamos de frio é algo convencional para nos informar que não existe temperatura suficiente para o calor no aquecer"
Para fraseando o nosso eterno cientista: "O mal não existe. Ele é aquilo que chamamos para designar a ausência de Deus"
Havia me proposto a não mais escrever aqui, pois cheguei a conclusão que é inútil... Não temos aqui ambiente saudável para conversação e sim para discussão, retórica e sobrepujência intelectual e, é claro, ambiente propício para chacotas à pessoas que se revoltam com a forma que sua fé é ridicularizada aqui, pessoas essas que ou por raiva ou por despreparo acabam falando outras coisas piores que as que vocês falam e tristemente deixam margem para serem ainda mais ridicularizados, portanto, deixo um apelo aos meus irmãos em fé: Não sejam grosseiros, sem ameaças, sem arrogância, sem condenações.
Temos essa ferramenta incrível que é o cyberespaço e acabamos implodindo ele sobre nossas cabeças e, também, sobre a de Cristo, que acaba sendo mal interpretado por que seus seguidores o fazem questão de que ele o seja..
Termino com uma reflexão em cima de uma frase de gadhi: "Não sou cristão somente por causa dos cristãos"; Seja qual for o sentido que ele pretendia atingir com essa frase, ele é de grande valia para reflexões a respeito de nossas atitudes e como representamos a pessoa que nos salvou.
Um ótimo resto de semana, grato.
contato em: paulor.hasse@gmail.com
Pois é, errou feio. Tenho 41.
"entretanto as experiências que passei nesse curto espaço de tempo já me revelaram, assim como a vários filósofos e cientistas (não estou de modo algum me comparando a eles, a não ser no sentindo de ter descoberto uma coisa: que Deus existe)"
Diga quem foi ...
"Já dizia Eistein: "O frio não existe. O que chamamos de frio é algo convencional para nos informar que não existe temperatura suficiente para o calor no aquecer""
Einstein nunca disse tal bobagem. E também não descobriu nenhum deus ...
"Para fraseando o nosso eterno cientista: "O mal não existe. Ele é aquilo que chamamos para designar a ausência de Deus""
Errado. Seu deus é só uma crença sua. A ausência dele é só não dar a atenção para a crença nesta dragão de garagem.
Newton, Abraham Lincoln, Roger Bacon, Georges Cuvier, Michael Faraday, Samuel Morse, Charles Babbage, Charles Bells.. entre outros (Kepler, Maxell, Galileo, Pascal, Libnitz, ...).
Para não dizer que "era pelo contexto em que viviam" vamos aos atuais:
Alister e Joanna McGrath
Francis Collins (Líder da pesquisa do genoma humano)
Lista com outros 180 nomes, menos conhecidos.
http://www.answersingenesis.org/home/area/bios/
Existem outros, mas não estou me recordando. Independetemente do número, apesar de pequeno frente ao número de evolucionistas da atualidade, podemos observar que não são somente pessoas "sem conhecimento" que aceitam as verdades bíblicas (sim, peguei o número de cientistas que acreditam no criacionismo bíblico, fora os que creem no design inteligente)
Enfim. Com relação ao dragão de garagem, vou guardá-lo só para mim, o que acha da ideia? :)
Sobre a frase de Eistein, não posso afirmar categoricamente que a frase é verdadeira, mas conta-se uma história vinculada a ele. Não se pode provar a veracidade da mesma, entretanto ela é fortemente atrelada a ele, o que não quer dizer nada, de fato
:
Alemanha
Inicio do século 20
Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?”
Um aluno respondeu valentemente:
“Sim, Ele criou.”
“Deus criou tudo?”
Perguntou novamente o professor.
“Sim senhor”, respondeu o jovem.
O professor respondeu,
“Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?”
O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.
Outro estudante levantou a mão e disse:
“Posso fazer uma pergunta, professor?”
“Lógico.” Foi a resposta do professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
“Professor, o frio existe?”
“Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?”
O rapaz respondeu:
“De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é susceptível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia.
O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor”
“E, existe a escuridão?”
Continuou o estudante.
O professor respondeu: “Existe.”
O estudante respondeu:
“Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz.
A luz pode-se estudar, a escuridão não!
Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas.
A escuridão não!
Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?
Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”
Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
“Senhor, o mal existe?”
O professor respondeu:
“Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.”
E o estudante respondeu:
“O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.
Deus não criou o mal.
Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz.
O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações.
É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.”
Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado…
Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?
E ele respondeu:
“ALBERT EINSTEIN.”
É pura má-fé para vender uma crendice. Quer que eu demonstre ? Foi triste de sua parte sair daqui com uma mentira ... Mais justo e honesto seria pedir desculpas pela má-fé não intencional (se tiver sido não intencional).
A lista do answer in genesis também usa de muita má-fé. E daí que pessoas no passado acreditavam num deus ? Isso é um apelo à autoridade, com desconsideração sobre qual ambiente tais pessoas viviam.
Só me responda uma coisa, qual o livro que tem comprovadamente transformado um homem ladrão em honesto, uma prostituta em uma pessoa santa, um doente em uma pessoa sã, um ateu (como eu era), em um crente?
a resposta é AS SAGRADAS ESCRITURAS!
Esta geração de teus passará, mas AS SAGRADAS ESCRITURAS JAMAIS PASSARÁ!
Os povos ATEUS (Japão, Corea, Afeganistão, USA, Alemanha, França) sofre a ira do Deus que rejeita, com todo tipo de calamidade e falência, mais não se entrega. É uma pena.
Jesus Cristo realmente era extraterrestre , pois ele mesmo disse …” Eu não sou deste mundo…” Jesus Cristo não é daqui,
desta Terra , e de nenhuma outra galáxia deste Universo visível. Ele é de uma outra dimensão , um outro Universo, que
nossos melhores telescópios , não poderão jamais captar sua imagem, pois trata-se de uma dimensão totalmente espiritual,
onde estes olhos carnais,não podem enxergar. Cristo se fez carne , sem pecado, e dentro dessa matéria, havia um espírito, luz , energia, como se preferir,
tão poderoso , que no Monte da transfiguração , podemos constatar isso : seu rosto resplandeceu como o sol e seus vestidos brancos como a luz.
Podemos observar o poder que estava nele.
Nesse momento da transfiguração , o que ocorreu com a sua matéria? Ela se fundiu com o seu espírito. Ele tinha esse poder para tal, pois Nele não havia o pecado(morte da carne).
Para quem crê em anjos, esses seres de pura energia, também têm o poder de materialização.
Cristo irradiava virtudes, energia divina , até pelos seus poros, devido à grandeza do seu espírito, pois afinal , sendo Filho de Deus , ele também era e é Deus.
Podemos verificar isso , naquela parte , onde a mulher que tinha o fluxo de sangue , lhe toca para obter a cura, e Jesus imediatamente diz que alguém Lhe tocou , pois dele saiu virtude.
Cristo curou e ressuscitou a muitos, e também tinha poder , para fazer o mesmo consigo. , mesmo que chegasse à morte , como ocorreu na cruz.
Em certo trecho da Biblia , ele diz:…” O Pai tem a vida em si mesmo , e deu para o filho , também ter a vida em si mesmo.
Sua missão não foi gerar uma descendencia , pois como ele mesmo disse : …”derramarei do meu sangue , e resgatarei a muitos.”
Cristo , nos seus ultimos dias , disse aos seus díscipulos , que após todos aqueles acontecimentos que iria lhe ocorrer , partiria junto ao Pai; e que os discípulos os amassem de verdade, deveriam
se exultar com isso., e não chorarem pela sua ausencia. O fato de não existirem provas materiais , como sepultamento do seu corpo é justamente porque a sua carne não conheceu a morte. O homem nasceu em pecado e morre; porque o pecado gerou a morte. Mas Cristo nasceu sem pecado ; foi obra do espírito Santo. Por ser um Ser sem pecado , ofereceu seu corpo em sacrifício para perdão dos pecados da humanidade. Um pecador não poderia salvar outro pecador. Porisso Ele (divino) veio habitar em um corpo puro para tal missão. Ele mesmo disse:" derramarei do meu sangue para resgatar à muitos."Ele simbolizou o segundo Adão.
amor,caridade,mansidão,humildade, sabedoria, tolerância,amor incondicional, pureza, etc... Portanto éramos do velho Adão(velho homem:com as "qualidades da carne" citados acima) e nos tornamos novo homem , semelhantes à Cristo, ou seja com as suas virtudes. Nossa carne morrerá, pois já está condenada para tal , mas dentro de nós será formado esse novo ser, que quando este corpo tombar, esse novo ser , revestido das virtudes celestes , ascenderá para o Lar do Pai Celestial.
Minha personalidade terrestre (carne) pode mesmo ter hipocrisia , mas o meu espírito deseja ardentemente vencer esses defeitos. È como Cristo disse: O espírito está sempre preparado ; mas a carne é fraca. Nossa carne está sempre em oposição aos nossos espíritos , mas este sempre tem que governar. Na verdade há um duelo entre nossas personalidades terrestres e o nosso espírito . A essência do nosso espírito é o amor , mas as vezes por causas das dificuldades terrenas , lutas etc... ele fica sufocado dentro de nós. Quantas vezes fazemos alguma coisa desagradável , e dentro de nós algo 'diz' , mesmo que às vezes de forma quase imperceptível ," que não deveríamos agir assim"? È o nosso espírito.
Respeito a sua opinião.
porem eu fico curiosa, me responda por favor s.m:
você acredita qua a biblia seja a palavra de um suposto deus criador, e sabemos que muita coisa do que esta escrita nela não corresponde com a realidade, como no caso que o sol gira em torno da terra, como um deus criador não conheceria a sua obra a ponto de não saber que a terra gira em torno do sol?
Isso está escrito em Josué 10:12 em diante : Então Josué falou ao Senhor... e disse aos olhos dos israelitas: Sol , detem-te em Gibeão , e tu ó lua , no vale de Aijalom. E o sol se deteve , e a lua parou até que o povo se vingou dos seus inimigos... O sol , pois, se deteu no meio do céu e não se apressou a por-se quase um dia inteiro. E não houve dia semelhante a este , nem antes, e nem depois dele , ouvindo o Senhor a voz de "um homem"...
Vamos olhar para os céus ao meio dia! Aonde ele se encontra? Não parece que está no meio dos céus? Não dá-se a impressão de que o sol vai "caminhando" até se por? Devido a falta de conhecimento , o povo antigo pensava dessa maneira , porisso as palavras de Josué! Lembre-se : quem disse essas palavras não foi Deus , foi Josué. Deus apenas operou com o seu poder.
O fato de Deus operar e de omitir à Josué a verdade;de maneira nenhuma implica na afirmação de que o sol girava em torno da terra.
Talvez Deus não tenha revelado á Josué , pois não havia necessidade para tal naquele momento ou em outro ; talvez Josué não estivesse interessado nisso também. Deus sabia que Josué cria em seu poder, e esse conhecimento não afetaria em nada. Já em Jó Deus fala que a Terra está firmado no nada, e naquela época não se tinha conhecimento sobre isso (gravidade). Hoje em dias quantas pessoas recebem milagres de Deus, e nem conhecem como funciona o corpo humano. Recebem porque crêm no poder de Deus e têm fé.
bom todos os milagres são cientificamente impossiveis, mas geralmente vocês religiosos tendem a duvidar do poder da ciencia (mas quando ficam doentes procuram medicos e tomam remedios feitos pela ciencia).
agora o meu questionamento é mais pessoal e não cientifico.
Na biblia deus testa Abrahãao, dizendo que se ele realmente ama a deus que então sacrificasse o seu filho Isaque.
que tipo de moral um livro como esse pode passar?
Nós não duvidamos do poder da ciência , pois ela vem de Deus . Só que ela tem um limite, e à partir daí Deus pode agir segundo a Sua vontade, pois para Ele nada é impossível.
Bem , tanto em Levítico 18:21, como em 20:02 , Deus especificamente condena o sacrificio humano. Deus não estava interessado em que Abraão viesse a matar o seu primogenito; isso não era o plano Dele, conforme podemos observar quando o anjo impede Abraão. Esse pedido de Deus , foi um ato simbólico .Teve que chegar ao máximo , ao àpice , para provar e mostrar á humanidade , o amor, a fé e a confiança de um homem ( Abraão) teve para com Deus, renunciando ao seu próprio filho: um dos maiores e mais profundo amor que sentimos aqui na Terra. Por isso Deus escolheu o seu filho , o que Abraão mais amava aqui na Terra. Mas Abraão amava à Deus acima de tudo .
Com essa obediência e diante dessa cena orquestrada por Deus , Abraão nos mostrou e deixou exemplos de 4 virtudes: a obediência, a fé , o amor e a confiança para com Deus. Isso também já prefiguraria , já que Deus conhece o futuro ; o amor de Deus para com a humanidade, oferecendo o Seu Filho Jesus em morte de cruz, para resgate da humanidade. O ato de Abraão também pode ser visto como um exemplo de desapego(não desamor) a tudo que temos aqui na Terra.Por isso Cristo disse: Aonde estiver o teu coração , aí estará o teu tesouro! Na verdade temos que amar nosso filhos, pais , etc... e esses sentimentos são sentimentos da carne. Nossos filhos , pais etc.. são espíritos irmãos nossos , que estão aqui na terra para cumprir suas missões , assim como nós. São espíritos individuais , dotados de inteligencia espirituais e eternas , desenvolvidas antes de encarnarem aqui na Terra. Eles apenas estão sob os nossos cuidados , e nem poderemos chamá-los de "meus" , pois quando chegarem a hora de nossos filhos partirem , nós não podemos fazer nada ! se fossem nossos , teriamos o controle sobre isso. Não o deixaríamos partir. Estamos todos aqui para o crescimento de nossos espíritos , e Deus é o Pai de todos nós. Porisso temos que amá-Lo acima de tudo , e evitar apegos aqui na Terra, e termos nosso coração e alma voltados para Deus , para quando partirmos daqui , não fiquemos presos à nada e voltemos para o nosso lar celestial junto à Ele. Foi nessa parte de Abraão essa mensagem que Ele quis nos passar também !.
Mais foi bom, deu pra perceber como o homem faz pra ver apenas o que quer ver.
Vc tem alguma evidência histórica de que o caso relatado e ateé mesmo os personagens do conto bíblico existiram ?
Que tal no lugar disso ver o que se pode saber sobre quando tal livro foi escrito ?
"Vamos olhar para os céus ao meio dia! Aonde ele se encontra? Não parece que está no meio dos céus? Não dá-se a impressão de que o sol vai "caminhando" até se por? Devido a falta de conhecimento , o povo antigo pensava dessa maneira , porisso as palavras de Josué! Lembre-se : quem disse essas palavras não foi Deus , foi Josué. Deus apenas operou com o seu poder."
Foi Josué mesmo ? De onde vc tirou tal ideia ? Fica a dica para verificar a validade histórica do documento que vc acha que fala a "verdade".
"O fato de Deus operar e de omitir à Josué a verdade;de maneira nenhuma implica na afirmação de que o sol girava em torno da terra."
Que tal uma explicação mais simples e mais coerente com a realidade ? Inventaram tudo. De Josué ao sol parando ...
"Talvez Deus não tenha revelado á Josué , pois não havia necessidade para tal naquele momento ou em outro ; talvez Josué não estivesse interessado nisso também. Deus sabia que Josué cria em seu poder, e esse conhecimento não afetaria em nada. Já em Jó Deus fala que a Terra está firmado no nada, e naquela época não se tinha conhecimento sobre isso (gravidade)."
E talvez o grande Conselho Supremo dos Sacis fez essa história só para tirar troça de quem acredita numa história sem pé nem cabeça ... Mesmo pq, falar que a Terra está firmada no nada é uma alegação de ignorância em física e astronomia.
"Hoje em dias quantas pessoas recebem milagres de Deus, e nem conhecem como funciona o corpo humano. Recebem porque crêm no poder de Deus e têm fé."
Quantas ? Nenhuma.
Descontando-se os detalhes que Abraão é um mero personagem de um conto e que a história é deplorável e grotesca, fica uma inconsistência da sua justificativa, em razão de outra historieta bíblica, a de Jefté, o qual prometeu e sacrificou para esse mesmo deus, a sua filha - Jz 11:29-40. Devo supor, pelo seu discurso, que neste caso, esse seu deus estava interessado que Jefté matasse sua filha e esse era o plano do seu deus ... E como significado, ainda que seja simbólica, a história é tosca.
nada , mas nada é impossível!Se Ele quiser fazer um pássaro falar , Ele faz;se Ele quiser abrir o mar , Ele abre , enfim do nada Ele pode criar tudo. Só porque a ciência não consegue provar , isso , ou aquilo , não que dizer , que tal coisa não existiu , ou é mentira. Quem somos nós? Olhemos a Terra , nesse universo de Deus: um pontinho na imensidão! Tem mistérios , que eu acho , que nunca será desvendado pelo homem...cousas que nunca serão descobertas... e elas existem! Deus faz cousas que excedem a nossa compreensão humana : olhe para nós mesmo : que máquina magnífica e de uma criação sábia! Voce acha foi criado assim pelo acaso? Infelizmente muitos não crêm porque acreditam somente no poder do limite humano. "Se eu não vejo , não existe" , "Se eu não sinto , é mentira", "Se a ciência não prova, então não existiu" etc... Muitos não crêm que Jesus caminhou sobre o mar: Que nada! È que lá tinha sal! Ou seja: se eu não consigo caminhar , por que Ele caminhou? S e o homem não consegue transformar a agua em vinho , como vou acreditar que Jesus transformou? estão presos ao tão limitado poder humano que temos. E não crendo , não recebem e nem vêm , pois o próprio Jesus disse: Sê creres , verás a glória de Deus! As obras que Cristo fez aqui na Terra , os milagres, embora muitos não criam , foi para mostrar somente uma parte minúscula do poder infinito que há no Criador. E é através da fé que alcançamos isso em nossa vida. Sem fé e crença é impossível se achegar á Deus! Temos que crer que Ele existe, é o primeiro passo para que futuramente venhamos a obter o conhecimento divino , ou até da Biblia , cuja incompreensão nos aflige tanto. HFC : Nada ´´e obrigado entende? Mas existe uma porta que está encostada , mas aberta para quem quiser: Essa porta se chama Jesus Cristo Se voce aceitar e entrar por Ela conhecerás e verás o inacreditável e terás conhecimento de cousas que nunca passou pela sua mente. As cousas espirituais são incompreensíveis , mas Deus pelo seu Espírito não nos negará tais conhecimentos por Jesus Cristo. Para finalizar , deixo uma frase de paulo:As cousas de Deus para os sábios é loucura!
Em especial a Carlos Melo Se voces nao acreditam em Deus acreditam em quem... Lucifer... ahh ou nao os cientistas que criaram o céu e a terra...
Errado! São consideradas lendas pq se vê a incongruência dos mesmos com a realidade. Quer exemplos ?
Pessoas vivendo 900 anos. Se houvesse existido isso, haveria evidências disso numa coisa que hoje podemos analisar : nosso DNA. Ou mais : um deus insano derruba uma torre que quer chegar aos céus. Realidade que desmonta isso : já lançamos naves tripuladas e não tripuladas a alturas maiores do que os sonhos dos escritores desse ridículo livro de mitos. Assim o seu próprio "exemplo" destrói seu argumento (algo que realizamos mostra a tolice de uma história inventada por pastores de cabra da era bronze).
"nada , mas nada é impossível!"
Alegar que não é simples. É pura retórica vazia de sua parte. É seu ônus demonstrar que não é. Faça o jus a ele, e cumpra-o ...
"Se Ele quiser fazer um pássaro falar , Ele faz;"
Mas não consegue salvar a vida de uma pessoa. Pessoas são obrigadas a fazer o que seu ser imaginário de crença não consegue ...
"se Ele quiser abrir o mar , Ele abre ,"
Mas não consegue levantar a caneta que está na minha mesa, coisa que eu consigo. Seres imaginários são bem incompetentes : se alegam onipotentes mas perdem para qq ser humano.
"enfim do nada Ele pode criar tudo."
Mas não consegue fazer criacionistas pensarem ... Deixa-os no dogmatismo e burrice.
"Só porque a ciência não consegue provar , isso , ou aquilo , não que dizer , que tal coisa não existiu , ou é mentira."
A história, arqueologia e historiografia mostra quando foram compostos os textos, que vc por louvor a tradição lê sem espírito crítico. A ciência nem precisa entrar em cena. E aliás, se ela entrar, a alegação do texto bíblico se mostra falsa, ridícula. Vc chutou errado de novo ...
"Quem somos nós?"
Somos uma espécie de primatas que desenvolveu uma cultura que consegue achar respsotas efetivas.
"Olhemos a Terra , nesse universo de Deus:"
O universo não é do seu deus, seu deus é só uma criação humana, com gostos e sentimentos humanos.
"um pontinho na imensidão!"
Menos do que isso, mas nós conseguimos achar respostas efetivas. O problema, é que pessoas, devido ao fundamentalismo religioso, não aceitam coisas diferentes do que um livro escrito a 1300, 2000 anos atrás diz. Isso é mero fundamentalismo, ao qual vc tem dado ouvidos.
"Tem mistérios , que eu acho , que nunca será desvendado pelo homem... cousas que nunca serão descobertas... e elas existem!""
Se vc não estudar, ou censurar o que já foi descoberto, em função do filtro de sua crença, vc não vai entender nunca.
" Deus faz cousas que excedem a nossa compreensão humana : olhe para nós mesmo : que máquina magnífica e de uma criação sábia!"
O ser humano, assim como os outros animais é fruto de um processo evolutivo. Não foi "criado" intencionalmente. Tente estudar biologia.
"Voce acha foi criado assim pelo acaso?"
Fui criado por meu pai e minha mãe.
"Infelizmente muitos não crêm porque acreditam somente no poder do limite humano."
O limite de alguns é criar um superhumano imortal e superpoderoso para explicar aquilo que elas não estudam ou investigam para entender. Vc está na mesmíssima posição do Simplício da obra de Galileo Galilei que causou-lhe a condenação por não aceitar a explicação dogmática.
""Se eu não vejo , não existe" , "Se eu não sinto , é mentira", "Se a ciência não prova, então não existiu" etc..."
Eu vejo o pq vc defende a idéia, mas vc nem de longe consegue entender que esse seu argumento já nasce falacioso.
É possível saber de onde e como o seu deus teve origem ... Assim como o John Frum chamado Jesus.
"Muitos não crêm que Jesus caminhou sobre o mar: Que nada!"
Vamos ver, se era o filho do bambambam do universo que ama a todos, ele poderia ter dado a recieta do soro caseiro que hoje salva milhares de vidas e teria salvo milhões de crianças que morreram em todo o mundo desde o século I. Mas o que ele preferiu ? Andar na água!!! Lamento, mas o Chris Angel ganha dele ... E pelo menos, o Chris Angel não é só um personagem de ficção.
"È que lá tinha sal! Ou seja: se eu não consigo caminhar , por que Ele caminhou? S e o homem não consegue transformar a agua em vinho , como vou acreditar que Jesus transformou?"
Pq eu daria valor a um texto escrito por um autor anônimo, cheio de incongruências, contradições e alegações falsas, como os evangelhos canônicos ?
"estão presos ao tão limitado poder humano que temos. E não crendo , não recebem e nem vêm , pois o próprio Jesus disse: Sê creres , verás a glória de Deus!"
Que pena, vc apontou mais uma mentira : eu já acreditei nesse deus. Sabe o que de real havia ? O mesmo que há para vc : mero convencimento emocional. Vc efetivamente é refém da crença nos dogmas que não pode contestar - para vc eles valem sua "felicidade" ou pior sua "felicidade eterna". Falta vc entender onde vc está presa ...
"As obras que Cristo fez aqui na Terra ,"
Engraçado : ninguém na época dele ligava para ele ... Igual o John Frum ...
"os milagres, embora muitos não criam , foi para mostrar somente uma parte minúscula do poder infinito que há no Criador."
Exatamente o mesmo pode ser aplicado a John Frum. Basta vc crer (ou seja, vendar seus olhos para raciocínio crítico e investigação).
"E é através da fé que alcançamos isso em nossa vida. Sem fé e crença é impossível se achegar á Deus"
Fé é basicamente vc fechar seus olhos para procurar se há explicação real. Vc aceita que as alegações são verdadeiras, mesmo sem investigar ou tentar verificar a fidedignidade das mesmas ...
"Temos que crer que Ele existe, é o primeiro passo para que futuramente venhamos a obter o conhecimento divino , ou até da Biblia , cuja incompreensão nos aflige tanto."
O que me aflige é ver vc prefere ter fé a estudar e compreender. Vc prefere o livro dos pastores da era do bronze a tenatr entender a realidade.
"HFC : Nada ´´e obrigado entende?"
Então sai voando.
"Mas existe uma porta que está encostada , mas aberta para quem quiser: Essa porta se chama Jesus Cristo Se voce aceitar e entrar por Ela conhecerás e verás o inacreditável"
Porta Aberta!!!! Desculpe, mas Vicente Celestino era um grande cantor, mas tremendo pulha tbm ...
"e terás conhecimento de cousas que nunca passou pela sua mente."
Ok, demonstre seja superior ao Modelo Padrão mas inclua as forças nucleares e a gravidade.
"As cousas espirituais são incompreensíveis , mas Deus pelo seu Espírito não nos negará tais conhecimentos por Jesus Cristo."
"Para finalizar , deixo uma frase de paulo:As cousas de Deus para os sábios é loucura!"
Não este aquele mesmo livro onde o autor manda mulheres raspar a cabeça ? Suponho que vc dê valor a esta loucura e já raspou sua cabeça, não é ?
Respeito seu ponto de vista. Sei bem em quem eu creio e já tive várias experiências com Jesus cristo , mas vi que não adiante eu ficar aqui falando , etc... Lembro-me quando eu era criança , ouvia as pessoas reclamarem de dor de cabeça , e fica pensando : como é ter uma dor de cabeça ? Qual a intensidade de uma dor de parto? Não era capaz de imaginar , pois não tinha passado por isso. Mas hoje eu sei qual a intensidade da dor de um parto , pois já passei porisso e assim por diante. Mesmo que tentassem me explicar não era capaz de imaginar pois eu não sentia na época nenhum tipo de dor, assim com maior intensidade. Como posso provar ou fazer v. sentir o que eu sinto? O que me foi revelado? Minhas experiencias espirituais ? O que eu vi, senti , apalpei? Fica difícil ... entende? O que posso te dizer é que respeito o seu ponto de vista: que voce siga o seu caminho e eu o meu! E quero te desejar do fundo do meu coração : tudo de bom para voce. Abraços.
Bom,geralmente eu alego a falsidade da religião pela ciencia, mas antes de eu falar em ser algo falso devo lembrar que é chocante ver pessoas amando um deus assasino de crianças inocentes.
nessa minha critica eu não considero os fatos biblicos como algo real, eu critico a vontade de querer seguir este personagem deus tão perverso.
responda a minha indignação!
pergunta 4- PORQUE Tardígrados, que surgiram no planeta repentinamente há mais de 500 milhões de anos, eles não evoluíram um milímetro todos esses anos , e existem até hoje ,pergunta 5- PORQUE as Águas Vivas, tem mais de 650 milhões de anos vivendo nos oceanos da Terra e sem sofrer praticamente nenhuma alteração biológica , pergunta 6- porque os Tubarões, já estão vivendo nos oceanos há mais de 450 milhões de anos, porém mesmo os mais antigos fosseis mostram que eles são basicamente os mesmos, não ‘evoluíram’ nada todos esses anos.
pergunta 7-porque os Crocodilos surgiram repentinamente há 200 milhões de anos, notem um detalhe interessante nesse fato, eles viveram em conjunto com os dinossauros por mais de 140 milhões de anos [dinossauros foram extintos há 65 milhões de anos atrás] Porém os dinossauros foram extintos por um meteoro, mas esse mesmo meteoro não foi capaz de matar os crocodilos(?). OS EVOLUCIONISTAS DIZEM QUE O que sobrou dos dinossauros virou pássaros, mas os crocodilos continuaram crocodilos ate hoje.
PREZADOS EVOLUCIONISTAS ATEUS QUE ODEIAM DEUS , AGORA VEM A PERGUNTA AFINAL DE CONTAS VOCÊS ATEUS EVOLUCIONISTAS DIZEM QUE QUANDO UM ANIMAL SE EVOLUI SUA ESPÉCIE ANTERIOR DESAPARECE , AGORA DE UMA OLHADA NOS ANIMAIS ACIMA CITADOS E FOI APENAS ESSES , SE QUISER TEM MILHARES DELES . AGORA GOSTARIA QUE O AUTOR DESSE BLOG OU QUALQUER OUTRO ATEU ME RESPONDESSE POR GENTILEZA .
POR QUE ESSES ANIMAIS CONTINUAM EXISTINDO ATÉ HOJE...
POR ISSO QUE EU FALO EVOLUÇÃO É COISA QUE NÃO DEVERIA SER ENSINADO EM ESCOLA DA MESMA FORMA QUANDO UM EVOLUCIONISTA ATEU RECLAMA QUE ENSINO RELIGIOSO NÃO DEVERIA SER ENSINADO EM ESCOLA POR FALTA DE PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS .PEGUNTO A VOCÊS E A EVOLUÇÃO ESSA PALHAÇADA QUE NUNCA FOI PROVADA . DEVERIA SER ENSINADA NAS ESCOLAS .
O gênero Ginko existe há muito tempo, mas variações evolutivas dentro do gênero foram extintas, como adiantoides, apodes, cranei, digitata, gardneri, huttonii, indicando processo especiativo evolutivo na clade. Supor que não houve evolução na espécie mostra sua falta de informação biológica.
Há 3 espécies do gênero Atractosteus vivas hoje : spatula, tristoechus, trophicus. Porém são encontrados fósseis de espécies extintas, como strausi e africanus, o que faz dessa sua alegação uma MENTIRA também.
O espantoso é que um TROLL MENTIROSO como vc "marcos" copia e cola lixo do blog do Bruno 7 Antigos mesmo sabendo que esse TROLL já foi detonado faz tempo. Vc só demonstra que o número de crentes em crendices religiosas esquisitas tendem a ser estelionatários. Pode voltar a se esconder da polícia ...
"Sei bem em quem eu creio e já tive várias experiências com Jesus cristo , mas vi que não adiante eu ficar aqui falando , etc..."
Aqui está o ponto que diferencia todas as crenças da análise da realidade feita pela ciência : enquanto pessoas querem validar experiências anedotais sem sentido, ciência analisa dados objetivos de forma objetiva, de forma que qq um possa repetí-los.
"Lembro-me quando eu era criança , ouvia as pessoas reclamarem de dor de cabeça , e fica pensando : como é ter uma dor de cabeça ? Qual a intensidade de uma dor de parto? Não era capaz de imaginar , pois não tinha passado por isso."
Iboprufeno e ácido acetil-salicílico. Viu como se resolver um problema ?
"Mas hoje eu sei qual a intensidade da dor de um parto , pois já passei porisso e assim por diante."
E se não fossem anestésicos, vc teria tido a pior experiência da sua vida.
"Mesmo que tentassem me explicar não era capaz de imaginar pois eu não sentia na época nenhum tipo de dor, assim com maior intensidade. Como posso provar ou fazer v. sentir o que eu sinto?"
Efetivamente não preciso. Mas poderíamos simular uma dor ainda pior em qq pessoa, seja eu ou vc, através da administração de neurotransmissores. Pode-se se fazer uma pessoa sentir a dor mais enlouquecedora que vc imagina. O seu parto pareceria com uma dor de uma mísera unha encravada em comparação com o que é possível se fazer. Tanto a dor quanto o alívio desta dor podem ser produzidos por administração de medicamentos. Sabe como se conseguiu isso ? pela pesquisa e investigação.
"O que me foi revelado? Minhas experiencias espirituais ? O que eu vi, senti , apalpei? Fica difícil ... entende?"
Vc se convenceu pela sua experiência anedotal. Da mesma forma que um pessoa que alega ter sido abduzida por uma nave alienígena ...
"O que posso te dizer é que respeito o seu ponto de vista: que voce siga o seu caminho e eu o meu!"
Por outro lado, eu gostaria que vc estudasse para aprender e não ficar refém da fé e da ignorância. Mas é só uma recomendação ... Não posso obrigá-la a estudar. Contudo posso exigir que vc só fale com base no que especialistas em em um determinado assunto possam afirmar - ou que vc mostre evidências que efetivamente refute as ideias atuais sobre o assunto.
Me responde se quiser , ok? Voce acredita em um Deus , Ser Superior , Criador de tudo e todos ? Em caso negativo , por que não?
ainda ta dificil de entender que essas palavras biblicas são de humanos, ordinarios, e não um deus criador?
Se voce observar na Bíblia , Faráo também mandou matar todos os primogenitos de Israel , onde somente Moisés escapou. Os faráos naquela época eram tidos como a encarnação dos deuses da Terra , e pediam a proteção do deus Horus. Chamavam a si mesmos de deuses.
Israel foi a nação escolhida por Deus Criador,( que se intitulou "Eu sou o que Sou" ou Jeová), por causa de Abraão ; que creu Nele como o Unico Deus verdadeiro e Criador e Deus dos deuses, no meio de um povo panteísta.. Israel era a descendência de Abraão.
Faraó apresentou-se perante o povo de Israel como o soberano e todo poderoso e já considerava o seu filho primogenito como o seu sucessor e sucessor dos deuses. Nessa época do nascimento de Moisés , os israelitas já estavam vivendo como escravos no Egito. Vamos direto a sua pergunta: Antes de Deus Criador , tomar tal atitude ; Ele havia enviado as pragas que possivelmente voce já conhece. Só que não houve resultado por parte de faraó. Foi então , onde Deus ordenou o cessar das vidas daquelas crianças primogenitas , inclusive do primogenito de faraó. Essas crianças tiveram mortes naturais. A morte de todos essas crianças , resultou na maior humilhação para todos os deuses e deusas e farós futuros, porque foram incapazes de salvar da morte todos os primogênitos do Egito. Foi necessário isso , para mostrar para ele e os demais , que há um único Deus Criador, de tudo e de todos , e que está acima de todos os deuses criados por homens ou outras entidades.O mesmo aconteceu com Nabucodonosor , que por causa de sua soberba e querendo ser maior que tudo , sofreu aquela punição . Na verdade foi como uma educação espiritual , pois no fim, ele reconheceu o seu erro e se humilhou , se tornando humilde. Chocamos quando lemos sobre a morte natural daquelas crianças inocentes.Foi a única forma, para que aquele povo fosse desperto , de que havia um Deus no controle e Dominador de tudo. Só que para Deus , a carne pouco significa , pois os espíritos daquelas criançinhas retornaram para o Seu seio. Seus pais tinham que entender que havia um Deus Poderoso , que era dono da vida e da morte .Que tinha o poder para tirar e dar a vida . Para voce crer qua a carne não significa muito para Deus , mas sim a alma , é preciso crer que dentro de nós há um espírito , uma alma, um pontinho luminoso de Deus. Inclusive está escrito na Bi´blia , que todo o tesouro deste mundo não paga o valor de uma alma. A carne para Deus é apenas como um invólucro para abrigar o espírito temporiaramente , até cumprir a sua missão aqui na terra. Como somos ainda matéria , valorizamos e temos que realmente cuidar dos nossos corpos, amar nosso próximo , parentes etc... Mas só que o ser humano não é composto só de matéria; também tem o espírito que é a sua essência e possui eternidades de vivência. A vida aqui na terra é passageira. Prova é que num determinado tempo , essa matéria vai para o pó se desfazer , e alma para o mundo dos espíritos. Voce pode observar que quando chega a hora de um ser humano partir , de nada adiantam gritos, choros , etcc... nada impedirá ! Nossa matéria foi gerada pelos nossos pais , mas o espírito foi gerado de Deus , porisso somos filhos de Deus. È o que está dentro de nós que Ele ama. Às vezes a carne , nossa personalidade pode prejudicar, sufocar , e até destruir esse espírito , através das más ações , maldades , violencias , homicídios , etc... Nós como filhos de Deus , dentro desse prisão chamada "matéria" , sendo prejudicados , destruídos por ela , por causa de nossas más ações : voce acha que isso não dói nas entranhas de de Deus?
Agora eu colocarei uma bela frase do teu deus salmo 137:9
Feliz quem agarar e esmagar seus nenes contra o rochedo!
são os nenes babilonicos, e nas biblias mais completas os detalhes sórdidos são mais mostrados...........que vergonha
(estas palavras não podem receber uma interpretação fantasiosa, pois as palavras são muito claras)
um ser onipotente não precisaria apelar para isso, pena de quem convive com você, pois você deve amar mais a este ser imaginario e cruel do que a eles.
não venha me falar que naquele livro era justificavel a morte de crianças inocentes, em sodoma e gomorra.
e ai, como vai justificar isso tudo?
Quem pode dar e tirar a vida é Deus! Porisso Ele reprova, bem como eu os atos de homicídios e suicídios. Quantos aos meus filhos , espôso , parentes , amigos etc... eu os amo muito , mas sei que não posso me apegar muito , pois eles não são propriamente "meus" entende? Se fossem meus jamais queria que morressem... mas não é assim as cousas. Voce sabe disso.
cada vez mais eu fico em estado de choque com os religiosos!
o ser humano esta no seu limite de estupidez!
diga que existe algo de humano ainda em você!
ele fez crianças despedaçarem, pais comerem a carne dos filhos, soterrou crianças vivas, jogou ursos famintos para devorarem, sem falar naquele salmo que eu citei, não é póssivel que alguem com algum sentimento alimente amor por este ente!
Se voce tiver curiosidade , ou interesse , vou lhe indicar dois livros , o qual apreciaria muito se pudesse ler. São eles : "Envolvido pela Luz" de Betty J. .Eadie; e o outro "Propagação do amor" da mesma autora , ou seja: Betty J. Eadie. Foi best seller nos EUA. Apreciaria muito mesmo se você lesse com calma e que no final da leitura desses dois livros , fizesse uma análise. Só que tem que seguir uma ordem: primeiro leia o Envolvido , depois o da Propagação do amor.
responda, não é possivel!
tenho uma coleção enorme de livros que julgo mais interessantes para ler, portanto não lerei!
Nisto conhecereis o espírito de Deus:todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;
E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus;mas este é o espirito do anti-cristo,do qual já ouvistes que há de vir,e eis que já está no mundo.
Do mundo são, por isso falam do mundo,e o mundo os ouve.
Nós somos de Deus;aquele que conhece a Deus ouve-nos;aquele que não é de Deus não nos ouve.Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro.
mas lembras-se seu deus é mais um criado pela fraqueza humana, não se perca, não viva para o nada, pois sua vida é unica e finita.
enquanto a livros, eu tenho uma lista enorme que pretendo ler sobre assuntos interessantes, e esses seus com certeza ficarão de fora.
procure livros que te tragam conhecimento e não siga ideias a muito tempo ultrapassadas, e cegas, contrditorias e inventadas, ao inves disso busque o que realmente existe, a realidade tal como ela é, sonhar com umfuturo apos a morte é muita ingenuidade.
eu tenho uma lista enorme de livros para ler e estes que você citou não estão entre eles.
obs.: aproveite sua vida unica e finita, não viva para um alem da morte, acorde criancinha!
Fantasma: o que você chama de espirito é o resultado de interações da materia, procure esclarecimento cientifico. E o que você chama de deus surgiu por tememos a morte e o desconhecido, procure esclarecimento historico e filosofico.
enquanto aos livros, eu tenho uma lista enorme para ler e estes não estão nela.
obs.: aproveite sua unica vida finita e não fique sonhando com o alem da morte, acorde fantasiosa criancinha!
Fantasma: o espirito é o resultado de interações da materia, procure esclarecimento cientifico. Deus é o resultado do medo que o ser humano tem da morte e do desconhecido, procure esclarecimento historico e filosofico.
obs.: semfalar em adultos que soferam semmerecer naquele livro.
A crença em deus justifica as maiores atrocidades, é por isso que é inadimicivel crusifixos em tribunais, já aconteceu casos em que depois de ter cometido crimes pessoas tentaram justificar que foi deus quem queria, ou que a biblia diz isso e aquilo.
Já esta mais do que na hora de esquecermos o passado obscuro e sem esclarecimento cientifico que inventou gerou essa crença.
Deus, um delirio- Dwkins
O mundo assombrado pelos demonios- Carl Sagan
Genealogia da moral- Alem do bem e do mal- Assim falava zaratustra - A gaia ciencia - Humano demasiado humano-Anticristo -Ecce homo--
esses 7 ultimos de Nietszche.
Se você não crê em Deus , Jesus Cristo, que temos uma alma , vida eterna, anjos acha até que nossa vida é finita , etc... nomeando a tudo isso de "crenças fantasiosas" ; então não adianta eu ficar escrevendo , escrevendo , já que as minhas respostas serão baseadas no que creio acima.
Esse "Deus" que voce fala que é "meu" , posso te afirmar de todo o meu coração que eu já O senti . È um Deus cheio de amor, misericórdia, compassivo , justo, majestoso, grandioso, paternal que ama toda a sua criação incondicionalmente. Voce focalizou a sua atenção numa parte da Bíblia , de díficil compreensão . Naquela época , era dente por dente, olho por olho , e havia muitas atrocidades . E para que pudesse haver uma "educação" , um controle sobre todo esse mal , havia as leis que eram muitos duras, para causar efeitos. Voce sabe que haviam muitas barbaridades naquela época, a lei tinha que ser dura. Aplicando uma lei dessas em um infrator , os demais com temor de sofrer tais punições, deixavam de praticar tais males. Sò que mesmo assim , não foi capaz de segurar o mal. Deus olhando lá de cima , via o mal crescer , as "almas morrendo" e isso o afligia. Foi onde diante da impotência da lei severa que não foi capaz , que enviou Jesus Cristo. Essa lei terrena era dura , porque a carne também era "dura", entende? Mas Jesus Cristo veio trazer a lei divina, a lei de Deus, cuja carne não aprova, mas o espírito , a alma que está dentro de nós sim . Mas se voce não acredita que existe alma , fica díficil voce crer nisso. Lei de Deus : ame até teus inimigos ! A carne diz: eu , amar meus inimigos, quem me faz mal? O espírito: se regozija com isso...
Se o mundo era mau, então ele(o personagem deus) que fosse durocom os maus, mas com criancinhas?
putz, ainda bem que eu não teconheço, não ia descer essas suas palavras pessoalmente, eu fico indignada com isso!
obs.: tai mais uma evidencia de que este livro não foi escrito por um ente sobrentural.
s.m: agora vá direto ao ponto
no livro esta escrito que ele quiz matar criancinhas inocentes sem poupar dor, e é esse deus que você ama?
obs.:não exise justificativa para tamanha atrocidade, tenha um pingo de vergonha na cara, e responda!
Claro que dói em mim quando leio sobre a matança das criançinhas pois eu também sou carne. Bom , para voce entender essa resposta , é preciso crer que a vida não é finita.
Na minha opinião , naquela época havia muita violencia a atrocidades , e Deus que conhece tudo , enxerga o futuro já vias aquelas crianças quando adultas praticando também aquelas maldades iguais aos seus pais.
e tem outra ele poderia retirar a vida daquelas crianças sem causar dor, mas muitas ele matou queimadas e outras mandou matar pela espada.
seja sincera(o) você ama mesmo esse personagem perverso?
a religiosidade já é cientificamente ridicula, mas eu até suporto pessoas que querem ignoram fatos cientificos, mas não me desce pessoas que dizem amar este personnagem ordinário, isso é o cumulo!
Mas pense por um instante ver uma criancinha pura sendo queimada pelo teu "deus", pense (se você tiver) no seu(sua) filhinho(a) ainda bem pequeno(a)- que justificativa isso teria? que culpa ele(a) teria?
eu não tenho grandes problemas com pessoas que ignoram a ciencia, eu ate as suporto, mas quem defende essas palavras sórdidas e as justifica com falso amor merece no mínimo meu desprezo total!
eu quase nem acredito que li alguem defendendo isso! fico mais um vez me sentindo INDIGNADA, REVOLTADA,TRISTE, XOCADA, com os religiosos que dfendem a biblia.
Disse JESUS:
E, em qualquer casa em que entrardes, fica ali, e de lá saireis.
E, em qualquer cidade vos não receberem, saindo vós dali, sacudi o pó dos vossos pés, em testemunho contra eles.
Olá s.m.
"Me responde se quiser , ok?"
Sem qq problema.
"Voce acredita em um Deus , Ser Superior , Criador de tudo e todos ? Em caso negativo , por que não?"
Nem em um deus, nem em muitos. Pq não acredito ? Pq não há qq evidência que faça desta ideia uma ideia necessária para a realidade. Absolutamente nenhuma evidência que se possa verificar.
Disse JESUS:
E, em qualquer casa em que entrardes, fica ali, e de lá saireis.
E, em qualquer cidade vos não receberem, saindo vós dali, sacudi o pó dos vossos pés, em testemunho contra eles."
Esse é o texto de Lc 9:4-5 (repetido com alterações em Mc 6:10-11) -- mas veja, caro maluco fanático ... Como fica o seu Jesus, se ele for mandar (ou se a "palavra" for condenar ) os outros para o inferno ?
O seu Jesus acaba se tornando a mais ridícula figura por autocontradição ...
Estávamos com Deus , nosso Pai Celestial em espírito . Sabíamos que Ele nos criara , e éramos cheios de amor , luz e pureza e cheio de conhecimentos divinos que vinham de eternidades espirituais. Escolhemos vir à Terra para o nosso crescimento espiritual e sabíamos que era por um pouco de tempo. Teríamos todos os atributos necessários para ajuda nessa missão . Deus prometeu interferir só se pedíssemos a Sua ajuda. Sabíamos da limitação de nossa matéria e até conhecíamos a nossa missão aqui na Terra . Regozijávamos , não vendo a hora de chegar o nosso momento. Tínhamos conhecimentos dos espíritos que íamos criar vínculos aqui , como filhos , pais , parentes etc... para nos ajudar uns aos outros no cumprimento da missão. Eram nossos irmaõs espirituais.Estávamos cientes das dificuldades, mas como espíritos corajosos que somos; decidimos vir. Encarnamos nesses corpos, e a partir daí toda a memória espiritual de eternidades, todo aquele conhecimento puro de Deus , que tínhamos naquele lar paradisíaco foi "apagado" quase que totalmente , para que não atrapalhasse nossa missão aqui na Terra, pois diante de uma provação mais dura desejaríamos voltar aos braços do Pai celestial, e isso iria atrapalhar as nossas missões. Nosso espírito está camuflado dentro desta matéria , onde às vêzes nem tomamos conhecimento dele. O espírito é um mistério para a maioria das pessoas. Ele é como um tubo de luz fluorescente dentro deste corpo, e essa luz pode ser enfraquecida , vindo quase que se apagar totalmente através de experiências negativas como: falta de amor, violência, abusos sexuais , homicídios, ódio , etc... E o espírito enfraquecido , nossa personalidade terrestre estará no comando. E isso não poderia acontecer ; o espírito é que teria que reger . Como somos de origem divina , é grande o nosso desejo de sermos bons.
Encarnamos em um corpo na barriga de nossas mães e agora temos duas naturezas : a espiritual , que na maioria é um mistério e desconhecido; e a nossa personalidades terrestre , que sempre está em oposição ao nosso espírito. (seria o famoso duelo carne versus espírito ) Por isso Cristo mencionou: " o espírito está sempre preparado , mas a carne é fraca." Embora o nosso espírito seja repleto de luz e amor ; nossa personalidade terrestre poderá abate-lo e até destruí-lo , na prática de pensamentos e ações nocivas e do mal , apetites desordenados , paixões , etc... tudo isso sufoca o espírito.
Muitas das provações , dificuldades que passamos aqui, já tínhamos conhecimento no mundo espiritual , e estávamos dispostos a suportar. Só que quando viemos para cá , nos acomodamos , e o Senhor envia os seus anjos para nos estimular e não obrigar , através de inspirações ou através de uma pessoa que passa pelo nosso caminho para nos incentivar. Muitas cousas que acontecem em nossas vidas , de um ente-queridos ou de outras pessoas ; pode nos parecer horríveis, e até indagamos Deus: por que permitiste isto? Mas dentro do conhecimento puro de Deus, que é bem diferente dos nossos pensamentos terrestres , nosso espírito saberá na verdade que tais medidas "drásticas" foram tomadas para poupar maiores sofrimentos superiores. Um exemplo: Uma mãe vê seu filho entrando por caminhos tortuosos e se afundando cada vez mais na lama , perdendo completamente a noção de tudo. Essa mãe em desespero eleva uma prece á Deus que proteja o seu filho. Derepente esse filho vem a falecer em um acidente ou outro tipo de morte. Ficamos chocados pois vamos sentir a dor da separação que não é fácil. Mas dentro do conhecimento puro de Deus , que não é o nosso pensamento terrestre e tão pouco o conhecimento terrestre; esse espírito do outro lado, "compreenderá" (embora os entes queridos que ficaram aqui não compreenderão) que esse desencarne ocorreu para poupar maiores sofrimentos e prejuízo para si bem como para os outros. Ele poderia vir praticar cousas bem piores do que já estava fazendo, prejudicando mais ainda o seu espírito e outras pessoas aqui na Terra.
Às vezes ficamos chocados aqui na Terra , quando vemos pessoas morrerem de forma tão trágica e ficamos tristes imaginando quanta dor elas devem ter sentido; mas , a maioria não sentiu dor , pois o seu espírito foi retirado antes do impacto. Isso acontece em acidentes muitos trágicos , como queda de avião , incêndio , afogamentos, etc... Há vários relatos de experiência de quase morte que comprovam isso. Precisamos de um conhecimento do espírito enquanto estamos aqui na matéria , para que não venhamos a ficar desorientados quando viemos a morrer . Muitos desencarnam com o espírito machucado , prejudicado , desorientados por causa das suas obras praticadas aqui na terra. Por isso Cristo veio a esta terra , e nos disse que Ele é o Caminho , a Vida e a Verdade. Ele veio para dar vida e fazer ressurgir aquelas qualidades que tínhamos em nossos espíritos quando viemos para cá e que fomos perdendo com as cousas deste mundo , com as ciladas de satanás e com a nosso próprio ego. Sózinhos não podemos fazer isso , se nem às vezes sabemos que temos um espírito dentro de nós! E tem muitos que nem crêm nisso, que temos uma alma , acham que é conversa para boi dormir... Não existe nada mais importante neste mundo do que conhecer Jesus Cristo, pois Ele é a unica porta a qual podemos retornar. Quando encarnamos aqui na Terra , nossos espíritos eram puros , cheios de luz e amor, Conforme nossa vivência aqui na terra, por causa das fraquezas nossas e dos outros, luta contra o nosso próprio "eu", tentações de satanás à qual às vezes somos vencidos, experiências nocivas; nosso espírito que é pura energia vai se enfraquecendo. E aquele espírito cheio de pureza e luz que deveria comandar , acaba sendo dominado. Sabíamos que era o nosso espírito que tinha que dominar as nossas personalidades terrestres. Com isso falhamos e até pecamos diante das leis de Deus. Cristo veio para perdoar esses pecados e "ressuscitar" o nosso espírito , devolvendo os seus atributos divinais , e com isso ajudando-o a comandar a nossa matéria. Ou seja , viveremos pelo espírito. Quais as qualidades do espírito? Não é o amor? Luz? Conhecimento divino e tantas outras virtudes celestiais? Vivendo mais pelo espírito , e deixando aquele nosso ego de lado , seremos cheios de luz , amor , caridade, humildade, mansidão e o conhecimento puro de Deus se brotará , e não colocaremos o nosso coração em nada deste mundo , pois sabemos que o nosso lar eterno não é aqui! Sentiremos Deus em nós , pois esse espírito é um pedacinho Dele e quando partirmos daqui seremos atraídos novamente a Ele. Por isso Ele mandou Cristo : por que não quer que nenhum dos seus filhos se percam .
Fonte: B.J.E e inspiração.
Conhecer o mito da sua crença ?? O que isto vai fazer para as pessoas além de conhecer um mito que prega intolerância ?
Veja, o seu Jesus, s.m. é só um personagem ficcional - as próprias contradições e absurdos do NT demonstram isso.
Quais são as contradições e absurdos do NT. Voce pode citar alguns?
P.S.: Vc havia perguntado se eu acreditava em deus - eu respondi. Porém esqueci de acrescentar o detalhe : hoje eu já não acredito mais nesse tipo de bobagem ... Tenho respeito pelo seu direito em acreditar, mas não tenho respeito pela bobagem na qual vc crê e na qual eu já cri feito vc.
Gostaria que voce citasse as quais voce considera mais absurdas ou contraditórias , mas sem pressa. Quando voce puder.
s.m: acho que você é espirita, e você acredita em um deus criador , diz que ele traz amor, paz etc...., mas isso é incoerente com o que a biblia apresenta , a minha primeira frase demonstra o que quero dizer, então este ser que você ama não é o mesmo personagem deus biblico, a menos que você afirme com todas as palavras que sim, ama o personagem deus que teria queimado ( e isso demora, é doloroso) crianças vivas, mas as vezes você parece indiferente em relação a isso, alega que por sermos "carne" não podemos compreender a o "amor' divino pelas criançinhas que supostamente teriam sido mortas dolorosamente por ele. (um personagem que prega amor mas faz matanças gratuitas e dolorosas de crianças puras, com certeza não é bom).E se você acha que existe algum motivo plausivel para você ignorar tamanha barbrie que defende, esclareça, pois eu fico com o coração na mão quando percebo essa aceitação.
Se a biblia fosse apenas cintificamente impossivel, eu ate entenderia a crença de alguns que ainda não tem esclarecimento cientifico, mas a questão é que também é impossivel um ser bom cometer tamanhas barbaries com crinacinhas, ela acaba sendo moralmente sórdida, neste detalhe que não pode ser ignorado.
Eu acho que você é crente por que sente necessidade em crer, você quer completar um vazio existencial através da fé no sobrenatural, e acaba perdendo o bom senso racional e moral.
E encontrava na biblia muitas falhas, mas algo nao fazia sentido pra mim era como que, quanto mais eu buscava explicacao para eu nao crer em Deus mais minha mente ficava confusa e vazia ,olha nao vou debater teorias e nem assuntos que nao posso provar apenas vou relatar o que se passou comigo.
Certo dia eu estava encima de uma montanha aki perto de casa, as vezes eu ia para la descansar e ver a paisagem ,pq la de cima dava para ver muito longe... e sempre gostei da natureza ... entao certo dia com o ar de deboche ,deitado na grama olhando as nuvens no ceu eu disse ,
SE REALMENTE EXISTI UM DEUS QUE CRIOU TODAS AS COISAS ,PORQUE ELE NAO FALA COMIGO ,REALMENTE NAO EXISTE MESMO COISA NEM UMA ...E FIQUEI POR UM TEMPO PENSANDO BOBEIRAS ... ENTAO EU ME LEMBRO QUE VEIO UMA BRISA LEVE E SUAVE ,DIFERENTE ,NUN ERA VENTO ,ERA TIPO ALGO QUE ZOAVA EM MEUS OUVIDOS ,SENTI UMA COISA QUE NUNCA SENTI ANTES ,IMAGINE ESTAR SEM VENTAR E DE REPENTE VEM UM VENTO QUE ERA CONSTANTE ,NAO MUDAVA ,NAO ALTERAVA A VELOCIDADE ERA FIXO E CONSTANTE ,NUN ERA UM VENTO COMUM COMO CAOS .EU VIA AS FOLHAS FAZENDO O MESMO MOVIMENTO DE VARIAS ARVORES DE VARIAS DIRECOES.
Achei estranho e comecei a rir, e disse como seria se realmente todas as coisas tivessem um proposito ,e pronto vim embora ...
Passou mais ou menos um mes no trabalho uma pessoa com nome de Elias ,que obviamente nao sabia nada de mim e eu menos dele me disse
Olha esse vazio que vc busca preenxer so Deus pode preenxer em vc, fiquei com akilo na cabeca.
Passou um tempo nun outro servico uma menina me disse moco existe Deus e existe o diabo
Entao eu fiz uma prova com Deus
se ele existisse mesmo ele mudasse minha vida,tipo eu era muito loco bebia d+++ era metaleiro
porem de uma forma diferente
eu teria que perder totalmente a vontade de beber alcool
e parar de fumar de uma vez sem sentir falta
e sentir algo pessoal que marcasse minha vida
Certa manha acordei com a seguinte voz no meu quarto ,pronto meu filho ja curei seu coracao ,foi muito real levantei e sai para fora e senti a mesma coisa que sentira tempos antes na montanha ,porem uma coisa queimava no meu peito la dentro uma alegria sem motivo ,sem fim ,alegria que nao posso expressar em palavras algo realmente estava dentro de mim eu sentia um gozo muito profundo e saiam lagrimas so que eu estava muito alegre...nem se eu estivesse ganhado na loteria estaria alegre daquele jeito ,nem se estivesse e com as mulheres mais lindas ,algo melhor ate que o proprio sexo,pois o orgasmo dura segundos ,no entanto olhando o sol ,olhando o dia senti um prazer que ate entao nunca tinha sentido...
Nesse dia tentei beber nao consegui tentei fumar me dava nojo...so queria sentir aquilo de novo.
Depois disso minha vida mudou para melhor ,hoje sou servo daquele criou todas as coisas inclusive a mim ,somente para ser sua habitacao...acreditem ou nao pra mim nao faz diferenca ,tirando o fato que eu desejo do fundo do meu coracao que todos tenham a experiencia que tive com Deus. E sim tive muitas outras experiencias que nao convem contar no momento, mais profundas e pessoais.
Tambem fiquei cara a cara com o diabo , sim vcs esquecem dele .....
ELE EXISTE EU FALEI COM ELE SENTI O HALITO PODRE DELE O DIABO NUNCA FARA QUESTAO EM APARECER NESSE DEBATE FICA ESCONDIDO .... COMO DIZ A BIBLIA ELE E O PAI DA MENTIRA ,
1# ELE CONVENCE QUE ELE NAO EXISTE , NINGUEM SE LEMBRA DE PROVAR NADA SOBRE ELE, E SEMPRE O NULO NA HISTORIA
2# ELE CULPA ,DIRECIONA TODO O FOCO PARA O HOMEM, ANTROPOCENTISMO, O HOMEM E CAPAS ,E SOSINHO , E CRIADOR , E TRASFORMADOR E NISSO FICA UM CICLO VICIO MALIGNO.....GERACOES POR GERACOES...
3# ELE TENTA APAGAR TODA FORMA E MEIOS DE UMA PESSOA ENCONTRAR DEUS .ELE NAO PREOCUPA COM PROVAS DA EXISTENCIA DE DEUS ,ELE SIMPLISMENTE SEGA O HOMEM SEGEIRA ESPIRITUAL. SIM VC ACHA PORQUE QUE TODO SER HUMANO FOGE DA MORTE .PORQUE HA ALGO DENTRO DE NOS QUE NOS CONECTA COM A ETERNIDADE ISSO CHAMASSE ESPIRITO, TODOS TEMOS ,OU MELHOR SOMOS ... QUEIRA VC OU NAO
PECO DESCULPA PELOS ERROS POIS MEU TECLADO E VERSAO ESPANHOL ,...
PS. HOJE MEU ANIVESARIO GANHEI ALGO QUE NAO TEM PRECO .... MAS TEM MUITO VALOR UM PRESENTE QUE O SENHOR JESUS CRISTO ME DEU ..
PPS. SE QUEREM SABER A VERDADE ,FASSA O TIPO DE PROVA QUE VC QUISER COM DEUS...E ME DIGA
E é mesmo. Ponto final.
Claro, para que falar de coisas em que pessoas reais trabalham, investigam, estudam, se vc pode contar uma história e alegar que é a história de sua vida, quando ninguém pode verificar se vc está falando a verdade ? Vote em mim pq eu falo a verdade - é o resumo de sua historieta- uma falácia para enganar pessoas.
Suponho que hoje vc acredite que mulas falam e que uma pessoa pode viver 3 dias no estômago de um peixe ...
" ... porém uma coisa queimava no meu peito la dentro uma alegria sem motivo, sem fim, alegria que não posso expressar em palavras "algo" realmente estava "dentro de mim" eu sentia um "gozo" muito "profundo" e saiam lagrimas ..........."
eu acho que você esta se relacionando demais com o teu amado cabeludo, Jesus Cristo!
relaciono com ele, isso sim com honra pois de fato tenho intimidade com ele,mas nunca e demais ele se renova a cada manha,
vivo em novidade de vida sabem como e isso, deixa eu tentar explicar, todo dia na presenca do senhor jesus cristo
e como o primeiro dia de vida que tenho,, as coisas pra mim a cada dia muda de sabor digamos assim ,porque deus e deus de coisas novas
e assim que vive um crente sabia, tedio passa longe da vida de quem serve o deus que nos fez, tudo se faz novo fato, muitas possibilidades.
quanto mais me relaciono com ele mais viva sinto minha vida, ,a paz nao depende do que me cerca poque ela e derramada pelo espirito santo ,me sinto sempre alegre nao preciso de motivo ,muito menos artificiais e danosos a saude e a vida eterna,
procurem saber a diferensa entre a alegria e felizidade
a primeira e o bem estar da alma ,ser completo ,contente etc....
a segunda e ser uma pessoa de sucesso ex: o glauber foi feliz na aula que ele deu hoje....
desfruto sim de uma alegria que mesmo perante a morte nao ficaria triste pelo contrario sei o que me espera .
me alegre em ouvir que me relaciono demais embora nunca e,com o cabeludo jesus cristo emborao tambem nao saber o tamanho do seu cabelo, confesso que um dia o saberemos todos .
pois e por esse nome que hoje aponto o meu dedo na fussa de satanas e digo : em teu nome cristo jesus ........,demonio te amarro e te mando que saia dessa vida e volte para o inferno..sim meus amigos a poder nesse nome .eu sou prova disso mas nao me glorio por expulsar demonios ,e sim por meu nome esta no livro da vida.
pelo que sei naquela cidade nao havia nem 10 justos pois senao o senhor pouparia os pecadores ,
imagina uma cidade tao corrompida que nem 10 justo havia , e certo que ali nao havia mais criacas ,a sodomia era praticada intensamente assim sendo, santo, deus nao podia mais ver sua criatura em trevas da iniquidade...
ele varreu com fogo e enxofre aquelas cidades. porque ele e amor mas ,tambem e fogo consumidor , dele pertece a vinganca .
1 joao cap 4 :2-3
nisto conheceis o espirito de deus: todo espirito que confessa que jesus cristo veio em carne e de deus .
e todo aquele espirito que nao confesse a jesus nao procede de deus , pelo contrario este e o espirito do anticristo , a respeito do qual tendes ouvido que vem e presentemente ja esta no mundo.......
tudo se cumprindo conforme esta escrito ,ora vem senhor jesus
thau
amigos deus ama a todos vcs de uma forma inesplicavel e desses que ele gosta de investir para provar seu poder e o misterio do evagelho escondido na eternidade para ser manifesto na plenitude dos tempos . fiquem em paz
quando estiver descendo os espíritos do mal,voce levanta e diz em voz alta. " o sangue de jesus tem poder !!!"" ai vc verá a reação desses espíritos do mal.
se quizer faça um teste antes, citando qualquer outro nome ao invés do nome de jesus.
a humanidade não sabe de nada - porque estamos aqui, o que aconteceu, o que vai acontecer , etc. a bíblia nos ensina o caminho embora muitas coisas ali são a expressão do caráter humano. nós perdemos 90% da nossa inteligencia, por isso não não podemos entender nada. reduza em 90% a capacidade do seu computador e vc vai joga-lo fora.
existe entre nós algumas inteligencias impressionantes : um homem calcula a raiz 36 de um número de 200 digitos em 81 segundos. outro leu a bíblia 1 vez e decorou tudo. outro olha para um predio de 200 janelas por alguns minutos e depois o desenha , com todas as janelas e com tudo que ha nelas. os homens que tiveram poder (sadan, hitler, mussolini, stalin , fidel, líderes africanos, asiáticos, etc ) só causaram desgraças. como é a vida dos famosos, dos poderosos, dos ricos, dos de grande beleza ?
ninguém que quiser comprovação humana vai conseguir crer em jesus. se vc tiver desejo no coração de conhecer a verdade é só pedir ao criador e ele a dará a vc.
quanto mais e uma geracao como essa atual ...imagina leia o apocalipse
mas em qual livro vc leio criancas sendo mortas
quero saber
nao e adular ,elogiar,bajular. e um tema maravilhoso ,como e bom adorar ao Deus que sonda os coracoes :obs ele nao necessita de ser adorado nos nescesitamos adorar a ele ...
ai ai meu amigo
SIM Deus parece bipolar afinal ele e uma pessoa e nos a imagem e semelhaca dele ,sim essa ai pode servir ,,ele muda de humor muito rapito ,pricipalmente quando humilhamos perante ele com sinceridade ele muda ,muda sim ,seu juizo pode estar certo mas na ultima hora ele muda .
agora quanto as criancinhas nun lembro onde li que ele a exterminasse
pode me dizer por favor quero aprender com vcs
ha duas escolhas ficar do lado vencedor ou perdedor
luz x trevas
certeza x inzerteza
salvacao x tormento
Deus x diabo
vida eterna x morte eterna ,,, isso doi disser
a escolha e sua amigo tenha a liberdade mas se nao escolher nem uma automaticamente caira sobre os que nao decidirem .a segunda coluna .......... atitude essa e palavra que falta, prova a DEUS ve se ele existe e veraz,ele pode fazer vc morrer e voltar a vida ....como passou com um amigo meu ele pode fazer algo que vcs terao que engolir pq ele sabe trabalhar ,porem um detalhe ele nao entra sem ser convidado ,o diabo sim esse invade ,mas Deus nao e manso e suave fale com ele
pq vcs tem medo de experimentar se tem tanta certeza que ele nao existe fassam as provas convide ele fale com ele com um coracao sincero pode ser o que for mas fale com ele.......
Crianças são puras, carater não vem com a genetica, e o teu deusinho deveria saber disso.
Identificado pensamento tipo black and white. Como se a realidade fosse simplificável a um sim ou não ...
"pq vcs tem medo de experimentar se tem tanta certeza que ele nao existe fassam as provas convide ele fale com ele com um coracao sincero pode ser o que for mas fale com ele......."
Pq cargas d'água um sujeito pensa que uma pessoa que é ateia nunca teve contato com a tolice que esse sujeito acredita ? Arrogância, infantilidade, tolice ou má-fé são as alternativas que vejo para isso. Pode ser até alguma outra, uma salada com tais características já mencionadas ...
Se voce tivesse visto uma foto de Hitler quando criancinha , voce acreditaria que lá na frente ,essa criancinha iria cometer tantas atrocidades? Agora me responda:
E se Deus, Criador e dono da vida e da morte, Aquela que dá e que também a tira; tivesse ceifado a sua vida (de hitler) quando bebê? Pense nisso!
Francieli , o que voce não entendeu é que eu , como carne é claro que sinto a dor . Só que eu estou tentando fazer voce enxergar pelo lado do espírito! Exemplo : quando essas criançinhas morreram , nós sentiríamos a dor diante de tal quadro pois temos amor em nossos corações.Só que aqueles espíritos que estavam naquelas criançinhas, eram de Deus , voltaram para Ele , para o seu seio. Ele os teve de volta com muito amor , porque eram seus filhos . Para que esses espíritos voltassem para Ele era preciso que a carne morresse....Agora nós , que somos carne e sangue , apegados a elas, sentiremos a perda e a dor profunda! È isso que estou querendo que voce entenda. Vamos supor que fosse fosse Deus , e teria milhares de filhos , mas todos espirituais. Voce os amava muito. Derepente eles resolvem vir para a Terra , encarnar num corpo. Voce aceita, dá-lhes muitas instruções para que tomem cuidado , pois alí é um lugar bastante perigoso. Eles vêm . Lá de cima voce fica acompanhando-os com os seus olhos paternais. Derepente , voce decide que um deles , por algum motivo vai ter que ter a sua vida interrompida antes da hora. Voce sabe que a dor lá embaixo para os entes queridos que ficaram ( que também são seus filhos) vai ser muito grande , mas tal decisão tem que ser executada. Quem está lá na Terra , não vai entender nada... Mas como? Por que? A verdade é que possuímos apenas uma pecinha quase que indecifrável desse quebra cabeça tão misterioso. Ninguém impede Deus de executar os seus feitos , mesmo que isso nos pareça absurdo. Porque nossos pensamentos não atingem os seus que são perfeitos e grandiosíssimos, porisso não entendemos e por não entender achamos que Ele é carrasco , cruel , etc... È que voce está vendo as cousas só por um lado: pense nesse exemplo que eu te dei , se v. fosse Deus! Entenderá que toda ação que voce tomar , embora seja imcompreensivel na Terra, será por amor, amor, amor aos seus filhos espirituais .
mas a questão que me irrita vendo vocês serem indiferentes, é que na biblia estas criancinhas não apenas morreram mas sofreram, não estou falando do sofrimento de seus parentes, mas em um bebezinho inocente aos poucos ser queimado,a dor fisica que injustamente a criança sentiria, entende?
Hitler assim como Jonh Lennon com certeza nasceram puros, porem cada um teve experiencias diferentes, enfim....
Bem , tudo é questão de crêr no poder de Deus. Exemplo: Quando Cristo ressuscitou Lázaro que estava morto há 3 dias . Para nós isso era impossível , além do mais já estava até cheirando mal. O caso dele era até pior que de Jonas. Mas Deus , deu ordem para que o espírito voltasse ao corpo de Lázaro e este ressuscitou. Por isso Cristo disse à Maria: se crêres verás a glória de Deus. Quando Jonas esteve no ventre da baleia , creio que ele realmente morreu. Só que em determinado momento , Deus Todo Poderoso , ordenou que o espírito voltasse novamente ao corpo de Jonas. Sua alma quem clamou. E assim há muitos casos de ressurreição na Bíblia. Quanto a sua primeira pergunta de S. Lucas aguarde que responderei.
DEUS trabalha pelo amor e só quem busca e paga o preço sabe e pra conhecer não é pra qualquer um é só para os corajosos.
Enquanto o DIABO ele é um manipulador,organizado e tem uma sabedoria extremamente evoluida levando a crêr que ele é o coitado a vitima.
Cuidado ! Busque com pureza a buscar a Jesus cristo e vc verá a sua grandeza.
NÃO EXISTE ATEU: na hora mal e no momento dificil, eles clamam a DEUS e JESUS CRISTO.
Abraços à todos.
1co 1,18-31
18 Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.
19 Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos inteligentes.
20 Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?
21 Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.
22 Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria;
23 mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos.
24 Mas, para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus.
25 Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.
26 Porque vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados.
27 Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes.
28 E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são para aniquilar as que são;
29 para que nenhuma carne se glorie perante ele.
30 Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção;
31 para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.
1 co 2,6-15
6 Todavia, falamos sabedoria entre os perfeitos; não, porém, a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que se aniquilam;
7 mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória;
8 a qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória.
9 Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam.
10 Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus.
11 Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.
12 Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.
13 As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais.
14 Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.
15 Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido.
Caros amigos aquele que nega a existencia de Deus ,nega sua propria existencia
Paz sejam convosco...
Existe a materia no nosso cerebro, essa materia-neuronios interagem-se gerando o que conhecemos como consciencia-mente-subjetividade.
Engraçado até pouco tempo atrás exitia tribos indigenas ateias (ou apenas acreditavam na natureza) que os brancoos tentaram convencer de que existe um deus, e você me diz que não existe ateu? se você tivessecrassido em um lugar onde não cultuam deus você tambem seria ateu.
Se voce não acredita que não temos uma alma dentro deste corpo ; não crê na outra metade que "completa" tudo , então fica difícil. Já tive experiência pessoal de que ela existe, bem como outras pessoas da minha família , e amigos também.Eu não sou espírita , mas já passei por várias experiencias espirituais. Não adianta eu ficar relatando aqui , pois voce não vai acreditar mesmo. ..
Entendi. Mas por favor , gostaria que lêsse e analisasse este caso em particular que foi verídico. Vou lhe descrever.
Uma mulher estava hospitalizada , quando sofreu uma eqm(exp.quase morte) , devido a uma forte hemorragia. Se viu saindo do seu corpo e subiu até o teto. Do alto contemplou o seu próprio corpo inerte encima da cama. Até sentiu compaixão por ele e chegou a pensar: estou morta! Sentiu-se leve e extremamente móvel e não sentia nenhum desconforto e dor. Era um novo estado de ser e concluiu: "é assim que sou verdadeiramente". De repente , pensou em seu marido e filhos:"como eles passariam sem mim?" , e desejou vê-los. Veio desejo de deixar o hospital e começou a procurar uma saída e encontrou uma janela. Sentia-se flutuando. Atravessou a janela , embora depois descobriu que podia atravessar as paredes . Começou a se mover lentamente, mas de repente percebeu que podia se mover com maior velocidade e teve a leve consciência das árvores passando rapidamente embaixo dela. Não precisou de instrução para chegar em sua casa.Apenas pensou em seu lar e sabia que estava indo para lá. Chegando em sua casa , adentrou a sala de jantar e avistou o seu marido sentado na poltrona , lendo um jornal; dois dos seus filhos brincavam de jogar algo um no outro e os outros dois subiam e desciam a escada correndo. Não tentou se comunicar com eles., pois achou que não havia necessidade. Se retirou , e a partir daí passou por mais experiências espirituais, onde lhe disseram no mundo espiritual que tinha que voltar ao seu corpo. Os médicos realmente confirmaram que a tinham "perdido" por algum tempo. Depois comentando com a sua família que havia estado em casa , e dizendo em detalhes o que eles estavam fazendo e falando , ficaram boquiabertos.
Agora Francieli , me responda, por favor:
"Algo" saiu daquele corpo , se deslocou daquele hospital e viajou numa velocidade incrível até a sua casa que ficava vários quilometros de distância daquele hospital. Como explicar isso , se segundo a ciência , a eqm acontece tudo no próprio cérebro , nada saindo do lugar?
Ref. provar minhas experiências , eu te pergunto: Voce consegue ver os seus pensamentos? No entanto sabe que eles existem...
195- sim eu sei que seus pensamentos existem, sua subjetividade, mas a tua pergunta esta mau formulada, porque eu precisaria velos para saber que existem? todas as pessoas(materia) tem determinadas interações em uma parte de sua materia, o cerebro, são estas interações que permitem você escrever estes cometarios, isso a ciencia prova cara espirita, sim você é espirita e se acha que não é leia o livro dos espiritos de Allan Kardec, você ira se identificar monstruosamante.
vc disse >Crianças são puras, carater não vem com a genetica
Isto chamasse inocencia e vc reconhece as criancas sao puras
outra pergunta como vc sabe que algo e maléfico ou benéfico
maléfico- intuito de prejudicar alguem
benefico- intuito de ajudar alguem
vc concorda que quem faz algo com intuito de prejudicar alguem, faz o mal a essa pessoa
vc concorda que quem faz algo com intuito de ajudar alguem faz o bem aquela pessoa
e como nos podemos saber o que e mal ou bem para o proximo
como vc ,como pessoa escolhe fazer o mal ou o bem a uma pessoa...
ou vc ainda e pura como uma crianca que nao sabe o que faz....
Repito : como vc sabe o que e ALGO maléfico ou benéfico ,nao a definicao de maléfico ou benéfico
So para constar maléfico tb e algo mal que se faz a si propio ,ou sofremos por terceiros....
e benéfico e o bem que se faz a si proprio ,ou ganhamos de alguem ...
^^
Por exemplo ter matado Hitler em 1933 seria algo mau, então, não é Glauber luiz ?
O grande ponto de minha crítica as religiões é que a crença (fé) em deidades faz as pessoas aceitarem como verdadeiro qq tolice.
" Exemplo: Quando Cristo ressuscitou Lázaro que estava morto há 3 dias . Para nós isso era impossível , além do mais já estava até cheirando mal.O caso dele era até pior que de Jonas."
E qual evidencia vc tem para acreditar que tal historia seja verdadeira ? Nenhuma. Vc simplesmente aceita que tal historia seja verdadeira.
"Mas Deus , deu ordem para que o espírito voltasse ao corpo de Lázaro e este ressuscitou."
O que voltou ??? Uma alegação na qual vc acredita mas não tem como demonstrar ?
Veja: para justificar a historia de sua crença, vc apela a uma invenção de crença, o espírito.
E vc ainda por si mesma inventa tal passagem. O relato sobre a pretensa ressureição está presente só no evangelho atribuído à João, etal relato nada fala sobre deus dar ordem para que o "espírito voltasse".
"Por isso Cristo disse à Maria: se crêres verás a glória de Deus."
Não há passagem na bíblia, e nem nos evangelhos onde o personagem tenha dito isso. A passagem a que vc se refere é diferente : no texto Jesus pediria aos judeus que retirassem a pedra e Marta, não Maria teria falado que Lázaro teria morrido a quatro dias. O personagem Jesus replica a Marta e não a Maria com a pergunta "Não lhe falei que, se você cresse, veria a glória de Deus? "
"Quando Jonas esteve no ventre da baleia , creio que ele realmente morreu. "
Que tal pensar na hipótese mais plausível de que a história da bíblia sobre Jonas, assim como as histórias de monstros marinhos tenham sido meramente inventadas ?
E para ajudar, recomendo que ouça Porgy & Bess, uma magnífica ópera jazz dos irmãos Gershwin (início do século passado) que possui músicas antológicas como "Summertime" (que popularizou na bela voz de Janis Joplin). E preste atenção numa maldosa (no bom sentido) e satírica música chamada "It ain't necessarily so".
"Só que em determinado momento , Deus Todo Poderoso , ordenou que o espírito voltasse novamente ao corpo de Jonas. Sua alma quem clamou. E assim há muitos casos de ressurreição na Bíblia."
Como eu disse, a bíblia está lotada de absurdos e histórias inventadas ...
"Quanto a sua primeira pergunta de S. Lucas aguarde que responderei."
Estou aguardando, felicidades.
Ref. seu comentário 199 , eu compreendo. Mas eu acho que as cousas da mente/cérebro e emoções vão até um certo ponto.Tem cousas que não entendo , mesmo que a ciência já tenha dado a sua explicação. Por exemplo:
Uma mulher cega de nascença sofreu uma eqm. Ela se encontrava hospitalizada . Saiu do seu corpo e foi dar umas "voltas" pelo hospital e arredores. Incrível é que quando ela retornou ao seu corpo , disse aos médicos deslumbrada, que enquanto se encontrava naquele estado tinha uma visão perfeita , onde enxergou tudo pela primeira vez. Só que quando voltou ao seu corpo continuou cega. O que me intriga Francieli , é o fato da pessoa estar na cama com o seu cérebro e mente , e algo sair dela mesmo , e se mover para fora daquele ambiente onde se encontra e ver cousas, pessoas , etc... È o caso de uma mulher que sofreu uma eqm , viu-se saindo do seu corpo enquanto os médicos tentavam a ressurreição através de aparelhos. Subiu até o teto e chegou a ver a nuca de um deles. Depois sentiu desejo de sair daquela sala, seguiu um corredor e saiu na rua. Se movendo pela rua , alguns quarteirões daquele hospital presenciou um acidente. Quando retornou ao seu corpo , comentou com os médicos , que não acreditaram e mandaram averiguar. Realmente foi constatado que ela dizia a verdade. O acidente havia ocorrido durante aquele tempo que ela foi considerada "morta" pelos médicos.
O que me intriga novamente: Como o cérebro dela foi até aquele acidente e presenciou tudo , se ela estava nas mãos dos médicos a qual estavam tentando fazer ela voltar? São vários os casos que se for relatar todos a leitura ficará muito cansativa.
Não é a questão de minha opinião. Veja, alegações sobre determinados entes, como o átomo, os quarks e fótons foram efetivamente demonstradas. O primeiro passo para demonstrar a validade de uma alegação é definí-la, delimitá-la, para podermos saber o que definitivamente é. Depois um passo necessário e interessante é obter evidências que impliquem na sua existência. E para complementar, já que a ideia foi definida, verificar se predições baseadas na existência da ideia são cumpridas. Outro detalhe é verificar se a alegação definida já não é explicada por outras explicações que já passaram pelos passos anteriormente enunciadas.
Errado. Nosso cérebro é um sistema que reúne células nervosas, sensoriais. Ele processa informações recebidas por outros conjuntos de células sensoriais.
A ciência não diz que tudo acontece no cérebro.
Fótons são bósons de Gauge responsáveis pela radiação eletromagnética, e tal radiação, nos comprimentos de onda de 380 q 740 nanometros é chamada de luz. Fótons são as partículas que compõem a luz. O que é visível a olho nu, é a reflexão ou emissão de tais subpartículas por algum objeto.
Efetivamente não se vê os fótons por eles serem as partículas responsáveis pelas observações, eles não podem ser diretamente observados, mas todas as previsões feitas sobre o comportamento deles é verificada. Aliás, o nível de conhecimento que se tem efetivamente sobre eles é bastante espetacular. Foi a teorização sobre fótons quem garantiu o nobel de Einstein em 1921.
Vc tem ideia dabobagem que vc falou ? Neurônios saem do corpo ? Acorde s.m., neurônios não saem do seu corpo.
Glauber: se eu ridicularizo alguem estou fazendo algo ruim, se eu ajudo alguem mostrando que perdeu seu dinehiro e o devolvendo estou fazendo algo bom. Cada umpode ter umm definição diferente dessas palavras, é uma questão de semântica. Pelo jeito você não concorda que crianças sejam puras.
A sua critica as minhas afirmações são vazias, pois você escreveu o obvio e não conseguiu me desmentir, seja mais claro e e direto em sua critica.
Ciência usa metodologia materialista metodológica e não alega que deuses, incluindo o seu exista. Cientistas podem até ser religiosos, mas a crença religiosa não é parte da ciência. A sua opinião está errada por um simples detalhe : o onus probandi continua sendo o seu.
Ciência não alega sobre seu deus. Quem alega é VOCÊ. Quem tem de demonstrar que seu deus exista é VC. Não importa sua opinião. Se vc alega que seu deus exista, quem tem de demonstrar é VC. O que vc tenta é fazer uma operação falaciosa: transferir o onus da prova que é seu para a ciência.
Nao quero criticar e menos desmentir vc.
Realmente as criancas sao puras sim ,o que me chama a atencao e que vc foi muito espiritual no seu comentario e nen se deu conta Veja >
Glauber, nenês nascem sem saber nada, aprendem tudo conforme suas experiências, não fazem coisas com intuito maléfico ou benéfico, não sabem que isto existe. As experiencias cientificas mostram que podemos até herdar a personalidade dos pais mas não o carater, a menos que formos influnciados por eles de forma a nos tornarmos de carater parecido.
Pelo fato de vc saber que elas sao puras, inocentes e que não fazem coisas com intuito maléfico ou benéfico, e não sabem que isto existe. prova sua propia natureza espiritual .Voce se ve em contraste com um ser inocente e isso se da atraves do seu espirito,sua consciencia,,se vc nao tivesse espirito nao notaria a inocencia de uma crianca.
Um animal irracional nao posui espirito ,e inocente nao faz bem e nem mal,nem certo ou errado possui somente materia e alma,que no caso chamamos estinto animal, em nosso caso a alma sao nossos sentimetos ,
Um animal nao conhece o conceito da palavra Deus,nem adora sol,planta,deuses etc....Ao contrario, todo ser humano ou adora ou nega a existencia de um ser espiritual .
Se vc Franciele nao tivesse espirito tb nao intenderia a palavra/conceito Deus ,ou inocencia ,o nosso espirito e que nos faz diferentes dos restandes dos seres vivos ,como diz a biblia nos os dominamos .
Temos uma parte espiritual ,e isso e algo divino algo que nos conecta ao sobrenatural,algo alem da materia que nos conecta ao conceito Deus.
Porque Deus e Espirito .
Franciele se vc nao possuise espirito sequer entenderia a palavra Deus e muito menos teria fe em negar a existencia.
So pelo fato do homem reconhcer o conceito DEUS mostra sua natureza espiritual.
do contrario sequer estariamos falando o nome dele .seja afirmando ou negando sua existencia
abracos....
21 Examinem tudo, fiquem com o que é bom
22 e evitem todo tipo de mal.
23 Que Deus, que nos dá a paz, faça com que vocês sejam completamente dedicados a ele. E que ele conserve o espírito, a alma e o corpo de vocês livres de toda mancha, para o dia em que vier o nosso Senhor Jesus Cristo.
24 Aquele que os chama é fiel e fará isso.
Pois a palavra de Deus é viva e poderosa e corta mais do que qualquer espada afiada dos dois lados. Ela vai até o lugar mais fundo da alma e do espírito, vai até o íntimo das pessoas e julga os desejos e pensamentos do coração delas.
1 corintios 2:11-14-15
11 Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus.
14 Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.
15 Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém.
Fiquem na Paz..
prefiro acreditar no meu Deus mesmo, obrigado caro autor!
e.t.: Digo sério em relação a minha pergunta!
Somos feitos da mateira sim ,a biblia diz que fomos feitos do po da terra ,se vermos em nosso corpo ,temos ferro,cobre,fosforo,agua,calcio,potassio enxofre em nossa materia tudo em equilibrio de tal forma que se algo passa do normal nos morremos feitos da materia dessa Terra. Assim os varios niveis de criaturas dessa terra. Por isso que comemos da terra alimentos da propria terra...
Mas nao se engane so Porque a Ciencia nao pode provar a existencia de Deus ,nao quer dizer que ele nao exista e nao nos fez ,ok
consciencia nao e meramente processo quimico ,existe um proposito maior ,vc nao acho estranho olhando para vc se vendo sem um proposito para sua existencia.
A biblia diz que assim como existe corpo natural existe corpo espiritual.
Em outra parte diz que se nos espararmos somente para essa vida somos os mais miseraveis dos homens..
Onde a ciencia cala Deus fala...
Como pegar uma parte de um Deus eterno,Pai da eternidade que crio todas as coisas e colocar nun laboratorio e realizar testes ,varios testes.........
Se possivel fosse como seria o resultado .rsrsrs
uma unica partezinha Daquele que crio o sol o espaco o cosmo os elementos que compoe todo a materia e o propio espaco vazio , nun tubo de ensaio ou seja em qualquer MAQUINA dessa terra .
O criador, aquele que fez a propia ciencia sendo examinado pela sua criacao ,rsrsrs Como seria o laudo...
Fiquem na Paz
E TODOS os outros animais e vegetais também são feitos dos mesmos elementos presentes na terra, e sua bíblia não diz que os animais foram feitos do pó da terra. Aliás, se refinarmos o que podemos ver sobre a composição química dos dois entes envoolvidos na alegação bíblica, encontraremos uma inconsistência na alegação bíblica: a terra é composta principalmente de óxido de silício, a taxa de silício na composição humana é baixíssima.
É mais fácil verificar que o mito de criação dos hebreus se relaciona com o elemento que eles usavam para produzir artefatos : a argila.
"Assim os varios niveis de criaturas dessa terra."
O que é um nível de criatura ???
Vc realmente vê uma pretensa hierarquia ?
Se este for o caso, recomendo que estude biologia.
"Por isso que comemos da terra alimentos da propria terra..."
Veja isso não sustenta o criacionismo. Efetivamente todos os eventos que verificamos vem do mundo natural. Espero, que vc seja um evolucionista teísta.
"Mas nao se engane so Porque a Ciencia nao pode provar a existencia de Deus ,"
Não é nem o interesse da ciência, nem o ônus da ciência provar que o seu deus exista.
Assim como não é interesse e ônus da ciência provar que Shiva exista.
Quem crê e alega tais deidades é que possui tal ônus.
"nao quer dizer que ele nao exista e nao nos fez ,ok"
O problema é o seguinte : não existe qq evidência que sustente a existência do deus no qual vc crê. Esse é o ponto.
"consciencia nao e meramente processo quimico ,"
Consciência é o efeito de processos neurológicos, que envolve memória, decisão(que é um efeito neurológico de aquisição de memória e efeito epigenético e genético), todos processos neurológicos. Estude neurologia para entender o que já se sabe.
"existe um proposito maior ,"
Demonstre que exista tal propósito com base em evidências.
"vc nao acho estranho olhando para vc se vendo sem um proposito para sua existencia."
Propósitos são construções humanas, psicológicas, sociais e biológicas. O Sol não existe por nossa causa. A Via Láctea também. Se explorarmos o fundo teleológico de sua alegação, acabaremos desmontando ainda mais qq pretensa validade de sua alegação.
E daí ? A bíblia também diz que mulheres ficam impuras quando menstruam e ficam mais tempo impuras quando tem filhos.
E para piorar a bíblia fala que mulheres ficam impuras duas vezes mais tempo quando a criança que nasceu é uma menina.
Ela falar que existe um corpo espiritual não dá valor a tal alegação.
DEMONSTRE que existe o seu alegado corpo espiritual. É seu ônus ...
"Em outra parte diz que se nos espararmos somente para essa vida somos os mais miseraveis dos homens.."
E daí que ela diz ? Simplesmente pq a bíblia diz não é um motivo para se aceitar uma proposta.
"Onde a ciencia cala Deus fala..."
Definitivamente não. Deus é só sua crença, mas tal crença não é uma resposta para o que ainda não se sabe. O que ainda não se sabe simplesmente não se sabe. Querer colocar uma crença religiosa no lugar de uma resposta efetiva, é cegar-se a solução para a busca de respostas reais : a investigação.
"Como pegar uma parte de um Deus eterno,"
Do qual não se tem nenhuma evidência, mas se conhece a história do desevolvimento do mito ( e tal deus, ao que parece, não passa de só um mito) ...
O que vc propõe é basicamente se atar a um mito, a uma crendice antropomórfica antiga, como se tal resposta fosse efetivamente válida.
"Pai da eternidade que crio todas as coisas e colocar nun laboratorio e realizar testes ,varios testes........."
Se houvesse evidências, acharíamos tais. Ou se não achassemos, veríamos as consequências dessa ideia gerando resultados confiáveis. O que vemos é totalmente diferente ... Veja os resultados da Templeton (que é uma organização cristã) ...
"Se possivel fosse como seria o resultado .rsrsrs'"
Na verdade a alegação de qq número de deidades diferente de zero, é totalmente dispensável para se explicar eventos do universo.
|:¬(
Terei de trabalhar amanhã ...
Preciso de dados sobre o autor, alguem pode me passar por favor.
Obrigado
ó cegueira do espirito do homem cem vezes pior que a do corpo. nunca ouviram a flor dizer: não preciso de sol? ouviram a criança dizer: não preciso de pai.
a ação de deus se revela no universo, tanto no mundo físico quanto no mundo moral; não ha um único ser que não seja objeto de sua solicitude.
deus não é uma abstração metafísica, um vago sonho, um ideal que não existe como dizem vacherot e renan, deus é uma realidade, um ser vivo.
ó cegueira do espirito do homem cem vezes pior que a do corpo. nunca ouviram a flor dizer: não preciso de sol? ouviram a criança dizer: não preciso de pai.
a ação de Goku se revela no universo, tanto no mundo físico quanto no mundo moral; não ha um único ser que não seja objeto de sua solicitude.
Goku não é uma abstração metafísica, um vago sonho, um ideal que não existe como dizem vacherot e renan, Goku é uma realidade, um ser vivo.
Vamos encontrar as esferas do dragão!
Perfeito!
O Loco Abreu tem todo o direito de acreditar na insanidade que ele quiser, mas se ele quer usar essa crença para ser passada para outros, deve sustentá-la com evidências que demonstrem a veracidade daquilo que ele alega. Principalmente se nessas alegações faz uso de depreciação contra quem não acredita na tolice que ele prega.
Notas extras: ninguém precisa acreditar no seu deus, nem mesmo vc, Loco Abreu. Não é nada deplorável nem triste não acreditar no seus dogmas de fé - é deplorável e triste a sua intolerância ao rebaixar pessoas pq não acreditam em seu mito religioso. Repetindo: vc foi INTOLERANTE. Sem a crença no seu deus, seríamos as mesmas pessoas - quem sabe até melhores. O universo não revela detalhe nenhum do seu deus - esse seu deus é verificado como uma criação humana pela história e sociologia. O seu alegado mundo moral é uma construção que, no caso do seu discurso é deturpada. Seu deus não é nada além de uma crendice, assim como ua crença espírita. E vc copiando e colando lixo de outros, só prova que entre os espíritas existem fanáticos e trolls tão toscos quanto fundamentalistas pentecostais, como o odioso Malafaia.
ambos se enganam. o ma-entendido que os separa não cessará senão quando o materialistas virem no seu princípio e o materialistas no seu deus a fonte dos três elementos : substância, força, inteligência, cuja união constitui a vida universal.
deste pitágoras até claude bernard todos os pensadores afirmam que a matéria é desprovida de espontaneidade.
a mecânica celeste não se explica por si mesma, e a existencia de um motor inicial se impoe. a nebulosa primitiva, mãe do sol e dos planetas, era animada por um movimento giratório. mas quem lhe imprimira esse movimento? respondendo sem hesitar: deus!
a ideia de deus esta livre de todo vinculo com religião, deus é maior que todas as teorias e todos os sistemas e não pode ser diminuído pelos erros e as faltas que cometeram em seu nome. e se chamamos de deus, é por falta de um nome maior,como disse victor hugo.
e eu digo deus não é desconhecido ele é apenas invisível.
se ainda é incapaz de ver e compreender a harmonia suprema das leis, dos seres, e das coisas, é que sua alma ainda não entrou em comunicação com deus através do seu senso íntimo.
e ainda acrescento meu amor: apague o sol! e nosso planeta rolará no vazio do espaço, transportando no seu curso, sua humanidade para sempre adormecida no seu sepulcro de gelo, todas as coisas serão mortas, o globo será apenas uma necrópole.
charon
A evidência dada só mostra que além de troll, vc é analfabeto. E mais engraçado, se não fosse o filtro desse site seu uso de caps lock seria pego diretamente. Coisas do trollismo de fanáticos religiosos feito vc.
"se ainda é incapaz de ver e compreender a harmonia suprema das leis,"
A suprema das leis : não alimente os trolls.
"dos seres, e das coisas, é que sua alma ainda não entrou em comunicação com deus através do seu senso íntimo."
A Francieli não percebeu que vc é um troll ridículo.
Ela não teve esse senso ainda ...
"e ainda acrescento meu amor: apague o sol!"
Incrível o que a idiotice fala ... O sol, caro TROLL burro, não é uma forno combustível. A gravidade e a composição dele forçam uma fusão nuclear. Pedir para apagar o sol só mostra sua burrice.
A princípio poderíamos pensar para ajudar sua "ideia" em um sol formado por outros elementos que não entrassem em processo de fusão nuclear, mas isso significaria substituir hipoteticamente o sol por outro, não apagá-lo.
"e nosso planeta rolará no vazio do espaço,"
Não troll BURRO. Se o sol não estivesse em processo de fusão nuclear isso não anularia a gravidade dele.
Vc falou MERDA, influenciado por sua ignorância e crendice cheia de má-fé.
"transportando no seu curso, sua humanidade para sempre adormecida no seu sepulcro de gelo"
Se o sol não emitisse radiação eletromagnética nos níveis atuais ou próximos, nossa espécie morreria. E só.
" todas as coisas serão mortas, o globo será apenas uma necrópole."
O único é o seguinte: a situação é meramente hipotética. Fisicamente ela é impossível. Seu argumento, não demonstra nada.
Vai estudar física. Matéria não é força, troll analfabeto. Feche a sua droga de Chico Xavier e VÁ ESTUDAR.
"a força cega não domina em parte alguma de maneira absoluta."
Ok, se qq das 4 forças conhecidas não existisse, sua crendice não existiria. Lamento, troll burro, mas as forças cegas dominam nossa realidade muito mais do que deseja sua ignorância fomentada pela sua crendice espírita.
"ao contrario , é a inteligencia, a vontade, a razão que triunfam e reinam."
A inteligência é a ferramenta de nossa espécie - uma ferramenta moldada pela evolução e aprimorada pela sociedade. O problema é que uma outra invenção, da qual vc é refém, a crendice religiosa, parece tentar levar nossa espécie à morte e a extinção. Isso pq essa crendice não consegue se adaptar à inteligência e trabalha CONTRA ela. O ideal seria que a crendice abandonasse conceitos - mas ela é renitente e se agarra as piores crendices ...
"a força bruta não foi o suficiente para assegurar a conservação"
Acorde, troll mané, a realidade é esta. Não é a que sua crendice quer pintar. Use o pouco de bom que sua crendice gerou, mas use só isso e dispense todo o resto de lixo que vc quer vender.
"e o desenvolvimento das espécies entre os seres, aquele que tomou posse do globo e dominou a natureza, não é o mais forte, o melhor armado fisicamente, mas sim o melhor intelectualmente."
Além de analfabeto em física, é analfabeto em biologia. PUTA QUE O PARIU - realmente religião envenena TUDO.
Obrigado
Conforme seu comentário 236:
Na ciência , a confirmação da realidade de um conceito , não vem somente através de uma única observação , mas de muitos estudos separados um dos outros com métodos diferentes. Esse é o fundamento da ciência para validação. O mesmo ocorreu com as eqms, por diversos pesquisadores do fenômeno.Muitas eqms estavam relacionadas a uma parada cardíaca. Quando o coração pára de bater , o sangue para em seguida de fluir para o cérebro. Entre 10 e 20 segundos depois que o sangue pára de fluir para o cérebro, o EGG que mede a atividade elétrica do cérebro fica plano. O EGG mede a atividade elétrica do córtex que é responsável pelo pensamento consciente.
Em seguida a uma parada cardíaca ; uma experiência lúcida , organizada e consciente tem de ser impossível , bem como com a falta de oxigênio no cérebro. Só que essas experiências ocorreram quando o paciente era considerado clinicamente "morto". Relatos de eqms onde a pessoa sai do seu corpo e observa acontecimentos terrenos longe do seu corpo físico e para além de qualquer percepção sensorial física possível, ocorre em uma boa parte de eqms. Como aconteceu com um médico da India que foi eletrocutado e sofreu uma parada cardíaca. Saiu do seu corpo e se elevou mais de 3 metros pairando sobre as telhas do telhado e pode ver as letras escritas nas telhas de bem perto.
Ter uma experiência lúcida , vívida e consciente num momento em que o paciente é dado como clinicamente "morto" comprovado pelo EGG , está entre as melhores evidências disponíveis que sugerem uma existência consciente (alma) após a morte da matéria. Aquilo que os indivíduos ouvem e veem no estado fora do corpo é real , mesmo que isso ocorra quilometros de distância longe do corpo físico ; geralmente comprovado pela própria pessoa e pelos outros. Diante desse resumo o qual transcrevi aqui , os cientistas chegaram á conclusão que existe vida após a morte , ou seja , temos algo , que dá continuidade a uma vivência em um outro plano. Se a consciência fosse apenas um produto do cérebro físico , uma pessoa "clinicamente morta" não vivenciaria experiencias tão vívidas e conscientes ,pois essas experiencias ocorrem após esse diagnóstico. Como observou o ganhador do prêmio Nobel , o neurocientista Sir John Eccles: ele indicou que o espírito pode realmente existir separadamente do cérebro , e declarou certa vez: " Sustento que o mistério humano é incrivelmente diminuído pelo reducionismo científico , com sua alegação de que o materialismo promissivo é responsável eventualmente por todo o mundo espiritual em termos de padrões da atividade neuronal" Essa crença , afirma ele ; deve ser classificada como superstição ... Temos que reconhecer que somos seres espirituais com alma , existindo num mundo espiritual , como também seres materiais com corpo e cérebro existindo num mundo material". Como definiu também J. Long: "Talvez as pessoas que têm eqms estejam de fato descrevendo outra dimensão real , transcendental de existência , como o que acontece com os cegos. Talvez todas as regras que todos achamos que sabíamos sobre consciência e percepção sensorial precisam ser reconsideradas " .
Fontes: J.F.
Cite algum estudo de eqm que use teste duplo cego.
"Diante desse resumo o qual transcrevi aqui , os cientistas chegaram á conclusão que existe vida após a morte , ou seja , temos algo , que dá continuidade a uma vivência em um outro plano."
Que cientistas ??? Parece ser apelo à autoridade anônima. Se tal alegação fosse verdadeira, suponho que a Science, teria várias publicações neste sentido. Mostre um artigo dela com essa alegação.
Teve o caso de uma mulher , que após sofrer uma eqm no hospital, saiu do corpo e se elevou até o telhado que era bem alto , e visualizou um par de sapato escondido entre as telhas. Ninguém sabia que ele estava lá. Quando ela retornou , contou ao médico , e este não acreditando mandou averiguar , e foi constatado que realmente ele estava bel lá onde ela havia dito. Quer dizer , tanto médico e paciente não sabiam disso.
Esse estudo foi feito pelo até então cético (entre muito outros) Dr. Jeffrey Long, médico oncologista americano .Inclusive o Dr. Jeffrey veio de uma família de cientistas. Jeffrey era um homem da ciência e "por conseguinte examinei os dados do estudo da eqm de maneira científica " disse ele. e segundo ele para chegar a conclusão sobre eqms , seguiu um princípio científico básico: O que é real é visto quase sempre entre as observações diferentes".
Seu estudo e conclusão constam do livro de sua autoria e de Paul Perry : "Evidências da vida após a morte"
Francieli , a prova foi a experiencia vívida e consciente após o paciente estar clinicamente morto.Se a consciencia fosse física , ou seja ligada ao cérebro , isso não poderia ocorrer.
Claro que não vamos renegar a ciência. Mas será que se pode descobrir toda a verdade com a ajuda da ciência? Voce acha que ela pode responder à todas as questões mais profundas?
Vamos das um exemplo : o àtomo e as palavras de Heinsenber:
"Ocupamo-nos de coisas , fatos e fenômenos tão reais como qualquer acontecimento da vida rotineira; não obstante os átomos e suas partículas não são reais no mesmo sentido. Formam o mundo das potencialidades e das realidades não tangíveis".
Não sei se vc entendeu o que pedi - pq vc só está ressaltando o que vc efetivamente não tem : Cite algum estudo de eqm que use teste duplo cego.
A crítica a esta alegação do sapato é que toda a história parece ser montagem - é só testemunho anedotal dos interessados em comprovar os alegados espíritos. Não há como se saber se efetivamente a pessoa viu, ou se os objetos estavam no lugar. É só questão de "testemunhos" que tentam, por parte da confiança nos relatos, serem alegados como reais.
S.m. consulte o que é um estudo duplo-cego.
estudo Duplo-Cego é uma técnica realizada em seres humanos onde nem o examinado (objeto de estudo) nem o examinador sabem o que está sendo utilizado como variável em um dado momento. É comumente usado como critério de validação de práticas experimentais quantitativas em ciência.
Meu pai trabalhava numa empresa , e era encarregado de um setor onde trabalhavam mais de 100 homens. Ele tinha seu escritório .
Até que um dia, estava ele sentado em sua cadeira, conferindo certos documentos sobre a sua mesa, quando num certo momento ele ouviu uma voz como se fosse dentro do seu cérebro ordenando com urgência que ele saísse de lá imediatamente.
Ele não pensou duas vêzes, se levantou daquela cadeira e saiu rapidinho para fora do escritório.
Foi quando ele começou ouvir barulhos que vinham lá de dentro da sala de coisas pesadas caindo. Quando tudo terminou, ele se dirigiu ao interior do seu escritórinho e viu parte do teto que havia desabado (pedaços de concreto) caídos sobre a cadeira e a mesa aonde ele estava trabalhando.
Certa vez tive um sonho com o meu filho onde assistia tudo do alto. Na época ele tinha uns 8 anos.
Era me mostrado meu filho pedalando uma bicicleta pequena, de cor toda branca, numa rua aqui perto de casa que vai dar numa avenida bastante movimentada, onde passa muitos ônibus. Meu filho pedalava em sentido a essa rua perigosa. Senti que tinha alguém do meu lado que me passou essa mensagem, mas por pensamento: "Não o deixe andar, ele vai ser atropelado" Pude ver que o meu filho vestia um conjunto de roupas que ele possuia na época: um short bem colorido e uma camiseta bege.
Acordei assustada, e mais tarde contei o sonho para ele. Não acreditou muito, até fez pouco caso...
Passado vários dias, já tinha até esquecido, quando vejo o meu filho saindo do quarto com aquele conjunto de roupas do sonho, sinto um calafrio pelo corpo e exclamo: "Meu Deus, o sonho!" Faço ele relembrar, mas novamente ele faz pouco caso...
Quando foi à tarde, alguém chama pelo nome do meu filho no portão. Fui ver: era um coleguinha seu com uma bicicleta toda branca, pequena, igualzinha a do sonho. Levo um susto! Seu coleguinha lhe diz: "Vamos andar de bicicleta na rua de baixo?" (a rua do sonho) Eu te empresto". Meu filho olha para o menino, olha para mim, e diz bem sério: "Não, eu não posso".
Nosso conhecido contou-nos naquela noite durante uma reunião na igreja, que certa vez vinha dirigindo o seu carro por uma certa via, quando por distração, não viu à tempo a repentina travessia de um pedestre há alguns metros à sua frente, e para evitar um possível atropelamento do mesmo, teve que fazer um desvio brusco. Notando que não havia acontecido nada, seguiu o seu caminho, vindo a parar poucos metros à frente num farol vermelho.
Quando estava aguardando o farol abrir, olhou pelo retrovisor e viu aquele pedestre, caminhando ligeiramente em sua direção com um aspecto bastante irado.
Foi quando João ouviu uma voz sussurrar em seus ouvidos, com uma certa urgência, autoridade e preocupação que lhe disse : "Silêncio! Cale a tua bôca! "
Nisso , aquela pessoa se aproximou de João e em tom alto e furioso, começou a proferir contra ele, palavras ofensivas e de baixo calão, humilhando-o até o pó.
João ficou ouvindo tudo aquilo, imóvel e calado em obediência àquela voz angelical.
Quando aquele homem terminou de dizer tudo o que queria, mostrou para João uma arma que estava dentro de sua jaqueta, e lhe disse firmemente: "- Se voce tivesse dito uma palavra , eu ia lhe dar um tiro bem no meio de sua cabeça !".
Após dizer isso , virou-se e foi embora.
Será que isso tem que passar por um estudo científico para dizer se é verdade ou não? As evidências já não falam por si só? Tenho muitas experiências que se fosse relatar aqui ficaria até cansativo.
obs: você pode ter comentado com seu filho sobre a bicicleta, o seu coleguinha ficou sabendo, sem perceber isso pode ter influenciado a compra de uma bicicleta branca.
1 pra quem não acredita, lógico, "nunca existiu"
2 pra quem como eu, acredita no "Ser" e não nas palavras, acredito que ele tenha sido como um sujeito, não sei se com esse nome, mas dotado de "dons" sobretudo de os da palavra, o do discurso, e, no momento em que esteve ou na Palestina ou Jerusalem, naquela região do oriente médio de hoje em dia, talvez tenha tenha despertado a atenção ou até a cobiça dos que hoje vivem (e vivem muito bem ) da Fé. Talvez conciliaram a vida desse "Revolucionario" caso ele tenha alguns seguidores, e esses presos e divulgaram a historia desse sujeito, ou até um desses malucos tipo "Inri Cristo" que ficam dizendo ai que é o tal Messias, acredito que em algum momento em decadas apos sua morte, a lembrança das pessoas, ainda eram muito forte, ai se formou uma "lenda" desse sujeito, ai já viu, "mentira contada por muitos séculos, vira verdade", acho que é isso.
Bom dia, Márcio.
"esse tema "Jesus Cristo Nunca Existiu", podemos debater de 2 maneiras..."
Definitivamente não. Explicarei o pq ...
"1 pra quem não acredita, lógico, "nunca existiu""
E se houver evidências de que um Jesus que deu origem a cristianismo existiu?
Entenda acreditar ou não que uma pessoa tenha existido não diz nada sobre o tema.
Eu não acredito na história bíblica pq ela é incoerente, pq é contraditória, pq é impossível que a mesma seja verídica. Mas se algum Jesus existiu, diferente do narrado pelo tolo conto bíblico, eu efetivamente não sei. Jesus nunca foi um personagem histórico importante, nem para os judeus, nem para o mundo. A crença em um Jesus foi historicamente importante, mas isso não faz dele um personagem histórico real. O Jesus é efetivamente um culto à carga do séc. I, um John Frum.
"2 pra quem como eu, acredita no "Ser" e não nas palavras, acredito que ele tenha sido como um sujeito, não sei se com esse nome, mas dotado de "dons" sobretudo de os da palavra, o do discurso, e, no momento em que esteve ou na Palestina ou Jerusalem, naquela região do oriente médio de hoje em dia, talvez tenha tenha despertado a atenção ou até a cobiça dos que hoje vivem (e vivem muito bem ) da Fé."
Mas a fé em algo faz ou deve fazer diferença na realidade ou na análise da realidade, Márcio ? Sem querer desmerecer a sua crença, mas uma criança acreditar no Papai Noel não faz dele real. Pode-se até achar interessante o sonho com um Papai Noel, mas efetivamente esse conto do século retrasado é um mero mito.
A questão da existência se prende unicamente ao evento histórico, se é que o mesmo existiu. E nisso, mesmo que vc creia num Jesus, pouco importa sua crença - a análise real do passado, para questão da existência, é efetivamente a única que importa.
Posso discutir pq afirmo que o texto da bíblia sobre Jesus é incoerente, impossível de ter acontecido, contraditório, entre outras características.
"Talvez conciliaram a vida desse "Revolucionario" caso ele tenha alguns seguidores, e esses presos e divulgaram a historia desse sujeito, ou até um desses malucos tipo "Inri Cristo" que ficam dizendo ai que é o tal Messias, acredito que em algum momento em decadas apos sua morte, a lembrança das pessoas, ainda eram muito forte, ai se formou uma "lenda" desse sujeito, ai já viu, "mentira contada por muitos séculos, vira verdade", acho que é isso."
Efetivamente esse revolucionário que vc pela sua crença lê na bíblia, é uma construção que pode envolver vários outros John's Frum, como Apolônio de Tiana. Mas continuam todos sendo mitos, invenções das histórias passadas de boca a boca. Interessa-me, mais do que mitificar pessoas que existiram ou não, pensar sobre a ética de meus valores, do que se pode aplicar a nossa vida.
Vc supõe que eventos tenham alguma finalidade. Mas afirmar que tenham é uma posição que vc tem de justificar.
Eu acredito que nada é por acaso. Tudo tem uma explicação e o fato da ciência às vezes não provar tal cousa é porque tal coisa saiu da realidade "matéria".O fato da ciencia não provar que Deus não existe , como já tem provado outras cousas que existe, por si só implica que Ele existe, e essa "existência" , não está ao seu alcançe de provar , bem como não provar; pois foge dos seus limites. A ciência tem limite; isso todos sabem; não somos tão ingênuos assim... Enquanto não se prova para a ciência , então tal realidade não existe. A ciencia está descobrindo cousas atualmente , que até então no passado não acreditavam que tais cousas existiam, que era impossível. ... e hoje comprovam que realmente existem , chegando a deixar até os cientistas pasmos . Essa é a minha linha de raciocínio! A ciencia também é mutável! Bem , mas mesmo assim creio que devemos respeitar as crenças e opiniões das pessoas , bem como as pessoas em si, o que alguns evangélicos não fazem. Sou evangélica , mas confesso que , não devemos misturar as coisas: todos merecem o nosso respeito e carinho , independente de crenças. Não devemos julgar e nem condenar ninguém em nossos corações. Quero deixar bem claro esse meu modo de pensar...
"o fato de a ciencia não provar que deus não existe como já tem provado outras cousas que existe, por si só implica que ele existe..."
a ciencia não pode provar que a fada dos dentes não existe, portanto ela existe?...poxa não use deracicinio falho
Acaso existe, isso é um fato. Não é comum, mas eventos estranhos e fora do rol do comum acontecem, sem previsão, função ou objetivo algum.
"Tudo tem uma explicação"
Vc nota que quem está sendo determinista aqui, é vc, não ? O mesmo determinismo cartesiano que vários religiosos usam para condenar a ciência.
" e o fato da ciência às vezes não provar tal cousa é porque tal coisa saiu da realidade "matéria"."
Veja só o custo da sua alegação:
O fato de não se saber onde o Ulisses Guimarães foi parar então, leva vc a dizer que o corpo dele saiu da "realidade da matéria" ?
Alegar que uma coisa que não tem explicação é explicada por uma solução "sobrenatural" é uma autocontradição àquilo que vc mesma alega.
Se uma pergunta não tem resposta, a única resposta honesta que temos é um simples "não sei". Claro, a resposta a este evento, se continuarmos pesquisando e investigando pode ser achada. Mas sem investigação efetivamente não temos resposta. Atribuir a resposta à tradição ou a crendice é tolo, perigoso e desonesto. Esse é o problema da fé.
"O fato da ciencia não provar que Deus não existe , como já tem provado outras cousas que existe, por si só implica que Ele existe,"
O fato da ciência não provar que o coelhinho da páscoa não existe então implica que ele existe ?
O fato da ciência não provar que ET's existem implica que eles existam ?
Por favor, tenha um mínimo de seriedade.
Aliás, se vc for investigar historiagrafia e arqueologia, vai ver que sabemos de onde veio o deus bíblico - de adaptação de mitos, de crendices de povos da era do ferro e do barro.
"e essa "existência" , não está ao seu alcançe de provar ,"
Pq não estaria ?? O conceito deus se extendido, pode até ser não falseável, não evidenciavel, mas o deus particular dos judeus-cristãos-muçulmanos está longe de ser este conceito.
"bem como não provar; pois foge dos seus limites."
Demonstre sua alegação.
"A ciência tem limite;"
Tem? Qual é ele ?
" isso todos sabem;"
Vc alegou que sabe - mostre qual é ele. É uma pergunta assaz pertinente, da qual tenho convicção de que vc não passa nem longe da resposta, em função de tudo aquilo que vc já alegou. E posso demonstrar o pq.
" não somos tão ingênuos assim..."
Lamento informar, mas vc é mais ingênua do que vc imagina. Mesmo com toda consideração que tenho por vc, não posso deixar de dizer isso. E posso explicar para vc o pq daquilo que alego.
"Enquanto não se prova para a ciência , então tal realidade não existe."
Errado. Enquanto a ciência não explica um evento, mas o conhece, ela simplesmente não o explica. Isso é parte do modo que a ciência funciona.
Para exemplificar, fica o conceito de energia escura - sabemos que ela existe, ela faz parte da relidade, mas não temos a explicação do que ela efetivamente é. Por outro lado temos explicação do que ela não é - e esse é outro ponto interessante da ciência.
"A ciencia está descobrindo cousas atualmente , que até então no passado não acreditavam que tais cousas existiam, que era impossível ..."
E descobrindo novas coisas, mas nem por isso ideias antigas retomam a força. Alquimia é só tolice, e vai continuar sendo. Astrologia também.
"e hoje comprovam que realmente existem , chegando a deixar até os cientistas pasmos ."
Alguma coisa que comprovou alguma tolice das crendices do passado ? Se sim, exemplifique.
"Essa é a minha linha de raciocínio!"
Na verdade vc arma uma justificação falaciosa para tentar validar sua crença.
"A ciencia também é mutável!"
Sim, mas ela não retoma ideias já descartadas ou falseadas. Aqui morre a teologia natural de Paley e o geocentrismo.
"Bem , mas mesmo assim creio que devemos respeitar as crenças e opiniões das pessoas ,"
Pessoas merecem respeito, crenças e opiniões NÃO.
Vc respeita a opinião que acha a pedofilia correta ? Eu não respeito.
Vc respeita a opinião que acha o nazismo a melhor posição política ? Eu não respeito.
Vc respeita a crença dos Meninos de deus, que é uma vertente cristã que prega a pedofilia ? Eu não respeito
Suponho que vc seja seletiva naquilo que vc respeita ...
Respeito seu direito de ter uma crença se esta crença não prejudica outros. Mas não respeito sua crença. Respeito vc como pessoa. Mas isso não implica em respeitar aquilo que vc crê - vc é (apesar de não se considerar) maior do que aquilo no que vc crê.
"bem como as pessoas em si, o que alguns evangélicos não fazem."
Muitos evangélicos não respeitam pessoas - é o caso de nomes como Julio Severo e Silas Malafaia. É complicado para mim respeitar esse tipo de pessoa intolerante. Me esforço, mas atos dessas pessoas são desprezíveis, como a ofensa do Malafaia a jornalista Elaine Brum.
"Sou evangélica , mas confesso que , não devemos misturar as coisas: todos merecem o nosso respeito e carinho , independente de crenças."
Perfeito, concordo. Só não acho que todas mereçam - há pessoas que fazem o máximo para não merecerem tal respeito. Vc merece respeito, e pessoas em geral merecem.
Ser evangélica, ateia, budista ou muçulmana, para mim é inócuo. Tenho, pessoalmente, um erro de julgar positivamente ateus, o que também é errado - e tento corrigir isso. O fato de pessoas serem ateias não diz nada sobre as pessoas. Só diz que elas não acreditam em deidades.
"Não devemos julgar e nem condenar ninguém em nossos corações."
Julgo com minha cabeça. Dizer que é o "coração" é uma mera expressão que soa poética para alguns, mas efetivamente não signfica nada.
"Quero deixar bem claro esse meu modo de pensar..."
Ok ...
Use um lenço e desinfetante antes de usá-lo !!!!
Eu não resisto !!!!!! LOL !!!!
"A ciencia está descobrindo coisas, que até no passado não acreditava existir..." Vou dar um exemplo: A nova forma de vida descoberta no lago tóxico de Califórnia. Foi um micro organismo vivo diferente do conceito de vida que conhecemos até hoje. Achava-se que toda a forma de vida precisa-se de fósforo e aquele micróbio substituiu fósforo por arsênio. Segundo a Nasa , essa descoberta mudará muitos livros de Ciências.
O fato da ciência não explicar um evento que já conhece , eu já acho que é um limite, por que tudo tem uma explicação.
HFC : às vezes tenho um pouco de dificuldade em me expressar o que realmente quero dizer. Quanto o respeito das opiniões , está me referindo as nossas aqui no blog, entende? De crer ou não crer em Deus , entendeu? Eu não estou querendo convencer ninguém que Deus existe , mas opino dentro dessa crença , assim como voce opina dentro da sua crença. Eu não acredito que exista fadas de dentes , mas creio que Deus existe.
a minha teoria, e que o tal "Jesus", não tenha nascido "Messias", entende, mas a historia (ou parte) desse "Yeshua", tenha servido como inspiração para "Introduzir" as profecias, e firmar a vinda do Messias, como se fosse a do tal "Yeshua", assim sendo serviria para introduzir o "Cristianismo", consegue me entender?
Ex. nos dias de hoje, surge uma enorme apelo, dizendo que Jesus voltou, imprensa em geral, jornais, revistas, historias contadas, enfim....mas ja foi embora entende?(não importa de que maneira) veja o detalhe...a historia de que o Jesus veio e morreu, para convencer, a historia desse Jesus, tem que se "misturar" com a historia de uma pessoa que realmente viveu, pois as pessoas que viveram na mesma época ou na mesma localidade, se identificarem com a situação, e dar "fundamento" ou embasamento a historia, pois se não a historia ou a farsa não se estende, pelos anos seguintes. Consegue entender minha teoria, HFC ?
Abraços
Todas as fontes fidedignas levam a conclusão que o Jesus bíblico não passa de um culto à carga. Posso citar obras que sustentem minha alegação, como "Quest in Paradise" de David Attenborough ...
Mais ou menos por aí. O problema a ser entendido é que o messianismo era um conjunto de ideias valorizada somente por alguns grupos no pensamento judaico. O mais engraçado é que eram linhas do pensamento fariseu que defendiam que o messias seria o "escolhido", seria uma promessa. Linhas de personagens "heróicos" de povos que dominaram a região deram força a esta ideia de messias, fazendo a figura se tornar a encarnação de deus. Veja, a descrição em Isaias não implica nesta deidade. O pensamento teológico foi bastante acochambrado pelos seguidores do culto a Jesus (especificamente pelos seguidores que ganharam o domínio de pensamento dentro desse grupo).
"Ex. nos dias de hoje, surge uma enorme apelo, dizendo que Jesus voltou, imprensa em geral, jornais, revistas, historias contadas, enfim....mas ja foi embora entende?(não importa de que maneira) veja o detalhe...a historia de que o Jesus veio e morreu, para convencer, a historia desse Jesus, tem que se "misturar" com a historia de uma pessoa que realmente viveu,"
Aqui é que está, não vejo necessidade do Jesus efetivamente ter existido como pessoa. O exemplo que pego é do culto à carga mais recente e documentado, o de John Frum na polinésia. Efetivamente não se sabe nada dele. Só se sabe que o culto existe. E de forma incrível isso se coaduna com a criação do mito sobre Jesus. As diferenças estão no fato de que o Jesus foi montado por um povo que tinha leve tradição de escrita, o que fez o mito persistir, também.
" pois as pessoas que viveram na mesma época ou na mesma localidade, se identificarem com a situação, e dar "fundamento" ou embasamento a historia, pois se não a historia ou a farsa não se estende, pelos anos seguintes. Consegue entender minha teoria, HFC ?"
Entendo sua linha de pensamento, e ele bate em muitos pontos com a ideia de culto à carga. Se eu lhe passar fontes sobre essa ideia vc gostaria de ver ? Vc vai se espantar com a história de John Frum ... Certamente vc vai fazer paralelos ... A ideia vai lhe dar uma boa dor de cabeça, Marcio.
1 Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados, amados em Deus Pai, e guardados em Jesus Cristo:
2 Misericórdia, paz e amor vos sejam multiplicados.
3 Amados, enquanto eu empregava toda a diligência para escrever-vos acerca da salvação que nos é comum, senti a necessidade de vos escrever, exortando-vos a pelejar pela fé que de uma vez para sempre foi entregue aos santos.
4 Porque se introduziram furtivamente certos homens, que já desde há muito estavam destinados para este juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de nosso Deus, e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.
5 Ora, quero lembrar-vos, se bem que já de uma vez para sempre soubestes tudo isto, que, havendo o Senhor salvo um povo, tirando-o da terra do Egito, destruiu depois os que não creram;
6 aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, ele os tem reservado em prisões eternas na escuridão para o juízo do grande dia,
7 assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se prostituído como aqueles anjos, e ido após outra carne, foram postas como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.
8 Contudo, semelhantemente também estes falsos mestres, sonhando, contaminam a sua carne, rejeitam toda autoridade e blasfemam das dignidades.
9 Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda
10 Estes, porém, blasfemam de tudo o que não entendem; e, naquilo que compreendem de modo natural, como os seres irracionais, mesmo nisso se corrompem.
11 Ai deles! porque foram pelo caminho de Caim, e por amor do lucro se atiraram ao erro de Balaão, e pereceram na rebelião de Coré.
12 Estes são os escolhidos em vossos ágapes, quando se banqueteiam convosco, pastores que se apascentam a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos; são árvores sem folhas nem fruto, duas vezes mortas, desarraigadas;
13 ondas furiosas do mar, espumando as suas próprias torpezas, estrelas errantes, para as quais tem sido reservado para sempre o negrume das trevas.
14 Para estes também profetizou Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que veio o Senhor com os seus milhares de santos,
15 para executar juízo sobre todos e convencer a todos os ímpios de todas as obras de impiedade, que impiamente cometeram, e de todas as duras palavras que ímpios pecadores contra ele proferiram.
16 Estes são murmuradores, queixosos, andando segundo as suas concupiscências; e a sua boca diz coisas muito arrogantes, adulando pessoas por causa do interesse.
17 Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que foram preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo; o que você pensa não mudara a realidade firmada e comprovada pela bíblia .
Ap.20 7 Ora, quando se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão,
8 e sairá a enganar as nações que estão nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, a fim de ajuntá-las para a batalha.
9 E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade querida; mas desceu fogo do céu, e os devorou;
10 e o Diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados pelos séculos dos séculos.
11 E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiram a terra e o céu; e não foi achado lugar para eles.
o que você sera revelado na eternidade não teram desculpas pelos teus atos.
mario cesar de abreu
http://www.smithsonianmag.com/people-places/john.html
Sobre o livro, dê uma olhada nestes dois vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=1skNgYdJXK8
http://www.youtube.com/watch?v=Jel5by93REs
Bem vindo ao mundo das crenças ...
http://www.youtube.com/watch?v=F5R4WcSUqxU&feature=related
Esse Nazareno que num processo de transcendência, chegou a consciência Cristica, pois Cristo é um estado de Consciência, qualquer personificação a respeito desse estado, é pura divagação sem nem um sentido real.
Mas quem está realmente interessado a que veio o Nazareno, procure sua mensagem ditada no ano 2001 através de 9 Cartas agora já em português e mais 8 idiomas, As Cartas de Cristo, só os que não têm alma e são meros androides sem a energia Vital Única a todos e a tudo que existe manifestado neste mundo, não percebera e não acreditará na veracidade e a Verdade da vida Daquele que não veio morrer por ninguém, e nem ressuscitou em um corpo físico já morto, nem veio tirar pecado de ninguém, mas simplesmente veio trazer uma Verdade Universal do sentido Existencial do Ser Humano, e nem seus discípulo O entenderam.
Essas cartas, só tem 4 delas publicadas na net, até o momento, mas existe o livro completo.
Quem procura alguma verdade, de uma olhadinha nas Cartas de Cristo e tenho certeza que sua vida nunca mais será a mesma.
Pq vc supõe que seria UM deus ? E se for um conselho infinito de Sacis que controlam o universo ???
Alegar que há um deus é tão razoável quanto alegar que exista um conselho de infinitos sacis que decidem e planejam o universo.
"O máximo que podemos fazer é compartilhar o nosso entendimento."
Shahab, não é seu entendimento - é só sua crença.
"Mas em uma conversação, é inútil você querer explicar algo para alguém que apenas observa seus defeitos e despreza suas qualidades.'
Concordo que vc deveria parar de observar os defeitos de cada um dos sacis, e que seu desprezo as qualidades de um saci faz a conversa ser inútil. Mas acho que a crença nos sacis ou no seu deus (e em qq outra deidade) é inútil.
"Antes de tudo precisamos saber se o ouvinte está disposto a ouvir, se não .. não perca tempo meu brother, procure alguém que esteja disposto. xD"
Essa é a diferença de ciência para religião. Ciência PRECISA ser ensinada a crianças para que elas tenham qualidade de vida. Crendices e religiões são IMPOSTAS a crianças quando elas não tem necessidade alguma disso.
Espero, Shahab, que vc pense sobre suas próprias palavras e sobre seus atos quando tentar doutrinar crianças - tenho certeza que vc não vai ensinar sobre o conselho dos infinitos sacis!!!
Imaginemos que Jesus aparecesse no céu para todos os povos do mundo acima das núvens, como está profetizado na Bíblia. Ao meu ver isso é uma metáfora, mas vamos supor isso no pé da letra.
Logicamente e cientificamente isso seria inconcebível. Por inúmeras razões elementares que não necessitamos ilucidar. Da mesma forma quando diz, quando as estrelas caíram.
Infelizmente ou felizmente, a forma com que a Bíblia foi estruturada é um grande impedimento aos materialistas, e discutir isso é o mesmo que dialogar com uma pedra ou um ser que aceita que a sua própria essência está no mesmo grau que uma pedra, uma árvore, ou qualquer coisa imúnda ou graciosa, pois na verdade não existe diferença essencial entre nada que existe, tudo não passa de matéria e de suas interações, que são acidentais, e nada mais que isso.
De qualquer modo, mesmo que Jesus aparecesse levitando diante dos materialistas, o que eles diriam?
- Legal, isso não prova nada em relação à Deus. Só prova que é possível levitar através de interações da matéria e que o ser humano é capaz de levitar, só precisa aprender a manipular essa faculdade que aparentemente ainda é desconhecida.
Não importa quantos milagres Jesus faça, não importa se ele teleporte para outros mundos, aos materialistas, tudo isso está necessariamente condicionado ás interações materiais. Eu concordo com o fato de que tudo que ocorra, necessariamente deverá ter alguma explicação científica e material, pois isso, ao meu ver, comprova a perfeição da obra de Deus e da Sua criação. Vejo nas ciências a prova clara de Deus (aos ateus isso não passa de processos mentais e fantasia kkkk), pois seus métodos, os da ciências, não são conduzidos pelo acidentalismo.
Portanto se Jesus, ou algum homem, levitou existiu uma causa para isso, através do pensamento ou meditação que estimularam interações de processos materiais no cérebro, que lhe possibilitaram tal feito. Nessa linha de raciocínio um outro homem que dominar essa faculdade material, também é capaz de levitar.
Portanto, se alguém disser: É impossível ao homem levitar. Eu diria, esse artifício ainda é desconhecido, e existe a sua possibilidade.
kkkkkkkkkkkkkk.. sei que parece um tanto louco isso, mas eu pessoalmente, consigo ver senso e lógica nisso. :D
se alguém tivesse esse poder de levitar ou de fazer as mágicas que estão descritas na gibíblia, pq então esse mesmo sujeito não deu soluções simples para diarreia infantil, não produziu vacinas que acabassem com males efetivos sofridos por crianças ?
No fim das contas, esse espiritualismo e crendice são mais egoístas que o materialismo que vc critica. Pelo menos esse materialismo científico conseguiu soluções efetivas para várias das doenças mencionadas.
HFC tu é comedião mesmo. kkkkkkkkkk (rachei o bico)
De acordo com a visão materialista não há motivo pra você buscar uma causa. Não sei por que questiona isso sendo um ateu. Tudo não passa de acidente, sem proposito e causa e não faz diferença alguma no campo material, não é mesmo? Se Deus, para vocês inexiste e é fruto da imaginação, é tolice julgar seus métodos e buscar causas para a Sua inexistência.
Ola! HFC...
Ego e mente, sempre precisam de um por que? Sua inteligência e sua mente ágil em algum momento deve ter percebido que existem outros sentidos e outras energias em nosso próprio e limitado corpo físico, ou massa cefálica, que também percebem, quem sabe "intuição", ou consciência ampliada, o que a física já prova hoje em dia em varias pesquisas, embora qualquer prova não passe de atitudes físicas e limitadas para uma explicação e satisfação do ego.
Mas a mente não pode entender nem perceber o que está alem dela, o que ela não alcança, o ego nem falo, embora seja ele que diga para mente não escutar o que vem da "intuição", digo intuição por não ter outro termo adequado, embora exista.
Mas lhe digo, sei por mim, e ninguém me disse, e vejo que falam ai de voar de levitar etc...
Quem sabe não existe melhor informação cientifica do que o texto escrito pelo
Cientista americano Mark Comings, a ENERGIA DO VAZIO.
Ele fala para a mente, mas a alma é que vai entender, claro para quem tem alma, meu computador ainda não tem, sua alma sou eu, se me retiro ele vai para sucata, nada mais, mas eu continuo experenciando outras emoções e coisas neste mundo, até perder meu veiculo também, mas se minha consciência estiver desperta ou desbloqueada, perceberei tudo com aceitação sem o medo de um fim que só o ego e a mente tem, pois eles realmente tem um fim e um pavor muito grande disso.
A consciência que esta sufocada por esse dois ai, sabe que não existe um fim mas um Continuar a Ser, obvio em outros níveis de percepção .
Mas de uma lidinha que seja na primeira Carta de Cristo, e sua ideia já será outra, nada de mais, senão simplesmente informação, que também não vai ser a mente que vai perceber e nem sua alma, muito alem disso, veja por si mesmo, eu nada mais posso dizer ou falar que vai só ficar nisso, falar e dizer.
Não sou religioso não pertenço a nenhuma religião, e nem concordo com suas exploração de pessoas de boa fé, que são enganadas através de ameaças e medo, as consequências disso, é o que alguns chamam castigo, mas é simplesmente uma reação de uma ação mal intencionada e exploratória, que logo todos aprenderão como funciona.
Um abraço
Grato pela atenção.
Grato pela atenção."
Assino embaixo. É importantíssimo isso, alguns forums adotam isso como regra.
de que deus você esta falando, do Hórus? do Zeus? do Anubis? de Jupter? Brahma? Shiva? Ganesh?...............................................
"mas é o própio subconciente, eles tem medo da morte e de ver os fatos tal como eles são"
Por ser uma resposta subjetiva e pessoal sua, não é correto julgar.
Mas mesmo assim, analisando dessa forma, podemos entender isso como egoísmo e corrupção do comportamento humano?
Já pegando o gancho dessa sua afirmação Francieli, qual a sua opinião, sobre o meu comentário no.194 do tema "Espiritismo, Ciência e Lógica"
obs.: já dei minha opinião no outro artigo.
Não vejo honestidade em seu argumento ... é um tanto sínico e cruel fazer isso.
para a existência de jesus cristo. Se fosse atéia, puxaria para a não existência
de jesus cristo! É isso gente! Não vivi no tempo para desmentir nada. Apenas por
suposições e "fontes''... sei não...todos diz o que quer, o que acha, o que estuda,
o que acredita. O bom mesmo é viver sua crença ou não e deixar que o outro tbm
viva em paz!!
vc não pode AFIRMAR nada sobre um suposto deus e o suposto messias, pois nada disso tm evidencia alguma, assim fica facil, eu posso inventar algo sem nenhuma evidencia e tentar fazer com que outras pessoas acreditem nisso? ainda sair afirmando para as pessoas que isso existe só porque eu acho que existe?
Apesar de voce sentir tanto desprezo pela minha pessoa , quero lhe dizer que não sinto o mesmo por voce . Desejo-lhe muitas felicidades.
Eistem muitas pessoas que tenho respeito e consideração que acreditam em deus, porem eles tem bom senso e são capazes de perceber quando algo é ruim.
que sacrificavam seus recéns -nascidos e crianças á deuses . Eram indomáveis. Deus vendo isso , enfurecido com tanta violência , dava ordens que os exterminassem, inclusive as crianças. Afinal , eles mesmos ofereciam suas próprias crianças aos deuses em fogueiras , decapitadas, etc... Cousas horríveis.Era por isso que as leis naquela época eram tão duras, para ver se colocava a casa em ordem , mas não tinha jeito. Para entender a Bíblia , é preciso lê-la toda, não só apenas um contexto.
Não adianta eu ficar escrevendo aqui , tomando o seu tempo pois você não vai acreditar mesmo. Além do mais não estou aqui para te obrigar a crêr em alguma cousa; apenas estou opinando .Respeito também suas opiniões. Embora já saiba tudo do que você pensa ao meu respeito; não consigo sentir raiva de você. Desejo-lhe felicidades! Tchau.
SER FILHO DE DEUS OU DO DIABO É ALGO MATEMÁTICO! Não há possibilidade de se fugir destas gens. Jesus falou acerca de duas raças sobre a Terra: Joio e Trigo. O joio é semente do diabo e o Trigo e semente de Deus. Semente é uma corruptela do grego "Sêmen", e o grego é a lingua de onde são traduzidas as maiorias das Escrituras para o mundo. Então, ou somos Semen (Origem da vida) de Deus ou do diabo. Vamos para a felicidade eterna ou para a exclusão eterna, não porque escolhemos Deus e Cristo ou os repudiamos, mas somente por causa de nossa gen. A pergunta é essa: Somos Semen, nossa origem está em Deus ou no diabo. Quem é de Deus, ouve a voz de Cristo. Nada a ver com religião, porque muitos, mas muitos mesmo honram a Cristo com seus lábios mas não tem origem em Deus e seu Cristo. Estes comentarios todos são bons como exercicio intelectual, mas não tem poder para mudar um script organizado numa eternidade passada.
O pessoal que defendia o aparthaid também não via, mas fazer o que com a cabecinha ridícula sua e deles ?
"Eu não falo como um protestante, evangelico, católico ou como um religioso cristão, mas falo como Filho de Jesus Cristo."
Fale longe de sua mãe e seu pai. Isso pode dar problemas para seu velho e sua velha ...
"(Nós não somos Filhos de Deus, pois YHVH só teve um, o Unigenito e Primogenito Jesus(Ieshua He Mashiah)"
Quem mandou ele não usar camisinha ?
"Nós somos então filhos de Jesus."
O comedor!!!
"Quando me referi ao fato de termos, cada um o nosso destino eterno, é uma verdade."
Tão verdade quanto 2+2=7 !
"Creia vc ou não, pois nosso modo de crer e pensar não altera os decretos daquele que é o maior de todos."
Kareem Abdul-Jabbar não liga lhufas para o que vc crê ! Essa finalmente vc acertou!
"Toda a humanidade passada, presente e futura, só tem dois destinos, o céu ou o inferno."
Ou a lanchonete do McDonald's.
"São dois lugares, mas principalmente dois estados espirituais."
Que o seu medicamento tarja preta fez vc conhecer, candido ...
"O inferno ainda não foi inaugurado,"
Malditas licitações de ano eleitoral!
"mas o será brevemente e pasme vc,"
O prefeito vai garantir sua reeleição! Jesus! Gzuis, Gzuis!
"será inaugurado por dois seres humanos;"
São os assessores de gabinete de Gzuis Cristo!
"un genio politico e militar, estadista perfeito e capaz, e o outro uma persona iminente na area religiosa (Eu entendo que será um Papa, exatamente por ele viver numa cidade que é cercada por sete montes. Existe até um filme secular cujo titulo é: ROMA, A CIDADE DOS 7 MONTES ETERNOS."
Agora vc ultrapassou o limite da bobagem e burrice, candido ...
O nome do filme é "Arrivederci Roma" e o filme é um pé no saco ...
Sua gibíblia não fala nada da bobagem que vc alega.
" O diretor é aquele italiano que gosta de peitões,"
Se vc não gosta é problema seu. Tem gente que gosta de peitões, gente que gosta de bunda. Vc prefere cabeludos de barba pregados num pau. Gosto não se discute ...
"e que não me recordo de seu nome."
Não liga não, ele liga para vc um dia ...
"Bem, voltando ao assunto de dois destinos eternos,"
Hora de vc tomar seu remedinho!!!!
"obviamente que Deus reservou um estado de felicidade eterna para os seus"
Por isso a farmácia vende de 50, 100 e 250 mg! Vc toma todos!!!
"e que começa na Terra mesmo, pois esta coisa de os salvos estarem com asinhas num lugar idílico, morando em mansões é coisa de pentecostais e neo pentecostais e católicos, isto é, religiosos."
E vc quer convencer aos outros que não é um religioso ...
"Não existe extraterrestres,"
Claro, vc já verificou todos os 10²³ planetas diferentes da Terra ...
"vidas além Terra, pois a vida começa na Terra e daqui partirá para colonizar todo o cosmo infindo."
Ligue para seu psiquiatra para aumentar a dose ...
"Deus, com sua mente espetacular criou um universo infinito com propósitos,"
Deus é um mamífero que tem cérebro!!!
Rivotrill já não faz efeito na sua cabeça ...
"que é de colocar uma raça eterna que procriará"
Jesus, o comedor volta para arregaçar a bagaça!
"para sempre com a ausencia da morte que tem equilibrado a população do planeta."
A p%$@ria corre solta no céu dos mórmons!!!
"Esta morte é o último inimigo a ser destruido,"
Depois de passar pelo Bowser ?
"e então o homem será eterno e com capacidade criadora."
Enquanto isso sua capacidade criadora se reduz a uma mitologia tosca ...
Claro, vc já verificou todos os 10²³ planetas diferentes da Terra ...
LOOOOOOOOOLLLLLLLL... rialto
- Se Deus existe, os ateus estão fazendo um bom papel contra aqueles que corromperam a Religião Dele.
Já sabemos quem é o idiota analfabeto nessa conversa ...
" Vc é baixo intelectualmente e moralmente."
Sou um verdadeiro Nelson Ned.
"Ninguem aqui está ofendendo ninguem."
Vc estava ofendendo a inteligência de todos. Vc mentiu feito político ladrão e soltou sua bobagem ofensiva a pessoas que não acreditam na sua mitologia ridícula.
"Burros conversam com burros."
Traduzindo, vc conversa com o pessoal que acredita nas suas tolices. E aí vcs zurram salmos de louvor ...
"Não se dirija mais a mim seu idiota."
Ai que mêda ...
"Não entrei aqui para enviar ou receber coisas de baixo calão."
Não vejo coisa de mais baixo calão do que pregação tosca.
"Procure a sua turma, pois eu não me dirigi a voce."
Sorte sua ... Iria ler coisa ainda pior ... Mas veja, os comentários aqui estão abertos, vc pode reclamar o quanto quiser ...
"GENTE COM GENTE ANIMAL COM ANIMAL"
Resto tudo vale. Mas veja coleguinha mentiroso, vc é um animal.
"tCHAU"
Tchau rainha Catarina... Vá com Jesebeu!
Agora alguns programas religiosos tão virando verdadeiras comédias das tardes brazucas (com todo respeito aos patrocionadores de deus hehehhe).
Quanto ao seu comentário 420, o que eu tenho a dizer é que, não vamos acreditar no que você diz não porque é você quem diz, e sim pelo conteúdo em si. Aliás, nem se você quisesse obrigar a nós a acreditar nas suas crenças pessoais, acreditaríamos, pois ninguém passa a acreditar em algo através da força bruta ou aliciamento (a pessoa pode até dizer que acredita por medo ou se sentindo intimidada, mas o fato é que em sua consciência, não o faz).
Suas crenças pessoais (diga-se Deus, Jesus, espírito, bíblia e tudo que tem relação com a religião que você segue) pode significar muito para ti e algumas pessoas, mas para outras como eu e alguns foristas do ateus.net, pouco ou nada significam, o que não quer dizer que sejamos pessoas más, sem limites ou qualquer outra coisa de denotação negativa, pelo contrário, significa que não precisamos disso para sermos pessoas boas.
"o que não quer dizer que sejamos pessoas más, sem limites ou qualquer outra coisa de denotação negativa, pelo contrário, significa que não precisamos disso para sermos pessoas boas."
Em nenhum momento disse isso. Muito pelo contrário eu respeito vossa crença . Somos todos iguais . Abraços.
Eu sei, só falei isso porque você disse que é evangélica, e no meio evangélico tem muito disso de estigmatizar negativamente o ateu como "sem limites", "sem escrúpulos", "imoral" ou seja lá o que for. Aliás, só respondi ao seu post por notar que você é uma pessoa boa que não está aqui afim de trollar, pois não discuto com trolls.
Enfim, percebi que você é um(a) evangélico(a) que não é tão apegado(a) à crença assim, afinal, você não adota a postura citada acima, o que é uma coisa boa.
Eu sei, só falei isso porque você disse que é evangélico(a)
Você disse "vossa crença"
Ateísmo não é crença
Valeu.
Vc sempre vai poder entrar no site que não é um blog. Aprenda a diferenciar ...
"Achei a materia interessante, exatamente como todos os outros lugares que exploram este tema "JESUS NÃO EXISTE"."
O tema é diferente e é um artigo traduzido, de autoria desconhecida que está presente em outros sites no mundo. A tradução foi feita pela Maria Ribeiro que escreve o prólogo. O texto tem muitos méritos e vários defeitos. Mas o tema não é o que vc aborda - é a afirmação que o personagem dos evangelhos bíblicos nunca existiu.
"Tenho 67 anos, sou filho de judeu, e como todos os ateus que conheço, inclusive voces, fui tambem um ateu teórico (não creio em ateus práticos) até que em 1964 ganhei um novo testamento em ingles."
Engraçado, conheço vários ateus que não estão nem aí para teorizar sobre nada. E ateu teórico é só classificação.
"Já tinha lido a Biblia com interesse intelctual, mas desta feita, este novo Testamento me impregnou e me impactou de tal forma que comecei a crer em Jesus."
Vc teve uma reação emocional a um texto. Não querendo rebaixar sua emoção nesse caso, mas hoje as adolescentes tem reações emocionais com a série Crepúsculo.
"Quase 50 anos se passaram e continuo crendo da mesma forma, com mais conhecimento pessoal com Ele do que antes."
Vc não relatou conhecimento, e sim uma experiência que vc valida emocionalmente.
"Ser Filho de Cristo implica em conhece-lo e ser conhecido, pois afinal, o pináculo da fé é: ELE VIVE!"
Só dentro de sua cabeça.
"Neste termo "Ele vive" está implícito toda a esfera de atividade de Um Deus Real com aquele que é seu."
Já que vc alega ser conhecimento, vc deveria ter maneiras de demonstrar esse seu conhecimento alegado. E ele deveria ser coerente com verificações ... Que tal fazer isso ?
"Bem, conforme disse, não pensava mais em acessar este blog, não porque é ruim, p ois não é, mas pelo fato de já ter lido toda a materia. Quando o acessei pela primeira vez, obviamente foi a título de curiosidade assim como já acessei vários outros sites com o mesmo tema."
Esse texteo está disponível em outros sites.
"Quando deixei meu comentário educado,"
Isso é educado ?
"" Os cães ladram, e a caravana passa." Chamar outras pessoas de cães é extremamente educado. Torço para que sua esposa e seus familiares não sejam tratados assim ...
"não esperava nem que vcs me respondessem, pois tenho opinião formada."
Opinião tosca e mal acabada, diga-se de passagem. Mas é sua opinião e não passa disso. Não é nem matemática, nem conhecimento.
"Todavia, um nick HFC dirigiu-se a mim com palavras que eu não gostei, pois tive boa formação."
E vc mereceu todas. Não retiro uma delas. E aliás, faltou uma parte da resposta ... Depois eu posto a resposta a seu post escroto e ridículo.
"(Gostaria de salientar que já fui convidado para dar palestras sobre Jesus Cristo em outras nações, inclusive já dirigi igrejas nos EUA)"
Jim Jones também foi ... Mas isso não diz muito sobre quem é o convidado, nem sobre quem convida e muito menos sobre a validade das alegações.
"Claro que isto não me credencia a nada, pois os líderes religiosos de nosso tempo estão por ai aprontando e aprontando muito, todavia achei que este tal de HFC não precisava dirigir-se a mim, quanto mais usando os termos de botequim que usou, pois meus comentários eram dirigidos aos autores do blog, que deduzo eu, são pessoas de bem."
A quem, a propósito vc considera cachorros e condena ao sofrimento eterno. Disso, só posso considerar sua crendice ridícula, desrespeitosa e desprezível, por padrões sociais aceitáveis. Fazer o que, não é ?
"Sempre comento materias de blog e nunca recebi nada de anormal."
Que pena que isso não é um blog ...
"Ao abrir minha caixa de corresponden cia eletronica me deparei com o seguinte texto"
Engraçado, o humor e crítica deveriam fazer vc tomar mais consciência dos seus próprios erros ...
""Candido Machado : me desculpe a intromissão , mas quem somos nós para julgar assim as pessoas? Acho que voce pegou "pesado".""
Acho que vc se comportou com sua crendice pessoal manda : de forma bastante HIPÓCRITA.
Mas nem todos cristãos se comportam assim, vide a s.m. que é uma pessoa muito legal.
"Não peguei pesado, apenas usei o meu direito de julgar este elemento, que com certeza, não serve para ser meu conhecido nem virtual."
Dispenso o convívio com gente mentirosa, ridícula e desrespeitosa, que não assumne seus próprios erros. Pessoas deste tipo podem fazer mal para minha família ... E geralmente fazem mal para congreagações que os chamam para falar do personagem imaginário jesus dos evangelhos ...
"Fiquei indignado com o texto dele, mas isto vcs não censuraram, enviando uma admoestação para ele, mas porque respondi aconteceu o contato com meu e-mail."
Acorde, vc mesmo pediu que o software que gerencia os comentários de artigos no site respondesse a seu email.
"Pensei em obstruir mensagens do Ateus Net, mas não acho uma atitude coerente com meu caráter. Um abração S.M."
E reconhecer seus erros também parece não ser coerente com seu caráter. Nada que me impressione.
Já eu não me contenho e chuto o saco deles ... Deve ser pq eu me sinta seguro de vê-los atrás das grades ... Vide nosso maluco da vez ...
Deus avisou para vc, candido machado: fica de olho nesse teu c$ !
"Um dos nomes de YHVH no hebraico é El Deot,"
Não BURRALDo, vai estudar a mixórdia da crendice que vc segue e sequer conhece.
"O Deus incrivelmente inteligente."
Com seguidores incrivelmente BURROS!
"Os que não são filhos de Deus irão para o lugar de tormento eterno."
Não vou para sua casa nem pagando ...Mesmo pq vcs só pagam merreca.
"SER FILHO DE DEUS OU DO DIABO É ALGO MATEMÁTICO!"
Sou filho do meu pai, que não é nenhum desses seres da sua cabecinhe reduzida a um pensamento em branco e preto.
"Não há possibilidade de se fugir destas gens."
Para uma cabecinha linear feito a sua, não há. Vc só dança sua música monotônica e repetitiva.
"Jesus falou acerca de duas raças sobre a Terra: Joio e Trigo."
Falou mesmo ? Vc estava lá para ouvir ? E daí que um mendigo maluco tenha falado qq besteira ? Isso não muda uma linha na vida de qq um ... Por mais que vc acredite nessa sua babaquice psicodélica, isso não muda uma linha na minha necessidade um tipo de peptídeo. E não faz lhufas de diferença na sua vida também, por mais que vc creia nessa ridícula tolice.
"O joio é semente do diabo"
Veja no Globo Rural ...
"e o Trigo e semente de Deus."
Todo domingo as 8 da manhã ...
"Semente é uma corruptela do grego "Sêmen","
Que grande surpresa seu discurso babaca não significar porra nenhuma, não é ?
"e o grego é a lingua de onde são traduzidas as maiorias das Escrituras para o mundo."
Textos de pastores de cabras cheios de crendice que efetivamente não servem para mer%$ alguma ...
"Então, ou somos Semen (Origem da vida) de Deus ou do diabo."
Se vc se acha um porra nenhuma, isso é problema seu. Procure seu psiquiatra para aumentar sua dose de antidepressivo.
"Vamos para a felicidade eterna"
Festa de todas as DORGAS.
"ou para a exclusão eterna,"
Chefia não podi entra, camaradinha !!!
"não porque escolhemos Deus e Cristo ou os repudiamos, mas somente por causa de nossa gen."
Uh ... Gen cko biloba na veia!
"A pergunta é essa: Somos Semen, nossa origem está em Deus ou no diabo."
Vc realmente fala muita tolice baseada numa tolice sem par.
"Quem é de Deus, ouve a voz de Cristo."
Quem é surdo tá fodido!!! Uhahahahhahahahha!
"Nada a ver com religião,"
Vc ama o Neymar mas não tem nada a ver com futebol, né ?
Mentir é feio ... Mas vc não consegue parar!!!
"porque muitos, mas muitos mesmo honram a Cristo com seus lábios"
E depois xigam a quem os critíca!!! Maltidos hipócritas esses, não é, malucão do antidepressivo ?
"mas não tem origem em Deus e seu Cristo."
Sim, eles não honram o papai noel e o coelhinho da páscoa que vc ama ...
Eles amam um papai noel diferente do seu ...
"Estes comentarios todos são bons como exercicio intelectual,"
Para quem tem cérebro, sim. Já para vc, candidinho ...
"mas não tem poder para mudar um script organizado numa eternidade passada."
Dogamtização em fanatismo não pode ser combatida no seu caso ? Interessante sua opinião de fanático ...
O engraçado é que vc não consegue ver que essa dogmatização foi feita em vc e não corresponde à realidade.
Por isso vc inventa que foi organizada numa eternidade que não existe e num passado que vc nem de longe conhece.
Peguei mais leve agora ... Mas nem tanto ...
Se, como homem, combati em Éfeso contra as bestas, que me aproveita isso, se os mortos não ressuscitam? Comamos e bebamos, que amanhã morreremos. 1 Coríntios 15:32
Esse texto, e a sequencia fala sobre a ressureição de mortos, além de cura e milagres. Coxos andam, segos veem, surdos ouvem etc.
Podemos concluir que, se os mortos não ressuscitam, Cristo também não existe. Nesse caso comamos e bebamos que amanhã morreremos.
A suposta não existencia de Cristo/milagres/fé rebaixa o ser humano a meros animais. Assim como afirma a falsa ciencia, ou a má ciencia. (pois existe a ciencia verdadeira e a falsa ciencia). O ser vivo nasce, cresce, se reproduz e morre. Simples assim. Sem esperança, sem sentimentos, sem fé. A vida humana limitada a mera matriz existencial. Sem nada além.
Uma das coisas mais impressionantes feitas por Deus foi a infinitude do universo, bem como a capacidade humana de não saber tudo.
Caso o ser humano descobre que o universo tenha fim, e chegue a pensar que sabe tudo da vida e da morte, com certeza entraria em tamanho tédio que poderia chegar ao sucidio para ver o que há além da vida. Bom, acredito que muitos já fazem isso hoje.
Dai meu amigo, crer ou não nas coisas invisiveis é questão de fé. Não é pelo que se ver, mas pelo que crer. Primeiro se crer, depois se ver.
Mesmo com sinais, os mais diversos, como ressurreição de mortos, cura de cegos, coxos, aleijados etc qualquer que não tenha disposição de crer em Deus, não vai adiantar nada se presenciar tais milagres. Vai continuar incrédulo do mesmo geito.
O que faz Deus se aproximar do homem é apenas fé.
Não é possivel ficar teorizando isso ou aquilo;
Eu refuto todo esse livro, bem como todos escritos que os ateus possam fazer.
Essas supostas contradições são todas fruto de má interpretação; texto fora do contexto. Falta de exegese e hermeneutica e tantos outras falhas.
Não existe nenhuma contradição na biblia; nem a mais elementar do tipo: o porfeta diz que Deus não se arrepende, mas Deus diz que se arrepndeu de ter feito o homem.E tantas outra supostas contradições.Não existem nenhuma delas.
Mas não adianta nada explicar, pois será teoria contra teoria.
As concordancias biblicas, a harmonia dos textos se obtem apenas pela fé com olhar espiritual. Logo não é possivel tentar explicar algo espiritual para quem não crer no Espirito.
Para os ateus fica mesmo a brevidade da vida: comamos e bebamos que amanhã morreremos. Simples assim. Sem esperança, sem outra dimensão; sem redenção, sem fé.
Para muitos ateus a vida está limitado no nascer, crescer, reproduzzir e morrer.
Pensam que sabem tudo quando ignoram o mundo espiritual. E depois morrem com tamanha "sabedoria" adquirida que nega a existencia de Deus.
Cinceramente recomendo aos ateus que, não necessáriamente creiam em Deus, mas repensem suas posições acerca do mundo espiritual do qual a Biblia e outros livros, até espiritualmente contrários a ela, são apenas uma fresta. Recomendo que não substimem o desconhecido. Tenham cautela com sua própria sabedoria.
Considerem que existe acontecimentos, para os quais não há explicação por metodos cientificos ou provas materiais, nem a ciencia pode ou poderá explicar.
"Não existe nenhuma contradição na biblia" - HAHAHAHAHAHAHAHHAHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHHHAHHAHAHHAHA- ou você é muito bem humorado, ou nunca leu toda a biblia.
Da para escrever um livro só sobre as contradições biblicas.
Uma hora o personagem deus prega o amor em outra ele se diverte queimando vivas criancinhas inocentes, ou manda josue matar a espada ou as soterra vivas.
A biblia diz que deus é onipotente , a onipotencia por si só já é uma grande contradição: se deus é onipotente pode criar uma pedra que nem ele poça carregar, mas se não pode carregar então não é onipotente e se não pode cria-la também não.
as contradições são muitas, não vou ficar escrevendo todas, é cansativo.
O que motiva vocês na crença em Deus? Salvação? Fuga do Inferno?
Ai eu concordo com vocês e digo:sim não sabemos ainda muita coisa, mas isso não é motivo para darmos credito a nossa imaginação baseada em nosso desejo de eternidade.
Então chegamos aquele limite de afirmarmos apenas o que podemos de fato saber, eu não estou afirmando que deus não existe pois afinal não posso afirmar tal coisa,isso não pode ser provado. Se eu não estou dizendo que deus não existe, vocês também deveriam ter o bom senso de não sair afirmando coisas sem evidencias, pois se vocês podem AFIRMAR e até tentar impor coisas sem evidencias eu também posso, porém não o faço pois tenho bom senso.
Espero que um dia vocês saibam que perguntar é melhor do que responder, questionar é melhor do que afirmar, buscar conhecimento é melhor do que impor dogmas.
me prova,quero provas concretas da existencia de socrates,platao,e todos os outros
quero falar da existenca ou inexistencia
parem de fugir do contexto
quero provas concretas
é assim que funciona o ateismo,ninguem contesta,e voces se aproveitam disso
Ninguém contesta o que? socrates e platão? nesse caso não faz diferença o "nome" de quem escreveu, pois com certeza alguem escreveu ,e isso basta. É muito diferente de afirmar que alguem possuia poderes sobrenaturais...
é simples
voces falam de uma forma que parece convincente,mas na verdade nao fazem ideia de como tudo surgiu
cara calma ai ateuzinho arrogante,que igual tu tem milhoes
adoram uma prepotencia hein?
e voces chupam sim,as bolas de darwin,e de todos os cientistas/biologos/filosofos,que acha que surgimos de uma grande explosão
Segundo, prova é um conceito de lógica e matemática (e numa acepção diferenciada, . Pedir provas, denota que vc não sabe nem tem ideia do que está falando.
Historicamente falando, o personagem Sócrates se mostra coerente com uma existência real, mesmo não havendo escritos do mesmo que sobreviveram. Uma fonte que mostra que o mesmo tenha existido e não é um personagem inventado é que há relatos sobre o mesmo, tanto de partidários dele, quanto de adversários, quanto de historiadores imparciais. Os fragmentos de história sobre o mesmo que se mostram coerentes entre si e com a realidade, formam uma história aceitável.
quer desculpas
ok desculpa
agora va sugar um falo
(ja que tu gosta de falar bonitinho
eu to dizendo que nao adianta voces terem raiva de Jesus,dizendo ate mesmo que ele nao existe
isso ja é ridiculo
ele existiu,e as provas disso sao tao verdadeiras quantos as da existencia de Socrates e todos os outros
quero falar da existenca ou inexistencia
parem de fugir do contexto
quero provas concretas"
O personagem TOSCO do qual vc defende a existência, o Jesus, tem na mitologia relacionada a ele histórias ridículas como subir aos céus flutuando, curar pessoas com cuspe, matar uma figueira com uma maldição. É claramente um personagem ficcional.
Agora, se vc é burro o suficiente para acreditar nessa mentira, isso é culpa de sua família e de sua ausência de formação educacional.
Se um Jesus existiu, não se pode dizer - mas o Jesus dos evangelhos é uma tremenda mentira. Mesmo pq, pessoas não nascem de virgens. Lamento se sua burrice não consegue entender isso. Quem sabe, essa sua burrice, ache que mesmo sem ter relações sexuais com sua namorada, ela fique grávida por milagre. Mas a realidade é o que o milagre neste caso, será o de vc não passar de um corno. Ou quem sabe, vc tenha um namorado e ache que vc possa ficar grávido, pela mesma razão que o ridículo conto em vc acredita diz que uma virgem ficou grávida. Burrice é assim, mas os crentes amenizam chamando burrice de fé.
Fran, o texto bíblico, em função dos absurdos, tolices e contradições demonstram que o Jesus por ele alegado, efetivamente não existiu.
cara calma ai ateuzinho arrogante,que igual tu tem milhoes
adoram uma prepotencia hein?"
Prepotência é vc alegar que o Jesus que vc crê tem as mesmas fontes que Sócrates, quando efetivamente não tem.
"e voces chupam sim,"
Quem chupa as bolas de pastores ou padres ou pregadores é justamente vc. Mesmo pq, vc não usa um mínimo de raciocínio crítico para avaliar as alegações destas pessoas.
"as bolas de darwin,"
Se alguém chupava o saco dele, era a esposa cristã dele ...Mas vc na sua burrice sequer sabia disso. E quanto a vc querer criticar ateus por causa do apoio a TE iniciada por Darwin, cairia na sua tosca crítica, o ídolo da intelectualidade cristã, o geneticista Francis Collins. Mas é claro, um troll de Gzuis xinga até quem crê na mesma crença que ele ...
"e de todos os cientistas/biologos/filosofos,que acha que surgimos de uma grande explosão"
Vc dá a demonstração de que burrice é a base da sua fé ... É a gibíblia transformando cérebros em geleia ...
Então chegamos aquele limite de afirmarmos apenas o que podemos de fato saber, eu não estou afirmando que deus não existe pois afinal não posso afirmar tal coisa,isso não pode ser provado." Entendem a incoerencia? Se ela não afirma que Deus não existe, , porque ela não pode afirmar isso, porque o fato de Deus não existir não pode ser provado, ela naun é uma atéia pratica, mas teórica. Deve ter num passado, se frustrado c com alguma coisa na sua vida religiosa, porque ela deve ter tido uma vida religiosa, frustou-se e ficou com ódio de Deus e agora desabafa neste bloguinho sem vergonha. Carl Max tambem foi assim, queria ser um poeta de renome, mas não tinha massa encefálica pra isso e culpou a Deus e bolou toas sua verborrogia contra Deus. Deus não tah nem ai pro ces. Adeus pra todos. Ahnnn! não percam tempo enviando algo pro meu enderço, pois não perco tempo lendo. Vai direto pro lixo. Arrependi de ter entrado aqui, pela falta de cerebro dos ateus. Este Sharab é muito burro, Se é Bary, cre em Baray-ulah. Isto é crer numa divindade, divindade eh deus seus burros. A unica coisa boa da religião dele e os jardins de Haifa em Israel.
Citar um verso de um livro como prova de uma existência física ?
Então se alguém citar o Sítio do Pica Pau Amarelo, segundo a sua lógica, provaremos que o Saci Pererê existe!
Vc acabou de demonstrar que o Candido tem gente que o apóia com ideias tolas ...
" Lá tá escrito, que os impios , como os idiotas idalizadores deste blog dizem em alto e bom som." Não há Deus" Rompamos de nós suas correntes e ataduras e sejamos livres. "
E o que importa o que está escrito alí ??Seu deus continua a ser só uma ideia que não resenta nada na realidade. E a afirmação não é de ateus, é de seu ridículo livro religioso.
No mesmo capítulo, se promete que se se pedir ao seu deus imaginário, ele forçará os povos pagãos a se tornarem seus escravos ... Sl 2:8
Vamos ver, quantos chineses e vietinamitas são seus escravos ? Deixe-me chutar ... 0 ? Realmente, o verso desse salmo é babaca e escravagista. Mas vc não se importa, não ?
"Bolas, se não há Deus, como pode haver correntes e ataduras de Deus?"
Engraçado, vc refutou uma alegação da bíblia, não de ateus!!!! Parabéns por provar que a bíblia está errada.
" Vcs são imbecilizantes"
Deixe-me entender : vc pega uma afirmação da sua bíblia, e alega que ela é ridícula e os ateus são imbecilizantes ?
É Madalena, vc não vai muito longe ...
" , isto eh, querem tornar o mundo imbecil como vcs. "
Bem, o que vc demonstrou é que sua bíblia torna pessoas imbecis ... Nada que me surpreenda.
"Dizem que não hah Deus"
Nem o seu, nem o de nenhuma crença. Se algum existisse, os crentes de cada uma das crenças poderia demonstrar por evidências.
" e depois censuram as ordens de Deus a Moises e a Josueh,"
Um ser imaginário que dá ordens a dois personagens imaginário ?
Esforce-se mais madalena ...
"porque o Altissimo manda matar as crianças até do ventre dos moradores pagãos de Canaã."
E vc bate palmas para um livro tosco que fala isso. Seu padrão de moralidade é bem baixo ...
" Qt imbecilidade."
Concordo que sua bíblia é imbecil ....
" Se Deus não existe tambem não existe ordem de Deus."
Bingo, vc pegou o xis da questão. Agora se vc fosse uma pessoa minimamente inteligente, vai ver que o livro tem muito pouco, quase nada de útil.
" Tão compreendendo, seus amebas."
Consegui verificar que uma ameba faz um trabalho mais efetivo que o seu argumento, Madalena (aka, vagner macedo).
Um analfabeto como vc ACHA que P.S. signifique "Post script", mas a abreviatura vem do latim, do inglês ... Em latim P.S. é a sigla para " post scriptum". Em inglês, a sigla não vai significar nada ... Mas obrigado por demonstrar sozinho que vc é um idiota. Isso poupa um trabalho de 3 linhas ou menos.
"Esta tal de desordi precisa coloca a massinha cinzenta dela em ordi, pois tá um caos. Veja oque ela escreve pro Leoncio "Ai eu concordo com vocês e digo:sim não sabemos ainda muita coisa, mas isso não é motivo paradarmos credito a nossa imaginação baseada em nosso desejo de eternidade.
Então chegamos aquele limite de afirmarmos apenas o que podemos de fato saber, eu não estou afirmando que deus não existe pois afinal não posso afirmar tal coisa,isso não pode ser provado." Entendem a incoerencia? "
Sim, a incoerência está em su discurso.
"Se ela não afirma que Deus não existe, , porque ela não pode afirmar isso, porque o fato de Deus não existir não pode ser provado, ela naun é uma atéia pratica, mas teórica."
Bullshit. Deus é um conceito humano, uma alegação que não é restrita a descrição do deus de seu livro religioso. As alegações sobre o deus de sua gibíblia podem ser demonstradas como só mitologia de um povo ignorante (aliás, a história do deus da bíblia é mais confusa do que isso). Esse deus pode ser provado como só uma tola e risível criação humana.
"Deve ter num passado, se frustrado c com alguma coisa na sua vida religiosa, porque ela deve ter tido uma vida religiosa, frustou-se e ficou com ódio de Deus e agora desabafa neste bloguinho sem vergonha."
Vamos a série de erros de nossa madalena da vez :
1- Sua alegação sobre um passado religioso da Fran é mero chute sem relação alguma com o que ela fala.
2- Sua alegação sobre ela ser frustrada é também chute baseado na projeção da sua cabeça. Vc não a conhece.
3- Sua suposição de que ela tem ódio ao ser que vive só na sua imaginação é bastante sem sentido.
4- Blog é um termo para designar um tipo de site na internet, categoria na qual o ateus.net não se enquadra.
Não é surpresa ver tantos erros nos seus parágrafos.
" Carl Max tambem foi assim, queria ser um poeta de renome,"
Karl Marx que ser poeta de renome???
É isso que dá as escolas serem centros de distribuição de crack - as madalenas só aprendem/falam tolice ...
"mas não tinha massa encefálica"
Alegação da Madalena da vez ...
"pra isso e culpou a Deus e bolou toas sua verborrogia contra Deus."
Tinha de ser mais um idiota da IURD ...
"Deus não tah nem ai pro ces."
Nem para seu analfabetismo. Mesmo pq personagens imaginários como o seu deus, não ajudam em nada ...
"Adeus pra todos."
Pressinto que a Madalena vai voltar a escrever tolices ...
"Ahnnn! não percam tempo enviando algo pro meu enderço, pois não perco tempo lendo."
Como vc vai ler, se vc nem sabe fazer isso ? E que endereço seu, Madaleninha ?? Vc não mencionou seu email em nenhuma linha...
"Vai direto pro lixo."
Qualquer coisa que vc pode efetivamente aprender, em sua casa vai direto para o lixo mesmo. Por esta razão vc é um analfabeto funcional.
"Arrependi de ter entrado aqui,"
Que dó da madalena ...
"pela falta de cerebro dos ateus."
Vamos ver ... Falta cérebro exatamente para quem ?
Para vc, Madalena!!!
"Este Sharab é muito burro,"
E a madalena solta a bobagem fatal ...
Madalena, o Shahab é teísta - ele é bahai. Agora enfie sua cabecinha embaixo da cadeira, como a ratazana que efetivamente vc é.
"Se é Bary,"
Somebary love ... Puta que o pariu.
"cre em Baray-ulah."
É triste ver uma cabecinha soltar tanta merda. Mas é divertido saber que há gente burra feito esse vagner macedo.
" Isto é crer numa divindade, divindade eh deus seus burros. A unica coisa boa da religião dele e os jardins de Haifa em Israel."
E lá vai a IURD fazendo mais uma madalena virar tosca, burra e intolerante ...
Arranje uma ordem judicial para me proibir.
"Ele eh meu guru ."
E é ele quem te faz tomar no cu.
Não resisti a rima,
"Cobra caro com dizimos e ofertas, mas ele tem cerebro."
Já quem o segue não tem ...
Claro é o cérebro pequeno de um estelionatário que está sendo caçado pelo MP de alguns estados e federal.
Tenho a impressão de que ele já foi condenado em alguns países ... Isso é ter cérebro segundo a sua visão ...
"Isto eh importante. By the way: Amanhã é dia de comprar no templo do Méier o sal do mar morto e a agua do jordão. Se vcs quiserem fazer uma encomenda, sabem meu e-mail. bye KKKKKK! Eh barato! uma pila! eheheh"
Enquanto vc dá dinheiro para ele, ele enriquece e vc só se Ford ...
Acho que sou um profeta ! A madalena disse que não voltava mais e voltou!!!! LOL!
Não me surpreende Candido, que vc vá apoiar a intoerância religosa e trollagem. É o que sua crendice lhe oferece ...
Enquanto outros cristãos como a s.m. vivem sua vida e tentam ser pessoas legais, vc vai apoiar gente escrota.
"Este pessoal confunde Paris com nação e afirmam que o Congo Belga é capital de Paris. Eles deviam saber que Congo Belga é capital da Bélgica.
Viu??!! Eu sei!!! Confundem ir a Santos e passar por Cubatão, com voltar de Santos e passar Baton...! Bem gostei de seu texto e gostaria de entrar em
contato com vc."
Idiotas, feito vc, gostam de idiotices. Daqui a pouco quem sabe, o Edir vai estar tirando o seu dinheiro também ...
"Vamos fazer um proselitismo ferrenho nos bloguinhos , como diz vc, dos ateus."
Crônica de uma morte anunciada de uma mula ...
"Eles não tem convicção de nada,"
Eu tenho convicção de que vc é uma pessoa mesquinha, vazia e arrogante. E a realidade confirma minha convicção.
"e podíamos mandar-lhes folhetos, livros. etc."
Vc pode querer dar bunda para mim. Eu não vou querer comer. Mas de repente, fazeno trollagem, vc consegue alguém que te enfie no rabo ou uma
condenação criminal que leve vc para ser noivinha em uma delagacia.
" Meu e-mail é candido.machado@hotmail.com"
É incrível ver um idiota colocando a corda no próprio pescoço e pulando de um prédio de 5 andares. Cara MULA, vc deu a pista para ser pego em
investigações criminais. E para ser trollado.
Informação para sua ignorância em biologia : evolução é um fato biológico explicado por uma teoria científica. Vá estudr biologia.
"quero te informar que a mesma ciência que vç defende é a mesma que te lança contra a parede, pois segundo a própria ciência a evolução não tem um ponto final pois esta sempre em constante movimento de alterações e aperfeiçoamentos, se o ser humano vem de processos de evolução então porque parou?"
Primeiro não parou. Segundo ela não fala de aperfeiçoamentos. Fala de descendência com modificação.
" e se parou é porque a ciência diz que se atingiu a perfeição, e se a evolução se concluiu com a perfeição então porque nós morremos?"
Vc já sabe onde está o seu erro ...
"segundo a própria ciência a natureza não se planta sozinha,"
Plantas usam sementes que são transportadas por vários métodos ... Resultados da adaptação evolutiva ...
" pois pra se nascer qualquer tipo de arvore é necessário primeiramente que se obedeça a lei do plantio,"
Uma lei que aliás não existe ...
"então quem plantou na natureza a primeira muda de arvore ou a primeira semente?"
Foi o Jesebeu? Foi o Arimoteu ?
Hugo, pare de pagar mico e vá estudar biologia ... Pagar de idiota aqui só vai fazer vc passar vergonha.
"com certeza não foi eu e nem vç, acreditando vç ou não em um deus criador e no seu único filho jesus ele existe e não esta nem um pouco preocupado em provar sua existência a vç,"
Não foi o Jesus, foi o Jesebeu !!!
"nenhum dos apóstolos sequer triunfou ou barganhou com o evangelho mas foram mortos por amor a cristo,"
Tanto que eles, se existiram, não escreverm porra nenhuma ... Já ouviu falar no Marcião ?
"evangelho não é sinônimo de bens materiais,"
É sinônimo de livro ridículo cheio de mentiras, preconceito e absurdos ... Já leu aquela historinha de que os mortos vivos teriam invadido Jerusalém ??
"então não fale do que vç não viu,"
Vc estava lá ? Então pq vc fala dele ?
O detalhe é que sabemos parte do que efetivamente aconteceu, e os relatos dos evangelhos, segundo o que sabemos, pode ser verificado como FALSO.
"não conhece"
Vc sabe quem escreveu os evangelhos ? Sabe quando foram escritos ? Vá investigar. Depois, pode jogar sua crença no lixo ... Vc vai ter aprendido que ela é uma grande mentira, só por simples investigação historiográfica e histórica.
" e não sente, nós evangélicos não bebemos, não enchemos a cara de álcool,"
Já o JC dos evangelhos era chegado no vinho e em beber com prostitutas! Era um sujeito (apesar de ser só um personagem fictício) bem mais legal que vcs ...
"não fazemos uso de tabaco ou drogas, "
Mas os evangelhos tem o mesmo efeito de drogas pesadas ...
E aliás, há muitos evangélicos que fumam e se drogam. Mas vc pode esconder o sol com peneira ... Não vai adiantar nada.
"então não corremos o risco de morrer de cirrose, ou doenças cronicas do figado, e menos mas muito menos de desenvolver câncer de pulmão, as igrejas evangélicas são as mais responsáveis por retirar jovens das drogas e do crime,"
Vamos ver: há uma igreja evangélica que é dos traficantes de drogas no RJ. Quer referências dessas igrejas ?
"então quem são os idiotas nessa história toda?"
... VOCÊ!!!!!
" com certeza vçs seus tolos, tapados, e hipócritas,"
Hipócrita é vc caro ignorante, que nem estuda ciência e vem mentir sobre ela, usando seu fanatismo religioso. E depois quer pagar de santo, mesmo mentindo feito um estelionatário.
"se não fosse os crentes o que seria de vçs o mundo teria mais bêbados,"
E esse escroto do Jesus da sua gibíblia transformando água em vinho, que sujeito que incentivava a bebedice! Queima esse Jesus, Jesus!!!
"mais lares destruídos,criminosos e drogados pelas ruas,"
Meu lar está muito bem, mas a cadeia está lotada de evangélicos ...
"vç não consegue nem explicar o vazio que te acomete quando coloca sua cabeça no travesseiro."
Não é minha cabeça que fica vazia quando a coloco no travesseiro. Quando coloco minha cabeça no travesseiro durmo tranquilo, sem precisar crer em nenhuma deidade, nem a sua, nem a de outra crença. Pelos meus atos, eu assumo responsabilidade. Já vc precisa inventar um ente imaginário para desculpar os seus erros ...